[Caixa de Som] Canal 13: Poesia e harmonia sintonizados no cotidiano

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Eles são paulistas de Cruzeiro e Lorena, e fazem um rock alternativo com canções autorais e muita poesia em suas melodias.

A banda Canal 13 é formada pelos músicos e amigos, Thiago Gomes (Guitarra e Vocal), João Felipe (Baixo), Yann Monteiro (Guitarra) e Ralf Zeq (Bateria), que juntos formam uma harmonia ímpar e autêntica, tendo suas influências singulares, mas mostrando sua verdadeira essência musical ao público que curte novidade e qualidade em sua playlist.

 

Suas letras falam do cotidiano das pessoas, e como elas se interagem com o mundo ao seu redor, contando suas dores, anseios, propósito, decepções e bem ventura. Trazendo a música rock pop algo novo e sútil, diferenciando do que é transmitido na grande mídia, focando em sentimentos, música e poesia, e não apenas fantasia para vender sua marca.

5fd197_df8ad48df5c74c00a0177581a1524b08.jpg_srb_p_600_583_75_22_0.50_1.20_0Com melodias calmas, mesclando com riffs e acordes resistentes, dando um contraste ao som dos garotos, assim como em nossa vida, onde hoje está tudo bem e amanhã há uma reviravolta nela, retratando a aproximação da canção com o ouvinte.

Atualmente a banda gravou um demo acústico, os meninos estão trabalhando para em breve lançar seu trabalho autoral e buscar vosso lugar ao sol, como eles mesmo dizem na descrição da biografia do grupo.

As influências da Canal 13 passam de Coldplay, Radiohead, Snow Patrol, Emery, Esteban a Los Hermanos, denotando-se uma ecleticidade a harmonia em conjunto, somando com suas afeições e admirações pessoais de suas vidas.

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Confira abaixo uma apresentação ao vivo dos garotos:

Para conhecer mais sobre a Canal 13, acesse:
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Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult] As #minasprogramam tanto quanto os manos!

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Hoje em dia a área de tecnologia de informação anda em alta, com aplicativos sendo criados, programas, computadores, entre tantas outras maneiras de operar o conhecimento tecnológico em nossa dia a dia.

Porém, essa área sempre foi dominada pelos homens, já que em nossa sociedade acredita-se que eles são mais aptos para exercer tal função, enquanto as mulheres cuidam a parte interpessoal das empresas, e isso gera um pouco de preconceito com as meninas que desejam ingressar neste campo.

Visando essa nuance social de discriminação contra o que uma mulher deve ou não escolher para sua carreira, dias estudantes de Relações Internacionais da USP, Bárbara Paes e Fernanda Balbino, viram a dificuldade de entrar na área, mas a ânsia de aprender a programar e saber desenvolver tudo aquilo que era relacionado a TI, elas uniram suas forças e mostraram que atuar na área de tecnologia também é coisa de mulher, independendo do incentivo e estímulo que elas têm em suas vidas.

Elas foram buscar mais apoiadores para suas questões e quem sabe desenvolver um projeto em prol as programadoras, foi então que conheceram a Ariane Cor, designer, prog-amadora, sócia na Agencia Iara e integrante da ONG Casa de Lua.

Então o trio visionário desenvolveu curso de programação voltado às mulheres, apoiando meninas que sonham em ser programadoras a desmitificarem todo preconceito que há na área, criado então o #MinasProgramam. Promovendo uma formação básica em programação para meninas e mulheres que querem fazer sites e trabalhar com tecnologia, além de saber mais sobre programação, e conhecer um pouco sobre o mercado de trabalho que elas desejam atuar, segurança e privacidade, software livre e ativismo.

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Para conhecer mais sobre o projeto e também para se inscrever, acesse o site, ou siga-o nas redes sociais e também, acompanhe a hastag #MinasProgramam para zapear novidades criadas recorrentes aos cursos.

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Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] Música, interpretação e inclusão no novo espetáculo estrelado pela “Oficina dos Menestréis”

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Com a ideia de incluir os deficientes as artes, o diretor Deto Montenegro iniciou um grande projeto em sua carreira após realizar um projeto na Universidade Dulcina de Morais, onde estava uma amiga em reabilitação no Hospital Sara Kubichek, após ficar paraplégica.

As adaptações das peças foram de bastante superação e inclusão, por meio de intervenção de compartilhar a arte para todos e desenvolver um teatro musical con deficientes.

O primeiro espetáculo foi o musical “Noturno” de Oswaldo Montenegro, e também o primeiro dos menestréis paulistas, carro-chefe da “Oficina dos Menestréis”, adaptado e rebatizado de “Noturno Cadeirante”, que em 2015 completa 12 anos.

Neste clima exitoso, a oficina criou outros projetos sociais, atendendo e promovendo novos conceitos para promover a inclusão social, interagindo-os com a arte. E então, surgiram vários projetos e espetáculos, desde 2009 a oficina recebe apoio institucional do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo Fiscal – Rouanet.

Na empreitada de integrar os cidadãos especiais à sociedade, a “Oficina dos Menestréis” apresento um espetáculo só com jovens com Síndrome de Down no elenco da nova performance, o musical “UP 6”.

O Projeto UP é dirigido por Deto Montenegro, e após oito meses de treinamento com 38 anos alunos, mostrará ao público o resultado desta nova missão do projeto. Com uma roteirização leve e divertida, com a presença da banda e convidados especiais.

O musical estreia dia 9 de agosto no Teatro Dias Gomes. Serão seis apresentações ao longo do mês de agosto, os dias 9, 16, 22, 23, 29 e 30, aos sábados e domingos. Além do mais, haverá ainda a temporada do espetáculo “Aldeia dos Ventos – Mix”, de Oswaldo Montenegro, trazendo elenco formado por cadeirantes e deficientes visuais.

FICHA TÉCNICA
Direção e roteiro: Deto Montenegro
Assistente de direção: Evelyn Klein
Dramaturgia: Juliana Sanches
Elenco: alunos do Projeto UP da Oficina dos Menestréis

SERVIÇO
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Temporada: 9, 16, 22, 23, 29 e 30 de Agosto.
Horário: sábados às 17h30 e domingos às 16h30
Classificação: 10 anos
Duração: 60 minutos
Capacidade: 400 lugares

Ingressos: R$60,00 (inteira), R$30,00 (meia) e R$25,00 (promocional). Os ingressos promocionais podem ser adquiridos mediante apresentação da carteirinha da Oficina dos Menestréis, que pode ser impressa pelo site.

Local: Teatro Dias Gomes
End: Rua Domingos de Morais, 348. Vila Mariana próximo a Estação Ana Rosa do Metrô.
Tel: (11) 5575-7472

Site: www.oficinadosmenestreis.com.br
Facebook: facebook.com/oficinadosmenestreis

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] “Se Você Olhar Pra Mim” mostra que o amor não marca hora para acontecer

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Quebrando paradigmas o curta-metragem “Se Você Olhar Pra Mim” traz como protagonista um casal da terceira idade, que mostram que a vida não para depois que você chega nela, e as paixões e anseios continuam ao seu redor, ou na sua frente. Como a história de Nico e Teresa, que se conhecem e se apaixonam através de suas janelas, que ficam uma de frente para outra, porém para que o encontro aconteça não vai ser fácil.

Nico tem a vida controlada pela família e por seu relógio de pulso, já Teresa, vive de mal humor e não tem coragem de nem mesmo olhar para janela. Duas pessoas solitárias, mas não assumidas, e redescobre o amor bem na frente de seus apartamentos, então abandonam algumas paradigmas para reencontrar as relações.

Dirigido por Chris Sevla e estrelado pelos atores, Walter Breda, Thaia Perez, Jairo Mattos, Roberto Rezende, Teca Pinkovai e apresentando Inaê Nóbrega. A trama trata do renascimento do amor, e que não há época ou hora para ele reflorescer, basta estarmos vivos e prontos para nos apaixonar, para que nossos corações sejam aquebrantados, mostrando de forma delicada e sútil.

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Porém, para que filme seja produzido os produtores de “Se Você Olhar pra Mim” precisam de sua ajuda, contribuindo no crowdfunding para que a produção saía do papel e ganhe as telonas, e você pode ter seu nome nos créditos do curta-metragem ou então, até sua marca no projeto.

Confira o vídeo promocional do curta:

Mais info: Facebook | Twitter

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Rebate soma experiência e apresenta uma nova face do rock nacional

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Foto: Barbara Scheler

Há mais ou menos uns dois anos atrás, o brasileiro Sergio Ugeda e australiano Steve McIver faziam sua primeira apresentação juntos, e posteriormente Mark Pascoal uniu-se a dupla para fazer percussão e dar mais harmonia a banda, e desde então projetaram suas carreiras em parceria e criaram sua própria identidade, formando a banda “Rebate”.

O som soa hardcore, folk e muito rock n’ roll, com composições próprias, a banda canta sua verdadeira essência, somada a vasta experiência que ambos os músicos já possuem e as influências particulares de cada um dos integrantes.

Foto: Barbara Scheler

Foto: Barbara Scheler

Sérgio Ugeda foi integrante de um sem-número de projetos e bandas paulistanas (Diagonal, Vurla, Debate, outras) com apresentações dentro e fora do Brasil e foi colaborador com artistas como Damo Suzuki (CAN), Tony da Gatorra e Kyp Malone (Rain Machine/TV on the Radio).

Steve Mciver é um expert no uso do slide e pratica há anos um estilo inspirado em blues e improvisação livre que encontra nos ritmos quebrados e composições fragmentada por Ugeda uma sonoridade repleta de impacto, ritmo e energia embora (geralmente) tudo seja acústico apenas com uma craviola e um dobro resonator.

Mark Paschoal é baterista, compositor e produtor musical com especial estudo da percussão andina. Ministrou aulas e Workshops de música nas cidades de Arequipa e Trujillo na República do Peru onde também se apresentou ao vivo na TV Peruana H-TV (2006) ao lado de Davi Silva e Tachi Lucan. Entre tours, participações especiais e sessões de gravação Mark já dividiu palcos, estúdios e cozinhas com Jair Naves, Eletrofan, Hierofante Púrpura, Os Estrangeiros, Os Relpis, Landau, Bigster, Fred Gomes, Lucas Milani, Johnny Sue, Labirinto, n0x3o entre outras aventuras pela estrada torta da música.

Uma banda que visa bastante a instrumentalização da música e a afinação dos instrumentos, mas estão sempre conectados com a letra e melodia de cada canção, enriquecendo e ofertando aos seus ouvintes uma nova faceta do rock nacional.

Confira abaixo o primeiro videoclipe “Catira”, do novo projeto que deve ser lançado em breve:

Para conhecer mais sobre a Rebate acesse:
Facebook

Por: Patrícia Visconti