“Tomb Raider: A Origem” traz âmago inerente e amadurecimento de uma super-heroína

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Tomb Raider: A Origem traz um novo enfoque na história da heroína e arqueóloga Lara Croft, já que neste traz um jovem mais humana e natural, sem rótulos e mistificações passadas, Alicia Vikander traz um frescor a personagem, dando uma nova faceta, mostrando naturalidade e espontaneidade, num roteiro diferenciado ao game original, mas uma simetria equilibrada (até certo ponto), para um filme carregado de ações e emoções.

Lara já era órfã de mãe, e antes mesmo de entrar na adolescência a jovem menina viu-se sozinha no mundo, após o desaparecimento de seu pai, então ela aprendeu a se virar como pode, concluiu o colégio normalmente e seguiu seu caminho, entregando lanches pela caótica capital londrina e treinando boxe numa velha academia, o que ela ganhava mal dava para pagar o aluguel, então, a garota que se recusa a aceitar que seu pai esteja morto, e assinar uma fortuna milionária, que faria toda diferença para ela.

Desde que o destino a coloca na sua frente um segredo em busca ao misterioso desaparecimento de seu pai “morto”. Croft junta as peças e sai ao encontro do pai, num país distinto, num lugar inabitado e repletos de segredos e incógnitas. Além de muita vingança por posse e poder.

Mais do que o filme sobre um jogo, uma história com muita aventura, compaixão, família e conquistas de uma garota que só quer reencontrar seu pai.

Então, ela sai em busca dele, mesmo que por lá encontre muitas dificuldades, mostrando a origem de uma das maiores super-heroínas dos videogames, com muita inteligência e agilidade, ela desvenda os enigmas, o que realmente se sucedeu o desaparecimento de seu pai.

No longa traz uma Lara Croft mais real e humana, distinta nas versões passadas, esse traz o amadurecimento em evidência, as lutas da rotina diária e árdua de uma jovem que apenas quer desvendar os mistérios e saber sobre a história limiar, que irá mudar completamente sua vida.

Uma adaptação bastante difícil para a indústria do cinema realizar, afinal nem todo game que vira filme, sai como o esperado, pois de principio perde-se a principal característica da jogabilidade, o jogador, porém essa produção presa em apresentar a força e a virtude da protagonista, aliando as suas bravuras únicas e imprescindíveis, com uma atuação memorável exigido no script, com clichês óbvios, sim! Mas, também com uma Lara menos “mulherão” e sensual, e com mais veemência em conquistar seus anseios.

Talvez não esteja tão perfeito, quão os genuínos gamers queriam, mas Tomb Raider: A Origem, é um filme divertido, com muita ação e aventura, bem similar a origem dos jogos eletrônicos, podendo render ao espectadores algumas horinhas de diversão e emoção.

Tomb Raider: A Origem estreou nesta quinta-feira (15), nos cinemas de todo o Brasil, dirigido pelo norueguês Roar Uthaug, que tentou ao máximo trazer a realidade do game para dentro das telonas, e estrelado pela premiada e (fofa) atriz, Alicia Vikander (“Ex_Machina: Instinto Artificial”, “A Garota Dinamarquesa”) como Lara Croft, além de grande elenco, como Dominic West (“Jogo do Dinheiro”, “300”), Walton Goggins (“Os Oito Odiados”, “Django Livre”), Daniel Wu (série de TV “Into the Badlands”) e a indicada ao Oscar Kristin Scott Thomas (“O Paciente Inglês”).

 

Por Patrícia Visconti

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2 comentários em ““Tomb Raider: A Origem” traz âmago inerente e amadurecimento de uma super-heroína”

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