[Caixa de Som] Bloodbuzz canta com harmonia a rotina da metrópole

12096612_1054372211260144_3273816137485115789_n

Hoje em dia todos querem ingressar no ramo musical, mas poucos são originais e autorais, sendo regrado pela industria fonográfica para exitar com rapidez, sem se importar em trilhar um caminho, esquecendo suas origens e essência.

Foto por: Bruna Bordim

Foto por: Bruna Bordim

O rock e a pop music são as que mais sofrem essa denigração sonora sendo exacerbados por ritmos sem sentidos e letras plagiadas de artistas internacionais, além de copiar até mesmo o estilo de outras artistas. Então, quando você ouve uma banda focada em seu gênero e distinta do que toca nas rádios convencionais, é quase uma raridade.

Como a banda paulistana de rock progressista Bloodbuzz, que se formou em 2010, composta pelos músicos Júlia Abrão (vocal), Carlos E. Freitas (guitarra e vocal), André Mainardi (baixo e vocal) e Aécio de Souza (bateria). Quatro amigos que se uniram para compartilhar seus sentimentos em forma de canção, trazendo a Júlia com sua voz doce e sutil nos vocais e os meninos harmonizando a BBZZ em uma sintonia ímpar e afiada.

10502225_805159959514705_4852797301311591815_nSuas canções refletem a sociedade em geral, falando sobre relacionamentos, trabalho, civilização, humanização e uma vivência árdua num mundo frio e calculista, onde até o amor é comprado e quando percebemos o que passou, já é tarde demais. Uma banda que transcreve o caos rotineira de uma grande cidade e as pertubações de seus habitantes.

Em março de 2014, a BBZZ lançou seu primeiro EP, homônimo a banda, o demo contém quatro faixas, que podem ser baixadas gratuitamente através do site oficial do grupo, além de conferir as letras do mesmo.

Para conhecer um pouco mais sobre a Bloodbuzz acesse Site | Facebook da banda e confira um pouco do som deles.

Por: Patrícia Visconti

[Fotografia] Parque Barra Funda

11116526_833107280105110_4444798435976252839_n

Existe uma praça na Barra Funda chamada Nicolau de Moraes Barros , e o terreno vizinho é baldio, ou melhor subutilizado. Esse terreno era uma antiga garagem de ônibus da CMTC , que depois de privatizada virou ferro velho dos ônibus, kombis, e até alguns trólebus . Hoje essas carcaças foram retiradas e o terreno permanece vago !

O plano é reforçar para a prefeitura a necessidade de implantar mais áreas verdes na região e aproveitar um terreno que não necessitaria de desapropriação .

Por fazer parte da várzea do Rio Tietê, área sujeita a inundação, é ainda mais necessária a implantação de áreas verdes para aumentar a permeabilidade do solo.

Unir esses dois terrenos, a praça mais o terreno baldio, e transforma-la num PARQUE iria beneficiar muito os moradores da região, pois teriam mais qualidade de vida.

A cidade se beneficiaria como um todo pois mais áreas verdes iram ajudar equilibrar o clima, a sensação térmica, permeabilizar o solo , enriquecer fauna e flora já tão devastada na região central.

11140762_833108440104994_2513664921584060578_n

15577_833115800104258_6246963113903982096_n

10314692_833114720104366_7508249857260568977_n

10955455_833115503437621_4512448574620959130_n

11156267_833119086770596_6419272332333068198_n

10422369_833121396770365_8880905058212461884_n

Texto e Foto por: Chico Tchello

[Total Flex] MIS-SP apresenta a mostra “Somos Todos Imigrantes” neste fim de semana

12227555_10153163805235544_1797833158736521517_n

No próximo mês, mais exato no dia 10 de Dezembro comemora-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos, e para celebrar essa data e relembrar de todos aqueles que construíram não apenas nossa cidade, mas nosso país, – os imigrantes – o Museu de Imagem e Som realizará neste fim de semana – 7 e 8 de Novembro, respectivamente, sábado e domingo – o evento “Somos todos imigrantes“.

O evento terá uma exposição 12189871_10153163805160544_8514824621995463128_ndo fotógrafo Chico Max e a Missão Paz, aonde serão composta por imagens de homens, mulheres e crianças do bairro do Glicério em parceria com o Padre Paolo Parise, um dos principais responsáveis pela instituição “Missão da Paz”, que apresentou os imigrantes de diversas partes do mundo que serão exibidas pela primeira vez no MIS.

Além do mais, interligado à exposição o Núcleo Educativo MIS apresentará o Cineclube Educativo Especial, que exibirá o longa-metragem “Fievel – Um conto americano”, de Don Bluth. Esse projeto já existente no museu traz clássicos da história do cinema com discussões mediadas pela equipe do programa.

Confira a programação completa abaixo:

7 de novembro, sábado

12h – 18h
Exposição Somos todos imigrantes, de Chico Max
e Barracas de comidas típicas (Área externa)

14h
Cineclube Educativo MIS (filme seguido de debate com o Educativo MIS)
Fievel – Um conto americano (dir. Don Bluth, Estados Unidos, 1986, 80 min, DVD). Fievel é um ratinho que se mudou, junto de sua família, da Rússia para os Estados Unidos fugindo do regime czarista. Chegando em Nova York, se perde dos familiares e descobre que a América se revela muito distante da “terra de oportunidades” que sonhava. Em sua saga para reencontrar a família enfrenta muitos desafios e faz amizades no Novo Mundo.
(Auditório LABMIS – 64 lugares)

8 de novembro, domingo

12h – 18h
Exposição Somos todos imigrantes, de Chico Max
Barracas de comidas típicas

14h
Palestra com o professor Clóvis de Barros Filho sobre o tema Somos todos imigrantes
Clóvis de Barros Filho é um dos mais requisitados palestrantes do país. Suas aulas e palestras sobre ética já foram ouvidas por milhões de pessoas, em todos os estados do Brasil, e de outros países como Uruguai, França, México, Argentina, Espanha e Portugal. Doutor e Livre-Docente pela Escola de Comunicações e Artes da USP, Clóvis atua no mundo corporativo desde 2005, por meio de seu escritório, o Espaço Ética. (Auditório MIS – 172 lugares)

16h
Bate-Papo com o fotógrafo Chico Max, o Padre Paolo Parise e alguns dos imigrantes fotografados para a exposição
O Padre Paolo Parise está à frente da Paróquia nossa Senhora da Paz que faz parte do projeto ‘Missão Paz’, obra dos missionários de São Carlos – Scalabrinianos, que possuem vivência junto aos migrantes, imigrantes e refugiados.
Chico Max é fotografo, designer gráfico e psicólogo com mais de 20 anos de experiência nas artes visuais. Fotografou mais de 50 personalidades como Daniela Mercury, Tom Zé e Isabela Fiorentino.
(Sala do Educativo -15 lugares)

Encerramento
Para encerrar o evento convidaremos o público para um grande abraço coletivo na área externa do museu.

SERVIÇO

SOMOS TODOS IMIGRANTES

DATA: 7 e 8 de novembro de 2015
HORÁRIO: 12h às 18h
LOCAL: Área externa, Auditório LABMIS e Auditório MIS
ENDEREÇO: Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo
TEL.: (11) 2117 4777
SITE: http://www.mis-sp.org.br
INGRESSO: GRÁTIS
Estacionamento conveniado: R$ 10 | Valet: R$15 [Conveniado]
Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.
Confirma sua presença na página de eventos no Facebook!

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Yumi Kurosawa traz a paz cultural do oriente para o ocidente

11988447_414181152040565_4989720867038105066_n

Sei que hoje nossa Caixa de Som chegou um pouco atrasada, mas porque buscando uma atração do outro lado do mundo, lá da terra do Sol poente, e que possuí um instrumento bem peculiar e tradicional daquele país, o Koto Player, qual Yumi Kurosawa domina muito bem.

11951213_414180755373938_3346042123176153031_nYumi é nascida e crida no Japão, começou a tocar o instrumento quando era bem pequena, aos três anos de idade, com os ensinou a tocar foi seus pais, Kazuo e Chikako, depois disso ela só se aprofundou e agregou o Koto à sua vida, que anos mais tarde ela começou a compôr e a improvisar s canções.

A artista ganhou diversos prêmios, nacionais e internacionais, desde o primeiro a “Competição Nacional Japonesa de Koto”, em 1989 e 1992 e anos mais tarde, em 1998 conseguiu uma bolsa de estuda da Agência de Assuntos Culturais do Japão e neste mesmo ano, Yumi fez sua primeira apresentação com Praga Cello Ensemble no Suntory Hall em Tóquio, sendo destaque no NHK produzido GENJI MONOGATARI Wakana como solista principal, tocando Koto entre um tudo corda conjunto ocidental.1653828_284432908348724_897708699_n

Em 2002, chegou ao ocidente, entrando em Nova Iorque e propagando a cultura tradicional, clássica e contemporânea japonesa, sempre abordando algo novo e inovador em suas composições, autorais e originais, mixando com elementos de jazz moderno e eletrônico.

Já lançou dois álbuns, o primeiro “Beginning of a Journey”, de 2009 com uma melodia original, mixada com outros gêneros mundiais, além de incluir violiono, cello, trombone e sons eletrônicos, abrangendo culturas tradicionais e contemporâneas no mundo. E em abril de 2015, Yumi lançou seu segundo compacto intitulado “Haru”, com participações dos gêmeos franceses Laurent and Larry Bourgeois, os Les Twins e Yumi aperfeiçoando ainda mais seu estilo único em compartilhar uma cultura milenar ao mundo ocidental.

10730979_352977624827585_4787211185248798058_n

Todos os álbuns de Yumi podem ser encontrados em plataformas digitas na íntegra, além de vídeos no Youtube, em que a artista divulga um pouco de suas produções, mas também de sua essência nacional japonesa.

Confira abaixo um pouco desta essência nipônica, que já conquistou o norte da América, e pode trazer a paz do oriente à terras latinas.

Para conhecer mais sobre Yumi Kurosawa acesse:
Site oficial | Facebook | Youtube | Instagram | Twitter

Por: Patrícia Visconti