[Cantinho Literário] A Vida de Danilo Gentili

Está um pouco atrasado, mas cá estou publicando meu texto a bordo do nosso Barquinho, pois mesmo passando um dia, não esqueci desta embarcação que nos leva ao mundo totalmente cultural e alternativo, esta semana vamos sair do lado romântico da literatura e ir para o cômico da arte literária, então se liga na dica, pois quem perder… Agora é Tarde!

O apresentador mais jovem de talk show, Danilo Gentili, lançou seu terceiro livro no mês passado, dia 29/junho, com uma noite de autógrafos na livraria Cultura, no conjunto nacional, na Avenida Paulista.

O livro do apresentador, humorista e empresário, conta um pouco da história da sua vida, mas com uma ‘pitada’ de humor, quem já assistiu algum show stand up do rapaz, vai poder rir de novo com o livro e quem nunca viu ou assistiu seu programa (Agora é Tarde), na Band, vai poder conhecer um pouco de seu humor jovem, original e desencanado.

Esse livro é terceiro de sua carreira, os antecessores de “Vida”,  “Como se tornar o pior aluno da escola” e o “Politicamente Incorreto”, obteve uma vendagem de muito exito, fazendo com quem Danilo ficasse reconhecido em todo Brasil.

Para mais informações acesse o site oficial do Danilo, ou então o twitter (@DaniloGentili) ou a  fanpage e saiba mais informações sobre eventos, show, que ele irá participar e também fica por dentro do acontece em seu late show Agora é Tarde.

[DICAS] Cantinho Literário



Para o nosso Cantinho Literário não ficar sem sua publicação semanal, pois a autora se atrasou um pouco com a pauta, fiquem com algumas dicas de lançamentos de livros e para todos os estilos, desde pessoas que curte romance, música e tecnologia, em verdade mais para quem é um Applemaniac.. hehe

Mas para semana que vem, estou trabalhando em uma pauta, que com certeza, todos irão adquirir hábitos de comprar livros por lá, estou falando daquelas máquinas de livros que há nos metrôs metropolitanos de Sampa, que desde seu lançamento nas estações paulistanas, faz muito sucesso entre os amantes de livros e também aumentou o número de usuários dos metrôs, que colocaram mais literatura em suas vidas.


Então, aguardem, pois semana que vem, esta matéria promete, mas enquanto isso, fiquem com os últimos lançamentos dos últimos dia.

Autor: Sparks, Nicholas

Editora: Arqueiro

Categoria: Literatura Estrangeira / Romance

Sinopse:
Na primavera de 1984, os estudantes Amanda Collier e Dawson Cole se apaixonaram perdidamente. Embora vivessem em mundos muito diferentes, o amor que sentiam um pelo outro parecia forte o bastante para desafiar todas as convenções de Oriental, a pequena cidade em que moravam. Nascido em uma família de criminosos, o solitário Dawson acreditava que seu sentimento por Amanda lhe daria a força necessária para fugir do destino sombrio que parecia traçado para ele. Ela, uma garota bonita e de família tradicional, que sonhava entrar para uma universidade de renome, via no namorado um porto seguro para toda a sua paixão e seu espírito livre. Infelizmente, quando o verão do último ano de escola chegou ao fim, a realidade os separou de maneira cruel e implacável. Vinte e cinco anos depois, eles estão de volta a Oriental para o velório de Tuck Hostetler, o homem que um dia abrigou Dawson, acobertou o namoro do casal e acabou se tornando o melhor amigo dos dois.

Autor: Heatley, Michael
Editora: Edições Ideal
Categoria: Literatura Estrangeira / Biografias e Memórias
Sinopse:
Nirvana, Foo Fighters, Queens Of The Stone Age, Them Crooked Vultures, Paul McCartney, Tom Petty, Killing Joke, Tony Iommi, David Bowie, Mike Watt, Garbage, Nine Inch Nails, Prodigy, Cat Power. O que poderia facilmente ser o line-up de um festival de grande porte é na verdade um pedaço do currículo de Dave Grohl, músico dos mais ocupados do planeta que é especialista em fazer com que tudo que ele toque vire ouro. A Edições Ideal traz ao Brasil o livro “Dave Grohl – Nada A Perder”, biografia de Michael Heatley com mais de 200 páginas que conta a história do queridinho do rock desde sua infância em Springfield, Virginia, até o sucesso gigantesco do Foo Fighters com seus discos e clipes, passando pelo período com uma das bandas mais influentes da história, o Nirvana. Curiosidades, declarações polêmicas, bastidores, (muitos) elogios de gente importante e trabalho duro compõem esse livro que explica como um baterista do hardcore tornou-se o líder, vocalista e guitarrista de uma das bandas mais requisitadas e premiadas dos últimos anos.
“Nada A Perder” tem 11 capítulos organizados de forma cronológica, discografia e videografia de Grohl. Prêmios e fatos conhecidos sobre o cara e suas bandas até segredos como a perda da virgindade para uma jogadora de basquete, uma banda cover de Beatles tocando em seu casamento e o desconforto de Kurt Cobain em lançar um mega hit do Nirvana por ser parecido com uma música de outra banda são apenas algumas das passagens que o leitor irá encontrar em “Nada A Perder”, da Edições Ideal.

Autor: Sander, Peter
Editora: Universo dos Livros
Categoria: Administração / Administração Geral
Sinopse:
O que Steve Jobs faria se estivesse no meu lugar? Diferentemente das biografias existentes que se prendem a passagens da vida de Steve Jobs, este livro apresenta de maneira inédita o modelo de gestão criado por ele a frente da Apple e que a transformaram na empresa mais valiosa do mundo. A partir da comparação das visões convencionais de gestão com o modelo implantado por Jobs, o autor mostra o quanto o CEO da Apple foi diferente, e apresenta o novo modelo de liderança de Jobs dividido em seis partes, que incluem consumidor, visão, cultura, produto, mensagem e marca, capturando assim a essência da genialidade de Jobs que poderá inspirar e guiar gestores e líderes que pretendem ter sucesso a frente de empresas em diferentes segmentos de atuação.
É isso ai pessoal, boa leitura e bom divertimento a todos, pois nós aqui d’O Barquinho, agradamos todos os públicos e por isso que escolhemos três lançamentos das últimas’TOP’ de linha, para agradar a todos.
Boa semana a todos

[ESPECIAL] Jornalismo Literário

 
“É muito melhor cair das nuvens que de um terceiro andar!”
Machado de Assis

Chegando a reta final do nosso especial, Jornalismo Literário, e claro, que o melhor ficou para o fim, pois com certeza, todo mundo conhece e já leio pelo menos um livro deste autor.
Na Fuvest, este autor é figurinha carimbada, pois seus livros são leitura obrigatória e o Dom Casmurro é o campeão nisso.. hehe Se você pensou em Machado de Assis, acertou, pois ele foi, não só um grande autor mundial e jornalista, mas também foi uma pessoa de muita garra, percepção e inteligência.
Machado de Assis, estudou até a quarta série do primeiro grau e tampouco fez faculdade, mas ainda pequeno foi autodidata e aprendeu a ler sozinho. Era filho de uma lavadeira e um operário, carioca da gema e amante pela escrita, poesias, contos e literatura.
Foi o célebre do realismo no Brasil, considerado o maior expoente da literatura brasileira e do Realismo no Brasil, desenvolve em sua ficção uma análise psicológica e universal e sela, portanto, a independência literária do país. 
Machado de Assis,  foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, junto com outros grandes autores, Lúcio de Mendonça, Machado de Assis, Inglês de Souza, Olavo Bilac, Graça Aranha, Medeiros e Albuquerque, Joaquim Nabuco, Teixeira de Melo, Visconde de Taunay e Rui Barbosa.
Bom mas eu sou apenas uma inspirante a Machado de Assis e tenho muito que aprender, para chegar a nível de mestre.
Então… Tenha uma ótima diversão, emoção e prazer, lendo abaixo, um pouco da história e das principais obras do pequeno Machado.

Machado de Assis (Joaquim Maria M. de A.), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. 
É o fundador da Cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras. Velho amigo e admirador de José de Alencar, que morrera cerca de vinte anos antes da fundação da ABL, era natural que Machado escolhesse o nome do autor de O Guarani para seu patrono. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.
Filho do operário Francisco José de Assis e de Maria Leopoldina Machado de Assis, perdeu a mãe muito cedo, pouco mais se conhecendo de sua infância e início da adolescência. Foi criado no morro do Livramento. Sem meios para cursos regulares, estudou como pôde e, em 1854, com 15 anos incompletos, publicou o primeiro trabalho literário, o soneto “À Ilma. Sra. D.P.J.A.”, no Periódico dos Pobres, número datado de 3 de outubro de 1854. Em 1856, entrou para a Imprensa Nacional, como aprendiz de tipógrafo, e lá conheceu Manuel Antônio de Almeida, que se tornou seu protetor. Em 1858, era revisor e colaborador no Correio Mercantil e, em 60, a convite de Quintino Bocaiúva, passou a pertencer à redação do Diário do Rio de Janeiro. Escrevia regularmente também para a revista O Espelho, onde estreou como crítico teatral, a Semana Ilustrada e o Jornal das Famílias, no qual publicou de preferência contos.
O primeiro livro publicado por Machado de Assis foi a tradução de Queda que as mulheres têm para os tolos (1861), impresso na tipografia de Paula Brito. Em 1862, era censor teatral, cargo não remunerado, mas que lhe dava ingresso livre nos teatros. Começou também a colaborar em O Futuro, órgão dirigido por Faustino Xavier de Novais, irmão de sua futura esposa. Seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, saiu em 1864. Em 1867, foi nomeado ajudante do diretor de publicação do Diário Oficial. Em agosto de 69, morreu Faustino Xavier de Novais e, menos de três meses depois (12 de novembro de 1869), Machado de Assis se casou com a irmã do amigo, Carolina Augusta Xavier de Novais. 
Foi companheira perfeita durante 35 anos. O primeiro romance de Machado, Ressurreição, saiu em 1872. No ano seguinte, o escritor foi nomeado primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, iniciando assim a carreira de burocrata que lhe seria até o fim o meio principal de sobrevivência. Em 1874, O Globo (jornal de Quintino Bocaiúva), em folhetins, o romance A mão e a luva. 
Intensificou a colaboração em jornais e revistas, como O Cruzeiro, A Estação, Revista Brasileira (ainda na fase Midosi), escrevendo crônicas, contos, poesia, romances, que iam saindo em folhetins e depois eram publicados em livros. 
Uma de suas peças, Tu, só tu, puro amor, foi levada à cena no Imperial Teatro Dom Pedro II (junho de 1880), por ocasião das festas organizadas pelo Real Gabinete Português de Leitura para comemorar o tricentenário de Camões, e para essa celebração especialmente escrita. De 1881 a 1897, publicou na Gazeta de Notícias as suas melhores crônicas. 
Em 1880, o poeta Pedro Luís Pereira de Sousa assumiu o cargo de ministro interino da Agricultura, Comércio e Obras Públicas e convidou Machado de Assis para seu oficial de gabinete (ele já estivera no posto, antes, no gabinete de Manuel Buarque de Macedo). Em 1881 saiu o livro que daria uma nova direção à carreira literária de Machado de Assis – Memórias póstumas de Brás Cubas, que ele publicara em folhetins na Revista Brasileira de 15 de março a 15 de dezembro de 1880. Revelou-se também extraordinário contista em Papéis avulsos (1882) e nas várias coletâneas de contos que se seguiram. Em 1889, foi promovido a diretor da Diretoria do Comércio no Ministério em que servia.
Grande amigo de José Veríssimo, continuou colaborando na Revista Brasileira também na fase dirigida pelo escritor paraense. 
Do grupo de intelectuais que se reunia na Redação da Revista, e principalmente de Lúcio de Mendonça, partiu a idéia da criação da Academia Brasileira de Letras, projeto que Machado de Assis apoiou desde o início. Comparecia às reuniões preparatórias e, no dia 28 de janeiro de 1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, à qual ele se devotou até o fim da vida.
A obra de Machado de Assis abrange, praticamente, todos os gêneros literários. Na poesia, inicia com o romantismo de Crisálidas (1864) e Falenas (1870), passando pelo Indianismo em Americanas (1875), e o parnasianismo em Ocidentais (1901).
Paralelamente, apareciam as coletâneas de Contos fluminenses (1870) e Histórias da meia-noite (1873); 
os romances Ressurreição (1872), A mão e a luva (1874), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878), considerados como pertencentes ao seu período romântico. A partir daí, Machado de Assis entrou na grande fase das obras-primas, que fogem a qualquer denominação de escola literária e que o tornaram o escritor maior das letras brasileiras e um dos maiores autores da literatura de língua portuguesa.
A obra de Machado de Assis foi, em vida do Autor, editada pela Livraria Garnier, desde 1869; em 1937, W. M. Jackson, do Rio de Janeiro, publicou as Obras completas, em 31 volumes. Raimundo Magalhães Júnior organizou e publicou, pela Civilização Brasileira, os seguintes volumes de Machado de Assis: Contos e crônicas (1958); Contos esparsos (1956); Contos esquecidos (1956); Contos recolhidos (1956); Contos avulsos (1956); Contos sem data (1956); Crônicas de Lélio (1958); Diálogos e reflexões de um relojoeiro (1956). Em 1975, a Comissão Machado de Assis, instituída pelo Ministério da Educação e Cultura e encabeçada pelo presidente da Academia Brasileira de Letras, organizou e publicou, também pela
Civilização Brasileira, as Edições críticas de obras de Machado de Assis, em 15 volumes, reunindo contos, romances e poesias desse escritor máximo da literatura brasileira.
OBRAS:

Romances
Ressurreição, (1872)
A mão e a luva, (1874)
Helena, (1876)
Iaiá Garcia, (1878)
Memórias Póstumas de Brás Cubas, (1881)  
Casa Velha, (1885)
Quincas Borba, (1891)
Dom Casmurro, (1899)
Esaú e Jacó, (1904)
Memorial de Aires, (1908)
Coletânea de Poesias
Crisálidas, (1864)
Falenas, (1870)
Americanas, (1875)
Ocidentais, (1880)
Poesias Completas, (1901)
Peças de teatro
Hoje Avental, Amanhã Luva, (1860)
Queda que as mulheres têm para os tolos, (1861)
Desencantos, (1861)
O Caminho da Porta, (1863)
O Protocolo, (1863)
Teatro, (1863)
Quase Ministro, (1864)
Os Deuses de Casaca, (1866)
Tu, só tu, puro amor, (1880)
Não Consultes Médico, (1896)
Lição de Botânica, (1906)
Coletânea de Poesias
Crisálidas, (1864)
Falenas, (1870)
Americanas, (1875)
Ocidentais, (1880)
Poesias Completas, (1901)

Contos selecionados
“A Cartomante”
“Miss Dollar”
“O Alienista” (†)  
“Teoria do Medalhão”
“A Chinela Turca”
“Na Arca”
“D. Benedita”
“O Segredo do Bonzo”
“O Anel de Polícrates”
“O Empréstimo”
“A Sereníssima República”
“O Espelho”
“Um Capricho”
“Brincar com Fogo”
Coletânea de contos
Contos Fluminenses, (1870)
Histórias da Meia-Noite, (1873)
Papéis Avulsos, (1882)
Histórias sem Data, (1884)
Várias Histórias, (1896)
Páginas Recolhidas, (1899)
Relíquias da Casa Velha, (1906)
Contos selecionados
“Uma Visita de Alcibíades”
“Verba Testamentária”
“Noite de Almirante”
“Um Homem Célebre”
“Conto de Escola”
“Uns Braços”
“A Cartomante”
“O Enfermeiro”
“Trio em Lá Menor”
“O Caso da Vara”
“Missa do Galo”
“Almas Agradecidas”
“A Igreja do Diabo”
Por: @pii_littrell (Uma admiradora master por Machado de Assis… hehe)
PS: Isso vai pra @nickacarter, pela vitória de 2×1 ontem (Domingo)… Chupaaaaaaaaaaaaaaaaaaa Porcada, aqui é CORINTHIANS mano! hauhauhuahuahuahua