Já que estamos próximos do aniversário de São Paulo, então nada mais justo do que falar de filmes nacionais, de preferência que trazem a capital paulista como plano de fundo aos tramas cinematográficos.
Baseado nisso, traremos uma resenha produzida pelo fotógrafo e colunista do Tela Larga, Pierre Cortes. Assista abaixo a crítica do Pierre:
Sinopse:
Mario Kubo, 35 anos, brasileiro e terceira geração de descendentes de japoneses (sansei), não tem nenhum contato com a cultura de seus avós. Não fala japonês, não segue filosofias orientais e quase não come sushi. Em crise no trabalho e no casamento com Elvira, neta de italianos, Mario não tem filhos nem planos. Totalmente ocidentalizado, o protagonista se depara com um dilema: não se sente brasileiro, muito menos japonês. No entanto, logo após o terremoto de 2011 que assolou o Japão com uma tsunami, Mario recebe uma carta. Toda escrita em ideogramas japoneses, o que o impede de saber seu conteúdo, ele a carrega a todo canto sem saber o motivo. Nesse momento, Mario parece despertar de um longo sono… Pensativo, ele encontra um universo fértil para sua busca de identidade que o levará até Tóquio, no Japão.
Ela é cantora, atriz circense e modelo, e atualmente está prestes a lançar seu primeiro álbum de inéditas, porém ainda precisa de uma ajuda, então conta com a Benfeitoria do público, amantes da música pop e indie para realizar esse sonho.
Lia Paris, paulistana de 28 anos, cantora e compositora, desde pequena sempre esteve envolvido no mundo das artes. Filha de pais de alma artística, conviveu sempre teve a música em sua vida. Na adolescência a artista foi trapezista num circo, foi dai que ela começou a cantar e desde então, não parou mais. Teve uma banda de punk rock, antes de brilhar nos palcos. Suas referências musicais são as cantoras de Soul e Rock.
No ano de 2013, Lia resolveu que seu futuro era solo, então saiu em busca de seu sonho, que é propagar a música e a arte pelo mundo. Criou a “Vive La Chanson”, uma banda de versões de músicas francesas e deu início a sua carreira solo.
Seu trabalho é autoral e auto biográfico, inspirado na música dos anos 50, no universo pop e feminino, melodias alegres e dançantes trazem elementos espaciais e vocais ensolarados.
Sua voz forte e marcante, mas ao mesmo tempo sútil, que faz você relaxar e deixar se envolver pelas letras que conta da rotina, de amor, relacionamento e amizade, aonde Lia transcende suas ideias, histórias e desejos em forma de melodia.
No início de 2014, Paris lançou seu primeiro EP, intitulado “Wild Boy”, contendo três faixas e disponível gratuitamente no site oficial da cantora. E atualmente, ela está em estúdio produzindo seu primeiro compacto, juntamente com o conceituado produtor Carlos Miranda, além de time de profissionais do ramo, como Kassin, Pupillo (Nação Zumbi) Adriano Cintra da banda indie brasileira (CSS) e Simon Abbud. O disco está previsto para ser lançado em marco de 2015.
Ouça abaixo “Azul e Flores”, música integrada no primeiro EP de Lia;
Em 2014, os gamers puderam enfim estufar o peito com orgulho e dizer: Praticamos esportes também! E isso, sem dar risada.
O momento chegou em que quase ninguém esperou que pudesse vir: Os games estão sendo considerados esportes!
E mais precisamente falando, dois jogos entraram nessa categoria como E-Sports, onde o jogador pode se considerar “atleta”. São eles, League of Legends e Dota 2, mais conhecidos como jogo online ao estilo MOBA (Multuplayer Online Battle Arena). E não é de hoje em que as pessoas já ouviriam que esta modalidade surgiria. E pois bem, este dia chegou!
Qual gamer nunca sonhou em ganhar dinheiro e fama com games?
Parecia de inicio uma ideia um tanto inusitada, e praticamente impossível, a não ser que você fosse o designer de games, e não o jogador em si.
Jogadores agora podem treinar em casa com orgulho, se considerando como esportistas, e juntos, podem criar um time e almejar um campeonato regional, ou onde mais o horizonte permite.
Uma realidade que está sendo mais que virtual. Está sendo real. Games hoje são esportes!
Mais um ano chega ao fim, um ano cheio de acontecimentos por todo o país, revelações, novidades e claro, muita cultura, para todos os gostos e estilos. Além de alguns percalços na cena da música, cinema, literatura em todo o mundo.
O ano que passou foi um ano repleto de singularidades culturais, e nossa embarcação tentou reuni-las todas ou pelo menos as melhores em nosso barco.
Música, cinema, teatro, literatura, eventos de suma importância promocional na cultura, entre elas a Bienal do Livro, a primeira Comic Con no Brasil, a 31ª Bienal de Arte, entre as exposições imperdíveis como dos 20 anos do Castelo Rá-Tim-Bum, David Bowie, Ron Mueck, Dalí, tantas outras que aconteceram e muitas que ainda estão rolando pela cidade e pelo país. Foram diversas atrações artísticas e culturais, até mesmo na rua os artistas puderam mostrar mais suas atividades, coletivos mostraram sua força, e foram para as ruas propagar a nova arte que surge nas metrópoles.
E nós d’O Barquinho Cultural como já de práxis em todo o fim do ano, fechamos o ano com o que melhor passou em nossa embarcação. Shows, espetáculos, cinema, música, todo mundo junto e misturado, principalmente quando o foco é o lado B da cultura pop da atualidade.
Então, fique ligados, pois vocês verão os melhores selecionados pela nossa redação. Afinal, é assim que começa, um dia você é o TOP do alternativo, amanhã é o maioral do mundo.
Esses foram os artistas, eventos e projetos que mais se destacaram aqui n’O Barquinho Cultural, que visa sempre buscar novas facetas de um nicho tão amplo na sociedade, que é a cultura pop, principalmente aquela que está apenas nos veículos alternativos ou então, nas ruas e becos das grandes cidades, mostrando que nem sempre o que a grande mídia despeja sobre nós é o melhor a ser digerido.
Esperamos que no próximo ano que irá adentar possamos descobrir um novo mundo cultural, propagando cada vez mais o novo e original, algo tão preciso e eficaz nos tempos atuais.
Um feliz ano novo e muita arte, cultura e entretenimentos para todos nós! Staff OBC
Pois bem, é isso que o diretor, produtor e roteirista Almir Correia decifrou ao produzir a animação “Matando Cachorro”.
A animação até lembra um pouco aquelas produções do Cartoon Network, como “Coragem – O cão covarde” ou a “Vaca e o Frango”, com a diferença de que a criação é nacional, e mais direcionado a rotina do dia-a-dia.
O curitibano e fundador da Zoom Elefante Produção, uma produtora independente que produz conteúdo original audiovisual como: Animações, documentários, videos experimentais, curta e longa metragens, séries para web entre outros.
A animação em destaque é curta, contêm menos de três minutos e teaser nem 1 minuto, mas suas cores vibrantes e seus efeitos de rotação, mostram quão o simples chama atenção, para apresentar algo corriqueiro. Mostrando que as grandes ideias surgem dos momentos mais inoportunos, transformando-as em momentos únicos.
Assista abaixo o teaser de “Matando Cachorro”:
Em breve bateremos um papo com o produtor desta animação, Almir Correia. Contando-nos um pouco sobre essa criação, e também sobre sua carreira e obras já produzidas.