[Total Flex] Felipe Hamachi está em cartaz com seu novo espetáculo no Teatro Anhembi Morumbi

Felipe Hamachi foi um dos precursores do stand-up no Brasil, principalmente as noites da cena da comédia paulistana. Com este trabalho, o humorista já se apresenta desde 2007, fazendo parte da “Divina Comédia Stand-Up” junto com Maurício Meirelles, Rogério Morgado e Danilo Gentili.

Seus shows já foi visto em diversas regiões do Brasil, até mesmo no exterior, há comunidades brasileiras no Japão e EUA, abrindo caminhos e dando-o ao humorista passagens por diversos programas de televisão, entre eles o CQC, A Praça É Nossa, até pelo disputado sofá do apresentador Jô Soares e também esteve no estúdio do programa Pânico, na rádio Jovem Pan. Seu show também pode ser visto atualmente no programa “Comedy Central Apresenta”, exibido pelo canal VH1.

Atualmente Felipe Hamachi está em cartaz com seu novo espetáculo de stand up “Idiota Aplicada”, que estreou no última sábado (1º/junho), no Teatro Anhembi Morumbi, na Moóca, região leste de São Paulo. Além do mais, o comediante estreia um monólogo cômico em seu blog, baseado em críticas políticas e sociais.

O espetáculo de Hamachi dura em média uma hora de apresentação, com situações que necessariamente, tenha passado em seu dia a dia.

“O diferencial do meu show é justamente a crítica social e a autenticidade do espetáculo. Não há histórias inventadas ou piadas prontas. O espetáculo é montado 100% em vivencias minhas”, garante o humorista.

Serviço:
Idiotia Aplicada
Local: Teatro Anhembi Morumbi
Endereço: Av. Dr. Almeida de Lima, 1176- Brás/Mooca
Telefone: 2872-1457
Temporada: 01/06 à 29/06/2013*
Aos Sábados
Horário: 23h30
Valor: R$ 40,00 inteira (R$20,00 meia)
Duração: 70 minutos
Gênero: Stand up Comedy
Estacionamento: Parceria com estacionamento no valor de R$ 12,00
Quantidade de lugares: 750
Censura: 14 anos
Vendas pela internet: www.ingressorapido.com.br
*não haverá apresentação no dia 22/06/2013

Ficha técnica:
Elenco: Felipe Hamachi.
Produção e Realização: ET Eventos
Assessoria de Imprensa: TRY Comunicação

[Total Flex] Trabalho que dignifica, educação que constrói


7h30. Uma manhã de 1944. Aos 13 anos, Curt Salai chega à casa da proprietária do restaurante. Além de recolher lenha para a cozinha, encher os tambores com água e cuidar da criação, sua função é a de acompanhar dona Tereza Gobbi até o empreendimento, ao lado da estação ferroviária de Marcílio Dias, em Canoinhas-SC. Em uma das mãos, a senhora com mais de 80 anos leva uma bengala. Na outra mão, uma sacola que, à noite, voltaria com o dinheiro das vendas.


O restaurante oferece almoço e janta para os viajantes do trem. Em alguns dias, cerca de cem almoços são servidos. Ao final do expediente, já à noite, o menino Curt e a senhora do restaurante voltam para a casa dela. A sacola, antes vazia, volta com caixas de charuto cheias de dinheiro. A casa fica perto. Eles passam por uma trilha, onde há um banco para que Tereza sente e descanse um pouco. Acima do peso, com a bengala e com a sacola cheia de dinheiro, ela cansa mais rápido. Tudo escuro. Não há luz.

Depois de alguns minutos, os dois continuam pelo caminho até a casa. Entram pelos fundos. Enquanto dona Tereza se senta à grande mesa e esparrama o dinheiro para a contagem, Curt acende o fogo, traz um balde com água, enche a chaleira e prepara a banheira. Inúmeras vezes, Curt vê a proprietária do restaurante separando o dinheiro das contas em pacotes, para pagar no dia seguinte. Inúmeras vezes, o menino volta ao restaurante – para acompanhar as funcionárias depois de lavarem a louça – e deixa a porta aberta. Não há preocupações, mesmo que todos saibam que dona Tereza tem bastante dinheiro consigo.

LEMBRANÇAS
15 horas. Segunda-feira, 13 de maio de 2013. Curt Salai não tem a mesma disposição de quando era menino. Das pessoas com quem convivia na época do restaurante da dona Tereza, poucos ainda vivem. A voz puxada, forte, carregada, devolve aos ares da casa, em Marcílio Dias, as lembranças de tempos bons. Tempos de luta e trabalho, mas muito bons.
Depois de trabalhar com a proprietária do restaurante, Curt foi chamado para trabalhar em uma fábrica de tacos, da firma Wiegando Olsen S/A. Aos 14 anos, ele foi contratado no novo emprego com o salário mínimo, que era 200 cruzeiros. Bem melhor, já que com Tereza ele ganhava apenas 60 cruzeiros. “Do primeiro cruzeiro, que começou a circular em 1942”, recorda com tamanha segurança no que fala. A proprietária do restaurante era muito boa, mas não podia negar um salário melhor e se despediu dela.
Quando tinha 19 anos, Curt precisou sair da empresa para servir ao Exército Brasileiro. Foi encaminhado para o Rio de Janeiro, em janeiro de 1950. Rapaz do interior, viveria uma das melhores experiências de sua vida. Era o ano da Copa do Mundo. Rio de Janeiro seria um dos palcos dos jogos. Na 1ª Companhia de Polícia do Exército, Curt não assistiu aos jogos como espectador, mas trabalhou como guarda. “Você não imagina o que enfrentamos com aquele povo todo.”
Quando retornou a Canoinhas, Curt trabalhou em algumas empresas da região. Aos 82 anos, a lembrança de como começou a trabalhar em cada lugar ainda é muito viva. Mas a preocupação na educação dos filhos chama a atenção. Quando a filha mais velha precisava continuar os estudos, Curt buscou condições para isso. E, assim, com os outros três filhos. Ele não quis colocá-los para trabalhar na cerâmica em que se aposentou – depois de 29 anos de trabalho – porque entendeu que a escola era o melhor caminho para que construíssem um bom futuro.
Curt Salai ainda guarda muita história que, segundo ele, poderia preencher um jornal por três meses. História de luta, trabalho, educação e respeito que se estende pelos seus 82 anos.

[Cyber Cult] Impressoras 3D – Imprimindo para o bem

Apesar da recente popularização das impressoras 3D, por causa do preço mais acessível das Makebots essa tecnologia já tem 33 anos, foi no ano de 1981 que o pesquisador Hideo Kodama do Instituto de Pesquisas de Nagoya, no Japão imprimiu o modelo sólido em 3D.

Depois que o Hideo Kodama imprimiu seu primeiro modelo sólido em 3D a produção dos itens em 3 dimensões tem sido aprimorado e resultou no desenvolvimento de impressoras mais baratas e melhores. Bom não que $1,199.00 dólares (veja aqui) seja algo barato, mas hoje temos smartphones muito mais caros que isso, e no caso das impressoras 3d permitem imprimir objetos que podem ser usados em escolas, hospitais, pequenas e médias empresas e é claro nas residências de entusiastas.
E, como acontece com grande parte das coisas, ao chegar às mãos de mais gente, novos e criativos usos foram surgindo, em iniciativas que tem surpreendido pela rápida solução de problemas. Em contrapartida, também apareceram questões éticas que não existiam até então, como a impressão de itens de uso controlado como armas de fogo, que, mesmo sendo feitas com materiais plásticos, continuam capazes de machucar.

Imprimindo para o bem

A alguns dias atrás vi algumas notícias falando como a impressão 3D salvou a vida do pequeno Kaiba Gionfriddo que nasceu sua traqueia não era capaz de se manter firme o suficiente para que o ar passasse e permitisse sua respiração, ajuda veio da equipe médica que imprimiu um soporte customizado para o Kaiba, imitando o caminho de sua traqueia e brônquios, ajudando-o a respirar enquanto seu organismo se fortalecia para que a cavidade fosse mantida e permitisse a passagem do ar.
Outro caso emocionante é a do Robohand, iniciativa que cria mãos robóticas para quem nasceu com problemas congênitos que impediram ou mal-formaram esse membro, ou para pessoas que tenham sofrido algum tipo de acidente.
Usando uma impressora MakerBot, o carpinteiro Richard Van As, que perdeu 4 dedos da mão em um acidente de trabalho, e o designer Ivan Owen criaram um modelo de mãos robóticas que agarram objetos.
Os dedos todos se movem de acordo com um comando dado pelo pulso do usuário da prótese. Caso seja dobrado para ‘fora’, os dedos se abrem; fechando o pulso para dentro, os dedos se fecham, segurando objetos e transformando a vida de crianças como Liam, de 5 anos, que nasceu sem os dedos da mão direita.

[Cyber Cult] O Windows 8.1: muitos pequenos ajustes para fazer uma atualização significativa

A Microsoft lançou o Windows 8 em 26 de outubro, um sistema projetado para a interface baseada em toque. Apenas 12 meses depois de um início de Windows 8 Consumer Preview, a Microsoft está agora interessada em falar sobre algumas mudanças futuras em uma atualização chamada Windows 8.1, o Windows 8.1 define o ritmo de mudanças para o software da Microsoft que vai continuar no futuro, tanto para o RT e versões x86 do sistema operacional.

UI e personalização

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Uma das primeiras coisas que você vai notar com o Windows 8.1 é uma tela de bloqueio melhorada. Agora você pode aceitar chamadas do Skype enquanto o PC está bloqueado, ou acionar a câmera e tirar fotos. Há também a opção de usar um modo Photo Frame, SkyDrive.
Estas melhorias não se estendem somente na tela Iniciar, o windows não vai fixar aplicativos para a tela Iniciar por padrão, em vez disso vai coloca-los na lista Todos os aplicativos. Esta lista inclui filtros para classificar os aplicativos que são utilizados com mais frequencia ou por um determinado grupo e também uma opção para encontrar aplicativos pelo nome.
Talvez a maior mudança, pelo menos visualmente, é a nova maneira de organizar os aplicativos do Windows 8. Por padrão, se você abrir um aplicativo, o Windows 8.1 ele vai ser jogado em uma visão de 50/50 como na imagem onde aparece o IE e o Email lado a lado. Se você abrir uma imagem a partir de um e-mail ou em outro programa, a tela será aberta até 40/60 com mais espaço dedicado ao aplicativo de fotos.

O Botão Iniciar

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Sim, os rumores são reais. Ele voltou. E estará lá por padrão, tanto no modo desktop quanto na sua tela cheia de blocos. Ele estará lá, no canto inferior esquerdo da tela.

[Cantinho Literário] Lançamento literário na Casa das Rosas

Hoje é dia de literatura bebê… Então vamos entrar fundo no mundo literário e mostrar tudo que acontece nesta fantasia mágica e que te leva para outras dimensões através das palavras, dos versos e de seus conceitos linguísticos.

Nesta semana, não terá especial, dicas de livros e tampouco falaremos do nosso ilustre e inspirador Machado de Assis, mas sim, iremos convidar à todos a irem ao lançamento do livro do professor de literatura, poeta e supervisor de ações culturais da Casa das Rosas, Frederico Barbosa, que irá lançar nesta semana seu livro de poesias “Na Lata – Poesia Reunida”, reunindo os poemas escritos entre 1978 e 2013 pelo próprio autor, um dos poetas brasileiros mais atuantes das últimas décadas. 

O livro traduz a tendência à fragmentação e à dispersão da cultura contemporânea, esta obra foi publicada originalmente em veículos diversos: livros, jornais, revistas, sites, blogs, e redes sociais. Assim, o livro Na Lata – Poesia Reunida torna possível ao público leitor encontrar pela primeira vez em um só volume toda a produção do poeta, espalhada, ao longo destes trinta e cinco anos, em tantos meios e locais diferentes.

Veja abaixo o convite do lançamento do livro do poeta e professor Frederico, que será na própria Casa das Rosas, que é um dos maiores pontos de encontro da literatura de todos os tempos.

Para mais informações acesse o blog pessoal do professor ou então siga-o no 
Twitter (@fredbarbosa).
Pois nós d’O Barquinho faremos o possível e impossível para ir neste lançamento, pois temos planos para um possível entrevista com o autor.
Boa semana, boa leitura à todos e até semana semana que vem com mais Cantinho da Literatura