[Cabine da Pipoca] “Paraíso” – Uma comédia mexicana de peso

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Salve salve tripulação adorada, ‘óia nóis aqui tráveis’, trazendo novidades do cinema, que a grande imprensa custa a pautar, pois eles preferem ficar com os grandes blockbusters, pois dão mais dinheiro e nesse mundo capitalista, em que grana é tudo, os longas lado B, não são muito divulgados.

E nessa semana no Cabine da Pipoca, vamos ir para a comédia, aliás faz um pouco de tempo que não falamos de uma película de humor, aqui em nosso ‘transatlântico’, por isso aqui estamos para falar da estreia do humorado filme “Paraíso”, de Marina Chenillo.

Esse filme “Paraíso”, foi escrito, dirigido e editado pela Marina, com produção do Pablo Cruz e com fotografia de Yaron Chenillo, é uma comédia, que quebra dos os padrões de mocinho e mocinha magrelos e cheio de romantismo melado, pois trata de um casal de gordinhos, que já namoram desde à infância,  que vivem super felizes, na capital mexicana, Cidade do México.

O projeto para o qual Marina havia sido inicialmente convidada para escrever o roteiro, era baseado em um conto muito querido pelo produtor Pablo Cruz (escrito por Julieta Arévalo), porque falava sobre a periferia da Cidade do México, onde crescera. Conto e filme são muito semelhantes e, ao mesmo tempo, diferentes. A premissa é a mesma, mas os personagens são diferentes. “Eu me senti perdida nos dois primeiros esboços, porque estava entrando em um mundo que não era o meu. Tive que aprender a torná-lo meu, injetar vida nos personagens. Foram grandes lições para mim.” – Falou a diretora de
“Paraíso”.

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Sinopse:
Namorados desde a infância, Carmen e Alfredo vivem felizes em um município próximo à Cidade do México. Alfredo é promovido no trabalho, e o casal é obrigado a se mudar para a capital e se adequar à rotina da metrópole. Os novos valores e relações fazem os dois encararem uma velha condição que pouco os preocupou até aqui: ambos estão acima do peso. Incomodados com os comentários maldosos que chegam aos seus ouvidos, os pombinhos decidem trocar donuts por saladas. Mas novos problemas surgem quando apenas um deles começa a emagrecer.

Trailer de “Paraíso”:

 

FICHA TÉCNICA
Título original: Paraíso
Direção: Mariana Chenillo
Roteiro: Mariana Chenillo

Produção: Pablo Cruz
Fotografia: Yaron Orbach
Edição: Mariana Chenillo

Elenco: Andrés Almeida
Daniela Rincón
Luis Geraldo Mendez
Anabel Ferreira

Gênero: Comédia
País: México
Ano: 2013
Tempo: 105 minutos
Classificação: a verificar

Por Priscila Visconti

[Total Flex] Atitude – Quando um passo leva à conclusão

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Ele cuidava de uma criança. Fazia carinho no cabelo do menino. Eu observava de longe aquela cena que parecia ser de novela. Ele estava sentado no chão, ao lado do garoto que tinha adormecido havia pouco tempo.

Eu observava. Observava tudo. Desde o olhar, o sorriso, o movimento das mãos entre o cabelo da criança e até a forma como parava para pensar. Não sei o que acontecia ao redor. Era só ali que eu me concentrava. Era só nele que eu me perdia.

Quando percebi, já andava em direção a ele. Ninguém se importava com a nossa presença. Então, sentei ao lado dele, olhando a movimentação que ocorria ali. Ainda não sabia o que estava acontecendo. Só estava ali, aproveitando o momento.

Minhas mãos começaram a brincar com o cabelo da criança também, como um pretexto para me aproximar dele. Disse qualquer coisa sobre a forma doce do menino que dormia e vi que os olhos do cara ao meu lado brilhavam. Um sorriso nos lábios e minhas mãos ficaram sem ação.

Trocamos algumas palavras. Sobre o tempo, sobre o que acontecia, sobre as pessoas, sobre a criança. Tempo suficiente para que meus dedos se enroscassem dos dedos dele, como por acidente. Tempo suficiente para que ele percebesse e enroscasse os dedos dele nos meus, de propósito, entendendo o que eu desejava e afirmando o que também queria.

A partir daí, só me lembro do beijo. Calmo, sereno, sentimental.

Respiramos. Meu olhar, mais do que nunca, era nele. E ele também me fitava.

Com semblante sério, me puxou para mais um beijo.

Agora, eu observava de perto aquela cena. Mais que isso, participava. Até acordar.

Por Fábio Rodrigues

[Cantinho Literário] Bienal do Livro 2014, começa nesta semana em São Paulo

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Salve salve tripulação linda, ‘tamô na área’, com o nosso Cantinho Literário e trazendo as novidades do mundo literário, que essa semana tem encontro das principais editoras, livrarias e distribuidoras do país, na maior feira de literatura da América Latina, que é a 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que é um dos eventos que mais agrega público da capital paulista.

O evento reúne mais de 400 editoras, livrarias e distribuidoras renomadas Nacionais e Internacionais, que expõem suas principais obras, apresentando seus lançamentos e proporcionando encontros com vários escritores, bate-papos e seções de autógrafos, despertando o gosto pelos livros, atraindo diversas pessoas, de todas as idades e classe social.

Assim como nas edições anteriores, a Bienal do Livro de São Paulo, traz bate-papos com escritores renomados nacional e internacional como Harlan Coben, Cassandra Clare, Ken Follett, Sally Gardner, Hugh Howey, Maurício de Sousa, Raphael Draccon, Carolina Munhóz e Affonso Solano, marcando presença nessa festa.

Além disso, este ano terá uma programação preparada pela Câmara Brasileira do Livro (CLB) em parceria com o Sesc-SP, oferecerá ainda atrações como A Escola do Livro – em que serão ministrados cursos para os profissionais do setor – , e o espaço Cozinhando com Palavras, comandado pelo chef André Boccato – no qual atividades que visarão unir gastronomia, literatura e cultura serão realizadas. É possível conferir o cronograma completo de atividades.

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Serviço
23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
De 22 a 31 de Agosto de 2014
Anhembi – São Paulo – SP

Pavilhão de Exposições do Anhembi
Avenida Olavo Fontoura, 1.209 – Santana
02012-021 São Paulo

Telefone: (11) 3060-5000
E-mail: info@bienaldolivrosp.com.br
Website: http://www.bienaldolivrosp.com.br

Contatos Bienal do Livro de São Paulo 2014:
Site: http://www.bienaldolivrosp.com.br/
Blog: http://blog.bienaldolivrosp.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/Bienaldolivrosp
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Instagram: http://instagram.com/bienaldolivrosp
Youtube: http://www.youtube.com/user/22bienal
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Por Priscila Visconti (ansiosa para Bienal do Livro SP)

[Cabine da Pipoca] Descanse em Paz, Robin Williams!

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E mais um astro do humor nos deixou essa semana, o grande ator e comediante, que conquistou à todos com suas imitações, como a interpretação do alienígena Mork, da série Mork & Mindy, ou então se emocionou em Sociedade dos Poetas Mortos, como o Professor de Inglês John Keating inspira seus alunos a um amor pela poesia e aproveitar o dia.

Williams é descendente de ingleses, galeses e irlandeses pelo lado de seu pai, e de franceses pelo lado materno. Cresceu frequentando a Igreja Episcopal, embora sua mãe praticasse a Ciência Cristã. Cresceu em Bloomfield Hills, Michigan, onde estudou na Detroit Country Day School, em Woodacre, condado de Marin, Califórnia, onde frequentou uma escola pública, a Redwood High School.

Também frequentou o Claremont McKenna College (então chamado de Claremont Men’s College) por quatro anos. Tem dois meio-irmãos: Todd (morto em 14 de agosto de 2007) e McLaurin.

Sempre era destaque nos filme, desde 1980, ganhando diversos Oscars, como a melhor ator coadjuvante por sua performance no filme Good Will Hunting, de 1997, e também conquistou dois Prêmios Emmy do Primetime, seis Globos de Ouro, dois prêmios do Screen Actors Guild e cinco Grammys.

O Próprio Robin Williams se descreveu em um entrevista em programa nos Estados Unidos, que ele é uma criança quita, quando pequeno, mas sempre brincalhona, pois sempre gostou de imitar tudo que via, sua primeira imitação foi a de sua avó, feita para sua mãe, mas que não foi capaz de superar sua timidez até entrar para a aula de dramaturgia no Ensino Médio e se apaixonar pelos palcos.

Mas apesar de mostrar muita alegria e humor nos palcos, Williams tinha seus problemas pessoais, com drogas, álcool e a depressão e foi esses problemas que levou o ator a se suicidar em sua casa, pois desde a década de 70 ele começou a ter o vício em cocaína, foi ai que ele começou a beber com frequência

Williams foi internado diversas vezes, sendo na última vez no ano de 2009, devido a problemas cardíacos, por consequência do uso abusivo das drogas, fazendo com que cancelar alguns de seus espetáculos solo de stand-up. A cirurgia foi realizada em março de 2009, no qual foi substituído uma válvula da aorta.

Neste terça-feira (11), o astro foi encontrado morto em sua casa, em em Tiburon, Califórnia, por volta do meio-dia, por asfixia devido o enforcamento com um cinto, fazendo com que Robin Williams cometesse suicídio, por causa da depressão na qual ele estava passando, por problemas pessoais de sua vida.

Nós d’O Barquinho Cultural sentimos muito pela perda desse grande mestre do humor, televisão e do cinema, principalmente os de Hollywood, pois o mundo não perdeu só um comediante, mas sim um grande astro, que conseguia transformar qualquer cena, em algo divertido, mesmo ela sendo triste.

Premiações:

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Oscares da Academia
Melhor ator (coadjuvante/secundário)
1997 – Good Will Hunting

Emmy Awards
Atuação individual em programa de variedade ou música
1986 – Carol, Carl, Whoopi and Robin
1987 – ABC Presents: A Royal Gala

Prêmios Globo de Ouro
Melhor ator (série cómica ou musical) em televisão
1978 – Mork and Mindy
Melhor ator (comédia ou musical) em cinema
1987 – Good Morning, Vietnam
1991 – The Fisher King
1992 – prêmio especial – Aladdin
1992 – Mrs. Doubtfire

Prémio Cecil B. DeMille
2005 – Pelo conjunto da obra

Prémios Screen Actors Guild
Melhor elenco
1996 – The Birdcage
Melhor ator coadjuvante em cinema
1997 – Good Will Hunting
Outros prêmios

Grammy – melhor gravação de comédia
1980 – Reality…What a Concept
1988 – ABC Presents A Royal Gala
1988 – A Night at the Met
1989 – Good Morning, Vietnam
2003 – Robin Williams – Live 2002

Grammy – melhor álbum falado
2003 – Live 2002

Por Priscila Visconti