[Dica Cultural] O Rock vai invadir o Sesc Interlagos

Neste domingo a banda ícone do rock brasileiro, Ultraje a Rigor”, com seu som irreverente e despojado  completa 30 anos de carreira, fazendo música a rigor no Sesc Interlagos.
Ultraje a Rigor começou a carreira fazendo covers de bandas como Beatles, que inspirou a banda a escolher o nome do grupo, mas cantando sem rigor objetivo.
Na performance deste domingo o Ultraje a Rigor canta seus maiores sucessos, como “Nós vamos invadir a sua praia”, “Pelado” e “Eu gosto de mulher”.



Ficha Técnica

Formada por Roger (guitarra/voz), Mingau (baixo), Marcos Kleine (guitarra) e Bacalhau (bateria)

Serviço

Ultraje a rigor
Dia 30 de setembro, domingo, às 15h.
Local: Arena Livre, 10000 lugares.

Ingressos:
– Comerciário Matriculado: Grátis.
– Outros: de R$ 1,50 a R$ 7,00.
– Estacionamento: R$ 7,00. Capacidade de 500 veículos.
SESC Interlagos
Av. Manuel Alves Soares, 1100 – Parque Colonial.
Informações: 5662-9500 | 0800118220 | www.sescsp.org.br
@sescinterlagos

[Dica Cultural] Penélope no Teatro Alfa

Quem for da época do Castelo Rá Tim Bum irá se lembrar e adorar esta ideia, pois a Penélope, a repórter cor-de-rosa do seriado, está de volta.

Sim, a jornalista do Castelo Rá-Tim-Bum, tem hoje seu próprio programa: “Penélope a repórter cor de rosa”. Nele, Penélope dança, canta e com muito humor apresenta seu programa com a ajuda de seu assistente, o faz tudo que exerce todas as funções do programa.
Ficaram curiosos para conferir a peça “Penèlope – a repórter cor-de-rosa, a peça estreia dia 29 de Setembro, a partir das 16h00, no Teatro Alfa, que fica na Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo, no Hotel Transamérica.
Clique Aqui e veja mais informações sobre a peça.

Cabine da Pipoca



The Woman In The Window: a surpresa do suspense

Sem muitas delongas, venho sugerir pra esse final de semana invernoso, na maioria das cidade brasileiras, um filme diferente: o noir The Woman in The Window. Assisti a esse filme semana passada, na aula de Cinema da faculdade e foi o melhor de todo o semestre. Pra quem não sabe, filmes noir são aqueles associados a detetives, mistérios que giram em torno de um crime, heróis-trágicos, mulheres fatais, suspense, iluminação dramática e, principal característica, a imagem ser em preto e branco.

Do princípio até os minutos finais, ele se apresentava semelhante aos demais do mesmo estilo não só no que respeitava o visual, o ambiente, as personagens, elementos temáticos, cinematográficos e até os de roteiro. As errôneas decisões do herói trágico (quando não deveria ter-se permitido uma aventura amorosa; não ter ligado para a polícia e contado do assassinato que cometera em legítima defesa; não ter-se entregado à polícia na segunda chance que teve e a falta de cuidado ao insinuar informações sobre o assassinato) despertavam no espectador envolvido com o protagonista o suspense, o medo pelo que poderia lhe acontecer. A perspicácia do amigo promotor do protagonista, que cada vez mais se aproximava do assassino, contribuía também na intensificação do suspense dramático. A tensão era percebida não só pelos textos interpretados, bem como nos fundos musicais, na iluminação e na feição dos atores envolvidos na trama central, cujas interpretações, diga-se de passagem, são de uma qualidade tremenda.

Enquanto assistimos o filme e achamos que o clímax da obra está no aparecimento previsto de um chantagista, na tentativa da peripécia pela mulher do retrato, nas várias dicas de culpa que o protagonista deu ou no que lhe aconteceria após sua tentativa de overdose, eis que a surpresa maior se dá no momento em que descobrimos que nada aconteceu. Não houve uma aventura, não houve um crime, não houve um chantagista, não houve sequer uma saída do hotel que principiasse qualquer acontecimento. Todas as cenas, todos os dramas, conflitos e tensões não passaram de um sonho que o nosso protagonista teve enquanto dormia à espera das 22h30.

Apesar de eu já ter deixado escapar o final, você se surpreenderá da mesma forma ao assistir o filme. Tentei tecer um comentário mais elaborado, mas o filme é tão surpreendente que me deixa sem palavras. É muito mais do que um filme em preto e branco, da década de 1940, sugerido por uma pseudonerdcult amante de obras antigas. É mistério, é tensão, é um pouco de psicologia também, é surpresa, é alívio.

Caso você se permita, diga-me depois o que achou. Contate-me no twitter, no facebook ou aqui mesmo. Vale à pena!

[Caixa de Som] Todos no ritmo de "Gangnam Style"

Quem nunca ouviu ou até mesmo dançou ao ritmo de “Gagnam Style”, o som que está pegando na web e também fora dela?!

Com certeza você já se pegou fazendo a dança dos equinos ou mesmo balançando a cabeça na ginga do sul-coreano PSY.

“Gangnam Style” é o novo ritmo do verão no hemisfério norte e promete ser hit aqui no sul também, pois tem pego muita gente por aí, mexendo as cadeiras e curtindo a batida que veio lá da Ásia.

A canção já é a mais baixada da web e o vídeo encontra-se com mais de 200 milhões de visualizações. Tanto que até o empresário do astro teen Justin Bieber se interessou em produzir a carreira de PSY, que  não pensou duas vezes e pegou o primeiro vôo para Nova Iorque.

O sucesso de “Gangnam Style” foi tão estrondoso que ocasionou em diversas versão pela Internet.
Mas para curtir o ritmo que pegou e está pegando todo mundo, não da para expressar em palavras, há que conferir o som para dançar no estilo “Gangnam”.

Por isso, curtam “Gangnam Style”, do sul-coreano PSY:


Agora vamos levantar âncora e pescar outras novidades nos mares musicais. Patricia Visconti  – em conexão com o mundo da música!

[Total Flex] Afinal, Quanto Vale O Show?



Olá Pessoas!
Prepare sua garganta pra gritar e cantar muito, pois seu artista favorito pode estar a caminho do Brasil para fazer shows  mas não se esqueça de preparar o bolso!


 Se você ainda não sabe o que vai fazer no final de ano por ‘falta de opção’ saiba que nós brasileiros estamos com ‘a bola toda’ e graças a isso muitos shows estão sendo agendados por aqui. Por um lado isso é incrível pois se antes passávamos décadas esperando pra ver ao vivo algum artista do qual somos fans  hoje a coisa mudou e se por um lado a indústria musical ‘descobriu’ o Brasil, do outro temos valores de ingressos cada vez mais inflacionados –Ok, a tecnologia está possibilitando espetáculos mais modernos -mas eu ainda me pergunto até onde isso é bom/justo e a partir de qual ponto isso é algo ruim/ abusivo?


Segue a baixo  uma lista com alguns dos principais shows que passarão por São Paulo neste fim de ano :

-Madonna(de R$  170 a R$ 850 Reais)
-Lady Gaga(de R$ 190 a R$ 750)
-Festival Planeta Terra apresentando bandas como Kings Of Leon e Gossip (R$ 330)
-Linkin Park (de R$ 280 a R$ 600)
-Snow Patrol (R$ 100 a R$ 400)
-Scorpions(de R$ 120 a R$ 600)

E aí, será que é JUSTO pagarmos tanto para 2 horas de show? Acredito que eu não seja o único que acha que já chegou a hora de uma revisão desses valores a partir do momento que vejo ingressos de shows (que anteriormente se esgotavam em questão de horas) começarem a amargar nas bilheterias a ponto de produtoras começarem a oferecer opção de pagamento parcelado para shows ‘maiores’ em até 10x!

E aí, você já parou pra pensar quanto REALMENTE vale o show?