[Cabine da Pipoca] Descanse em Paz, Robin Williams!

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E mais um astro do humor nos deixou essa semana, o grande ator e comediante, que conquistou à todos com suas imitações, como a interpretação do alienígena Mork, da série Mork & Mindy, ou então se emocionou em Sociedade dos Poetas Mortos, como o Professor de Inglês John Keating inspira seus alunos a um amor pela poesia e aproveitar o dia.

Williams é descendente de ingleses, galeses e irlandeses pelo lado de seu pai, e de franceses pelo lado materno. Cresceu frequentando a Igreja Episcopal, embora sua mãe praticasse a Ciência Cristã. Cresceu em Bloomfield Hills, Michigan, onde estudou na Detroit Country Day School, em Woodacre, condado de Marin, Califórnia, onde frequentou uma escola pública, a Redwood High School.

Também frequentou o Claremont McKenna College (então chamado de Claremont Men’s College) por quatro anos. Tem dois meio-irmãos: Todd (morto em 14 de agosto de 2007) e McLaurin.

Sempre era destaque nos filme, desde 1980, ganhando diversos Oscars, como a melhor ator coadjuvante por sua performance no filme Good Will Hunting, de 1997, e também conquistou dois Prêmios Emmy do Primetime, seis Globos de Ouro, dois prêmios do Screen Actors Guild e cinco Grammys.

O Próprio Robin Williams se descreveu em um entrevista em programa nos Estados Unidos, que ele é uma criança quita, quando pequeno, mas sempre brincalhona, pois sempre gostou de imitar tudo que via, sua primeira imitação foi a de sua avó, feita para sua mãe, mas que não foi capaz de superar sua timidez até entrar para a aula de dramaturgia no Ensino Médio e se apaixonar pelos palcos.

Mas apesar de mostrar muita alegria e humor nos palcos, Williams tinha seus problemas pessoais, com drogas, álcool e a depressão e foi esses problemas que levou o ator a se suicidar em sua casa, pois desde a década de 70 ele começou a ter o vício em cocaína, foi ai que ele começou a beber com frequência

Williams foi internado diversas vezes, sendo na última vez no ano de 2009, devido a problemas cardíacos, por consequência do uso abusivo das drogas, fazendo com que cancelar alguns de seus espetáculos solo de stand-up. A cirurgia foi realizada em março de 2009, no qual foi substituído uma válvula da aorta.

Neste terça-feira (11), o astro foi encontrado morto em sua casa, em em Tiburon, Califórnia, por volta do meio-dia, por asfixia devido o enforcamento com um cinto, fazendo com que Robin Williams cometesse suicídio, por causa da depressão na qual ele estava passando, por problemas pessoais de sua vida.

Nós d’O Barquinho Cultural sentimos muito pela perda desse grande mestre do humor, televisão e do cinema, principalmente os de Hollywood, pois o mundo não perdeu só um comediante, mas sim um grande astro, que conseguia transformar qualquer cena, em algo divertido, mesmo ela sendo triste.

Premiações:

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Oscares da Academia
Melhor ator (coadjuvante/secundário)
1997 – Good Will Hunting

Emmy Awards
Atuação individual em programa de variedade ou música
1986 – Carol, Carl, Whoopi and Robin
1987 – ABC Presents: A Royal Gala

Prêmios Globo de Ouro
Melhor ator (série cómica ou musical) em televisão
1978 – Mork and Mindy
Melhor ator (comédia ou musical) em cinema
1987 – Good Morning, Vietnam
1991 – The Fisher King
1992 – prêmio especial – Aladdin
1992 – Mrs. Doubtfire

Prémio Cecil B. DeMille
2005 – Pelo conjunto da obra

Prémios Screen Actors Guild
Melhor elenco
1996 – The Birdcage
Melhor ator coadjuvante em cinema
1997 – Good Will Hunting
Outros prêmios

Grammy – melhor gravação de comédia
1980 – Reality…What a Concept
1988 – ABC Presents A Royal Gala
1988 – A Night at the Met
1989 – Good Morning, Vietnam
2003 – Robin Williams – Live 2002

Grammy – melhor álbum falado
2003 – Live 2002

Por Priscila Visconti

[Cabine da Pipoca] O cinema em Cem Anos de Solidão

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Enquanto lia os dilemas da família Buendía em Cem Anos de Solidão de Gabriel García Márquez, percebi que ele descreve mais um evento inusitado na pequena cidade de Macondo quando o cinema é apresentado para a população. O curioso do texto abaixo como parte de sua obra está na reação do publico ao assistir os primeiros filmes exibidos, da qual tem certa semelhança às histórias que ouvimos sobre a “A chegada de um trem na estação” dos irmãos Lumiére em 1985.

Enquanto os franceses se espantavam ao acreditar que uma locomotiva pudesse sair da tela, a população de Macondo se revoltava por ver um ator morto no primeiro filme, porém vivo no segundo. Logo me veio em mente a melhor pessoa para explicar o tal fenômeno seria Woody Allen. Porque o que é feito dentro da tela fica dentro da tela, e tudo que acontece dentro dela é ilusão que não se envolve nenhum pouquinho com seus expectadores.

“Indignaram-se com as imagens vivas que o próspero comerciante Sr. Bruno Crespi projetava no teatro de bilheterias que imitavam bocas de leão, porque um personagem morto e enterrado num filme, e por cuja desgraça haviam derramado lágrimas de tristeza, reapareceu vivo e transformado em árabe no filme seguinte. O público, que pagava dois centavos para partilhar das vicissitudes dos personagens, não pode suportar aquele logro inaudito e quebrou as poltronas. O alcaide, por insistência do Sr. Bruno Crespi, explicou num decreto que o cinema era uma máquina de ilusão que não merecia os arroubos passionais do público. Diante da desalentadora explicação, muitos acharam que tinham sido vítimas de um novo aparatoso negócio de cigano, de modo que optavam por não voltar ao cinema, considerando que já tinham o suficiente com os seus próprios sofrimentos para chorar por infelicidades fingidas de seres imaginários.”

Por: Fábio Astaire
do site @Cinemacombr

[Cabine da Pipoca] Suspense, horror e comoção traz o primeiro longa de terror venezuelano às telonas

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Ok, sei que estamos mega atrasados com o post de cinema, mas quer pedir desculpa pela nossa ausência e falta de pauta para ofertar à vocês. Todavia, neste fim de semana caçamos uma ideia que os amantes do suspense e horror irão curtir.

10258093_779149075437180_8120107343193007840_oO filme de hoje é a primeira produção venezuelana de terror, e trata-se do longa “La Casa del Fin de los Tiempos” (“A casa do fim dos Tempos” – traduzido para o português), do diretor Alejandro Hidalgo, que foi o ganhador de um concurso organizado pelo Centro Nacional Autônomo de Cinematografia (CNAC), qual ganhou o primeiro prêmio, qual teve sua película financiada pela competição.

A história da trama traz Dulce (Ruddy Rodríguez), uma mãe de família que tem encontros com aparições dentro de sua velha casa, lugar onde acredita-se haver uma grande profecia. Trinta anos depois, Dulce alguns anos mais velha, regressa à casa, onde decifra o mistério e a tragédia daquilo que há atormentado por todos esses anos.

1378610_678971505454938_1177671379_nEsse longa têm de surpreender como o primeiro filme de terror venezuelano, mas o curioso do caso é que os cineastas na Venezuela, parecem tomarem gosto pelo gênero, e junto à película de Hidalgo, foram anunciadas outras novas produções de horror que estrearam durante a metade de 2013, como o longa-metragem de Gaspar Mendoz, dirigida por Julián Balam e o segundo de Diego Velasco, autor de “De La Hora Cero”, sobre a legenda colombo-venezuela de “EL Silbón”, alé, do mais, Alejandro Hidalgo também anunciou que está preparando uma sequência do gênero do terror, um projeto que resultará em bons e horripilantes frutos.

E por falar em Hidalgo, ele desde sua juventude e inexperiência, sempre mostrou muita responsabilidade em apresentar seu trailer sobrenatural, trazendo tensão, suspense e fadados de uma eficaz atmosférica, ou nas palavras do próprio Alejandro, se trata de uma obra que está repleta de suspense do principio ao fim, também vem cheia de grandes surpresas e revelações em meio de um drama humano e comoção.

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O longa estreou na Venezuela em Junho/2013, todavia não sabe ao certo quando o filme estreia no Brasil, mas enquanto isso, segue abaixo o trailer oficial de “La Casa del Fim de los Tiempos”:

FICHA TÉCNICA

Direção: Alejandro Hidalgo
Produção: Alejandro Hidalgo
Escrito por: Alejandro Hidalgo
Produção executiva: José Ernesto Martínez, César Rivas y Alejandro Hidalgo
Direção de fotografia: Cezary Jaworski
Direção de arte: Evadne Mullings y Daniela Hinestroza
Direção de áudio: Josué Saavedra
Edição e montagem: Judilam Goncalves, Miguel Ángel García y Alejandro Hidalgo
Projeto de som: Jacinto González y Oscar Bentolila
Música original: Yoncarlos Medina
Efeitos visuais: Evans Briceño
Produção:
Epica Producción, JEMD Films, X Rojo Producciones con el apoyo del CNAC, Coproducción con La Fundación Villa del Cine, Xenón Films e Rodando Films. Com a colaboração de Blue post, Tres, IdearAudio, Espiral Creativo, Chirimoya Films e Navaja Producciones.

Mais info: Site | Twitter | Facebook

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] Os cinemas de rua estão de volta ao circuito cultural paulistano

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Na semana que sucedeu a reinauguração do Cine Belas Artes, na Rua da Consolação, região central de São Paulo, a prefeitura notificou de que irá revitalizar outros três cinemas de rua da cidade, sendo eles Cine Ipiranga, Art Palácio e Cine Marrocos, todos localizados na região da Cinelândia, também no centro. Como anunciou o prefeito Fernando Haddad e o secretário de Cultura Juca Ferreira na última quinta-feira (17).

A região conhecida como Cinelândia Paulista teve seu êxito nas décadas de 1930 e 1950, principalmente nas regiões do Largo Paissandu e Praça Júlio Mesquita, onde funcionava cerca de 30 até os anos de 1960, por isso a região ficou afamado por este nome.

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Foto: Família Müller

Haviam também salas de exibição, vários estabelecimentos e instituições que faziam parte da vida cultural e agitada daquela região. A Avenida São João e transversais tinham diversos salões de dança, já na Avenida Ipiranga e imediações, concentravam-se os cabarés e boates. Nas localidades do Theatro Municipal e na Biblioteca Mário de Andrade, o Colégio Caetano de Campos, o Museu de Arte de São Paulo (MASP), teatros, bares, restaurantes, confeitarias, leiterias, livrarias, hotéis, estúdios das principais emissoras de rádio da cidade e redações de jornais.

Era uma época onde a indústria cinematográfica estava em ascensão, as salas de cinema eram elegantes, e estavam prontos para receber o público, a maioria elite e pessoas aculturadas.

Um dos primeiros cinemas a ser construídos, especialmente por essa função foi o Cine Ufa Palace, depois rebatizado de Cine Art Palácio, na Avenida São João, em frente ao Largo do Paissandu. Inaugurado em 1936, apropriava o térreo de um edifício de seus andares, arquitetado por Rino Levi, possuí linhas modernistas, onde funcionava também o Plaza Hotel.

Além do grande cinema do centro, o Cine Marracos, na na Rua Conselheiro Crispiniano, no térreo de um edifício de escritórios.

O ano era 1951, e o projeto era assinado pelos engenheiros João Bernardes Ribeiro e Nelson Scuracchio, o Marracos tinha em sua decoração interna cenas inspiradas na história “As Mil e Uma Noites”, considerada, na época, a sala mais imponente e luxuosa do Brasil.

Ipiranga2013Porém, ao final da década de 1950, o centro de São Paulo começou a sofrer sinais de deterioração. A Avenida Paulista recebia os primeiros edifícios e conjuntos comerciais, atraindo toda a atenção do público, já que lá concentrava-se escritórios, consultórios médicos, lojas e cinemas, antes situados no Centro Novo. Anos mais tarde, na década de 1970, o Elevado Costa e Silva, o Minhocão foi construído, afastando ainda mais os antigos frequentadores do cinemas de rua, levando-os a região da Avenida Paulista, buscando cultura e diversão. Fazendo com que os cinemas nas localidades centrais exibissem filmes pornográficos, para que não fossem fechadas as salas, outros, encerraram suas atividades e alugaram destinaram seus estabelecimentos a outras vertentes comerciais, como estacionamentos, igrejas e bingos. O único que resistiu bravamente a sétima arte, foi o Cine Ipiranga, que até o ano de 2005 exibia longas do circuito cultural.

Por isso, o Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo), reconhecendo o valor histórico e arquitetônico deste espaços, os Cines Art Palácio, Dom José, Ipiranga, Marabá, Marrocos, Metrópole e Paissandu foi tombado pela Resolução 37/92.

Desde então, as ações de revitalizações da região central há sido empreendidas pela iniciativa privada, governo e organizações não-governamentais. Recuperando assim antigos cinemas da região da Cinelândia Paulista, vitalizando e dando mais cultura a uma região que já foi marcada como a envergadura cultural não apenas paulistana, mas nacional.

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] Transformers 4 estreia nos cinemas brasileiros

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Estreou nesta quinta-feira (17), o quarto filme da saga Transformers, o Transformers: Age of Extinction (Transformers: A Era da Extinção, que continua com muita ação,a ventura e claro a ficção científica, que tem nas outras películas.

O filme é baseado na linha brinquedos e série animada da Hasbro, Transformers, com direção de Michael Bay e produção executiva do grande Steven Spielberg.

O primeiro longa da série que não terá a participação de Shia LaBeouf, ator principal nos três primeiros, e conter um elenco totalmente renovado, com a exceção de três robôs: Autobots, Optimus Prime e Bumblebee. Mark Wahlberg, Nicola Peltz, Jack Reynor e Kelsey Grammer estrelam a continuação.

Confira a siinopse e o trailer do filme abaixo:

Sinopse:

Com os Estados Unidos se reorganizando quatro anos depois da conclusão de Transformers: Dark of the Moon, Autobots e Decepticons desaparecem da face da Terra.

Contudo, um poderoso grupo de cientistas e empresários, na busca por aprender com as invasões passadas dos Transformers, acaba ultrapassando as barreiras da tecnologia para além do seu controle. Ao mesmo tempo, uma nova ameaça Transformer coloca a Terra em sua mira.

Trailer de Transformers 4:

Direção
Michael Bay

Produção
Don Murphy
Tom DeSanto
Lorenzo di Bonaventura
Ian Bryce
Roteiro Ehren Kruger

Elenco
Mark Wahlberg
Nicola Peltz
Jack Reynor
Kelsey Grammer
T. J. Miller
Sophia Myles
Li Bingbing
Stanley Tucci
Han Geng
Titus Welliver

Gênero
Ação
Aventura
Ficção científica

Idioma
Inglês

Música
Steve Jablonsky

Cinematografia
Amir Mokri

Edição
William Goldenberg

Estúdio
Paramount Pictures
di Bonaventura Pictures
China Movie Channel
Jiaflix Enterprises

Distribuição
Paramount Pictures

Lançamento
Estados Unidos – 27 de junho de 2014
Brasil – 17 de julho de 2014

Mais informações:
Curta a página de Transformers no Facebook: http://www.facebook.com/Transformers.BR
Site: http://www.transformersofilme.com.br

Por Priscila Visconti