Arquivo da categoria: Cabine da Pipoca

Cabine da Pipoca especial Oscar 2014

Preparem a pipoca, pois está começando mais um Cabine da Pipoca, com os melhores da sétima arte, em uma festa descontraída e com celebridades de alto nível.

No último domingo (2), aconteceu no Teatro Dolby, em Hollywood, na Califórnia, a maior festa da sétima arte do cinema, a 86ª edição da Academy Awards, o Oscar 2014, com a presença de convidados ilustres das estrelas hollywoodianas mais famosas de todo o mundo, como Jared Leto, que foi o primeiro a receber o primeiro prêmio da noite, na categoria ‘Melhor Ator Coadjuvante’, no filme “Clube de Compras Dallas” e a diva dos cinemas e a atriz que mais ganhou estatueta nos últimos tempos, Meryl Streep.
A cerimônia teve apresentação da divertida apresentadora Elle DeGeneres, que já apresentou o Oscar há sete anos atrás e neste ano, ela manteve sua linha brincalhona e animada, agitando todas as celebridades convidadas ao evento, pedindo pizza e fazendo ‘selfies’ com os artistas, além de ter uma de suas fotos a mais compartilhadas nas redes sociais. 
A jovem atriz Jennifer Lawerence, teve seu momento ‘mico’ nesta edição do Oscar, mas dessa vez a ela não caiu ao subir no palco, dessa vez a loira tropeçou na entrada, no glamouroso tapete vermelho.
O evento também teve homenagens aos atores Billy Cristal e Harold Ramis, que faleceu uma semana antes da cerimônia, no dia 24 de fevereiro, em Chicago, Illinois, mas outros ícones do cinema também foram lembrados, como o cineasta brasileiro Eduardo Coutinho, que foi morto no ínicio de fevereiro, entre outras celebridades como o astro de “Velozes e Furiosos”, Paul Walker, morto em um acidente de carro, em novembro do ano passado.
Mas sem mais delongas, confira abaixo a lista completa dos premiados da 86ª edição da cerimônia do Oscar 2014:
Melhor Filme
“12 anos de Escravidão” 
Melhor Diretor
Alfonso Cuarón por “Gravidade” 
Melhor Atriz
Cate Blanchett por “Blue Jasmine”
Melhor Ator
Matthew McConaughey por “Clube de Compras Dallas”
Melhor Atriz Coadjuvante
Lupita Nyong’o por “12 anos de escravidão”
Melhor Ator Coadjuvante
Jared Leto por “Clube de Compras Dallas”
Melhor Animação
“Frozen: Uma aventura congelante”
Melhor Filme Estrangeiro
“A Grande Beleza” (Itália)
Melhor Roteiro Original
Spike Jonze por “Ela”
Melhor Roteiro Adaptado
John Ridley por “12 anos de Escravidão”
Melhor Canção Original
“Let it Go” de Idina Menzel em “Frozen: Uma Aventura Congelante”
Melhor Curta-metragem
“Helium”
Melhor Documentário
“20 Feet from Stardom”
Melhor Curta Documentário
“The lady in number 6: Music saved my life”
Melhor Curta-metragem de animação
“Mr. . Hublot”
Melhor Fotografia
“Gravidade”
Melhor Edição
“Gravidade”
Melhor Trilha sonora original
Steven Price por “Gravidade”
Melhores Efeitos visuais
“Gravidade”
Melhor Edição de som
“Gravidade”
Melhor Mixagem de som 
“Gravidade”
Melhor Figurino
“O Grande Gatsby”
Melhor Design de produção
“O Grande Gatsby”
Melhor Maquiagem e cabelo
“Clube de compras Dallas”
Isso ai pessoal, até semana que vem com mais novidades da sétima arte da cultura, aqui na Cabine da Pipoca.

[Cabine da Pipoca] As desventuras de um jovem gay ou “Então, que gosto tem?”

Foto: Divulgação

Quando assisti ao curta-metragem suíço “Cappuccino”, lembrei de minhas paixões platônicas na adolescência. Daquelas que nos tiram umas boas lágrimas e noites de sono. Daquelas que nos tiram um pouco o gosto pela vida. Daquelas que abalam toda nossa estrutura imatura e juvenil. O cinema tem dessas coisas: brinca com nosso imaginário e nos faz remexer nos baús da memória.

Dirigido por Tamer Ruggli, o curta de 2010 não conta com um enredo mirabolante e complexo. Muito pelo contrário: é simples, mas profundo. E, talvez por isso, tenha uma aura tão singela. Por isso é tão gostoso de assistir. “Cappuccino” conta a história do adolescente Jeremie (Benjamin Décosterd). De um lado, apresenta sua relação distante com a mãe Gina (Manuela Biedermann). De outro, sua paixão arrebatadora por seu colega de classe, Damien (Anton Ciurlia) que, a princípio, não demonstra ter desejo por pessoas do mesmo sexo.

Digo que todo gay já sofreu por amar um heterossexual. É como o porre: todo mundo já teve um na vida. Com nós, gays, é a mesma coisa: depois das dores da primeira paixão – não correspondida – por um heterossexual, aprendemos e procuramos não cometer os mesmos erros. Há outras pessoas, no entanto, que continuam sofrendo com esses amores impossíveis. No caso de Jeremie, há alguma sorte por algo se concretizar, mas nada que faça o curta-metragem terminar com uma bela e promissora história de amor.

Foto: Divulgação

No entanto, “Cappuccino” não aborda somente uma paixão que não deu certo. Aborda as descobertas do próprio corpo e de novas sensações. De relações familiares que nem sempre são as melhores. De expectativas que criamos e que, muitas vezes, não são correspondidas. Desde a mãe fumante mais preocupada com sua vida pessoal do que com os dramas do próprio filho até a vontade se destacar entre os colegas da mesma idade (Jeremie usa um penteado em forma de chifrinhos), “Cappuccino” é mais profundo do que parece ser.

E para quem não vê relação alguma nisso tudo com o título do curta-metragem, sugiro ao leitor assisti-lo para tirar suas próprias conclusões. Com duração de apenas de 15 minutos, ele está disponível na íntegra e legendado para ser visto no YouTube. Confira:

[Cabine da Pipoca com tudo novo] A comédia francesa invadindo OBC

Salve salve galerinha fãs da sétima arte da cultura, estamos começando a nossa editoria de cinema na quinta-feira, mas não é porque esquecemos de algum texto ou estamos adiantando pauta, pelo contrário, agora cinema aqui na nossa embarcação, será toda as quintas-feira, por isso podem anotar na agendas de vocês.
Falando em mudanças, por aqui no O Barquinho Cultural, já passaram diversas pessoas, algumas fazem faltam, como a fofa foquinha Estela Marques (Estelinha), outras pessoas nem tanto e alguns que só apareceram para avacalhar e ‘zoar’ com as editorias do site, mas estamos com colunista novo por aqui, ele não irá publicar ‘quase’ todas as semanas, pois ele já tem seu site sobre cinema e também seus afazeres do dia-a-dia.
O novo colunista que adentra em nossa embarcação é o paulistano Fabio Astaire, um virginiano que adora cinema, fotografia, viajar e conhecer novas culturas e pessoas. Com o olhar clínico para as artes visuais e quase um bom entendedor de cinema, ele embarca com a gente trazendo lançamentos, trilhas sonoras, histórias, entre diversas coisas da sétima arte.

Para começar a estadia do Fábio aqui no OBC, ele trouxe para gente um filme francês, em sua época que estava no auge de sua independência, Playtime – Tempo de Diversão (1967). O filme apresenta uma forma bem humorada a interação social com a modernidade e ainda acrescentar o turismo em seu país como principal tema de reflexão.
Playtime é o quarto filme escrito e dirigido por Jacques Tati, do qual continua a atuar como seu adorável personagem Monsieur Hulot em suas inusitadas aventuras pela cidade de Paris. Num período em que o cinema francês está no auge de sua independência, ele também aproveita o movimento para expressar seu ponto de vista critico ao discutir de forma bem humorada a interação social com a modernidade e ainda acrescentar o turismo em seu país como principal tema de reflexão.
Tati não se importa com interpretação dramática de seus personagens, mas sim com sua movimentação transeunte entre prédios e ruas aos passos de Hulot. Um pacato e desajeitado senhor, no estilo Charles Chaplin, que se perde em engraçadas situações provocadas por sua interação lacônica.
A trama, que se inicia amena e se agita gradativamente até perder o controle, basicamente apresenta o turista americano não tão interessado em conhecer uma cultura diferente da sua. Os grandes centros turísticos são substituídos por uma metrópole aglomerada de arranha-céus construídos apenas para oferecer o consumo de produtos inúteis importados. Por outro lado, os franceses vivem neste ambiente provido de seus trabalhos e se generalizam entre meios de transporte lotados e monótonas casas salvas por aparelhos de televisão.
Onde todos são cinza, o que chama atenção são as fachadas do comércio em neon e o bom humor do protagonista ao administrar de forma desastrosa seus conflitos com os mais diversos tipos de figuras até lhe sobrar tempo para um tímido romance. Sua genialidade é evidente ao transformar extensas cenas num caos social, quando cada quadro pode mostrar mais de um ponto de vista pra deixar qualquer expectador tão confuso quanto parece.
Apesar de ser um longa de 1967, seu questionamento nunca foi tão atual quanto no momento presente. Primeiramente ele ironiza a sociedade influenciada por um mercado tecnológico proposto a solucionar todos os pequenos problemas sem a real necessidade. Por conseqüência, muitas coisas banais são feitas sem que as pessoas percebam a realidade condicionada. É como curtir um congestionamento de carros em outro país com a ideia de brincar num carrossel surreal.
Título original:  Playtime
Diretor:   Jacques Tati
País: França
Categoria: Comédia
Ano:  1967
Atores:   Jacques Tati, Barbara Dennek, Rita Maiden, France Rumilly, France Delahalle, Valérie Camille, Erika Dentzler, Nicole Ray, Yvette Ducreux, Nathalie Jem, Jacqueline Lecomte, Oliva Poli, Alice Field, Sophie Wennek, Evy Cavallaro
Avaliação:   9,0
Sinopse:   O senhor Hulot (Jacques Tati) tem que se encontrar com um oficial americano em uma versão high-tech de Paris, mas acaba por se perder no meio do labirinto urbano que a moderna e fria arquitetura causou. Seguindo uma excursão turística de americanos, ele anda pela cidade procurando traços de humanidade e cor em uma metrópole futurista e cinzenta.
Confira abaixo o trailer de ‘Play Time – Tempo de Diversão”, de Jacques Tati (1967):


Isso ai pessoal até semana que vem com mais Cabine da Pipoca, mesmo se o Fabio não tiver texto algum para nos enviar, nos estaremos aqui, sempre apostos, publicando algum lançamento ou especial da arte cinematográfica para toda a nossa tripulação.
Por Fabio Astaire [Cinema Com]

[Cabine da Pipoca] A Menina Que Roubava Livros chega aos cinemas

Nesta sexta-feira, 31 de janeiro, estreou nos cinemas, um best-seller da literatura internacional, “A Menina que Roubava Livro”, que é um dos livros mais admirados do mundo juvenil, que teve sua adaptação para as telas da sétima arte.
As gravações começaram no mês de fevereiro, do ano passado (2013) e no elenco já definido temos alguns nomes de peso, como Geoffrey Rush e Emily Watson. Ao que parece o clássico drama retratado no livro de Markus Zusak receberá uma grande produção para conquistar todos nas salas de cinema pelo mundo e a trilha sonora, conta com a criação de John Williams.

A Menina que Roubava Livros conta a história, narrada por uma voz sombria, de Liesel que precisa 
ir morar com uma nova família na Alemanha da Segunda Guerra após sua mãe ser acusada de comunismo, aprendendo a cada dia a amar e ser amada, vive de seus sonhos e da vivência dos que tem ao seu redor. Uma longa lista de vidas se misturam com a dela e, desafiando quem já viu as maiores barbáries do planeta e trabalhou para os mais diversos vilões da história mundial, contagia, mostrando que a vida pode, deve e merece ser vivida dia após dia.
A jovem atriz Sophie Nélisse ganhou um dos papéis mais concorridos dos últimos anos. Com uma 
sensibilidade de gente grande, transforma cada olhar em palavra conduzindo o público brilhantemente para as profundezas da razão e emoção contidos em cada parágrafo 
dessa bela história.
O livro é infinitamente mais detalhista, tanto em relação à história dos personagens quanto a todo o contexto mundial, tendo os nazistas em evidência. Mas isso não quer dizer que esse trabalho deixa muito a desejar. A Menina que Roubava Livros é um belo filme, onde a tática do feijão com arroz adotada deu certo. O diretor seguiu o máximo que pôde todas as linhas e idéias de Markus Zusak e transportou para as telonas, principalmente, a emoção o que amarra a história e prende a atenção do espectador do começo ao fim.
Veja abaixo a equipe do filme, “A Menina que Roubava Livros” abaixo:

Diretor – Brian Percival

Atores e atrizes

Geoffrey Rush
Personagem: Hans Hubermann

Emily Watson
Personagem: Rosa Hubermann

Sophie Nélisse
Personagem: Liesel Meminger

Ben Schnetzer
Personagem: Max Vanderburg

Nico Liersch
Personagem: Rudy Steiner

Heike Makatsch
Personagem: Liesels Mutter

Gotthard Lange
Personagem: Gravedigger

Carina N. Wiese
Personagem: Barbara Steiner

Roger Allam
Personagem: Erzähler/Tod

Rainer Bock
Personagem: Bürgermeister Hermann

Barbara Auer
Personagem: Ilsa Hermann

Roteiro – Michael Petroni

Autor da obra original – Markus Zusak

Equipe técnica

Compositor – John Williams

Co-produção – Studio Babelsberg

Produção – Fox 2000 Pictures

Distribuidor brasileiro (Lançamento) – FOX FILMES

Produção – Sunswept Entertainment

Distribuidor no exterior (Lançamento) – Fox

Sinopse: A Menina Que Roubava Livros conta a história de Liesel, uma garotinha extraordinária e corajosa, que foi viver com uma família adotiva durante a Segunda Guerra, na Alemanha. Ela aprende a ler, encorajada por sua nova família, e Max, um refugiado judeu, que elas escondem embaixo da escada. 

Para Liesel e Max, o poder das palavras e da imaginação se tornam a única escapatória do caos que está acontecendo em volta deles. 

A Menina Que Roubava Livros é uma história sobre a capacidade de sobrevivência e resistência do espírito humano.

Assista o trailer de “A Menina que Roubava Livros”:

PS: Desculpa a demora em subir o Cabine da Pipoca, mas nestes dois últimos dias, tivemos alguns problemas técnicos pra resolver… hehe

Por Priscila Visconti (ansiosa pra assistir este best-seller da literatura mundial) 

[Cabine da Pipoca] Cine Belas Artes reabre as portas ainda este ano

Essa é para quem curte arte, em especial a sétima arte. A Prefeitura de São Paulo anunciou nesta semana que a reabertura do clássico cinema situado na esquina da Rua da Consolação com a Avenida Paulista, o Cine Belas Artes está próximo de abrir as portas ao público após três anos de sua última sessão.
A Prefeitura deve anunciar a reabertura do cinema, que fechou por problemas financeiros, durante a semana de comemorações do aniversário da capital e as atividades do Cine Belas Artes serão retomadas por meio de um convênio da Secretaria Municipal de Cultura com a Caixa Econômica Federal, que dará o apoio financeiro.

O cinema Belas Artes, fechado há três anos por problemas financeiro, deve até maio deste ano ser reaberto para o público, porém o movimento continua acompanhando de perto os acertos finais das negociações, que só foram retomadas graças à maior mobilização já ocorrida no Brasil em defesa de um patrimônio cultural. 
Os movimentos em prol o Cine Belas Artes já protestam à tempos do fechamento do cinema, um dos poucos da cidade a se dedicar a uma programação menos comercial e mais artística. “Vamos voltar com o mesmo astral, no mesmo ambiente e fazendo um cinema de arte bacana”.
Para celebrar essa proeza da reabertura do Cine Belas Artes em agradecimento aos 90 mil apoiadores que acompanham a causa desde seu surgimento no Facebook, três anos atrás, quando o Belas Artes ainda estava na iminência de ser fechado.
Haverá um evento para comemorar a grande conquista, será nesta sexta-feira (24), com uma grande festa que irá se concentrar na Praça dos Ciclistas (Avenida Paulista, perto da esquina com a Rua da Consolação) a partir das 19 horas. 
Todos os amantes das artes estão convidados à festejar esta conquista da reabertura de um dos cinemas mais importantes e mais antigos da cidade de São Paulo, que neste sábado (25), completa 460, esse é um lindo presente a maior metrópole do país.
Serviços
Festa de Reabertura do Cine Belas Artes!
Dia: 24/Janeiro/2014 – sexta-feira
Horas: 19:00
Endereço: (Av. Paulista, perto da esquina com a Rua da Consolação)
Mais informações acessam a página do evento no Facebook;

[Cabine da Pipoca] Luz, câmera, ação e Hollywood

Nesta semana, como é a última semana letiva aqui no OBC, depois só em 2014, afinal, somos filhos de Deus e também merecemos descanso, apesar de não ganhar milhões, trabalhamos tanto ou até mais, daqueles que vivem esfregando seus recibos, holerites e 13º salário na cara dos outros. Mas deixa essa história para lá e vamos falar de algo mais útil, que é sobre cultura.
Que para os amantes de cinema, principalmente os hollywoodianos, irão adorar a pauta desta sexta-feira, na qual é sobre a história da capital do cinema nos Estados Unidos, a cidade de Hollywood, que antes não passava de uma cidade praiana como qualquer outra.

Hollywood é um distrito da cidade de Los Angeles na Califórnia de grande importância na constituição da identidade cultural dos Estados Unidos, e está situado a noroeste de Downtown Los Angeles. O distrito se tornou famoso mundialmente pela concentração de empresas do ramo cinematográfico e pela influência que exerce na cultura global. Os produtores de cinema se destacaram em Hollywood em busca de luz natural disponível no local.
Com o passar das décadas, Hollywood se tornou símbolo do poderoso e fantástico cinema estadunidense, sediando premiações e abrigando homenagens públicas para os mais destacados artistas de cinema e musicais do mundo. O local também é famoso pelo grande letreiro chamado Sinal de Hollywood e pela enorme concentração de pessoas ricas e famosas que moram no distrito ou distritos próximos.
Mas dois motivos atraíram os primeiros produtores da indústria cinematográfica americana para Los Angeles, o clima californiano e a distância de Nova York.
O primeiro era perfeito para filmagens, o sol brilhava o ano todo e as paisagens podiam ser facilmente adaptadas às mais variadas tramas há ali tanto deserto quanto mar e montanhas para serem utilizados como cenários naturais. 
O segundo motivo explica-se pelo fato de os cineastas e produtores tentarem escapar do controle de patentes que o inventor americano Thomas Edison (1847-1931) tentava impor em Nova York.
Hollywood se tornou símbolo do poderoso e fantástico cinema estadunidense, sediando premiações e abrigando homenagens públicas para os mais destacados artistas de cinema e musicais do mundo. O local também é famoso pelo grande letreiro chamado Sinal de Hollywood e pela enorme concentração de pessoas ricas e famosas que moram no distrito ou distritos próximos.
Devido à sua fama e identidade cultural como o centro histórico de estúdios e astros de cinema, a palavra “Hollywood” é frequentemente usada como uma metonímia do cinema americano, e é muitas vezes usada alternadamente para se referir à Grande Los Angeles em geral. As alcunhas StarStruck Town e Tinseltown referem-se a Hollywood e sua indústria cinematográfica. 
Atualmente, grande parte da indústria do cinema se dispersou em áreas vizinhas, como a região de Westside, entretanto, significativas indústrias auxiliares, tais como empresas de edição, efeitos, adereços, pós-produção e iluminação permanecem em Hollywood, como o backlot da Paramount Pictures.
Veja abaixo o quadro de ascensão e glória da meca cinematográfica:
1887:  Horace Wilcox, um milionário do setor imobiliário, tenta transformar uma região de campos de cevada, nos arredores de Los Angeles, em comunidade religiosa. Sua mulher, Daeida, é quem batiza o povoado de Hollywood, em homenagem à casa de campo de amigos da família em Chicago
1903:  As terras de Hollywood são compradas por uma organização dirigida pelo general Moses Hazeltine Sherman. Empreendedor nato, Sherman – que, no futuro, seria sócio dos proprietários do jornal Los Angeles Times – foi um grande incentivador da expansão das ferrovias na região, dando impulso ao crescimento urbano
1907:  Fugindo de uma tempestade em Chicago, a equipe de O Conde de Monte Cristo termina o filme em Los Angeles. O astro Francis Boggs gosta do clima e fica por lá, criando o primeiro estúdio californiano. No mesmo ano, The Power of the Sultan (O Poder do Sultão) seria o primeiro filme todo rodado em Hollywood
1909:  O diretor Charles French – que também atuou em mais de 200 filmes até a década de 40 – bate um recorde. Ele produz, para a Bison Company, mais de 185 curtas-metragens em apenas oito meses! É um sinal inequívoco de que a indústria cinematográfica local começa a esquentar para valer
1914:  É fundado o primeiro grande estúdio, a Paramount, que teve origem num estúdio chamado Famous Players Film Company, comandado por Adolph Zukor. Em 1925, surge a Metro-Goldwyn-Mayer, ou MGM. Ambos representam a consolidação definitiva da capital do cinema mundial
Hollywood sempre será sempre lembrada como a cidade do cinema, por proporcionar grandes filmes, com histórias e elencos magníficos, sempre buscando trazer a magia do arte cinematográfica, para todos, mostrando que todos podem sonhar, pensar e sentir, através das telonas dos cinemas. Essa é Hollywood, a cidade da magia do cinema.

[Cabine da Pipoca] 5ª edição do Festival de Cinema de Paulínia

Salve salve tripulação da nossa linda embarcação, em especial os amantes de cinema, que por forças maiores não tivemos o Cabine da Pipoca na última semana, mas para alegria de todos, nesta nesta sexta estamos aqui com o nosso texto semanal sobre o mundo cinematográfico. 
Que é uma honra para toda a equipe do site, noticiar isso, pois o que mais sonhávamos, irá voltar, que é o Pólo de Cinema de Paulínia, tem tudo para voltar a ser a ‘Hollywood brasileira’.
Pois na próxima semana acontece a 5ª edição, que no último ano foi cancelada, por motivos financeiros, mas os organizadores, prefeitura e a secretária do município já tem planos para as próximas edições de um dos maiores festivais nacionais de cinema.

Na próxima semana será realizada a 5ª edição do Festival de Cinema de Paulínia, que já a cidade volta a sua posição de prestígio no país como o pólo nacional de cinema. O prefeito atual, Edson Moura Junior, através da Secretaria Cultura do Município, dá início, na próxima quarta-feira (11) e já com planos da realização da próxima edição, que deve acontecer no mês de julho de 2014.
O V Paulínia Festival de Cinema terá uma programação enxuta, com cinco longas, incluindo o que será  exibido para escolas da rede municipal de ensino e neste ano, o festival, que não terá mostra competitiva, vai homenagear os profissionais premiados nas edições anteriores. Sessões são abertas ao público e terão entrada franca.

A programação do V Paulínia Festival de Cinema vai apresentar os longas: Confie em Mim, de Michel Thikhomiroff; Entre Vales, de Philippe Barcisnki; O Lobo Atrás da Porta, de Fernando Coimbra e Serra Pelada, de Heitor Dhalia, que encerra o evento no sábado, dia 14. Uma História de Amor e Fúria, de Luiz Bolognesi, será exibido diariamente na programação infanto-juvenil, antecedido por filmes dos alunos da escola de stop motion. Além da exibição de filmes, o festival terá seis mesas debatedoras com personalidades do meio cinematográfico nacional e internacional.
Abaixo confira a programação da 5ª edição do Festival de Cinema de Paulínia:
Dia 11 de dezembro, quarta-feira

19h: Cerimônia de Abertura V Paulínia Film Festival
Theatro Municipal Paulo Gracindo
20h: exibição do longa-metragem CONFIA EM MIM (presenças confirmadas do diretor e elenco)
Local: Theatro Municipal Paulo Gracindo
Brasil, 2013, XX min
Direção: Michel Tikhomiroff
Elenco: Antonio Saboia, Bruno Giordano, Fernanda D`Umbra, Fernanda Machado, Geraldo Rodrigues, Mateus Solano
Distribuição: Dowtown Filmes / Paris Filmes
Sinopse: Mari, uma promissora chef de cozinha talentosa e insegura, envolve-se com o carismático empresário Caio, que propõe sociedade em um restaurante. O conto de fadas chega ao fim quando, pouco antes da abertura da casa, um estelionatário some com o dinheiro que Mari havia pedido à mãe.
22h: Coquetel de abertura
Local: Estúdios Paulínia
Dia 12 de dezembro, quinta-feira
11h – 13h: Workshop: A Experiência do Pólo Cinematográfico de Paulínia
Local: Auditório Carlos Tontoli – Paço Municipal
14h – 16h: Mostra Infantojuvenil Stop Motion
Exibição de curtas produzidos por alunos da Escola Stop Motion de Paulínia seguida do longa-metragem UMA HISTÓRIA DE AMOR E FÚRIA
Local: Theatro Municipal Paulo Gracindo
Brasil, 2012, 74 min
Direção: Luiz Bolognesi
Distribuição: Europa Filmes
Sinopse: A história narra o amor entre Janaína e um guerreiro indígena que, ao morrer, assume a forma de um pássaro. Durante seis séculos, a história do casal sobrevive, atravessando quatro fases da história do Brasil: a colonização, a escravidão, o regime militar e o futuro, em 2096, quando haverá uma guerra pela água. Em todos estes períodos, os dois lutam contra a opressão.
15h – 17h: Workshop: Processo Criativo em efeitos especiais para cinema
Apresentação de making of de efeitos visuais em computação gráfica (vfx) produzidos para os filmes mais recentes, como Homem-Aranha, Branca de Neve, Oblivion, etc.
Exibição de artes conceituais, matte painting e storyboards para a produção de filmes e as necessidades de conceito, direção de arte e desenvolvimento da história e como eles funcionam juntos. Como criar o seu próprio estilo e onde buscar inspiração e assim construir um portfólio de sucesso.
Local: Top Cine Plex – Paulínia Shopping
19h: Homenagens aos profissionais premiados nas edições anteriores
Theatro Municipal Paulo Gracindo
20h: exibição do longa-metragem ENTRE VALES (presenças confirmadas do diretor e elenco)
Theatro Municipal Paulo Gracindo
Brasil, 2012, 80 min
Direção: Philippe Barcinski
Elenco: Ângelo Antônio, Daniel Hendler, Inês Peixoto, Matheus Restiffe, Melissa Vettore
Distribuição: Europa Filmes
Sinopse: Vicente é economista, pai de Caio e marido de Marina, uma dedicada dentista. Ele tem uma vida comum em casa e no trabalho até que uma perda seguida da outra o levam a assumir uma outra identidade, passando a viver em um lixão, ao lado de outros catadores.
Dia 13 de dezembro, sexta-feira
11h – 13h: Workshop: Pólos de Cinema  – relatos de experiências fora do país
Local: Auditório Carlos Tontoli – Paço Municipal
14h– 16h: Mostra Infantojuvenil Stop Motion
Exibição de curtas produzidos por alunos da Escola Stop Motion de Paulínia e do longa-metragem UMA HISTÓRIA DE AMOR E FÚRIA
Local: Theatro Municipal Paulo Gracindo
15h – 17h: Workshop: Trabalhando com Holywood
Convidado: Carlos Arguello
Local: Top Cine Plex – Paulínia Shopping
Um dos pioneiros na criação de imagens de computador para a nova indústria de entretenimento, Carlos continua a abrir caminhos de inovação com a sua própria empresa, STUDIO C. Seu desenvolvimento profissional levou-o a reunir jovens de diversos lugares e inserí-los com sucesso no mundo desafiante dos efeitos especiais de grandes produções de Hollywood.
19h: Homenagens aos profissionais premiados nas edições anteriores
Local: Theatro Municipal Paulo Gracindo
20h: exibição do longa-metragem O LOBO ATRÁS DA PORTA (presenças confirmadas do diretor e elenco)
Local: Theatro Municipal Paulo Gracindo
Brasil, 2013, 100 min.
Direção: Fernando Coimbra
Elenco: Antonio Saboia, Fabiula Nascimento, Juliano Cazarré, Leandra Leal, Milhem Cortaz, Tamara Taxman, Thalita Carauta
Distribuição: Imagem Filmes
Sinopse: Depos que uma criança é raptada, três pessoas envolvidas no caso são interrogados na delegacia. Sylvia e Bernardo são os pais da vítima. Rosa é a principal suspeita e amante de Bernardo. Os três prestam depoimentos contraditórios e, aos poucos, nos levam aos recantos mais obscuros dos desejos, mentiras, carências e perversidades do relacionamento desses três personagens conturbados.
Dia 14 de dezembro, sábado
11h – 13h: Workshop: Co produção e conteúdos de TV
Local: Auditório Carlos Tontoli – Paço Municipal
15h – 17h: Workshop: De Jurassic Park à Garfield
Convidado: Mark Dipeé
Mark, diretor americano e supervisor de efeitos especiais, mostrará os bastidores de filmes precursores da era digital, de Jurassic Park à Garfield: Um Super-Herói Animal,  explicando todo o processo de direção.
Local: Top Cine Plex – Paulínia Shopping
19h: Homenagens aos profissionais premiados nas edições anteriores
Theatro Municipal Paulo Gracindo
20h: exibição do longa-metragem SERRA PELADA (presenças confirmadas do diretor e elenco)
Local: Theatro Municipal Paulo Gracindo
Obs: Haverá tradução simultânea nas mesas com profissionais estrangeiros.
Por Priscila Visconti  (bastante feliz, pela volta do festival de Paulínia)

[Cabine da Pipoca] "Não contava com as minhas astucias" – Chapolin Colorado nos cinemas em 2014

‘Chavesmaníacos’ se preparem, pois no próximo ano terá estreia nos cinemas, pois o filme “El Chapulín Colorado”, já está em processo de finais de produções e em meados de 2014 irá estrear nos cinemas, que contará com os originais personagens principais do humorista mexicano Roberto Gomez Bolaños, o “Chespirito”, que de acordo com o diretor do Grupo Chespirito, Luis Jorge Arnau, ele não tem data exata para o lançamento.

Arnau também acrescentou que “se há filmes infantis que vêm muito forte, então a decisão de mudar a data ou a antecedência que vai demorar, mas o fato é que o lançamento não será antes da Copa do Mundo (Brasil 2014). “
O filme foi filmado em um orçamento estimado de caixa $ 10 milhões, tornando-se o filme de animação mais caro em coisas mexicanas sobre a produção até o momento. Arnau disse que eles também estão desenvolvendo novas formas de entretenimento para o projeto.
Segundo o executivo, o filme é um filme que toda a família pode assistir e ter novos personagens, especialmente na parte dos vilões, personagens como “Rosa Rumorosa” ou “Rascabuches” e foram confirmadas.
Agora vamos esperar a estreia mais aguardada de um dos heróis mais amados e desejados pro todos, afinal, quem nunca o chamou em momentos de apuros, dizendo aquela famosa frase; “Oh… e agora quem poderá nos defender!”, só para ver o Chapolin aparecia para ajudá-lo.
Isso aí pessoal, bom fim de semana e até semana que vem com mais das artes cênicas por aqui na nossa Cabine da Pipoca.

Cabine da Pipoca em clima de terror

Nesta semana a repórter que vos fala, está em clima de terror, por causa da semana do Halloween e do dia dos mortos (finados), então por isso, nós desta embarcação, OBC, vamos falar de um filme, que é clássico em relação a filmes de terror independente, “A Noite dos Mortos Vivos”, do ano de 1968, do diretor George Romero.

O filme é todo em preto e branco e conta a história sobre a reanimação misteriosa de indivíduos recentemente mortos, e seus esforços, junto de outras cinco pessoas, para sobreviverem a noite enquanto presos em uma casa de fazenda na região rural da Pensilvânia, tendo um grande impacto sobre a cultura estado-unidense da era da Guerra do Vietnã, por ser carregado de críticas à sociedade do final dos anos 1960; um historiador o descreveu como “subversivo em diversos níveis”.
Apesar de não ser o primeiro filme de zumbi, Night of the Living Dead é o progenitor de um sub-gênero contemporâneo de filmes de terror chamado “apocalipse zumbi”, e influenciou o arquétipo moderno do zumbi na cultura popular.
O orçamento da trama foi de 114.000 de dólares, e após uma década de relançamentos cinematográficos, faturou cerca de $12 milhões domesticamente e US$ 30 milhões internacionalmente.
Para época o filme foi considerado explícito, pois poucos diretores se faziam cinema de terror, neste nível, que na época era bastante assustador, mas segundo a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos o registrou ao seu Registro Nacional de Filmes como um filme considerado “historicamente, culturalmente ou 
esteticamente importante”.
A Noite dos Mortos-Vivos, também teve outras releituras, como no ano de 1990 e em 2006, que também havia a versão em 3D, mas na década de 60, época da Guerra do Vietnã,  um historiador descreveu como “subversivo em diversos níveis”, gerando um grande impacto na cultura dos Estados Unidos. 
Apesar de não ser o primeiro filme de zumbi da história dos filmes de terror. A Noite dos Mortos-Vivos é um grande marco de um sub-gênero contemporâneo do cinema de terror, assim foi chamado de “apocalipse zumbi”, influenciando o arquétipo moderno do zumbi na cultura popular.
Produção do filme “A Noite dos Mortos-Vivos” do ano de 1968:

Direção
George A. Romero
Produção 
Russell Streiner

Karl Hardman
Roteiro
John A. Russo
George A. Romero
Elenco original
Duane Jones
Judith O’Dea
Karl Hardman
Marilyn Eastman
Keith Wayne
Judith Ridley
Kyra Schon
Edição
George A. Romero
John A. Russo
Gênero: Terror
Idioma original: Inglês
Música: Música de estoque
Distribuição: The Walter Reade Organization
Lançamento: 1 de outubro, 1968
SINOPSE: Ben (Duane Jones) e Barbra (Judith O’Dea) são os protagonistas de uma história sobre a reanimação misteriosa de indivíduos recentemente mortos, e seus esforços, junto de outras cinco pessoas, para sobreviverem a noite enquanto presos em uma casa de fazenda na região rural da Pensilvânia.
Assista abaixo o filme completo de “A Noite dos Mortos-Vivos”:

Boa semana a todos e até sexta-feira que vem, com mais cinema aqui em nossa embarcação!!!Por Priscila Visconti

[Cabine da Pipoca] Cinema x Ciência

As últimas grandes produções de ficção científica tropeçam nos princípios da ciência, como no caso do recém-lançado, “Gravidade”, que estreou na última sexta-feira (11), nas salas de cinema de todo o mundo, com Sandra Bullock e George Clooney no elenco e com direção de Alfonso Cuarón.
Esse tipo de filme é sempre um sucesso de bilheteria em todo o mundo, mas esta aventura espacial contém alguns erros, que foram detectados pelo renome e popular astrofísico norte-americano Neil de Grasse Tyson.

Apesar de Sandra Bullock ter feito um treino específico para astronautas para encarar com perfeição o papel, a produção e os roteiristas não repararam que, na gravidade zero, seu cabelo deveria flutuar livremente sobre sua cabeça, contudo, o que se vê são suas madeixas escovadas. 

Outro deslize é em relação ao lixo espacial que aparece orbitando pela Terra de oeste para leste, mas quase todo o satélite faz a direção ao contrário, como em uma cena o personagem de Clooney solta a astronauta e ela sai voando, mas em uma situação real eles voariam juntos.

Outro momento do filme, é quando o telescópio Hubble, a Estação Espacial Internacional e uma estação espacial chinesa são avistados em um mesmo plano visual, porém, no espaço de verdade, estas estruturas estão separadas por centenas de quilômetros de distância.
Vejam abaixo alguns filmes, que assim como “Gravidade”, também cometeu alguns erros científicos da história do cinema:
O filme “Armagedom”, estrelado por Bruce Willis, tem, ao menos, 168 erros deste tipo, de acordo com especialistas. O mais grave é que seria impossível destruir uma rocha espacial, ou cometa, com apenas uma bomba. 
Em “O Dia Depois de Amanhã”, a cidade de Nova York é inundada completamente de um dia para o outro. Na realidade, para que isso pudesse realmente acontecer, seria necessário que toda a Antártida derretesse e que sua água fosse derramada sobre a metrópole. 
Já o apocalíptico “2012”, considerado por muitos como uma das mais imprecisas histórias da ficção científica, propõe que partículas de neutrinos vindas de explosões solares cozinharam o núcleo da Terra, produzindo terremotos e outras catástrofes. Porém, os neutrinos são partículas neutras que não interagem com substâncias físicas. 
A obra “Epidemia” é baseada na existência de um vírus impossível de existir. O vírus é descrito como tão absurdamente letal que, se existisse de fato, mataria qualquer candidato a portador antes mesmo do contágio. 
Em “Independence Day”, os extraterrestres usam raios para destruir a espécie humana, mas isso seria um gasto desnecessário de energia. O simples pouso daquela gigantesca nave mãe na Terra seria capaz de provocar um desequilíbrio gravitacional que, por si só, causaria o colapso de cidades inteiras. 
Informações sobre “Gravidade”:
Elenco: Sandra Bullock, George Clooney
Diretor: Alfonso Cuarón
Roteiro: Alfonso Cuarón e Jonás Cuarón
Duração: 1 hora e 31 minutos
Gênero: Ficção Científica
Sinopse: 
‘Gravidade’ acompanha a Dra. Ryan Stone (Sandra Bullock), uma brilhante engenheira em sua primeira missão espacial, com o astronauta veterano Matt Kowalsky (George Clooney). Mas, durante um passeio espacial, aparentemente rotineiro, ocorre um acidente. A nave é destruída, deixando Stone e Kowalsky completamente sozinhos, dependendo um do outro em um ambiente de total escuridão. 
O silêncio ensurdecedor confirma que eles perderam qualquer ligação com a Terra… e qualquer chance de resgate. Conforme o medo vai se tornando pânico, o oxigênio que resta vai sendo consumido desesperadamente. E, provavelmente, o único jeito de ir para casa seja encarar a imensidão assustadora do espaço.
Confira o trailer do filme: