Senador, o sabonete que deixa sua poupança no banco,carteira e seu bolso, limpinhos limpinhos. Por mais que seja um sabonete, senador sempre anda com nome sujo.
Esse Senador é bom que se você derruba-lo dentro do vaso ele vai se sentir em casa.
Bom, não é atoa que parece uma carteira de cigarro.
Duas pessoas diferentes e uma relação: o Cabine da Pipoca da semana fala sobre Amor e Dor, drama francês de Lou Ye.
Hua, estudante chinesa que mora em Paris, foi deixada por seu antigo companheiro e com ele viveu um intenso relacionamento. Andando pelas ruas da belíssima capital francesa, acaba conhecendo Mathieu. Ele, trabalhador da construção civil no subúrbio francês, engata um instável relacionamento com a moça, dando espaço para as violências física e verbal fazerem parte da rotina do casal.
Segundo crítica feita por um site especializado na sétima arte, o drama das personagens do filme remete ao espectador o pensar na dor, sendo ela física e/ou emocional, em alguns casos até lhe dando a sensação de que ele está vivendo o que elas estão encenando.
Aproveitando o descanso do final de semana, a ideia de assistir a esse filme é boa e o tempo gasto parece ser agradável.
Se você tem menos de 30 anos pode ser que não conheça muito bem essa DIVA, mas com certeza seus pais devem conhecer e devem ter dançado muito nos embalos de sábado a noite.
Estou falando de Donna Summer, que morreu hoje aos 63 anos vítima de câncer.
Donna fez sucesso em uma época onde a disco dominava as pistas de dança, seu principal rival era nada, nada menos que Bee Gees.
Apesar de ser uma cantora muito conhecida na “Era Disco”, Summer também gravou diversas canções em outros gêneros musicais, como rythm n’ blues e rock, granhando vários prêmios Grammy nestas categorias.
Seu último single inesquecível foi “She Works Hard for the Money“, em 1983, e partir daí Donna foi ganhando mais espaços nas coletâneas da era disco e influenciando diversas cantoras que fazem sucesso hoje em dia.
Um brasileiro que tentou a sorte no exterior para fazer o que mais gostava na vida, essa história pode ser confundida entre milhares.
Mas não estamos falando de qualquer pessoa, e sim de um artista, politizado, cheio de novas ideias e posicionamentos, fã de Led Zeppilin, Renato Russo e Nirvana.
Esse é Anderson Rock, um brasileiro que faz rock nacional nos Estados Unidos.
Mas porque ele precisou ir até os EUA para seguir sua carreira e ainda cantar em português. O próprio Anderson conversou com a gente e explicou tudo isso, e muito mais por aqui.
Sem mais delongas e confira a entrevista que esse grande músico, politizado e super simpático.
1. Quando e como surgiu essa sua paixão pela música? E quais suas principais influências? Conte-nos um pouco sobre sua carreira.
O primeiro disco que ouvi foi “No Player for the Dying” do Iron Maiden, me enlouqueci. Lembro que quando ouvi o Led Zeppelin III, fiquei impressionado como uma banda conseguia fazer músicas tão diferentes umas das outras, com tanta técnica. Mas as letras eu não gostava. Eu sempre preferi as letras do Renato Russo, do Cazuza, do Lobão, do Humberto Gessinger. Então minhas influências são esses todos + Guns and Roses, Nirvana, Legião Urbana. Essas são as principais.
Minha carreira ficou séria aqui nos Estados Unidos (onde vivo desde 2002) quando lancei meu primeiro disco pelo selo NIMBIT.
Agora tenho planos de levar esse “novo rock” pro Brasil muito em breve.
2. O que seria o rock inteligente para você?
O problema do Brasil é o seguinte:
1) A maioria do povo quer música pra dançar.
2) A maioria do povo quer aparência, artista bem vestido, com o corpo bonito, letras/qualidade musical ficam em segundo plano.
3) A maioria dos artistas são manipulados por empresários que querem dinheiro. Os artistas querem fama.
A corrupção dos vermes de gravata é dinheiro ROUBADO de todos. E as pessoas morrendo nas filas dos hospitais? E as leis frouxas que existem no Brasil que nego mata e não fica preso? Artistas de qualquer ritmo teriam OBRIGAÇÃO de tocarem nesses assuntos. Posso esperar isso do Restart, do Luan Santana ou do Funk?
Talvez Rock Inteligente seria falar nesses assuntos, de vez em quando, pra não ficar chato tbm. Os artistas falam que amam o público, fazem coraçãozinho S2 e na verdade, foda-se o povo! Tudo hipocrisia.
3. Como é viver em um outro país, mas mesmo assim cantar sua língua mãe?
Viver nos Estados Unidos tem o lado bom e o lado ruim, como viver no Brasil. Eu vim aqui trabalhar e não tenho grandes ilusões como a maioria das pessoas tem com a Times Square. Americanos querem vender. Brasileiros querem ser felizes e se emocionar. Nao vejo sentido um americano cantar pagode em português
carregado de sotaque. Seria a mesma coisa eu cantar em inglês. Apesar de depois de 10 anos vivendo aqui eu penso em inglês.
4. Você acredita que o rock nacional está deixando se levar por modinhas de “ie ie ie” ou “la la la”?
Estou fora do Brasil há 10 anos e não sei direito o que rola ai. Eu escuto bandas clássicas e bandas underground daqui dos Estados Unidos. Talvez, por isso uma parte grande do público acha meu trabalho original. Não sigo modinhas.
5. Fala uma banda do cenário atual que representa bem o velho e bom Rock n’ Roll? (de preferência nacional)
Nacional? Espero que ANDERSON ROCK (rsrsrsrs) Obrigado pela entrevista, espero ver vocês em breve no Brasil.
É isso ai galera, esperamos que vocês tenham curtido e também que logo o Anderson venha propagar seu som por aqui, afinal brasileiro tem que fazer sucesso no Brasil também né?!
E não só lá fora!
Curta ‘Gosto de Você’, música incluída no repertório do Anderson: