Talvez este seja um assunto recente, mas que há muito tempo já houve uma certa discussão. É possível educar com games? E como seria este tipo de educação? Antes de mais nada, quero ressaltar que este texto possui tantos prós e contras em relação a esta discussão delicada, portanto, leia atentamente o texto antes de tirar conclusões precipitadas. Sem mais delongas, vamos começar!
Para muitos esta discussão é antiga, e surgiu um pouco depois dos games terem infestado o mercado, a casa e a mente das pessoas. Muitos na época (senão quase todos) eram contra este tipo de método, chegando ao ponto de cortar tal discussão por não parecer cabível. Afinal na época, grandes jogos não passavam de simples pixels com histórias a contar e missões a cumprir. E se continuasse como naquela época, talvez este texto nem existiria. Mas o curso da humanidade sempre muda, e nossos queridos games evoluíram de uma forma rápida e assustadora.
Hoje em dia temos jogos com muito mais enredo, psicologia profunda com personagens, o ambiente retratado e o mais importante: A interação com o jogador em fazer decisões importantes! Este sim, seria um ponto extremamente importante na hora de apoiar esta idéia para um futuro próximo. Jogos hoje em dia tendem a incentivar o jogador a fazer a escolha certa para que o mesmo, não sofra sérias conseqüências adiante (exemplos como não matar civis ou obedecer as regras criadas pelo game são umas) e até, extrapolar este limite, onde o jogador deve fazer uma ação rápida que pode decidir o jogo em si, mesmo que esta ação seja considera “errada” (os fim justificam os meios, lembram?), e isto é confirmado: Aumenta o raciocínio rápido e estimula áreas do cérebro em relação à lógica
Mas o mundo não é um mar de flores, e mesmo se fosse, há seus espinhos: Mesmo que games apresentem ser peças úteis na educação, há seus contras: o vício.
Sim, tendo este motivo como contra, já se destrói toda uma idéia na qual estamos debatendo. Pode parecer estranho, mas há pesquisas que indicam que a alta exposição de games causa vício na pessoa, e logicamente que órgãos de ensino e educação não iriam querer em salas de aulas espalhadas pelo mundo.
Há muitos e muitos prós e contras em relação a este debate, mas termino este artigo com uma pergunta.
Você é a favor ou contra o uso de games para educação?
Por: Daniel Barris


