[Caixa de Som] Mallu Magalhães é a nossa Artista de Quinta

Semana passada apresentamos o novo vídeo-clipe da cantora Mallu Magalhães, a canção “Sambinha Bom“. E nesta quinta-feira, iremos apresentar e conhecer um pouco mais sobre essa garota, que apesar de não ter completado 20 anos, mas já tem uma carreira promissora.
Paulista da capital, começou sua carreira na web, com vídeos que a cantora gravava e subia na Internet para promover seu trabalho.

Uma grande fã do rock clássico, quando criança ouvia CDs e LPs de seus pais e avós, sempre prestando atenção nos encartes dos discos, que estimulou a menina a buscar outros artistas.
Aos 12 anos começou a compor canções, grande parte delas escrita em inglês. Com 15 anos, gravou seu primeiro demo, com apenas quatro faixas, disponibilizando-os na Internet. Entre elas a sua canção mais famosa, “Tchubaruba”.

Além de sua música o que também chamou bastante atenção para Mallu, eram suas interpretações de músicas e artistas consagrados, como “Folson Prison Blues” de Johnny Cash e “It Ain’t Me” de Bob Dylan.

Em 2008, gravou seu primeiro álbum de estúdio. Usando equipamentos vintage como uma mesa de gravação do mesmo modelo utilizado pelo The Beatles, no Estúdio Abbey Road.

O disco confirmou seu estilo folk e pop rock, com melodias belas e com sua voz sempre doce, que conquistou não só o público brasileiro, mas também o povo no exterior.

Em 2009 Mallu gravou seu segundo álbum e se consolidou como cantora, contando com participações ilustríssimas, como Vanessa da Mata, Caetano Veloso, Jorge Mautner, Los Hermanos, etc, ainda mantendo sua origem musical, a cantora agora interpreta suas músicas, misturando com o reggae, o samba da tropicália e com ambientação da música sinfônica.

Já no final de 2011, Mallu lança seu terceiro de disco, Pitanga, qual ela ainda divulga e promovendo suas novas canções.
Mallu é apontada como a revelação da música brasileira, apesar de ser tão precoce para compor em inglês e português, cantar, interpretar e sempre mantendo o carisma e a simplicidade que toda cantora deve ter.

Agora diga-nos cá entre nós, alguém dúvida que a Mallu Magalhães ainda tem muito a mostrar por ai?
Enquanto ela promove “Pitanga”, seu terceiro álbum, confira o disco que mostra seu amadurecimento com a música “Velha Louca”.


Música e criatividade estão sempre presentes em nosso mar. Até a próxima!Patricia Visconti

[Total Flex] A vila do Chaves é homenageada mais uma vez

Hoje não terá publicação, pois tenho que evitar a fadiga…

Esse era o bordão do inesquecível Jaiminho, o carteiro do seriado mais assistido em todo mundo, o Chaves.

No dia 25 de julho, Rául Padilla, ator que interpretava o Jaiminho, foi homenageado na pequena cidade de Tangamandápio, pelo personagem o deixou conhecido em todo mundo, Jaiminho o carteiro.

Quem assisti o seriado deve recordar de seu amor por sua cidade natal, Tangamandápio, por isso que o município, localizado ao sul do México, resolveu retribuir o afeto, partindo a ideia do prefeito atual Juan Campos González, que construiu uma estátua feita de bronze, com cerca de 1,70m de altura, localizada na praça central da cidade,  porque foi através desses de Raúl Padilla, falecido desde 1994, a cidade ficou reconhecida por todo o mundo.
A homenagem custou mais de 2 milhões de pesos mexicanos (cerca de R$ 300 mil) aos cofres da cidade.
O prefeito acredita que a atração ajudará a trazer mais turistas para a região, pois o seriado do Chaves há fãs espalhados por todo mundo acreditando que poderá ajudar a pequena cidade interiorana do sul do México.
Sem mais delongas, confira abaixo o vídeo de inauguração da estátua.

Mais é isso ai pessoal…
Até a próxima e bom meio da semana para todos.
Priscila Visconti

[Cyber Cult] – O nono dígito nos celulares de São Paulo

Com o crescimento das vendas dos celulares no país nos últimos meses, as linhas de telefones móveis estavam causando um caos entre as operadoradoras e clientes, pois são muitos telefones habilitados e as operadoras não davam conta pela exabundante linhas em funcionamento.

Os telefones com DDD 11 (que representa a cidade de São Paulo e a região metropolitana), já está em execusão desde domingo passado, dia 29 de Julho o nono digito dos telefones móveis na frente do número do telefone atual.
O formato do número deve ficar assim, 9XXXX-XXXX essa foi a sugestão da agência (ANATEL), que optou em deixar neste formato, pois assim, ficaria menos confuso e afogaria o baque das linhas com DDD 11, que é onde se concentra o maior número de telefones móveis e também será mais fácil de se gravar.
Para outros DDDs, ainda não há data determinada para o período de transição, mas tudo indica que outras capitais também haverá essa mudança, como Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife, Bahia, entre outras capitais.
Esperamos que tenhamos esclarecido algumas dúvidas sobre a transição do nono dígito, nos celulares de São Paulo e regiões.
Boa semana e por hoje é isso pessoal. 
Por: Priscila Visconti em Conexão com o mundo!

[Especial] Cabine da Pipoca

por Estela Marques

Foto: Divulgação
Imagina se, em pleno século XXI, todos os afrodescendentes fossem obrigados a voltar “ao seu país de origem”, como uma medida provisória decretada pelo governo como uma reparação social aos danos causados pela União?

Namíbia, não! trata exatamente dessa questão. O texto de Aldri Anunciação, vencedor do Prêmio Braskem de Teatro, em 2011, na categoria Melhor Texto, conta uma hipotética situação no Brasil daqui a quatro anos, na qual um advogado processa o Estado brasileiro para que este dê uma reparação financeira aos descendentes daqueles de “melanina acentuada”, como foi feito com os judeus e japoneses, por exemplo. O Estado, contudo, percebe que a quantia a ser paga é muito elevada e resolve fazer melhor: se os afrodescendentes estão reclamando que vieram para o país à força, que eles voltem para de onde vieram. Desse modo, a reparação social estaria feita.
Nesse contexto, os primos Antônio e André estão impedidos de sair casa para não serem pegos pelo “Ministério da Devolução” e enviados de volta à África, já que não se pode capturar ninguém dentro de casa, senão incorreria no crime de invasão a domicílio. Durante esse tempo em seu apartamento, discussões sobre a situação dos negros no Brasil, o posicionamento do país diante destes de “melanina acentuada”, entre outras questões, são desencadeadas ao longo da apresentação.
A peça, dirigida por Lázaro Ramos, tem planos de virar filme. Ao final das apresentações deste final de semana, em Salvador, um formulário foi entregue ao público para que este sugerisse ideias para o roteiro desenvolvido por Aldri Anunciação, Sérgio Machado e João Rodrigo Mattos.

Cantinho Literário

Essa semana não será de dicas de livros, mas sim falaremos de um escritor, jornalista, premiado por diversos prêmios da língua portuguesa, membro da Acadêmia Brasileira de Letras e também um grande amigo do cineasta Glauber Rocha. Quem pensou em João Ubaldo Ribeiro acertou, pois ele será o homenageado dessa semana.

A ideia surgiu depois de assistir ao programa Roda Vida na TV Cultura, ai então brilhou uma lanterninha, para este especial, afinal, por aqui n’ O Barquinho, o jornalismo está sempre em primeiro lugar, pois não importa a editoria, mais se tem jornalismo no meio, então pode ter certeza que falaremos aqui. (Fomos o tipo de pessoas viciadas em jornalismo.. hehe)
João Ubaldo Osório Pimentel Ribeiro, nasceu em Itaparica, 23 de janeiro de 1941 é um escritor, jornalista, roteirista e professor brasileiro, formado em direito e membro da Academia Brasileira de Letras. É ganhador do Prêmio Camões de 2008, maior premiação para autores de língua portuguesa.
Ubaldo Ribeiro teve algumas obras adaptadas para a televisão e para o cinema, além de ter sido distinguido em outros países, como a Alemanha. É autor de romances como Sargento Getúlio, O Sorriso do Lagarto, A Casa dos Budas Ditosos, que causou polêmica e ficou proibido em alguns estabelecimentos, e Viva o Povo Brasileiro, tendo sido, esse último, destacado como samba-enredo pela escola de samba Império da Tijuca, no Carnaval de 1987. É pai do ator e VJ da MTV Bento Ribeiro.
Abaixo segue obras do escritor…

Romances
Setembro não tem sentido – 1968
Sargento Getúlio – 1971
Vila Real – 1979
Viva o povo brasileiro – 1984
O sorriso do lagarto – 1989
O feitiço da Ilha do Pavão – 1997
A Casa dos Budas Ditosos – 1999
Miséria e grandeza do amor de Benedita (primeiro livro virtual lançado no Brasil) – 2000
Diário do Farol – 2002
O Albatroz Azul – 2009
Contos
Vencecavalo e o outro povo – 1974
Livro de histórias – 1981. Reeditado em 1991, incluindo os contos “Patrocinando a arte” e “O estouro da boiada”, sob o título de Já podeis da pátria filhos
Crônicas
Sempre aos domingos – 1988
Um brasileiro em Berlim – 1995
Arte e ciência de roubar galinhas – 1999
O Conselheiro Come – 2000
A gente se acostuma a tudo – 2006
O Rei da Noite – 2008
Ensaios
Política: quem manda, por que manda, como manda – 1981
Literatura infanto-juvenil
Vida e paixão de Pandonar, o cruel – 1983
A vingança de Charles Tiburone – 1990
Dez bons conselhos de meu pai – 2011

Confira a entrevista concebida ao programa Roda Vida, da TV Cultura, do jornalista e escritor, João Ubaldo Ribeiro.
Bom é isso ai pessoal, esperamos que tenham gostado de mais uma ideia literária, pois aqui n’ O Barquinho, o jornalismo e o humanitarismo, tem sempre destaque pois nossas ideias, são sempre focadas no social e humano da sociedade. 
Boa semana a todos e boa leitura.