[TOTAL FLEX] O TODO PODEROSO! O mais poderoso veículo de comunicação do planeta: O rádio!

No dia 25 de setembro é celebrado o dia de um dos veículos de comunicação mais popular do mundo: O rádio. “O pai do rádio brasileiro” Roquete Pinto com poucos recursos fundou a primeira emissora de rádio do Brasil: A rádio Sociedade do Rio de Janeiro e sem poder contar fielmente com os avanços que temos de tecnologia hoje e assim o rádio deu os seus primeiros passos para se tornar o grande intermediador de notícias. No dia 07 de setembro do ano de 1922 um ano antes da primeira fundação da emissora de rádio supracitado ocorreu a primeira transmissão radiofônica no Brasil em comemoração ao centenário da Independência do Brasil.  

O alto do Corcovado no Rio de Janeiro, foi o cenário escolhido para que uma estação fosse instalada para serem tocadas músicas e para que o presidente Epitácio Pessoa pudesse se pronunciar. 
Com o surgimento da televisão muito se falou da extinção do rádio, que nada! Os fieis ouvintes das manhas noticiarias, das tardes musicais e das noites apaixonadas se mantiveram fiéis e atentos as vozes que ecoavam as lhes dizer algo. A internet isso também foi cogitado com mais fervor, muitos acreditavam que a internet chegava como ameaça para veículo que por muitos anos fez companhia aos ouvintes, e mais uma vez esses murmúrios de tensão caíram por terra, o rádio se manteve firme e a internet até contribuiu, pois podemos ouvir a nossa emissora preferida pela internet mesmo estando do outro lado do planeta. 
Há ainda indícios que o inventor do rádio teria sido um padre brasileiro: Roberto Landell de Moura no ano de 1894, segundo relatos o padre desenvolveu uma engenhoca que conseguia emitir e receber sons a longas distancias, porém fanáticos religiosos destruíram o aparelho e todas as anotações do padre, pois acreditavam que o mesmo possuía um pacto com seres malignos e isso acabou prejudicando o reconhecimento do padre como o inventor, somente algum tempo mais tarde o sacerdote conseguiu fazer uma demonstração pública do aparelho que criou. E não tem como falar do rádio sem citar o nome de um dos maiores comunicadores do país, Ricardo euGENIO Boechat que mais uma vez ganhou o prêmio Comunique-se, e com mais uma vitória Boechat se tornou o profissional a somar conquistas em quatro categorias do prêmio. 
Um comunicólogo é antes de tudo um porta voz da verdade, ele é um formador de opinião pública que contribui com as mudanças de pontos de vista da população e contribui para que novas ideias, novas diretrizes sejam implantadas na sociedade, o radialista é uma voz forte da comunidade, recorrer ao rádio ainda é uma forma de conseguir com que os clamores da sociedade sejam ainda escutados. A todos os radialistas, e apaixonados pelo rádio, parabéns!

[Total Flex] Bate-papo da depressão


É muita bobeira se eu passar o número do celular, esperando ele me ligar? E se eu chamar pra sair?

Não, jamais vou fazer isso. É apenas meu amigo. Nunca vai pensar algo a mais, nem deve sentir nada por mim. Vou esquecer. Isso de tentar apressar uma aproximação, forçando as coisas, nunca dá certo.

Eu sempre começo a conversar, me apaixono pelas fotos, me apaixono pelas conversas, imagino um príncipe e, quando conheço pessoalmente, vejo que não é aquilo que pensei. Provavelmente, dessa vez será assim. Enquanto eu estou imaginando como pode ser nosso futuro, ele deve estar com outra pessoa. Pensando em outra pessoa. Querendo outra pessoa.

Eu me sinto um lixo por não conseguir ao menos conquistá-lo. Não consigo chamar a atenção dele, tampouco dizer que ele está sendo desejado por mim.
Não vou mais provocar. Não vou mais chamar. Não vou mais olhar as fotos e nem faço questão de tê-lo como amigo. Se ele estiver interessado, ele virá conversar por vontade própria.

Mas e se ele também estiver confuso? E se ele estiver esperando o meu próximo contato para também dizer que me quer? Pode ser que não tenha percebido o quanto o quero. Talvez eu esteja perdendo a chance de ser um pouco feliz ao lado dele…

Vou chamar para dizer um “oi”.
Perfeito, ele visualizou. Respondeu.

Agora o nervosismo tomou conta de mim e não sei o que escrever.
“Gosto de você…” Ele visualizou. Dessa vez, não respondeu.

E agora? Eu não devia ter chamado. Que mancada! Deve estar me chamando de idiota, por tabela.

Espera, ele está digitando… Ai, minha nossa…
“Também gosto de você… Como amigo!”
Ok, entendi.

[Cyber Cult] Impressão em 3D já é viável

Segundo Joshua Pearce, depois da computação pessoal, agora chegou a vez da “produção pessoal”.

“Para o consumidor norte-americano médio, a impressão 3D está pronta,” ele defende que estamos na: Quarta Revolução Industrial, ou a “A Era das Máquinas Livres”.

Logo após ter começado com o esforço de alguns poucos aficionados, a impressão 3D está tomando uma proporção bem maior, com vários fabricantes de equipamentos e “faça você mesmo”.

Para demonstrar seus argumentos, Pearce e seus colegas fizeram um análise econômica do ciclo de vida da impressão 3D tomando por base uma família média norte-americana.

Segundo ele, a razão para o sucesso da impressão 3D é financeira: uma família típica já pode economizar uma grande quantidade de dinheiro fazendo as coisas com uma impressora 3D, em vez de comprá-las nas lojas.

Ciclo de vida da impressão 3D

No estudo, foram escolhidos 20 itens domésticos comuns, para os quais existem projetos gratuitos disponíveis no site Thingiverse.
O grupo usou o Google Shopping para determinar o custo máximo e mínimo de comprar esses 20 itens pela internet, excluindo taxas de envio e frete.
Em seguida, eles calcularam o custo de fazer os mesmos itens com uma impressora 3D.

A diferença é dramática: o consumidor gastaria de US$ 312 (preço mínimo) a US$ 1.944 (preço máximo) para comprar os 20 objetos, contra US$ 18 em custo de material para fabricá-los em casa usando a “fábrica doméstica”.
Pearce afirma que a suposição de que uma família só iria fabricar 20 itens por ano é muito conservadora mas, mesmo com esse cálculo, os resultados indicam que uma impressora 3D se pagaria muito rapidamente.
Impressoras 3D de código aberto para uso doméstico têm preços que variam hoje de US$ 350 a US$ 2.000.

Mas existem também projetos gratuitos, como a RepRap, que pode ser montada pelo próprio usuário.

Fonte:Life-Cycle Economic Analysis of Distributed Manufacturing with Open-Source 3-D PrintersB. T. Wittbrodt, A. G. Glover, J. Laureto, G. C. Anzalone, D. Oppliger, J. L. Irwin, Joshua M. PearceMechatronics Vol.: 23, Issue 6, September 2013, Pages 713-726

[Cantinho do Som] As Memórias do Choro Paulista

Nesta segunda-feira iremos dar um novo foco no nosso Cantinho Literário, iremos unir música e literatura em uma única pauta, afinal música também é pesquisa, é arte e cultura, assim como a literatura e o choro.
Um dos primeiros estilos musicais cosmopolita nacional, que tem como característica exclusiva um ritmo específico, mas pela maneira solta e sincopada de tocar, repleta de ornamentos e improvisações, dando ao estilo uma vasta variações do gênero, entre os principais podemos citar,  o maxixe, o samba, a polca e a valsa, dando origem, assim, ao ‘’samba-choro’’, à ‘’polca-choro’’ e à ‘’valsa-choro’’ (com relação ao maxixe, não é utilizada a expressão “maxixe-choro”, mas apenas ‘’maxixe’’). Além disso, há choros de andamento rápido e choros mais lentos (apelidados “varandões”).

Baseado nesse estilo musical, o professor universitário na área de ciências sociais, economista, pós-graduado em Sociologia e mestre em políticas de educação, José de Almeida Amaral Júnior publicou o livro “Chorando na Garoa – Memórias Musicais de São Paulo“. Contendo duas partes básicas, a publicação traz em seu primeiro instante uma pesquisa bibliográfica narrando o contexto histórico socioeconômico e cultural qual formou-se o choro. Além de haver verbetes sobre personagens, desde seu início, em meados do século 19 até os primórdios do século 20, período qual foi consolidado e chegou em solo brasileiro, relatando também a chegada no gênero em São Paulo.
Na segunda parte do livro, traz 40 entrevistas com músicos, pesquisadores e personagens participantes das rodas de choro em diversos pontos da cidade, com o propósito de envolver memórias do início do século passado à diferentes gerações, expondo de forma sistemática depoimentos pessoais sobre suas vidas, carreira, experiências, locais e aspectos do choro de São Paulo, metrópole cosmopolita que abriga influências de todo o país e do mundo.
Uma obra que resultou quatro anos de pesquisa, totalizando 532 páginas, tendo o prefácio do produtor e diretor Fernando Faro. Valorizando a cultura popular brasileira e apoiando a educação musical nas escolas.

“Chorando na Garoa – Memórias Musicais de São Paulo” encontra-se disponível pela Editora Livro Novo, com distribuição pela Livraria Cultura; – [e-mail] – O lançamento oficial da obra será no dia 29 de setembro, na Praça das Artes, região central de São Paulo.

Aguarde que em breve realizaremos uma entrevista com o autor do livro “Chorando na Garoa – Memórias Musicais de São Paulo“, o professor universitário José de Almeida Amaral Júnior.

E por falar em aguardar e em choro, também no próximo domingo, 29, acontecerá o “Praça do Choro“, em comemoração aos 60 anos de carreira de Izaías Bueno de Almeida. Com shows de Quintal Brasileiro, Lulinha de Alencar, Proveta e Toninho Carrasqueira, além do próprio músico homenageado.

Izaías de Almeida conquistou essas seis décadas com muito êxito e mostrando no carioca Jaboc do Bandolim um digno representante do choro paulista, uma forte influência italiana, com uma “pegada” mais sentimental de tocar, origens do bandolim napolitano, além de frases e improvisos arrebatadoras.

O músico têm o grupo mais tradicional em atividade do gênero em São Paulo, obtendo como referência por seu refinamento e qualidade musical, agregando inúmeras apresentações tanto no Brasil quanto no exterior.

Conjunto  Atlântico  de  Antônio  Dauria é o grupo de Izaías, que têm como seus fundadores, o próprio no bandolim e seu irmão Israel  Bueno  de  Almeida, o Israel 7 Cordas (violão),  que  o  criaram  com  o  objetivo  de  preservar  o gênero,  conservando suas  raízes.  A  formação  atual  conta  ainda  com Marco Bailão (violão  de  6  cordas), Getúlio Ribeiro (cavaquinho) e Tigrão (pandeiro).

SERVIÇO

“Praça do Choro”

60 ANOS DE IZAÍAS E SEUS CHORÕES

Shows: Izaías e Seus Chorões, Quintal Brasileiro, Lulinha de Alencar, Proveta e Toninho Carrasqueira.
Lançamento do Livro: Chorando na Garoa – Memórias Musicais de São Paulo
Local: Praça das Artes
Endereço: Avenida São João, 281 – Centro – São Paulo.
Dia: 29 de setembro (domingo)
Horário: a partir das 16h,
ENTRADA FRANCA