Critica E.T: O Extraterrestre

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O clássico de 1982 continua, muito provavelmente, como o melhor filme de Steven Spielberg. O diretor já passara por outros gêneros como o suspense, em Tubarão (1975), e até mesmo outra aventura sobre seres extraterrestres em Contatos Imediatos de Terceiro Grau (1977), como também, posteriormente, se consagraria com seus dramas de guerra A Lista de Schindler (1993) e O Resgate do Soldado Ryan (1998). Mas foi com E.T. que o diretor marcou sua carreira no cinema.

O filme nos conta a história de E.T. que acaba se perdendo de sua nave quando a mesma faz uma parada na terra e vai embora. Agora o alien se encontra em um dilema, está perdido em um lugar estranho e querendo retornar ao seu lar. Mas tudo muda quando o garoto Elliot (Henry Thomas) o encontra e com a ajuda de seus
irmãos esconde E.T em sua casa. As crianças e o pequeno do outro mundo passam por descobertas e aventura de suas vidas.

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O longa nos conta a visão das crianças ao lidarem com uma descoberta de interesse governamental, tendo agora os agentes do governo como inimigos querendo levar o extraterrestre para estudo enquanto a criatura só deseja voltar para casa e as crianças protegerem seu amigo. É possível perceber a ênfase do diretor sobre o modo de como as crianças enfrentam a situação ao se analisar o fato de a câmera em grande parte do filme estar na altura das crianças, sendo a mãe e o professor os únicos adultos que vemos nos primeiros atos da história e os outros só vem a serem revelados mais para o final.

Contando com cenas icônicas que fazem parte das mais memoráveis do cinema e Intensificado pela trilha sonora de John Williams ( o filme foi ajustado para se encaixar com a trilha e não o contrário que é o que geralmente acontece) que acompanha e ao mesmo tempo conta a história o filme se transforma em um conto sobre a aceitação do diferente, infância e amizade e se firma como uma aventura, ficção científica e fantasia pra todas as idades.

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E mesmo depois de quase 40 anos E.T continua a emocionar e além da maior bilheteria da década de 80 o filme acaba por ser um dos mais importantes do cinema, daqueles que podemos chamar de atemporal.

Por Lucas Aaron

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