[Caixa de Som] Rapper paulistano ‘pede perdão’ em seu novo videoclipe

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O músico paulistano Yannick, lançou nesta semana seu novo videoclipe, “Peço Perdão”. Um single que fala sobre um homem que perdoa a mulher qual teve mais que um namoro,mas uma amizade, que mesmo após o término do relacionamento, aceitou sem mágoas e ressentimentos, pois nada que é obrigado há de ser fiel e feliz.

Cantada em primeira pessoa, ele diz dos perdões cometidos, e incentiva o outro que já esteve ao seu lado para seguir seu caminho, sendo junto dele, com outro ou sozinha.12047018_855964731186334_1045573095587225351_n

A música desmistifica toda a cena do RAP nacional atual, aonde retrata a imagem feminina de forma ostensiva e pejorativa, mostrando a mulher apenas como um desejo de líbido. Formando assim, uma nova geração de rapper e MCs, mas não fugindo da essência do gênero em pautar algo em que a sociedade necessita ouvir, falar e debater.

O vídeo foi gravado num cenário bastante familiar do artista, a Rua Augusta. Dirigido pelo produtor Augusto Takeshi e interpretado pelo próprio artista e a estudante Marina Barbosa.


Yannick é paulistano, tem 31 anos e desde a adolescência soube que seu propósito era propagar a arte e a cultura alternativa através da música. Criador e curador da festa OBRIGAAAH, ele traz artistas da cena independente aos olhos dos grandes centros, compartilhando o que cada um tem de melhor a oferecer.

Recentemente, ele está em processo de produção de seu primeiro compacto, aonde terá um compilado de canções inéditas e autorais.

Por: Patrícia Visconti

[Cantinho Literário] Fogo toma conta do Museu da Língua Portuguesa

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Nesta segunda natalina (21), uma catástrofe aconteceu na região central da capital paulista, mais exato, no Museu da Língua Portuguesa, na Luz, que teve seu prédio tomado pelas chamas no final da tarde. Felizmente, não havia ninguém, além de alguns funcionários do museu, já que o mesmo é fechado às segundas-feira para o público. Todavia, um bombeiro civil faleceu no recinto, resultando de uma parada cardiorrespiratória.

Foto por: Juliano Nunes

Foto por: Juliano Nunes

O fogo começou no primeiro andar, e logo se alastrou com força e rapidez para as demais dependências do museu, já que há muito material inflamável lá dentro, como madeira, borracha e plástico, tornando ineficiente a chuva que caía naquele horário e também, as viaturas dos bombeiros que foram controlar as chamas.

O museu que em março de 2016 completaria 10 anos, reúne uma vasta trajetória da língua portuguesa em todo o mundo, passando por Portugal, países africanos, ameríndia até chegar no Brasil, além de passear por outros idiomas de origens latinas ou não.

Foto por: Fausto Mefistofeles

Foto por: Fausto Mefistofeles

Atualmente o MLP exibe a mostra “Esta Sala é uma Piada”, onde apresenta mais de 100 obras selecionadas no 42º Salão Internacional de Humor de Piracicaba, e retrata a sociedade atual em análise a corrupção. A curadoria é de Raphael Ramos da Costa Fioranelli Vieira.

Infelizmente os danos da tragédia foram fatais, e o material não se salvou, mas segundo a curadora Isa Ferraz disse que são reversíveis, já que muita coisa do museu está em back up, basta só remontar os vídeos e filmes.

Foto por: Rina Ricci

Foto por: Rina Ricci

O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse em nota que irá reconstruir o museu o quanto antes.

O Museu da Língua Portuguesa é um dos museus mais visitados no Brasil e da América do Sul, desde a sua inauguração mais de 2,9 milhões pessoas já passaram por lá.

Um triste fato não apenas para São Paulo, mas também para o Brasil, que perde peças raras da origem da nossa língua, que agora ficará em hiato por algum tempo até que a reinauguração do museu com materiais ímpares e exclusivos dos falantes da língua portuguesa.

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] “Por Inteiro” apresenta o alter ego de um paradoxo

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Em um mundo de alter egos, onde as pessoas vestem máscaras em cada lugar frequentado, alguém que assume publicamente a admiração e contemplação por outra pessoa, é taxada de louca e obcecada. Mas, até quando a admiração vira doença?

12191796_1514364062208299_2071359776242791274_nO curta-metragem, “Por Inteiro”, produzido pela Recicla Filmes traz basicamente isso, onde duas pessoas que se conhecem desde a infância, vivendo na mesma casa, sem contato algum entre eles, e um deles passa a ser deslumbrado pelo outro, tornando maior do que amizade, mas em algo doentio.

Em uma narrativa lúdica, Lucas (Diego Martins), um jovem de 17 anos que perdeu a mãe muito novo, mas posteriormente viu seus pais se separando quando ele tinha apenas cinco anos, então sua mãe casou-se novamente e após o falecimento dela, seu segundo marido obteve a tutela do garoto, qual viviam uma relação superficial e bem distante, não apenas do padrasto, mas de seu meio-irmão, Henrique (Weslley Cruz), e por não serem tão próximos na infância, Lucas quando cresce passa a querer saber como é viver na vida de Henrique.

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Um paradoxo da mente que nem Freud saberia explicar, a tal situação de duas pessoas que apenas viviam na mesma casa e estudavam no mesmo colégio, uma delas passou a ser tão obcecado pelo outro, uma paixão platônica entre irmãos, algo incontrolável, uma patológica, onde deleta-se até própria vida, só para querer ser o outro.

Sinopse:

POR INTEIRO, é a narrativa lúdica e deturpada do jovem Lucas (Diego Martins), que perdeu sua mãe ainda quando criança, ficando sob tutela de seu padastro e convivendo numa relação superficial e nada próxima com seu meio irmão Henrique (Weslley Cruz), à quem Lucas, com o passar do tempo, desenvolve uma obsessão doentia em querer descobrir: “como é viver na pele de Henrique?”.
O curta-metragem tem a direção artística de Weslley Cruz e o roteiro assinado pelo elenco principal. Uma produção RECICLA FILMES.

Assista abaixo a apresentação do curta-metragem:

POR INTEIRO (CURTA-METRAGEM) from RECICLA FILMES on Vimeo.

Para saber mais acesse: Facebook | Vimeo

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Paula Cavalciuk traz seu íntimo musical para a música brasileira

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Paula Cavalciuk é paulista da cidadezinha de Tapiraí, mas iniciou sua carreira musical em Sorocaba, no interior de São Paulo. Todavia, ainda na infância já arrancava alguns acordes de forma pop e visceral, com sua voz suave e bastante marcante, que cativa o ouvinte já na primeira estrofe.

Foto por: Amanda Fogaça

Foto por: Amanda Fogaça

Antes de partir para a carreira solo, fez parte de vários grupos e duplas, dentre essas ela conheceu Vinicius Lima (voz, violão, viola caipira e guitarra), que ficaram tão íntimos musicalmente que desde então a parceria permanece até hoje.

Mas, foi em solitário que ela se encontrou, e junto com uma equipe de músicos extraordinários, como Ítalo Ribeiro (voz e percuteria), Fabrício Masutti (baixo) e Lucile Cavalciuk (voz e violão) fazem um som ímpar e peculiar, não fugindo de suas essências, mas apresentando um frescor novo e único para a música popular brasileira.

Foto por: Amanda Fogaça

Foto por: Amanda Fogaça

Em outubro, a cantora lançou seu primeiro projeto autoral, o EP intitulado “Mapeia”, produzido por Ítalo Ribeiro e teve co-produção de Gustavo Ruiz e Bruno Buarque. O trabalho é resultado das primeiras investidas autorais apresentadas no show intitulado “Músicas (Im)Próprias”. Um disco que fala do cotidiano, relacionamentos, sociedade, além de medos e coragens que todos nós temos e enfrentamos diariamente durante nossa rotina mundana.

Além de cantora, Paula é instrumentista, e toca gaita, violão, percussão e kazoo. Suas principais influências vem do rock e pop internacional, entre eles estão, Beatles, Pink Floyd, Janis Joplin, Madonna e The Cranberries, porém ela busca inspirações no melhor de cada estilo, mesclando todos em um, e fazendo seu som único e inerente, criando sua própria identidade musical, em que a cantora desenha e constrói um fanzine, vendidos em seus shows, onde ela traduz sua melodia em palavras e desenhos.

Foto por: Xinxilah Photos

Foto por: Xinxilah Photos

Conheça um pouco da Paula em seu primeiro videiclipe, do single “Maria Invisível”;

Para saber mais acesse:
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Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] InterContinental Hotel expõem fotografias dos alunos da Belas Artes por tempo indeterminado

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Na última quarta-feira (2), aconteceu InterContinental São Paulo, na região dos Jardins, capital paulista, a abertura da “Mostra Fotográfica do Centro Universitário Belas Artes”. O evento contou com a exposição de imagens produzidas por 12 alunos do curso de fotografia da universidade.

Além do mais, o hotel e a Belas Artes selecionaram duas fotografias de cada estudante para compor a mostra, que ficará exposta gratuitamente no espaço de evento do ICH São Paulo e se manterá por tempo indeterminado.

A inciativa tem como propósito apresentar diferentes visões das áreas do empreendimento sob a ótica dos alunos, além de incentivar o desenvolvimento de novos talentos.

Confira algumas imagens abaixo:

 

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Sheila Cruz, Diretora de Vendas & Marketing do InterContinental São Paulo, sorteou uma estada no Hotel entre os alunos participantes e já estuda novas ações com estudantes de outros cursos.

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Os registros, ricos em criatividade, apresentam aos convidados e hóspedes um pouco sobre o cotidiano do InterContinental São Paulo, referência do setor na capital paulista.

Aluno Ramon Chaves e sua foto.

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Aluna Jessica Cheis e sua foto.

Aluna Jessica Cheis e sua foto

Aluna Samyra e sua foto

Aluna Samyra e sua foto

Texto e fotos: Divulgação