A três anos atrás (25/ junho), o nosso eterno rei do pop nos deixava órfãos.
Michael Joseph Jackson ou simplesmente nosso querido Michael. Percursor do gênero pop que escutamos hoje em dia, cantor, compositor, dançarino, produtor, empresário, arranjador vocal, filantrópico e claro, o Rei da música pop mundial.
Começou a cantar ainda criança, junto com seus irmãos no grupo Jackson Five, mas o pequeno prodígio ganhou destaque e inciou uma carreira solo e progenitora da pop music. Um detalhe, naquela época o grande ápice na música era o rock.
Na década de 80, Michael consolidou sua carreira, emplacando sucesso após sucesso nos hit parades, sendo que foi ele foi o primeiro artista afro-descendente a emplacar singles na jovem emissora recém inaugurada, MTV.
Sua dança também contagiou muita gente, principalmente o consagradíssimo passo do Moonwalk, em que muita gente tentou imitá-lo, junto com seus gritinhos estridentes no início ou ao final de casa canção.
Um homem que tinha problemas pessoais como qualquer pessoa, mas antes de tudo, Michael tinha amor e compaixão para compartilhar ao próximo, tanto que MJ criou uma fundação para ajudar pessoas com vitiligo, doença que também afetou ao rei do pop, gerando controvérsias sobre sua imagem pública. E por falar em sua imagem pública fora dos palcos, Michael foi a maior vítima de acusações e difamações contra sua pessoa, mas a música sempre falou mais alto e sua coroa sempre estava no alto de sua cabeça.
Pai de três filhos, Prince Michael, Paris Katherine e Blanket. Michael sempre zelou pela imagem deles, não deixavam que a imprensa os fotografassem, como todo pai protetor que priva da intimidade de sua cria.
Anos antes de sua morte Michael Jackson aparentemente abatido, se mudou para Irlanda para gravar seu décimo terceiro álbum, em 2006. Dois anos depois um de seus álbuns de maior êxito completaria 25 anos, “Triller”, e então sua gravadora propôs uma edição especial deste compacto, “Triller 25th”,seuálbum mais conhecido. E no mesmo ano, Michael comemorava 50 anos, e uma compilação de hits do cantor, escolhida pelos próprios deu a origem de King of Pop, a primeira coletânea interativa da história da SonyBMG.
No ano seguinte, Jackson ensaiava para sua reestreia aos palcos, para uma série de apresentações, This is It, seriam 50 shows que foi interrompida pela sua morte. Uma morte brutal e precoce, em que milhões de pessoas ficaram órfãos, pela a perda de seu rei.
Porém, um presente foi dado aos seus súditos, os ensaios do concerto, infelizmente nunca realizado, foram todos gravados e deles surgiu o documentário,“This is It”.
Após isso foram lançados álbuns póstumos em homenagem a Michael e até um jogo para Nintendo Wii, Nintendo DS, PSP, XBox e PlayStation 3,“Michael Jackson – The Experience”.
No ano passado, o Cirque Du Soleil homenageou o rei do pop na The Immortal World Tour, mostrando uma eletrizante produção, combinando música e coreografia, com criatividade e uma amostragem aos fãs do mundo inteiro uma visão diferente de espírito, alma e coração do grande artista genial que foi Michael Jackson, transformando a cultura pop mundial no que ela é hoje, realmente pop, que deu origem ao disco dessas performances, compilando remixes do cantor e do Jackson 5.
Michael Jackson, o astro, o gênio, o rei e o homem doce, gentil,cordial e estava sempre disposto a ajudar a todos, sem olhar a quem, um cara de alma e coração puros, tanto quão de uma criança, porque não dizer, uma eterna criança em corpo de adulto.
Saudades eternas, somente isso temos que dizer sobre nosso rei.
Hoje dia 27 de junho, o pai dos video-games completou 40 anos, para quem mais de 30 anos ou então está chegando, deve lembrar do Atari, pois com certeza ou ganhou ou herdou do irmão, pai, tio ou afins, então sabe o que é jogar Enduro, River Raid e o famoso Pac Man.
A história do Atari, começa nos anos 70, se destacou ao produzir dezenas de jogos para arcade. Tempo depois, Nolan Bushnell vendeu a empresa para a Warner, que tinha feito uma oferta irrecusável. Com o passar do tempo, houve um certo “choque” entre a nova direção e Nolan Bushnell por causa do modo diferente dele administrar a empresa, e também irritando os magnatas que tinham comprado a compainha. Isso culminou com Nolan Bushnell sendo despedido. O primeiro console foi o Atari VCS (Video Computer System), produzido em 1977. Seu preço era alto demais (em torno de 200 dólares), e uma sucessão de novos consoles foi lançado para tentar estabelecer uma fonte de renda segura, até que, em 1978, lançou o Atari 2600, de longe seu maior sucesso (e posteriormente o ícone da empresa). Novos consoles com mais recursos foram lançados posteriormente (como o Atari 5200, o portátil Lynx, e o mais recente Jaguar), mas nenhum chegou perto das marcas de venda alcançadas pelo 2600 durante os anos 80. Havia centenas de empresas produzindo jogos (que chegavam aos milhares de títulos) para o 2600, entre elas a SEGA, a Coleco, e a Nintendo. As vendas começaram a cair nos Estados Unidos entre 1983 e 1984.
No Brasil foi lançado em 1983 pela Gradiente e continuou como o vídeo game mais popular até o final da década, quando a SEGA entrou no mercado com o Master System. Ainda assim, é possível encontrar até hoje programadores e pequenas empresas produzindo novos jogos compatíveis com esse console.
O insucesso frente às grandes marcas surgidas a partir da “terceira geração” de video games de 8 bits causou problemas financeiros na Atari. No início dos anos 90, a companhia investiu no portátil Lynx, que não teve a mesma aceitação que o concorrente Game Boy, da Nintendo. Em 1993 lançou, em parceria com a IBM, o Jaguar, console de 64 bits, e o mais avançado de seu tempo. Mas a carência de jogos e o alto preço do aparelho fez com que as vendas nunca decolassem, sendo mais tarde eclipsado pela Nintendo com o Nintendo 64, bem como pela Sony, com o seu primeiro console, o PlayStation.
Ao longo dos anos 90, a inabilidade da Atari em acompanhar o mercado de consoles culminou com a venda de suas divisões para diversas empresas de informática, terminando com a venda da própria marca para a Infogrames em 2001. Desde então, esta empresa usa o nome e o logotipo original da Atari em seus produtos, e assim produziu jogos de sucesso, como a série Civilization.
Confira um comercial do game de 1978, protagonizado pelo Rei Pelé…
Parabéns Atari por seus 40 anos, pois você já tem uma história eternizada no mundo dos games.
O país vem se preparando para receber grandes eventos, sendo o principal deles a Copa do Mundo em 2014. Para receber um evento de tal porte, as cidades por sua vez precisam se organizar, não basta pensar apenas na movimentação econômica que os eventos irão gerar, embora seja tão significativo, mas a maneira como os turistas serão recebidos também é de extrema importância, tanto no quesito serviços quanto no de segurança, mas hoje de maneira especial vamos citar os serviços.
Os serviços de transporte público, hotelaria, bares e restaurantes e demais vem sem orgaizando para garantir que todos que passem por nossas cidades principalmente ss capitais, sejam bem recebidos e atendidos.
O serviço que iremos destacar, que é de vital importância não somente para estrangeiros mas para os residentes no país, e o de Internet gratuita nos pontos de ônibus, metrôs, rodoviárias e demais locais públicos que vem sendo adaptado as cidades para facilitar o acesso a informação e possibilitar a comunicação rápida.Várias cidades do país estão se adequando.
Os aeroportos estão fazendo alguns testes, segundo a Infraero, os primeiros terminais a disponibilizar o serviço pela credenciada TIM, foram os de Guarulhos, Congonhas, Fortaleza, Galeão, Santos Dumont, Recife e Pampulha. Em entrevista a alguns estudantes eles deram a opinião sobre o serviço. O estudante de Geólogia da escola técnica Cenfotec da cidade de Barão de Cocais há quase 100km da capital mineira, Fabrício Barcelos, 21 anos destacou o estimulo a busca de informação que a Internet gratuita pode gerar. “A internet gratuita em pontos públicos é interessante porque vai criando uma cultura nas pessoas em ficarem mais por dentro de informações úteis. Com a realização da Copa do Mundo no país, isso vai ser uma ferramenta muito importante, uma vez que vai ter gente de toda parte do mundo”. disse o estudante. Já Nayara Souza, 18 anos estudante de Economia da UFMG em Belo Horizonge, citou o atraso do Brasil em disponibilizar tais serviços. ” Já deveria ter disponibilidade de internet gratuita há muito tempo, não só por causa dos eventos no Brasil, mas sim um investimento, já que o Brasil é o país com uma das maiores cargas tributárias”, declarou a estudante.
É lamentável que a administração do país se movimente para realização de grandes obras apenas para receber os eventos, e pensar apenas nos legados deixados pelos mesmos. Por mais importante que seja o tratamento para com o turísta, é preciso cuidar de quem faz o país caminhar: Os Brasileiros. Por hoje é isso pessoal.
Este museu já foi uma prisão de segurança máxima na época da ditadura e hoje contém o maior número de acervos de pinturas do Brasil.
O especial museus de hoje é sobre o museu dos museus, a Pinacoteca do Estado.
Divulgação
A Pinacoteca possuí um dos maiores e mais representativos acervos da arte brasileira, são quase oito mil peças compreendendo a história da pintura brasileira dos séculos 19 e 20. Entre elas estão, a Coleção Brasiliana e a Coleção Nemirovsky.
O prédio da Pinacoteca sempre reviveu momentos históricos e de suma importância para o Estado de São Paulo e também para o Brasil.
Antes de ser um dos maiores acervos culturais do país, a Pinacoteca já foi o Departamento de Ordem Política e Social (DOPs), onde até hoje guarda memórias das épocas de chumbo e sombria da Diatura Militar.
Eduardo Alvarado
Após esta fase cruel que o prédio da Pinacoteca viveu, após a Ditadura Militar, esse mesmo local foi sede da secretária da cultura de São Paulo e somente nos anos 90, reformulado e pronto para abrigar obras de renome internacional, a Pinacoteca do Estado se torna o maior acervo de museus paulistas e brasileiros.
As obras encontradas por lá são desde artistas consgradados, mostrando traços leves e finos com papel e grafite, passando por telas feitas com tinta óleo, obras homenagens e também fotos, documentos e afins, mostrando a evolução e consolidação da megalópole paulistana.
Um lugar em que a paciência para a apreciação das obras de artes deve ser primordial, pois cada sala visitada deve-se prestar atenção nos pequenos detalhes, porque a Pinacoteca é um lugar que mostra um pouco do ontem, com o hoje estando na mesma sintonia e sempre visando o amanhã.
Essa semana será uma singela homenagem ao mestre da literatura brasileira e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, Joaquim Maria Machado de Assis, ou simplesmente Machado de Assis, que faria aniversário na última quinta-feira dia 21 de junho.
Filho de Francisco José de Assis, um mulato que pintava paredes, e Maria Leopoldina da Câmara Machado, lavadeira portuguesa dos Açores, nascido em 21 de junho de 1989, o menino pobre do morro do livramento, no Rio de Janeiro, não terminou os estudos, parou de estudar na quarta para quinta série, ao menos pisou em uma universidade e aos 10 anos de idade Machado de Assis fica órfão de mãe e seu pai viúvo tão logo perdera a esposa casou-se com Maria Inês da Silva em 18 de junho de 1854, que cuidaria do garoto quando Francisco viesse a morrer um tempo depois.
Mas sua ambição pela literatura era tanto, que mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender. Consta que, em São Cristóvão, conheceu uma senhora francesa, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de Francês. Contava, também, com a proteção da madrinha D. Maria José de Mendonça Barroso, viúva do Brigadeiro e Senador do Império Bento Barroso Pereira, proprietária da Quinta do Livramento, onde foram agregados seus pais.
Machado de Assis, sempre obteve paixão pela literatura e isso fez com que ele torna-se jornalista, mesmo não tendo ensino superior, pois nesta época também não existia faculdade de jornalismo e também Machado não tinha nem mesmo o ensino completo, mas sua ganância era maior e o fez escrever para diversos periódicos, como Marmota Fluminense (Rio de Janeiro), O Paraíba (Petrópolis, RJ),Correio Mercantil (Rio de Janeiro),O Espelho (Rio de Janeiro), Diário do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro), Semana Ilustrada (Rio de Janeiro), O Futuro (Rio de Janeiro), Jornal das Famílias (Rio de Janeiro), O Globo (Rio de Janeiro),Gazeta de Notícias (Rio de Janeiro),(Rio de Janeiro),Revista Brasileira (Rio de Janeiro),A Estação (Rio de Janeiro) e o Jornal do Commercio (Rio de Janeiro).
Fundador da cadeira nº. 23, e escolheu o nome de José de Alencar, seu grande amigo, para ser seu patrono. Por sua importância, a Academia Brasileira de Letras passou a ser chamada de Casa de Machado de Assis, a Academia Brasileira de Letras, foi inspirada na Academia Francesa, que o grupo de intelectuais da Revista Brasileira idearam e fundaram, em 1897, junto ao entusiasmado e apoiador Machado de Assis, a Academia Brasileira de Letras, com o objetivo de cultuar a cultura brasileira e, principalmente, a literatura nacional.
Unanimente, Machado de Assis foi eleito primeiro presidente da Academia logo que ela havia sido instalada, no dia 28 de janeiro do mesmo ano. Como escreve Gustavo Bernardo, “Quando se fala Machado fundou a Academia, no fundo o que se quer dizer é que Machado pensava na Academia. Os escritores a fundaram e precisaram de um presidente em torno do qual não houvesse discussão.” No discurso inaugural, Machado aconselhou aos presentes: “Passai aos vossos sucessores o pensamento e a vontade iniciais, para que eles os transmitam também aos seus, e a vossa obra seja contada entre as sólidas e brilhantes páginas da nossa vida brasileira.”
Foi casado com a jovem simpática e culta Carolina Augusta Xavier de Novais, em que permaneceram casados até a morte de sua esposa em 1904, ela era portuguesa, mas faleceu no Rio de Janeiro ao lado de seu marido, que eles não tiveram filhos, mas pós a morte de Carolina, Machado de Assis escreveu um poema em homenagem a seu grande amor, veja o poema logo abaixo:
A Carolina
Querida! Ao pé do leito derradeiro,
em que descansas desta longa vida,
aqui venho e virei, pobre querida,
trazer-te o coração de companheiro.
Pulsa-lhe aquele afeto verdadeiro
que, a despeito de toda a humana lida,
fez a nossa existência apetecida
e num recanto pôs um mundo inteiro…
Trago-te flores – restos arrancados
da terra que nos viu passar unidos
e ora mortos nos deixa e separados;
que eu, se tenho, nos olhos mal feridos,
pensamentos de vida formulados,
são pensamentos idos e vividos.
Mas com a morte de sua esposa, o jornalista e escritor, entra em uma depressão profunda e em 1906, escreve seu último testamento. O primeiro, escrito em 30 de junho de 1898, deixava todos seus bens à esposa Carolina. Com a morte dela, pensou numa partilha amigável com a irmã de Carolina, Adelaide Xavier de Novais, e sobrinhos, efetuando este segundo e último testamento em 31 de maio de 1906, instituindo sua herdeira única “a menina Laura”, filha de sua sobrinha Sara Gomes da Costa e de seu esposo major Bonifácio Gomes da Costa, nomeado primeiro testamenteiro. Em suas últimas semanas, Machado de Assis escreveu cartas a Salvador de Mendonça (7 de setembro de 1908), a José Veríssimo (1 de setembro de 1908), a Mário de Alencar (6 de agosto de 1908), a Joaquim Nabuco (1 de agosto de 1908), a Oliveira Lima (1 de agosto de 1908), entre outros, demonstrando ainda estar lúcido.
E no dia 29 de setembro de 1908, às 3h20 da manhã, no Rio de Janeiro, cidade em que nasceu e viveu, morre Machado de Assis de na boca, mas em sua certidão de óbito relata que morrera de arteriosclerose generalizada, incluindo esclerose cerebral, o que, para alguns, figura questionável pelo motivo de mostrar-se lúcido nas últimas cartas já relatadas.
Confira as obras que o mestre escreveu e nos deixou para continuarmos a levar o nome e as obras dele para as futuras gerações, pois seus livros, poemas e versos, podem ser antigos, mas ainda continua mais atual como nunca.
Romances
Ressurreição, (1872)
A mão e a luva, (1874)
Helena, (1876)
Iaiá Garcia, (1878)
Memórias Póstumas de Brás Cubas, (1881)
Casa Velha, (1885)
Quincas Borba, (1891)
Dom Casmurro, (1899)
Esaú e Jacó, (1904)
Memorial de Aires, (1908)
Coletânea de Poesias
Crisálidas, (1864)
Falenas, (1870)
Americanas, (1875)
Ocidentais, (1880)
Poesias Completas, (1901)
Coletânea de contos
Contos Fluminenses, (1870)
Histórias da Meia-Noite, (1873)
Papéis Avulsos, (1882)
Histórias sem Data, (1884)
Várias Histórias, (1896)
Páginas Recolhidas, (1899)
Relíquias da Casa Velha, (1906)
Peças de teatro
Hoje Avental, Amanhã Luva, (1860)
Queda que as mulheres têm para os tolos, (1861)
Desencantos, (1861)
O Caminho da Porta, (1863)
O Protocolo, (1863)
Teatro, (1863)
Quase Ministro, (1864)
Os Deuses de Casaca, (1866)
Tu, só tu, puro amor, (1880)
Não Consultes Médico, (1896)
Lição de Botânica, (1906)
Contos selecionados
“A Cartomante”
“Miss Dollar”
“O Alienista” (†)
“Teoria do Medalhão”
“A Chinela Turca”
“Na Arca”
“D. Benedita”
“O Segredo do Bonzo”
“O Anel de Polícrates”
“O Empréstimo”
“A Sereníssima República”
“O Espelho”
“Um Capricho”
“Brincar com Fogo”
“Uma Visita de Alcibíades”
“Verba Testamentária”
“Noite de Almirante”
“Um Homem Célebre”
“Conto de Escola”
“Uns Braços”
“A Cartomante”
“O Enfermeiro”
“Trio em Lá Menor”
“O Caso da Vara”
“Missa do Galo”
“Almas Agradecidas”
“A Igreja do Diabo”
É isso ai, espero que que tenha gostado da homenagem, póstumas, mas ‘tá valendo’, para o mestre Joaquim Maria Machado de Assis que foi e é um dos grandes incentivadores para muitos jornalistas e escritores.