[Cabine da Pipoca] “Quase em Casa” retrata de forma poética as idas e vindas da vida

Foto por: Vitor Araújo

Foto por: Vitor Araújo

O que vivemos nesta vida, só nos interessa a nós e a quem viveu junto conosco. Mesmo com o passar do tempo e as mudanças sendo inevitáveis, porém o que ficou marca e fica para sempre em nosso retrato.

Baseado nisso, o diretor e produtor Weslley Cruz desenvolveu a obra “Quase em Casa”, inspirada em um dos grandes sucessos de Chico Buarque em parceria com Vinicius de Moraes, “Valsinha”.

Quando somos jovens queremos tudo para já, viver cada momento intensamente, se apaixonar repentinamente, sem visar muito para o amanhã, todavia essas surtos impulsivos podem marcar eternamente nossa vida, dando-a outro rumo e trazendo quem menos esperávamos para perto de nós, e nos afastando de quem nunca pensávamos em viver sem. Porque quando é para ser, nem mesmo o tempo a de impedir.

A vida acaba se tornando uma grande história, onde os encontros e desencontros acontecem de forma oportunas, os amores e desamores vem e vão, fazendo com damos voltas e voltas em torno de uma cena, onde sempre acabamos voltando para aquela que mais nos apetece. Um ciclo comum e rotineiro, em que nos faz priorizar aqueles que serão os primeiros.

O curta-metragem “Quase em Casa” trata um pouco desta cena do cotidiano das pessoas, mostrando que mesmo que a vida de voltas, quem permanece nela, mesmo com seus percalços, permanece.

Assista abaixo o curta “Quase em Casa”, uma produção independente da Siberian Tigers Audiovisual:

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Natália Matos: A nova faceta da música paraense

Foto por: José de Holanda

Foto por: José de Holanda

Ela nasceu em Belém, e foi lá que descobriu que queria trabalhar e viver de música para sua vida toda. Natália Matos, é cantora e compositora, e veio de uma família musical, além de ser uma admiradora da música brasileira.

Foto por: Aluisio Almeida

Foto por: Aluisio Almeida

Estudou piano na Escola de Música da UFPA e mais tarde canto popular na ULM, em São Paulo, onde também se graduou em Arquitetura e Urbanismo, no Mackenzie.

Com uma voz doce e sutil, a artista canta o amor, o cotidiano, relacionamentos e a felicidade. Com muitas influências paraenses, Natália já mostrou que não está neste mundo para brincar.

A cantora já participou em diversos festivais e ao lado de grandes nomes da música brasileira. Entre eles o Festival Recbeat ao lado de Mestre Vieira; no projeto Música na estrada pelo interior do Pará; no espetáculo Terruá Pará 2013; a gravação do programa Cantoras do Brasil, do Canal Brasil, e a realização do seu primeiro CD através do Natura Musical, com produção de Guilherme Kastrup e participações de Zeca Baleiro, Felipe Cordeiro, Kiko Dinucci e outros.

Foto por: José de Holanda

Foto por: José de Holanda

No início de 2014 a cantora lançou seu primeiro álbum, gravado na capital paulista, o disco trás uma sonoridade nova, traçando caminhos diferentes das atuais produções da cena musical paraense, Natália aposta no reforço de uma brasilidade através da combinação de origens distintas.

O repertório Natália apresenta canções próprias, de uma leva de compositores do Pará – como Felipe Cordeiro, Dona Onete, Ronaldo Silva, Iva Rothe, Almirzinho Gabriel – e ainda dos paulistanos Kiko Dinucci e Rômulo Fróes.

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Uma revelação à música brasileira, e uma nova roupagem a música paraense, afinal lá não existe só Calypso e o tecnobrega, há cultura e diversidade também.

Para conhecer mais sobre o trabalho desta revelação da música brasileira, acesse o site oficial dela ou então, a siga em suas redes sociais.

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Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult] Deep Web: A rede sem regras!

ICEBERG

A Internet é uma rede imensa, onde todos somos livres para publicar e divulgar o que desejamos, todavia, como algumas restrições e justificações de cada um ser responsável pela sua postagem. Visando nisso, uma rede tem se tornado popular aos ouvidos daqueles que preferem manter o anonimato na grande redes de computadores, essa teia chama-se “Deep Web”.

Deep Web, ou também chamada de Deepnet, Web Invisível, Undernet ou Web oculta, refere-se ao conteúdo da World Wide Web que não faz parte da Surface Web, a qual é indexada pelos mecanismos de busca padrão.

Porém, essa rede diferentemente do que a grande mídia dita, não é apenas um “espaço obscuro da web”, já que muitos criminosos utilizam-se dela para armar e aplicar seus crimes diante a Internet, mas há aqueles que apenas querem privacidade ao divulgar documentos de interesse público, de que os envolvidos querem ser superiores demais perante a sociedade, e podem eliminar qualquer pessoa em minutos. Esses são os hackers, piratas da rede que apenas usam a mesma, para beneficiar a comunidade, diferente dos crackers, que burla o sistema de segurança de forma ilegal e sem ética.

E é isso que queremos frisar, de que não é porque naquela rede os usuários não se identificam, então todos são bandidos, ou praticam atividades ilegalmente, já que qualquer conhecimento é a chave para abrir as portas e solucionar muitos mistérios.

Todo o material tem conteúdo fictício ou verídico – depende muito da interpretação e da fonte adquirida, já que na Deep Web nem tudo é real e tudo o que é real, é chocante. Por esse motivo, normalmente, a mídia convencional evita publicar, já que o real choca seus patrocinadores.

A Deep Web não foi feita para bandidos, foi feita para a proteção da sua identidade virtual. Acessar a Deep Web NÃO é CRIME, acessar a Deep Web NÃO é PERIGOSO como dizem. Nos preparamos à cada dia para passar uma imagem nova, realista e verdadeira da rede, indo atrás de qualquer boato sobre a mesma que surge por ai e NUNCA damos a certeza sem a confirmação.

Abaixo segue alguns passos de como entender a Deep Web (retirado do site Fatos desconhecidos):

1) Navegadores especiais

Não é apenas o TOR que acessa a Deep Web, mas também o I2P e o Freenet, que são os mais populares. Além deles, também se usa muito o LINUX, por sua segurança.

Outras opções menos “pop” são o Netsukuku, Freifunk, Funkfeuer, OneSwarm, GnuNet, RetroShare, Phantom, GlobaLeaks, Namecoin, OpenNIC, Dot-P2P, Guifi, AnoNet2, dn42, CJDNS, Osiris, FreedomBox, Telex, Omemo, Project Byzantium e Hyperboria, só pra citar alguns. O TOR é o mais popular por criptografar seus dados, te deixando “invisível”, mas até o Chrome ou o Firefox fazem isso.

2) Quando você para dentro do abismo, ele também olha dentro de você

A Deep Web, em si, não é má. Afinal, ela é usada principalmente para o download de séries, filmes, livros, manuais e outros tipos de informação raras, e, no meio disso tudo, muita pornografia e coisas bizarras. Mas em quê, exatamente, isso difere da Internet normal? Na verdade, a Deep Web é apenas uma forma mais avançada de procurar coisas, e se você não é uma pessoa perturbada normalmente, não vai achar nada de perturbador lá.

3) Vírus

Se você está usando um navegador criptografado e procurando coisas que não devia, que foram feitas para ser escondidas, qual você acha que é a chance de um hacker ter deixado seus “cãos de guarda”, os vírus, protegendo suas terras?

Altíssima, é claro, mas, mais uma vez, se você não for atrás de conteúdo impróprio, não preencher cadastros duvidosos e não fizer downloads sem se certificar de que a fonte é confiável, a probabilidade de infectar seu PC é baixa, apesar de maior do que na rede comum. E, como dissemos, a Deep Web tem todo tipo de hacker, mas a maior parte dos navegantes são pessoas comuns, apenas curiosas, como eu e você.

4) A Deep Web não é feita para brasileiros

Bom, a internet também não, já que não tem linguagem oficial. E, como o resto do mundo, se você quiser ter acesso à cultura internacional, vai precisar aprender a ler em inglês, já que não há sites traduzindo o conteúdo, como a Fatos faz com o conteúdo da web comum, por exemplo. Mas quem sabe esse não seja até um incentivo pra você aprender uma linguagem nova, que vai te ajudar inclusive no mercado de trabalho?

5) Acessar a Deep Web é ilegal

Com afirmações esdrúxulas, como de que o FBI iria atrás de quem acessa a Deep Web ou que todo o conteúdo disponibilizado lá é ilegal, as pessoas criam tabus e um medo desproporcional com o conteúdo encontrado na rede, que, como dissemos, é muito mais manipulado por você mesmo do que pelos outros. Simplesmente acessar o Google enche sua tela de fotos de crianças peladas, gente morta e monstros? Nem a Deep Web, que funciona exatamente da mesma forma. Portanto, como diria o Capitão Planeta, “o poder é de vocês!”.

Assim, se você sempre teve curiosidade, mas muito medo, faça como ensinamos: baixe o TOR, vá atrás de algo que você pesquisaria no Google normal e repare na diferença entre os resultados – pode ser que ela nem seja tão grande assim!

Por: Patrícia Visconti

[8 Bits] South Park: The Stick of Truth – Relembre um dos melhores Games!

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E o ano de 2014 vai nos deixando, com muitas festas e lembranças para guardar e principalmente, os games que vieram e que deixaram sua marca. Hoje vamos falar de um que chamou pela sua atenção, não só pelo enredo bem feito, mas pela falta de barreiras.

Sim, estamos falando de South Park: The Stick of Truth!

Para os que conhecem não só o game, mas o desenho, South Park é conhecido por não possuir barreiras ou limites para piadas ou comentários, sendo um desenho bastante criticado e até visto de maneira negativa, e talvez por isso que o torne tão famoso nos dias de hoje. E devemos dizer, o game não fugiu a essa regra.

A mecânica do jogo é como um clássico RPG, onde o jogador deve escolher uma classe específica que irá acompanhá-lo por todo o jogo. Mas, o bizarro do jogo é que existe a classe de judeu no mesmo. Não apenas isso, ele aborda qualquer tipo de assunto de uma forma cômica e sádica, o que reforça a ideia de que o game não possui limites para suas piadas.

Além do mais, devo ressaltar que, o jogo NÃO possui qualquer ligação com racismo, preconceito ou indiferença seja lá em qualquer assunto. Pelo contrario, não passam de meras piadas, onde o jogador deve entender que, o que for dito, não deve ser levado em conta para ele. Afora estes detalhes de terceiros, o jogo é garantido de muitas risadas, nostalgia para os fãs da série e diversão sem horas.

Por: Daniel Barris

[Total Flex] Comic Con XP reunindo os amantes da cultura pop em um único lugar

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Começou na última quinta-feira (4), a Comic Con Experience, e vai até domingo (7). Um evento que reúne games, HQs, séries, cosplayers, atores, produtores, autres, cartunistas, e muitos fãs enlouquecidos para conferir emaranhado da cultura pop e geek que tomou conta do São Paulo Expo, em São Paulo.

IMG_0318Um evento que já acontece nos Estados Unidos desde a década de 1970, inicialmente em Nova Iorque, onde aconteciam as feiras de compra, venda e troca de revistas em quadrinhos usadas, alguns anos após a primeira, esses vendedores decidiram realizar a feira em San Diego, e a convenção se propagou para outras cidades no mundo, como Toronto, Tóquio, algumas capitais europeias e também em Buenos Aires, entre outros lugares.

Porém, São Paulo, a quarta maior capital do mundo não poderia ficar de fora dessa. Diante isso, o site Omelete e a produtora IMG_0428Chiarouscuro Studios. Uma ação que visa muita determinação e persistência de quem quer fazer acontecer, trazendo ao público o evento lá de fora, mas com todo jeitinho brasileiro, inovando e impactando quem passar pelo evento.

A experiência em primeiro sentido desde as projeções de estreia até a divulgação das novidades, criações e originalidade, que acontece ao mesmo tempo nos stands, palcos e auditórios na Comic Con Experience. Juntando os amantes da cultura pop em um único espaço.


Além deste ano, a Comic Con Experience já tem data para a sua edição da feira, que acontece entre os dias 3 a 6 de dezembro de 2015, com mais inovação, ideias e criações para entreter o público e compartilhar as novidades do universo da cultura pop mundial.

Por: Patrícia Visconti