[Cantinho Literário] FLIP 2013 – A balada mais literária do Brasil

Salve salve galerinha literária, hoje é dia de literatura aqui em nossa embarcação e por isso que nós iremos entrar fundo nesta e se aprofundar cada vez mais neste mundo fantástico e mágico.
Esta semana o mundo literário está em festa, afinal quarta-feira (3), começa a Flip 2013 (Festa Literária Internacional de Paraty) e por isso Cantinho da Literatura desta semana é dedicado a este evento que junto poetas, escritores, jornalistas e amantes da literatura de todo o mundo se encontra em um único lugar, na cidade histórica de Paraty, no estado do Rio de Janeiro. 
Pois basta andar pelas ruas da cidade que pode se encontra desde o mais velho escritor, até o mais jovem poeta, mas sempre mostrando e unindo o amor e vocação pela literatura.

A FLIP é considerada um dos principais festivais literários do Brasil e da América do Sul, seu financiamento é assegurado por um sistema hierarquizado de patrocinadores e é conduzido pela organização sem fins lucrativos Associação Casa Azul. 
Além de palestras também são realizadas discussões, oficinas literárias e eventos paralelos para crianças (Flipinha) e jovens(Flipzona). O sucesso mundial desde seu ano de fundação se deve principalmente ao envolvimento e participação ativa de autores de vários países reconhecidos internacionalmente.
O festival foi idealizado pela editora inglesa Liz Calder, da Bloomsbury, que morou no Brasil e agenciou diversos autores brasileiros, tomando como modelo o festival literário de Hay-on-Wye, no Reino Unido2 . O festival é associado com outros semelhantes, tais como o Festival Internacional de Autores, em Toronto, Canadá, e o Festivaletteratura Mantova na Itália, para mostrar a interculturalidade na literatura.
A cada ano a FLIP homenageia um escritor da literatura brasileira e este ano será o escritor alagoano, Graciliano Ramos, mas veja abaixo, outros autores que já também recebeu homenagem na FLiP.
2003 – Vinicius de Moraes
2004 – Guimarães Rosa
2005 – Clarice Lispector
2006 – Jorge Amado
2007 – Nelson Rodrigues
2008 – Machado de Assis
2009 – Manuel Bandeira
2010 – Gilberto Freyre
2011 – Oswald de Andrade
2012 – Carlos Drummond de Andrade
2013 – Graciliano Ramos
Serviços
FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty
Dias: 3 a 7 julho/2013
Local: Cidade Histórica de Paraty
Mais informações:
Isso ai tripulação até semana que vem, com mais Cantinho Literário…

[Cabine da Pipoca] O cinema agradece Charlie Chaplin

Salve salve tripulação, hoje é dia de cinema aqui n’O Barquinho Cultural, que infelizmente não teve a coluna na semana passada por alguns desvios da vida e também por força maior, que iriamos falar sobre o ícone do cinema mudo, Charlie Chaplin, mas como somos bastante boazinhas, não vamos deixar passar batido e ir para a próxima pauta.
Afinal ele foi um grande astro do cinema mundial e merece estar no hall da fama aqui do OBC, junto com outros artistas, escritores, músicos e entre outros, por isso se ligam neste ‘post’ e conheçam mais sobre o grande Sir Charles Spencer Chaplin, ou simplesmente o querido Carlitos.

Charlie Chaplin nasceu em Walworth, Reino Unido, no dia 16 de abril de 1889, ele foi ator, diretor, produtor, humorista, empresário, escritor, comediante, dançarino, roteirista e músico britânico, sendo um dos atores mais famosos da era do cinema mudo, notabilizando pelo uso de mímica e da comédia pastelão.

Chaplin ficou bastante conhecido pelos filmes O Imigrante, O Garoto, Em Busca do Ouro (este considerado por ele seu melhor filme), O Circo, Luzes da Cidade, Tempos Modernos, O Grande Ditador, Luzes da Ribalta, Um Rei em Nova Iorque e A Condessa de Hong Kong.

Ele sempre foi bastante influenciado pelos comediantes Max Linder, Georges Méliès, D. W. Griffith Luís e Auguste Lumière e compartilhando o trabalho com Douglas Fairbanks e Mary Pickford, foi influenciado pela mímica, pantomima e o gênero pastelão e influenciou uma enorme equipe de comediantes e cineastas como Federico Fellini, Os Três Patetas, Peter Sellers, Milton Berle, Marcel Marceau, Jacques Tati, Rowan Atkinson, Johnny Depp, Michael Jackson, Harold Lloyd, Buster Keaton e outros diretores e comediantes. É considerado por alguns críticos o maior artista cinematográfico de todos os tempos, e um dos “pais do cinema”, junto com os Irmãos Lumière, Georges Méliès e D.W. Griffith.
Charlie Chaplin não só atuava, mas dirigia, escrevia, produzia e financiava seus próprios filmes, sendo fortemente influenciado por um antecessor, o comediante francês Max Linder, a quem dedicou um de seus filmes à ele. Vivendo 75 anos na vida do entretenimento, desde a sua primeira atuação quando ainda era criança nos teatros no Reino Unido durante a Era Vitoriana quase até sua morte aos 88 anos de idade.
A vida pública e privada de Chaplin, abrangia adulação e controvérsia. Juntamente com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D. W. Griffith, Chaplin fundou a United Artists em 1919.
O filme o qual teve seu personagem mais famoso foi The Tramp, conhecido como Charlot na Europa e Carlitos ou “O Vagabundo”, aqui no Brasil, que é a história de um andarilho pobretão que possui todas as maneiras refinadas e a dignidade de um cavalheiro, usando um fraque preto esgarçado, calças e sapatos desgastados e mais largos que o seu número, um chapéu-coco ou cartola, uma bengala de bambu e sua marca pessoal um pequeno bigode-de-broxa.
Charlie Chaplin ganhou vários prêmios, foi homenageado em diversos lugares, até depois de sua morte ele não foi esquecido, por sua inigualável contribuição ao desenvolvimento da sétima arte, Chaplin é o mais homenageado cineasta de todos os tempos, sendo ainda em vida condecorado pelos governos britânico (Cavaleiro do Império Britânico) e francês (Légion d ‘Honneur), pela Universidade de Oxford (Doutor Honoris Causa) e pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos (Oscar especial pelo conjunto da obra, em 1972).
Conheça um pouco Sir Charlie Chaplin:
Nome: Sir Charles Spencer Chaplin  (mais conhecido como Charlie Chaplin) 
Profissão: ator, diretor, produtor, humorista, empresário, escritor, comediante, dançarino, 
roteirista e músico britânico. 
Nascimento: 16 de abril de 1889, Walworth, Reino Unido
Falecimento: 25 de dezembro de 1977, Vevey, Suíça
Filhos: Geraldine Chaplin, Sydney Chaplin, Charles Chaplin, Jr., Mais
Cônjuge: Oona O’Neill (de 1943 a 1977), Paulette Goddard (de 1936 a 1942), Lita Grey (de 1924 a 1927), Mildred Harris (de 1918 a 1920)
Músicas
Les Temps modernes
Modern Times
The Kid
City Lights
The Circus
The Gold Rush
The Great Dictator
Misfortunes of a Street Cleaner
Smile
A Dog’s Life
Limelight
A Nonsense Song
Le Dictateur
La Violetera
Filmes
Tempos Modernos – 1936
O Grande Ditador – 1940
The Kid – 1921
Luzes da Cidade – 1931
Luzes da Ribalta – 1952
Bibliografia
DICIONÁRIO UNIVERSAL NOVA FRONTEIRA DE CITAÇÕES, Paulo Rónai, 3ª ed, Rio de Janeiro, Editora Nova Fronteira 1986.
História de Minha Vida (My Autobiography) Charles Chaplin; tradução de Raquel de Queiroz, R. Magalhães Júnior e Genolino Amado; 3ª ed, Rio de Janeiro, Editora Livraria José Olympio, 1965.
História de Minha Vida (My Autobiography) Charles Chaplin; 12ª ed.
O Pensamento Vivo de Chaplin, pesquisa de texto e tradução: José Geraldo Simões Jr., Martin Claret, 1986.
Chaplin – Vida e Pensamentos, Martin Claret, 1997
CHAPLIN por ele mesmo, Editora Martin Claret, 2004
Assista abaixo o filme completo de Chalie Chaplin –  Tempos Modernos (1936):
 
 

E com esta frase abaixo, do rei do cinema mudo, nós terminamos a nossa sessão de cinema por hoje, pois rir é o melhor remédio e isso Charlie Chaplin sabia fazer e proporcionava em cada personagem que representava.

Até semana que vem com mais sessão cinema aqui n’O Barquinho Cultural

[Cabine da Pipoca] CCBB apresenta mostra do cinema contemporâneo brasileiro

Atualmente os filmes nacionais vem ganhando cada dia mais seu espaço na mídia, nas salas de cinema, entre outros espaço que interage o público da sétima arte.

Baseado nisso, o Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo apresenta durante 12 meses o projeto de cinema “Brasil Tela Para Todos –  Perspectivas Contemporâneas”, que o Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo apresenta entre os meses de junho de 2013 e maio de 2014. Com curadoria de Marcos Ribeiro de Moraes, a iniciativa é uma continuação da edição anterior, realizada no ano passado, porém agora sob uma nova ótica. Aproximando os amantes do cinema, através de um mosaico contemporâneo de longas-metragens, divididos por temáticas e gêneros.

Os longas serão exibidos no cinema do CCBB – SP, todo os domingos. Serão 36 filmes, sendo que a cada semana o projeto apresentará três produções, agrupadas dentro à um tema específico, resultando perspectivas distintas da produção da cena do cinema brasileiro.

O Cinema Brasileiro Hoje – Para abrir a programação do “Brasil Tela Para Todos – Perspectivas Contemporâneas”, a curadoria definiu como tema “O Cinema Brasileiro Hoje”, que exibirá, no dia 30 de junho, os filmes Cidade de Deus (às 14h, dir. Fernando Meirelles, cor, 35 mm, 130 min., 16 anos), Santiago (às 16h30, dir. João Moreira Salles, P&B, 35 mm, 80 min., livre)  e O Som ao Redor (às 18h, dir. Kleber Mendonça Filho cor, projeção digital, 131 min., 16 anos, legendas em inglês).

“O tema que abre a mostra, em junho, sublinha as contribuições originais em termos de poética e de linguagem contidas em três filmes considerados marcos representativos da produção brasileira hoje”, enfatiza o curador Marcos Ribeiro de Moraes. Ele acrescenta ainda que “A mistura de documentário e ficção, a filmagem em locação e câmera na mão, o uso de não atores, a montagem como linguagem, tudo isso desemboca, nesses três longas, num conjunto potente e significativo da cinematografia brasileira atual,
e o modo como ela se insere no diálogo crítico com público e sociedade, aqui e no resto do mundo”.

Durante a exibição do projeto, serão mostrada produções escolhida pela curadoria, abordando temáticas e gêneros distintos, como “Pé na Estrada” (Central do Brasil, de Walter Salles), “Em Suspense” (O Cheiro do Ralo, de Heitor Dhalia), “Histórias do Brasil” (O ano em que meus pais saíram de férias, de Cao Hamburger), “Quer Brincar?” (Pequenas Histórias, de Helvecio Ratton), “Diferenças são Riquezas” (Madame Satã, de Karim Ainouz), “O Estrangeiro” (Budapeste, de Walter Carvalho), “São Paulo/SP”
(Bróder, de Jeferson De), “Música para os Sentidos” (Dzi Croquettes, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez), “Um olhar sobre o feminino” (Lara, de Ana Maria Magalhães), “Alô, Alô, Comédia” (Saneamento Básico – O Filme, de Jorge Furtado) e, encerrando os temas,  “Fronteiras da Linguagem Cinematográfica” (Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho).

Marcos de Moraes justifica as escolhas explicando que “unificar por temas e fios condutores cada conjunto de películas a ser exibido mensalmente não pretende alinhavar cada conjunto de filmes por conceitos homogêneos, feito blocos, mas sim provocar o contraste e, assim, o diálogo entre diferentes gerações, pontos de vista, realidades socioculturais do Brasil, gêneros e formatos”. E conclui: “o intuito é fornecer ao grande público novos elementos para que os preconceitos usualmente associados ao cinema nacional possam ser questionados e, nesse sentido, desfeitos”.

E como a ideia do projeto é democratizar o cinema brasileiro para o mundo, a última sessão será sempre exibida com legendas em inglês, criando uma acessibilidade à cultura nacional aos estrangeiros que visitam ou moram na capital paulista, já que esse número é casa vez
maior na capital paulista.

SERVIÇO

TELA PARA TODOS – PERSPECTIVAS CONTEMPORÂNEAS
Dia: 30 de junho, a partir das 14h
Cinema: 70 lugares (Sujeito a lotação).
Ingressos: R$ 4,00 e R$ 2,00 (filmes em 35mm) e R$ 1,00 e R$ 0,50 (filmes em digital)

Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – São Paulo
Próximo às estações Sé e São Bento do Metrô
Informações: (11) 3113-3651 / 3113-3652
www.bb.com.br/cultura
www.facebook.com/ccbbsp
www.twitter.com/ccbb_sp

Horário de funcionamento da bilheteria: de terça a domingo, das 9h às 21h.
Aceita cartões de crédito e débito Visa e Mastercard ou dinheiro.
Clientes BB, estudantes, professores da rede pública e maiores de 60 anos pagam meia-entrada. É indispensável a apresentação de documento que comprove o direito ao benefício.

Ingressos antecipados pelo Ingresso Rápido: (11) 4003-1212 ou  www.ingressorapido.com.br
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física // Ar-condicionado // Cafeteria Cafezal

Estacionamento conveniado – Estapar Estacionamentos
Rua da Consolação, 228 (Edifício Zarvos) – R$ 15,00 pelo período de 5 horas. Necessário carimbar o ticket na bilheteria do CCBB.

Van faz o transporte gratuito até as proximidades do CCBB – embarque e desembarque na Rua da Consolação, 228 (Edifício Zarvos) e na XV de novembro, esquina com a Rua da Quitanda, a vinte metros da entrada do CCBB.

[Caixa de Som] O Lúdico dos Poetas

Alguns dizem que ele é louco, outros os chamam de pensador, mas Mister Lúdico é mais do que apenas um músico pop da atualidade.

Obstinado por obsessões passageiras, vive entre o moral heroico social,  anti-mofo humanístico privado de respirar na conturbação caótica de uma metrópole engarrafada. Esse é Mister Lúdico, um rebento predileto do senhor do Sol.

Um artista, músico e com compreendedor intelectual dos fatos, eventos e hipóteses criado por uma sociedade caótica e com mil ações e realizações abortada durante a rotina diária.

Além do mais, o artista é conhecido por trabalhados realizados na televisão, como a MTV e na internet (Lengendários), e lançou recentemente o bucólico e ecológico videoclipe, ‘Savanna’, no qual o músico prática yoga e toca violão imaginário, enquanto transmite a mensagem “vislumbre o seu elo com o mundo animal, esqueça o que tu pensas, pois tudo é igual”. Mister Lúdico também divulgou na íntegra para audição o disco ‘Zunha de Violeiro’, que mostra atmosfera psicodélica do início ao fim aos elementos que compõem o álbum folk, que são distribuídos por suas faixas, voz, violão, viola e gaita.

O disco é considerado por Lúdico, “um santo remédio sonoro-homeopático a todos que buscam novos horizontes na música, sem perder o teor inexpugnável dos suspiros que vêm do coração toda vez que se escuta uma moda de viola caipira, superando os limites impostos pela mesmice repetitiva dos que apenas continuam copiando bases e melodias de artistas que já se foram, fazendo como Isaac Newton, que continuou os estudos de onde Galileu Galilei tinha parado exatamente quando morreu“, [ouça aqui].

Lúdico é apenas um poeta criativo e pensante, que propaga o Rock n’ Roll e as ideologias ecológicas e naturais à um mundo que apenas visa o querer e poder, um grande inspirador de Sócrates, Alexis Arguello, Utnapshtim,Buddy Rich, Ramones, Jack Kirby, Tex Willer e Tião Carreiro.

Assista abaixo o primeiro videoclipe do álbum ‘Zunha de violeiro’:


Para conferir mais sobre a vida, carreira, apresentações e novidades sobre o músico, acesse seu Facebook oficial.Por Patrícia Visconti