Cyber Cult – Novidade na área

Olá amigos internautas!
Hoje chego com notícias fresquinhas. Amanhã dia 07 de março será o lançamento do iPad3, essa informação quentinha já foi divulgada ofiialmente pela Apple.
Quando se fala em lançamento todo mundo fica ansioso, e quando é novidades sobre o mundo tecnologico, os amantes desse meio ficam cheios expectativas. 
A Apple já convocou a imprensa para o lançamento as 10 horas da manhã dests quarta-feira em Yerba Buena Center for the Arts, em São Francisco.
Só o convite já mostrou o que deve ser esse novo brinquedinho, a bela produção de uma equipe de comunicação ilustrou no convite um usuário pressionando um aplicativo do novo iPad e ainda trouxe uma frase que estimula a imaginação de qualquer um: “We have something you really have to see. And touch”, traduzindo, “Nós temos algo que você realmente precisa ver. E tocar”. Essa bela jogada de marketing com toda certeza aumenta a ansiedade. 
A informação de que o primeiro lote de iPads já embarcou para China e de que possívelmente na próxima semana os aparelhos chegam aos Estados Unidos, colocou a Apple em tal situação que a empresa precisou se posicionar logo quanto ao lançamento do iPad.

A empresa Foxconn, organização famosa de forma negativa devido as condições ruins de trabalho oferecidas aos seus funcionários, foi quem postou e produziu os aparelhos. Vamos aguardar pra conferir o que tem de fantástico neste novo iPad. 

Feliz dia das Mulheres antecipadamente, o nosso dia é todo dia.
Beijão pessoal!
E não se esqueçam se desconctem um pouco e se conectem ao mundo. 
Até a próxima. 

Cantinho Literário

Vamos continuar o especial Jornalismo Literário, pois ainda temos algumas semanas para acabar, já que este neste mês será totalmente em especial aos jornalistas da literatura brasileira.

Então para seguir, vamos continuar com um jornalista, que não viveu as épocas de chumbo da imprensa, mas mesmo assim conseguiu deixar sua marca no Jornalismo, na literatura e no mundo. 
Estamos falando de um jovem jornalista, o Daniel Piza, paulistano, do dia 28 de março de 1970, amava o que fazia e com diversos livros escrito, apesar de se formado em Direito, pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco da USP, seu amor pelo jornalismo era tanto, que na metade do curso, ele ingressou no Estado de São Paulo (1991-92), cobrindo especialmente a editoria de Cultura, onde foi repórter do Caderno2 e editor-assistente do Cultura. Trabalhou em seguida na Folha de S. Paulo (1992-95), como repórter e editor-assistente da Ilustrada, cobrindo especialmente as áreas de livros e artes visuais. 
Foi editor e colunista do caderno Fim de Semana da Gazeta Mercantil (1995-2000). Em maio de 2000, retornou ao Estado como editor-executivo e colunista cultural; desde 2004 assinou também uma coluna sobre futebol. 
Traduziu seis títulos, de autores como Herman Melville e Henry James, e organizou seis outros, nas áreas 
de jornalismo cultural e literatura brasileira e também escreveu a biografia do grande autor Machado de Assis, qual houve boas críticas pela grande imprensa.

Daniel, era casado com a também jornalista Renata Piza, mas no final de 2011 (30/Dezembro), ele faleceu devido problemas cardíacos, mas neste pouco tempo que viveu no jornalismo e no mundo, escrevendo obras com grande valor no Jornalismo Literário.
Pois Piza, foi um grande jornalista na área da cultura e seu legado será levado para o todo sempre, no caminho do Jornalismo, pois bons jornalistas, vão só em corpo, pois suas almas são eternizadas por longos anos. 

Abaixo segue suas principais obras:
1996 – As Senhoritas de Nova York – Descoberta de Pablo Picasso – FTD
2000 – Questão de Gosto – Ensaios e Resenhas – Record
2001 – Mundois – Bei
2003 – Ora, Bolas – Da Copa de 98 ao Pent – Nova Alexandria
2003 – Leituras do Brasil -Talent
2003 – Jornalismo Cultural – Contexto
2003 – Ayrton Senna – O Eleito – Ediouro
2003 – Academia Brasileira de Letras – Histórias e Revelações – Dezembro Editorial
2004 – Paulo Francis – Brasil na Cabeça – Relume Dumará
2004 – Perfis & Entrevistas – Contexto
2005 – Mistérios da Literatura – Poe, Machado, Conrad e Kafka – Mauad
2005 – Machado de Assis – Um Gênio Brasileiro – Imprensa Oficial
2007 – Contemporâneo de Mim –Dez Anos da Coluna Sinopse Bertrand Brasil
2008 – Aforismos sem Juízo – Bertrand Brasil
2010 – Amazônia de Euclides – LeYa

Site Oficial do Daniel Piza
Twitter de sua esposa Renata Piza – @Renata_Piza 
Bom é isso, espero que estejam curtindo este especial Jornalismo Literário..
Boa semana a todos

Cabine da Pipoca

Fiz a viagem e convido você, leitor, a embarcar nesse barquinho de volta ao final dos anos 1920, início dos 1930 e se deliciar com a história de O Artista. [Trailer aqui]

O vencedor de cinco oscars neste ano, incluindo o de melhor filme, conta a história de George Valentin e de Peppy Miller. George é um famoso ator do cinema mudo, que acaba entrando em declínio com a ascensão do cinema falado – ele não admite a transação e se recusa a trabalhar num filme deste tipo, ocasionando, a partir daí, seu drama. Com a nova era, Peppy Miller se torna a nova estrela de filmes hollywoodianos. 
A produção franco-americana é diferente da maioria dos outros filmes aos quais estamos acostumados a ver no cinema, apesar de ter aquele velho clichê de os protagonistas se encontrarem no início do filme e, cenas depois, se reencontrarem casualmente. O Artista chama atenção por ser mudo e em preto e branco, também de abordar uma situação diferente do que geralmente é abordado em filmes contemporâneos. 
A sucessão dos fatos, no filme, e a expressividade de Jean Dujardin, intérprete de Valentin, tornam a obra verdadeira e capaz de prender a atenção do espectador. 
O Artista é um filme diferente, emocionante e surpreendente. Não só tem estas qualidades como também vários prêmios: Melhor Ator, no Festival de Cannes; Melhor Filme – Comédia ou Musical, Melhor Trilha Sonora e Melhor Ator – Comédia ou Musical, no Globo de Ouro; Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Figurino e Melhor Trilha Sonora, no Oscar 2012. 
Indico que vocês assistam ao filme porque a viagem é gostosa, a volta no tempo é interessante, bem como as vestimentas e os costumes da época mostrados no longa. O passeio ainda é acompanhado de uma trilha sonora que interage com as cenas, além da ótima atuação de Jean Dujardin e Bérénice Bejo. 
Até a próxima! 

Caixa de Som

16 anos sem os Mamonas Assassinas
Hello galerinha…

Tudo na paz?
Ok, que a nossa pauta pode parecer um pouco triste, na verdade, pode não, é totalmente triste, mas cheia de saudades e muita alegria em nossas lembranças.
Estamos falando da Mamonas Assassinas!
Você se lembra deles?
Então, parabéns, pois você sabe o que é pop rock nacional de qualidade!!!

Atenção Crezebeque para o top do já vai, já, já, já já vai!!!!!!!

Apesar dos garotos que levaram a fama a cidade de Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, para o Brasil, terem morrido de uma forma bruta, violenta e agressiva, em 2 de março de 1996, a carreira dos meninos, era baseada em muita alegria e diversão.

A banda nem sempre foi Mamonas Assassinas, no começo eles eram Utopia, que com o primeiro disco lançado não chegou a 100 cópias vendidas. Mas eles perceberam que as brincadeiras e tiração de sarro que faziam com os amigos e familiares, rendia boa música, com um pouco de deboche, mas até ai era o de menos, afinal essa era a marca consagrada da banda, adquirindo muito mais êxito do que os covers de bandas de rock consagradas.

O primeiro álbum, e única deles em vida, vendeu mais de dois milhõies de cópias e conquistou adolescentes e crianças do Brasil inteiro, com letras escrachadas e performances irreverentes e divertidas, como “Vira-Vira”, “Pelados em Santos”, “Sabão Crá Crá Crá” e “Robocop Gay”.

Quando o show terminou, os meninos excitados e super extrovertidos, brincaram com a platéia, até o vocalista Dinho, provocou o público dizendo que não queria deixar o palco. “Vamos ficar escondidos aqui atrás porque vocês vão pedir bis mesmo”, e terminaram o concerto cantando “Vira-Vira”.
Depois de se despedirem, seguiram para o aeroporto, onde a cozinheira Naja Brito os esperava com estrogonofe e batata frita. Eles chegaram tão famintos, que o tecladista Júlio entrou no avião, abriu uma embalagem e decretou antes de devorar tudo: “Gente, isso aqui tá tão bão que eu não vou esperar o avião subir”.


Naja lembra a cena comovida: “Dizem que quando alguém está prestes a morrer fica triste.Eles estavam tão alegres e não davam nem sinal nenhum de que pressentissem algo ruim”.
Porém, tudo que é bom tem um fim, e o dos meninos de Guarulhos estava próximo, em um desastre de avião na Serra da Cantareira, quando voltavam de um show da turnê nacional em Brasília e iriam seguir para Portugal, para começar a turnê promocional no exterior.

Após o desastre, a gravadora ainda lançou mais um disco ao vivo e as imagens dos integrantes acabou virando um álbum de figurinhas.

Mas o que não morreu, foi o carisma e ânsia de viver que os Mamonas transmitiam em suas canções, que inspirou uma geração inteira que hoje sente saudades, cantarola e se diverte com o pouco trabalho, mas eterno, que os músicos deixou aqui na Terra.

Tanto que a quatro anos atrás, um grupo de fãs do grupo, persistiu em propagar a Mamonas Assassinas e resolveram criar o Projeto Mamônico, um longa de ficção, documentário e um site e DVDs.
Mas isso é assunto para uma outra pauta e um outro momento…
Agora, fiquem com um dos maiores sucessos dos garotos!


Por: @nickacarter