[Plantão OBC] Morre o escritor e jornalista Millôr Fernandes

Morreu na noite passada de terça feira, dia 27 de Março, o escritor Millôr Fenandes, por falência múltiplas dos órgãos e faleceu em sua casa na cidade do Rio de Janeiro.
Millôr tinha 87 anos e fez história no jornalismo, principalmente no alternativo, pois foi um dos criadores do jornal “O Pif-Paf” que, apesar de ter durado apenas oito edições, é considerado o ínicio da imprensa alternativa no Brasil. Colaborou ainda ativamente com “O Pasquim”, publicação de forte oposição ao regime militar.

O escritor ainda traduziu várias peças de Shakespeare, tornando-se referência no meio teatral. Também colaborou em jornais como “O Globo” e “O Estado de S. Paulo”, além da revista “Veja”.
Na virada do século, lançou seu site oficial “Millôr Online”. Mesmo com a avançada idade, foi sempre ligado a internet, às redes sociais, e possuía conta no Twitter com mais de 360 mil seguidores.
Mas como diria, aquele ditado, Millôr não morreu, colocou um ponto final em sua vida, pois jornalista não morre.
Descanse em paz Millôr, que onde você estiver continue fazendo história no jornalismo, pois foi graças a você que o jornalismo alternativo, teve seu destaque na atualidade e nós d’O Barquinho, como uma mídia alternativa, prometemos seguir seus exemplos, para que as imprensa alternativa cresça a cada dia.

Obelisco de 32 – O orgulho de Sampa

Sei que hoje é dia de teatro, né bebê.. Mas, como a nossa colunista não publicou e não temos a mesma veia artística que a @ka_my, então fica dica cultural e lazer, para ninguém se queixar de nada e para quem for paulistano, se orgulhar dos nossos heróis da famosa guerra do café com leite, a guerra de 32, que gerou o monumento do Obelisco.
Vocês sabem o que significa aquele Obelisco no Ibirapuera??
Não é só para enfeitar e ter como marco do parque do Ibirapuera, mas é um Mausoléu aos Heróis de 32, é um monumento funerário brasileiro localizado no Parque do Ibirapuera, no bairro de Moema, em São Paulo.
Símbolo da Revolução Constitucionalista de 1932, o obelisco é o maior monumento da cidade e tem 72 metros de altura. A construção do monumento foi iniciada em 1947 e e concluída em 1970.
Tombado pelos conselhos estadual e municipal de preservação de patrimônio histórico, o mausoléu do Obelisco guarda os corpos dos estudantes Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo (o M.M.D.C.) – mortos durante a Revolução de 1932 -, e de outros 713 ex-combatentes. Guilherme de Almeida e Ibrahim de Almeida Nobre, ex-combatentes e respectivamente considerados como o poeta de 32 e o tribuno de 32, se encontram sepultados no mausoleu. Também se encontra sepultado o corpo do agricultor Paulo Virgínio da cidade de Cunha, considerado mais um dos heróis da Revolução na Região do Vale do Paraíba. Paulo Virgínio foi executado pelas tropas fluminenses por se recusar a entrega o local de onde estava as tropas Paulistas. Paulo foi obrigado a abrir sua própria sepultura onde foi assassinado, antes de morrer teria gritado “Morro mas sou paulista e São Paulo Vence”.
Para homenageá-los e preservar a memória da rebelião, há cenas bíblicas e passagens da história paulista feitas com pastilhas de mosaico veneziano.
O Obelisco é um projeto do escultor ítalo-brasileiro Galileo Ugo Emendabili, que chegou ao Brasil em 1923, quando tinha 34 anos de idade, pois estava fugindo de um regime fascista em seu país. O obelisco, feito em puro mármore travertino, foi inaugurado em 9 de julho de 1955, um ano após a inauguração do Parque do Ibirapuera. A Revolução Constitucionalista, Revolução de 1932 e Guerra Paulista foram os nomes dados ao movimento armado ocorrido no Brasil entre julho e outubro de 1932.

[Cyber Cult] Evolução do Celular – Do Tijolo ao Iphone

Olá amigos, vamos fazer hoje um momento Memória aqui no O.B.C , vamos recordar a evolução dos aparelhos celulares. Tela colorida e maiores, baterias de longa duração. Foram feitas grandes mudanças nos aparelhos.

A Motorola no ano de 1973 foi quem apresentou seu primeiro protótipo do primeiro celular, esse aparelho media 30 centímetros, pesava quase um quilo e custava quatro mil dólares, mas somente em 1983 chegou ao mercado, o Motorola DynaTAC 8000X, armazenava cerca de 30 números de telefone em sua memória e sua bateria permitia uma conversa de duraçãode uma hora.

No decorrer dos anos vários aparelhos foram lançados, como o vovô do Iphone o BellSOVTH/IBM Simon lançado em 1993, em 1996 o Motorola StarTAC, nos anos 2000 o Nokia 8260 foi o que havia de melhor.
Hoje é praticamente impossível encontrar um telefone sem câmera, mas anos atrás não era bem assim, em 2002 o Sanyo SCP5300 era “O” aparelho ele continha câmera que capturava imagens em VGA(640 por 480 pixels), lembram do V3? Em 2004 foi ele que levou o desing a outro patamar, ele é considerado um dos aparelhos mais populares de todos os tempos no mercado.

Enfim muitos aparelhos foram lançados e todos eles sempre traziam várias novidades e em 2012 será lançado o Iphone 5 o último projeto em que Steve Jobs esteve envolvido, provavelmente será lançado no inverno do Brasil de 2012.

Um forte abraço!!!
E conexão no mundo.
@marciamartins13

[ESPECIAL] Jornalismo Literário

 
“É muito melhor cair das nuvens que de um terceiro andar!”
Machado de Assis

Chegando a reta final do nosso especial, Jornalismo Literário, e claro, que o melhor ficou para o fim, pois com certeza, todo mundo conhece e já leio pelo menos um livro deste autor.
Na Fuvest, este autor é figurinha carimbada, pois seus livros são leitura obrigatória e o Dom Casmurro é o campeão nisso.. hehe Se você pensou em Machado de Assis, acertou, pois ele foi, não só um grande autor mundial e jornalista, mas também foi uma pessoa de muita garra, percepção e inteligência.
Machado de Assis, estudou até a quarta série do primeiro grau e tampouco fez faculdade, mas ainda pequeno foi autodidata e aprendeu a ler sozinho. Era filho de uma lavadeira e um operário, carioca da gema e amante pela escrita, poesias, contos e literatura.
Foi o célebre do realismo no Brasil, considerado o maior expoente da literatura brasileira e do Realismo no Brasil, desenvolve em sua ficção uma análise psicológica e universal e sela, portanto, a independência literária do país. 
Machado de Assis,  foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, junto com outros grandes autores, Lúcio de Mendonça, Machado de Assis, Inglês de Souza, Olavo Bilac, Graça Aranha, Medeiros e Albuquerque, Joaquim Nabuco, Teixeira de Melo, Visconde de Taunay e Rui Barbosa.
Bom mas eu sou apenas uma inspirante a Machado de Assis e tenho muito que aprender, para chegar a nível de mestre.
Então… Tenha uma ótima diversão, emoção e prazer, lendo abaixo, um pouco da história e das principais obras do pequeno Machado.

Machado de Assis (Joaquim Maria M. de A.), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. 
É o fundador da Cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras. Velho amigo e admirador de José de Alencar, que morrera cerca de vinte anos antes da fundação da ABL, era natural que Machado escolhesse o nome do autor de O Guarani para seu patrono. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.
Filho do operário Francisco José de Assis e de Maria Leopoldina Machado de Assis, perdeu a mãe muito cedo, pouco mais se conhecendo de sua infância e início da adolescência. Foi criado no morro do Livramento. Sem meios para cursos regulares, estudou como pôde e, em 1854, com 15 anos incompletos, publicou o primeiro trabalho literário, o soneto “À Ilma. Sra. D.P.J.A.”, no Periódico dos Pobres, número datado de 3 de outubro de 1854. Em 1856, entrou para a Imprensa Nacional, como aprendiz de tipógrafo, e lá conheceu Manuel Antônio de Almeida, que se tornou seu protetor. Em 1858, era revisor e colaborador no Correio Mercantil e, em 60, a convite de Quintino Bocaiúva, passou a pertencer à redação do Diário do Rio de Janeiro. Escrevia regularmente também para a revista O Espelho, onde estreou como crítico teatral, a Semana Ilustrada e o Jornal das Famílias, no qual publicou de preferência contos.
O primeiro livro publicado por Machado de Assis foi a tradução de Queda que as mulheres têm para os tolos (1861), impresso na tipografia de Paula Brito. Em 1862, era censor teatral, cargo não remunerado, mas que lhe dava ingresso livre nos teatros. Começou também a colaborar em O Futuro, órgão dirigido por Faustino Xavier de Novais, irmão de sua futura esposa. Seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, saiu em 1864. Em 1867, foi nomeado ajudante do diretor de publicação do Diário Oficial. Em agosto de 69, morreu Faustino Xavier de Novais e, menos de três meses depois (12 de novembro de 1869), Machado de Assis se casou com a irmã do amigo, Carolina Augusta Xavier de Novais. 
Foi companheira perfeita durante 35 anos. O primeiro romance de Machado, Ressurreição, saiu em 1872. No ano seguinte, o escritor foi nomeado primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, iniciando assim a carreira de burocrata que lhe seria até o fim o meio principal de sobrevivência. Em 1874, O Globo (jornal de Quintino Bocaiúva), em folhetins, o romance A mão e a luva. 
Intensificou a colaboração em jornais e revistas, como O Cruzeiro, A Estação, Revista Brasileira (ainda na fase Midosi), escrevendo crônicas, contos, poesia, romances, que iam saindo em folhetins e depois eram publicados em livros. 
Uma de suas peças, Tu, só tu, puro amor, foi levada à cena no Imperial Teatro Dom Pedro II (junho de 1880), por ocasião das festas organizadas pelo Real Gabinete Português de Leitura para comemorar o tricentenário de Camões, e para essa celebração especialmente escrita. De 1881 a 1897, publicou na Gazeta de Notícias as suas melhores crônicas. 
Em 1880, o poeta Pedro Luís Pereira de Sousa assumiu o cargo de ministro interino da Agricultura, Comércio e Obras Públicas e convidou Machado de Assis para seu oficial de gabinete (ele já estivera no posto, antes, no gabinete de Manuel Buarque de Macedo). Em 1881 saiu o livro que daria uma nova direção à carreira literária de Machado de Assis – Memórias póstumas de Brás Cubas, que ele publicara em folhetins na Revista Brasileira de 15 de março a 15 de dezembro de 1880. Revelou-se também extraordinário contista em Papéis avulsos (1882) e nas várias coletâneas de contos que se seguiram. Em 1889, foi promovido a diretor da Diretoria do Comércio no Ministério em que servia.
Grande amigo de José Veríssimo, continuou colaborando na Revista Brasileira também na fase dirigida pelo escritor paraense. 
Do grupo de intelectuais que se reunia na Redação da Revista, e principalmente de Lúcio de Mendonça, partiu a idéia da criação da Academia Brasileira de Letras, projeto que Machado de Assis apoiou desde o início. Comparecia às reuniões preparatórias e, no dia 28 de janeiro de 1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, à qual ele se devotou até o fim da vida.
A obra de Machado de Assis abrange, praticamente, todos os gêneros literários. Na poesia, inicia com o romantismo de Crisálidas (1864) e Falenas (1870), passando pelo Indianismo em Americanas (1875), e o parnasianismo em Ocidentais (1901).
Paralelamente, apareciam as coletâneas de Contos fluminenses (1870) e Histórias da meia-noite (1873); 
os romances Ressurreição (1872), A mão e a luva (1874), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878), considerados como pertencentes ao seu período romântico. A partir daí, Machado de Assis entrou na grande fase das obras-primas, que fogem a qualquer denominação de escola literária e que o tornaram o escritor maior das letras brasileiras e um dos maiores autores da literatura de língua portuguesa.
A obra de Machado de Assis foi, em vida do Autor, editada pela Livraria Garnier, desde 1869; em 1937, W. M. Jackson, do Rio de Janeiro, publicou as Obras completas, em 31 volumes. Raimundo Magalhães Júnior organizou e publicou, pela Civilização Brasileira, os seguintes volumes de Machado de Assis: Contos e crônicas (1958); Contos esparsos (1956); Contos esquecidos (1956); Contos recolhidos (1956); Contos avulsos (1956); Contos sem data (1956); Crônicas de Lélio (1958); Diálogos e reflexões de um relojoeiro (1956). Em 1975, a Comissão Machado de Assis, instituída pelo Ministério da Educação e Cultura e encabeçada pelo presidente da Academia Brasileira de Letras, organizou e publicou, também pela
Civilização Brasileira, as Edições críticas de obras de Machado de Assis, em 15 volumes, reunindo contos, romances e poesias desse escritor máximo da literatura brasileira.
OBRAS:

Romances
Ressurreição, (1872)
A mão e a luva, (1874)
Helena, (1876)
Iaiá Garcia, (1878)
Memórias Póstumas de Brás Cubas, (1881)  
Casa Velha, (1885)
Quincas Borba, (1891)
Dom Casmurro, (1899)
Esaú e Jacó, (1904)
Memorial de Aires, (1908)
Coletânea de Poesias
Crisálidas, (1864)
Falenas, (1870)
Americanas, (1875)
Ocidentais, (1880)
Poesias Completas, (1901)
Peças de teatro
Hoje Avental, Amanhã Luva, (1860)
Queda que as mulheres têm para os tolos, (1861)
Desencantos, (1861)
O Caminho da Porta, (1863)
O Protocolo, (1863)
Teatro, (1863)
Quase Ministro, (1864)
Os Deuses de Casaca, (1866)
Tu, só tu, puro amor, (1880)
Não Consultes Médico, (1896)
Lição de Botânica, (1906)
Coletânea de Poesias
Crisálidas, (1864)
Falenas, (1870)
Americanas, (1875)
Ocidentais, (1880)
Poesias Completas, (1901)

Contos selecionados
“A Cartomante”
“Miss Dollar”
“O Alienista” (†)  
“Teoria do Medalhão”
“A Chinela Turca”
“Na Arca”
“D. Benedita”
“O Segredo do Bonzo”
“O Anel de Polícrates”
“O Empréstimo”
“A Sereníssima República”
“O Espelho”
“Um Capricho”
“Brincar com Fogo”
Coletânea de contos
Contos Fluminenses, (1870)
Histórias da Meia-Noite, (1873)
Papéis Avulsos, (1882)
Histórias sem Data, (1884)
Várias Histórias, (1896)
Páginas Recolhidas, (1899)
Relíquias da Casa Velha, (1906)
Contos selecionados
“Uma Visita de Alcibíades”
“Verba Testamentária”
“Noite de Almirante”
“Um Homem Célebre”
“Conto de Escola”
“Uns Braços”
“A Cartomante”
“O Enfermeiro”
“Trio em Lá Menor”
“O Caso da Vara”
“Missa do Galo”
“Almas Agradecidas”
“A Igreja do Diabo”
Por: @pii_littrell (Uma admiradora master por Machado de Assis… hehe)
PS: Isso vai pra @nickacarter, pela vitória de 2×1 ontem (Domingo)… Chupaaaaaaaaaaaaaaaaaaa Porcada, aqui é CORINTHIANS mano! hauhauhuahuahuahua

[PLANTÃO OBC] A Trupe Mágica

A Trupe do Teatro Mágico se apresenta hoje (25/3), na Capital Mineira no Palácio das Artes.
Fernando Anitelli junto com o mundo mágico do TM se apresenta a partir das 20h, trazendo as canções que se popularizaram pela internet e emocionam o público, as músicas do novo projeto “Sociedade do Espetáculo” também farão parte da noite.

Serviço:
Palácio das Artes
Av. Afonso Pena, 1537 – Centro/BH
Informações: (31) 3236- 7400