Nesta madrugada de terça-feira (15), quem olhou para a Lua, viu ela um tanto quanto diferente, pois estava ocorrendo um eclipse lunar em todo o continente americano, este fenômeno da lua acontece quando a Lua fica na sombra da Terra em relação ao Sol e ganha uma cor mais vermelhada, razão pela qual foi chamado de “Lua de Sangue”. Esses eclipses totais da Lua, quando o satélite cruza o cone de sombra da Terra, são pouco frequentes.
No Brasil, esse eclipse total pode ser visto a partir das 3:00 horas e a visão foi melhor nas regiões Norte e Centro-Oeste. O último ocorreu no dia 10 de dezembro de 2011 e a última vez que aconteceu, essa série de quatro eclipses lunares totais foi entre 2003 e 2004, segundo a agência espanhola EFE.
Por isso quem não viu este eclipse lunar desta madrugada, pode ver o próximo, que será o eclipse total e está previsto para a madrugada do dia 8 de outubro, ainda deste ano. Este fenômeno acontece a cada seis meses, repetindo apenas sete vezes neste século 21.
Veja abaixo os eclipses previstos para 2014:
15 de abril: Eclipse total da Lua – visível na parte oeste da África, na parte oeste da Europa, Américas, Austrália e leste da Ásia;
29 de abril: Eclipse anular do Sol (quando a Lua fica na frente do Sol e se forma um “anel” do Sol em volta da Lua) – visível na Antártica e Austrália;
8 de outubro: Eclipse total da Lua – visível nas Américas, na Austrália e Ásia;
23 de outubro: Eclipse parcial do Sol – visível na maior parte da América do Norte, no México e na Rússia;
Veja abaixo o vídeo da transformação do fenômeno da “Lua de Sangue”:
Esta semana o escritor será um conhecido, já pelos navegantes do boletim, pois este jovem escritor e jornalista, já nos ajudou bastante aqui n’O Barquinho Cultural, com suas reportagens, artigos, crônicas e poemas de sua própria autoria, mas nem tudo na vida é para sempre e ele seguiu seu caminho em novos projetos e um deles é a divulgação de seu livro, “Marcílio Dias nos corações: A história de um vilarejo”, que é o resultado do trabalho de conclusão de curso, que não mora na vila, não tem parentes e tampouco conhecia a história do lugar.
O escritor desta semana aqui no OBC, é nosso querido amigo Fábio Rodrigues de 22 anos, um jovem amante da escrita, de Canoinhas, Santa Catarina, se formou em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pelo Centro Universitário de União da Vitória e depois ingressou em especialização em Jornalismo Literário, e no ano de 2012, escreveu o livro-reportagem “Marcílio Dias nos corações: a história de um vilarejo” como Trabalho de Conclusão de Curso. O livro recebeu sua primeira edição no ano seguinte, pelo Conselho Editorial da Uniuv e lançado em abril pelo Conselho Editorial Uniuv e Clube de Autores, o livro é o primeiro registro da história da comunidade que já foi grande centro econômico no município.
O livro está estruturado em blocos com pequenas narrativas, com diálogos, metáforas, descrições e onomatopeias. Com “Marcílio Dias nos corações”, o leitor consegue viajar no tempo e visualizar cada lugar descrito, cada personagem-entrevistado.
“Marcílio Dias nos corações: a história de um vilarejo” é resultado do trabalho de conclusão de curso de Rodrigues, que não mora na vila, não tem parentes e tampouco conhecia a história do lugar.
O livro está disponível pelo site, ou então com o próprio autor;
Sinopse: Marcílio Dias nos corações narra a história do vilarejo que fica a 4 quilômetros do centro de Canoinhas (SC).
Utilizando recursos da literatura, o autor conduz uma viagem ao passado, com referências do cotidiano da vila e da cultura dos primeiros moradores.
O leitor consegue identificar ambientes, conhecer personagens e viver momentos da história sem sair de casa.
Hoje é dia cinema, aqui na embarcação com o nosso colaborador, que sempre nos ajuda com um filme diferente, Fábio Astaire, que como já dissemos aqui, ele tem o site que fala tudo sobre cinema, o CinemaCom.com.br.
Sempre trazendo dicas, resenhas ou análises sobre o filme, mas não só os filmes comerciais, mas também aqueles que a grande mídia não pauta.
Como análise do filme, “Tratando de Negócios com O Exótico Hotel Marigold”, que é um filme inglês, mas com grande parte das filmagens na Índia, confira análise abaixo.
Marigold é um filme de John Madden, diretor inglês conhecido pelo premiado Shakespeare Apaixonado (1998), cujo enredo conta as aventuras de um grupo de idosos britânicos decididos em deixar o cotidiano do país de origem para explorar novas experiências na Índia. Já vale a pena assisti-lo pela variedade de temas apresentados numa suave produção, porém este texto dedica-se a dar atenção no seu interessante exemplo de empreendedorismo.
O cenário é composto por nada menos que um velho hotel localizado na cidade de Jaipu, onde expõe visualmente características sociais e econômicas familiares às brasileiras. Seu proprietário é o jovem sonhador Sonny (Dev Patel), movido por atitudes cheias de energia que não são suficientes para comandar um negócio familiar
decadente, ainda que seja um maravilhoso resort no próprio ponto de vista.
Mesmo com a situação precária, ele toma a iniciativa de atender uma clientela diferenciada ao optar pelo público da terceira idade. Porém, os primeiros hospedes não sentem nada bem ao perceber que caíram numa armadilha de propaganda publicada na internet.
Ignorando seus descuidos iniciais, Sonny passa a maior parte de seu trabalho improvisando a estadia dos clientes, além de se perder nos devaneios de um futuro promissor. Logo o que se vê é um grande esforço de uma só pessoa para compensar seu imprudente erro ao enganar os consumidores forasteiros. Por outro lado, eles demonstram todos os tipos de insatisfação possíveis, mesmo na tentativa de se adaptar à inusitada realidade oferecida. É evidente que não há perfil de planejamento no personagem, principalmente quando apresenta seu caótico ambiente aos possíveis investidores. O Exótico Hotel Marigold – Sonny.
Como segundo plano, o longa também mostra outra qualidade duvidosa na prestação de serviço ao abordar o atendimento remoto, já que se trata de um segmento muito explorado pelas novas corporações indianas.
A falta de cordialidade deste canal (sabemos muito bem que não se trata de uma deficiência regional) concede à Evelyn, personagem atuada por Judi Dench, a oportunidade de ser consultora para jovens operadores de telemarketing. Desta forma, ela pôde usar sua vivência tradicional de boas maneiras para ensiná-los como aprimorar sua comunicação a partir do senso crítico.
Comparando os dois casos, é possível perceber que a carência de um lado pode cogitar o potencial do outro. Afinal, uma companhia estruturada por vários colaboradores guiados por funções robóticas podem não ter a sensibilidade de Sonny para cativar fregueses, mesmo que seu serviço não seja estupendo quanto imagina. O que lhe falta é equilibrar seu otimismo visionário com a cooperação de pessoas especializadas em áreas que indicam indiscutível fragilidade, como no caso da administração financeira.
Com o controle da situação, pacientemente o empreendimento hoteleiro deve levar em consideração a estratégia de aproveitar os aspectos turísticos da cidade para se tornar realmente um estabelecimento exótico. Cada personagem mobilizado em conhecer novos horizontes, é responsável por evidenciar seu relacionamento com a cultura da região, bem como consumir o comércio local e principalmente a gastronomia peculiar, quando bem preparada.
O Exótico Hotel Marigold Título original: Best Exotic Marigold Hotel Elenco: Bill Nighy, Maggie Smith, Tom Wilkinson, Judi Dench, Dev Patel, Penelope Wilton, Celia Imrie, Ronald Pickup, Tena Desae. Direção: John Madden Gênero: Drama Duração: 124 min. Distribuidora: Fox Film Estreia: 2012
Sinopse:Aposentados britânicos viajam para a Índia para morar no que acreditam ser um recém reformado hotel, mas o lugar não é tão luxuoso quanto parecia nos anúncios.
“A escrita é terapia para quem lê e para quem escreve, o que em nosso tempo, não é pouca coisa.”
(por: @FebredeRato)
Para mantermos o ritmo na divulgação de novos artistas, vamos seguir nosso rumo, promovendo mais um jovem poeta, Josué Rowstock, 20 anos, de Santa Maria, Rio Grande do Sul, ou como ele assina seus textos, J. Rowstock.
J. Rowstock é um escritor “spunk punk violento” e sua escrita é libertária e terapêutica, se diz um beatnik sem ter dormido na montanha da desolação, contudo se encontra no deserto de Mojave na poesia, nas ruas através dos contos, nas notícias pela crônica, pois ele vive para escrever, pois sua vida é baseada em suas leituras, poemas e análises textual, porque a escrita é uma terapia para a vida.
Rowstock já ganhou divervos prêmios , é coordenador do projeto Febre de Rato, que é o blog, onde ele publica seus textos, poemas, dicas e movimentos da literatura.
Ele é formado em Letras, pela Universidade Federal de Santa Maria – UFSM, cidade na qual mora e toda sua vida é ao redor da literatura e por isso, uma vez por mês, J. estará aqui, mostrando seus anseios literários, como um colaborador do Cantinho Literário.
Mas não pensam que vamos parar de promover esses novos talentos da literatura, isso jamais irá acontecer, afinal estamos aqui para divulgar e promover a cultura alternativa, para que todos saibam que neste Brasil e mundo a fora, há diversos artistas trancados em seu quarto, produzindo e montando suas ideias, como o J.Rowstock, que vive 24 horas do seu dia, no mundo literário.
Sinceridade Literária “É impressão minha, ou realmente existem escritores que enfiam agulhas em si mesmos para terem uma boa história para contar? Ou uma infame poesia para ser escrita…
É lamentável e nada mais do que mediocridade mentir para o leitor. E não estou falando de literatura fantástica, pois estes ainda cultivam uma imaginação enorme, simplesmente estou falando desses tipos que agora sofrem,bebem sem ter vontade de beber, tomam porres de vinho e acreditam que esses alfinetes pingados na pele vão dar boas histórias.
Meu amigo, se tua história não for sincera, todo este teu “drama” não valerá de nada e já sugiro que volte sua escrita para os concursos literários e premiações ou tente uma vaga na Casa dos Poetas. Afinal, existem palavras para todos, existem muitos escritores, mas poucos são os que dão a sua alma para o diabo, quero dizer, o negócio.”
Veja abaixo os livros premiados de Rowstock:
– Coração de Tinta
-Nos olhos negros da Solidão
-Os javalis não Transpiram
-Das histórias de Clarisse
-De tudo e mais um Pouco
-Poesias Cotidianas.
Gênero Plural (misto)
Desculpa pelo atraso do Total Flex desta semana, mas é que ontem foi trampo pesado aqui em casa, com algumas mudanças por aqui, como mudança do guarda-roupa de lugar e desmontar a cama velha, para dar espaço a nova, que deve chegar nas próximas semanas, mas como nós nunca deixaremos nossa tripulação na mão e mesmo atrasado, estamos aqui, publicando e informando todos vocês, então é isso que iremos fazer.
Let’s go to ‘labuta’, porque aqui não pode parar JAMAIS!!!
Nos tempos de hoje, em que a correria e a falta de tempo predomina muitas pessoas e não sobra tempo nem para bater um papo, para esparecer a cabeça e conhecer gente nova, há uma jovem capixaba, Mariana Schettino, 22, que faz dos seus fins de semana uma diversão, pois ela fica sentada em plena à Avenida Paulista, desenhando e com uma placa chamando o pessoal para conversar e fazendo novas amizades.
Este trabalho surgiu, pois ela se sentia muito sozinha, quando veio para São Paulo e para ela não ficar trancada em sua casa, pintando e sem ter contato com o mundo lá fora, e claro, só se estressando de ficar presa em casa, ela decidiu pegar seus materiais artísticos e ir às ruas, para mostrar sua arte para todos e também, conhecer gente e porque não, fazer novas amizades.
A Avenida Paulista, foi o palco para Mariana expor suas ideias, não só porque ela mora por ali perto, mas também, porque lá passam milhares de pessoas, de todos os tipos, gêneros e etnias, com isso, faz com que Mari exponha cada vez mais seu trabalho, fazendo com que todos a conheça como a garota da conversa.
Por isso quem quiser bater um papo com a Mari, basta ir todos os fim de semanas, na Avenida Paulista, no Conjunto Nacional, sentar e conversar, afinal o mundo só precisa disso, de mais conversas e arte e menos violência e mentiras.
Para mais informações sobre o projeto “Vamos Conversar?”, confira os endereços na WEB: