[Cabine da Pipoca] Mostra em São Paulo reúne filmes de Jacques Rivette

Nem sempre é fácil encontrar disponível no mercado obras do francês Jacques Rivette, mas uma mostra em São Paulo vai reunir diversos títulos do cineasta e até mesmo alguns filmes nunca exibidos por aqui. São 25 longas que entram em cartas entre os dias 3 e 21 de julho no Centro Cultural do Banco do Brasil, em São Paulo.

Jacques Rivette – Já Não Somos Inocentes teve curadoria de Francis Vogner dos Reis e Luiz Carlos Oliveira Jr. e mostrará filmes desde o início da carreira do cineasta que é considerado um dos pioneiros da Nouvelle Vague francesa.
Paris nos Pertence (foto), de 1961, mostra Rivette já à vontade por trás das câmeras e será responsável por abrir a mostra com sessão na quarta, 3, às 19h. 36 Vistas do Monte Saint-Loup, de 2009, foi o último filme do diretor e será visto pela primeira vez na cidade de São Paulo.
Mostra Jacques Rivette – Já não somos inocentes em São Paulo
Data: de 3 e 21 de julho
Local: Centro Cultural Banco do Brasil – R. Álvares Penteado, 112 – Sé
Entrada: R$ 4 e R$ 2 (meia)
Confira a programação aqui.

Assista abaixo “PARIS NOUS APPARTIENT” [Jacques Rivette, 1960 – V.O.S.E.]:

Capturado por Priscila Visconti

[Cabine da Pipoca] Cinema na Flip 2013

Sabemos que hoje não é dia de cinema no O Barquinho Cultural e muito menos é sexta-feira, mas por forças maiores, não deu para subir a coluna da Cabina da Pipoca na semana passada e como não queremos deixar nossa tripulação na mão, por não deixá-los informados sobre o mundo cultural, nós resolvemos subir não um, mas dois textos de cinema para vocês e além é claro, do desta semana, que será especial rock and roll aqui no OBC.

Mas vamos ao que interessa e subir os atrasados, que é claro que iremos falar sobre a Flip 2013, que aconteceu semana passada do dia 3 a 7 de julho, na cidade de Paraty, Rio de Janeiro e a como se sabe, o cinema é uma arte literária e com isso, teve a participação do cineasta Nelson Pereira dos Santos, que marcou presença na última mesa no evento, da sexta-feira (5), o diretor de “Vidas secas” e “Memórias do cárcere” , ambos baseados em obras de Graciliano Ramos, contou histórias dos bastidores das filmagens. Na maior parte do tempo, os episódios eram inicialmente citados pelo mediador, Claudiney Ferreira, que então incentivava Nelson Pereira a detalhá-los.
O debate do cineasta teve exibições de trechos de longa, como o caso da morte da cachorra Baleia em “Vidas secas”. Ali, vieram alguns dos principais momentos da mesa. Nelson Pereira recordou-se do sucesso que o bicho fez no Festival de Cannes em 1964 e de uma acusação de ter assassinado de verdade a “intérprete” da personagem.
“Uma condessa italiana ficou furiosa com o filme, disse que só povo subdesenvolvido, para fazer o filme, mata o animal”, comentou. “Aí, a Air France [companhia aérea] ofereceu uma passagem para a Baleia ir para Cannes. Essa história estourou.” Segundo ele, a tal defensora dos animais seguiu cética, argumentando que, na verdade, a produção encontrou uma nova cachorra apenas para exibir aos desconfiados – “porque vira lata é tudo igual”.
O cineasta detalhou que pretendi, em princípio, trabalhar “cientificamente” com a cachorra para dirigi-la, usando um “método pavloviano, de reflexo condicionado”. Na prática, confessou Nelson Pereira, a ideia era deixá-la sem comer e, apenas na hora das filmagens, distribuir porções de refeição estrategicamente pelo set, conforme a necessidade de movimentá-la pelo espaço.
De acordo com ele, contudo, o plano fracassou. Quem sabotou foi um próprio integrante da equipe, descoberto após alguns dias. Era o próprio ator protagonista, Jofre Soares, responsável pelo papel de Fabiano e por dividir clandestinamente o almoço com Baleia. “O Jofre não comia junto com a equipe, saía andando e ia derrubando pedaço de carne para ela comer. Eu falei: ‘Já que você deu de comer, você vai dirigir a baleia!’.”
Nelson Pereira afirmou que cogitou a possibilidade de, na versão para a tela, dar um novo final à personagem Madalena. No livro, ela se mata. Ao receber uma carta dando conta da proposta de alteração, o próprio Graciliano respondeu que aceitava, mas desde que ficasse desligado da produção.
“A resposta do Graciliano foi: ‘Tudo bem, podem fazer, mas tira o meu nome dessa porcaria’”, apontou. O escritor teria recorrido ao óbvio: o suicídio de Madalena é a razão pela qual o Paulo Honório, o narrador, “escreve o livro”. Sem morte, não haveria romance – nem filme –, portanto. Nelson Pereira, por seu lado, justificou o ponto de vista: “Fiquei apaixonado pela Madalena”. Daí a opção, longo abandonada, por tentar mantê-la vida.
Por fim, o mediador instigou Nelson Pereira a explicar por que não adaptou um terceiro livro de Graciliano, “São Bernardo”. O cineasta contou que foi o próprio autor quem o “impediu” de levar adiante o projeto, quando a ideia do roteiro estava pronta.
Assista abaixo um trecho do filme Vidas Secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos:


Isso ai tripulação, aguardem pois ainda terá mais textos da Flip 2013, na coluna do Cantinho Literário.
Por Priscila Visconti

[Cabine da Pipoca] O cinema agradece Charlie Chaplin

Salve salve tripulação, hoje é dia de cinema aqui n’O Barquinho Cultural, que infelizmente não teve a coluna na semana passada por alguns desvios da vida e também por força maior, que iriamos falar sobre o ícone do cinema mudo, Charlie Chaplin, mas como somos bastante boazinhas, não vamos deixar passar batido e ir para a próxima pauta.
Afinal ele foi um grande astro do cinema mundial e merece estar no hall da fama aqui do OBC, junto com outros artistas, escritores, músicos e entre outros, por isso se ligam neste ‘post’ e conheçam mais sobre o grande Sir Charles Spencer Chaplin, ou simplesmente o querido Carlitos.

Charlie Chaplin nasceu em Walworth, Reino Unido, no dia 16 de abril de 1889, ele foi ator, diretor, produtor, humorista, empresário, escritor, comediante, dançarino, roteirista e músico britânico, sendo um dos atores mais famosos da era do cinema mudo, notabilizando pelo uso de mímica e da comédia pastelão.

Chaplin ficou bastante conhecido pelos filmes O Imigrante, O Garoto, Em Busca do Ouro (este considerado por ele seu melhor filme), O Circo, Luzes da Cidade, Tempos Modernos, O Grande Ditador, Luzes da Ribalta, Um Rei em Nova Iorque e A Condessa de Hong Kong.

Ele sempre foi bastante influenciado pelos comediantes Max Linder, Georges Méliès, D. W. Griffith Luís e Auguste Lumière e compartilhando o trabalho com Douglas Fairbanks e Mary Pickford, foi influenciado pela mímica, pantomima e o gênero pastelão e influenciou uma enorme equipe de comediantes e cineastas como Federico Fellini, Os Três Patetas, Peter Sellers, Milton Berle, Marcel Marceau, Jacques Tati, Rowan Atkinson, Johnny Depp, Michael Jackson, Harold Lloyd, Buster Keaton e outros diretores e comediantes. É considerado por alguns críticos o maior artista cinematográfico de todos os tempos, e um dos “pais do cinema”, junto com os Irmãos Lumière, Georges Méliès e D.W. Griffith.
Charlie Chaplin não só atuava, mas dirigia, escrevia, produzia e financiava seus próprios filmes, sendo fortemente influenciado por um antecessor, o comediante francês Max Linder, a quem dedicou um de seus filmes à ele. Vivendo 75 anos na vida do entretenimento, desde a sua primeira atuação quando ainda era criança nos teatros no Reino Unido durante a Era Vitoriana quase até sua morte aos 88 anos de idade.
A vida pública e privada de Chaplin, abrangia adulação e controvérsia. Juntamente com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D. W. Griffith, Chaplin fundou a United Artists em 1919.
O filme o qual teve seu personagem mais famoso foi The Tramp, conhecido como Charlot na Europa e Carlitos ou “O Vagabundo”, aqui no Brasil, que é a história de um andarilho pobretão que possui todas as maneiras refinadas e a dignidade de um cavalheiro, usando um fraque preto esgarçado, calças e sapatos desgastados e mais largos que o seu número, um chapéu-coco ou cartola, uma bengala de bambu e sua marca pessoal um pequeno bigode-de-broxa.
Charlie Chaplin ganhou vários prêmios, foi homenageado em diversos lugares, até depois de sua morte ele não foi esquecido, por sua inigualável contribuição ao desenvolvimento da sétima arte, Chaplin é o mais homenageado cineasta de todos os tempos, sendo ainda em vida condecorado pelos governos britânico (Cavaleiro do Império Britânico) e francês (Légion d ‘Honneur), pela Universidade de Oxford (Doutor Honoris Causa) e pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos (Oscar especial pelo conjunto da obra, em 1972).
Conheça um pouco Sir Charlie Chaplin:
Nome: Sir Charles Spencer Chaplin  (mais conhecido como Charlie Chaplin) 
Profissão: ator, diretor, produtor, humorista, empresário, escritor, comediante, dançarino, 
roteirista e músico britânico. 
Nascimento: 16 de abril de 1889, Walworth, Reino Unido
Falecimento: 25 de dezembro de 1977, Vevey, Suíça
Filhos: Geraldine Chaplin, Sydney Chaplin, Charles Chaplin, Jr., Mais
Cônjuge: Oona O’Neill (de 1943 a 1977), Paulette Goddard (de 1936 a 1942), Lita Grey (de 1924 a 1927), Mildred Harris (de 1918 a 1920)
Músicas
Les Temps modernes
Modern Times
The Kid
City Lights
The Circus
The Gold Rush
The Great Dictator
Misfortunes of a Street Cleaner
Smile
A Dog’s Life
Limelight
A Nonsense Song
Le Dictateur
La Violetera
Filmes
Tempos Modernos – 1936
O Grande Ditador – 1940
The Kid – 1921
Luzes da Cidade – 1931
Luzes da Ribalta – 1952
Bibliografia
DICIONÁRIO UNIVERSAL NOVA FRONTEIRA DE CITAÇÕES, Paulo Rónai, 3ª ed, Rio de Janeiro, Editora Nova Fronteira 1986.
História de Minha Vida (My Autobiography) Charles Chaplin; tradução de Raquel de Queiroz, R. Magalhães Júnior e Genolino Amado; 3ª ed, Rio de Janeiro, Editora Livraria José Olympio, 1965.
História de Minha Vida (My Autobiography) Charles Chaplin; 12ª ed.
O Pensamento Vivo de Chaplin, pesquisa de texto e tradução: José Geraldo Simões Jr., Martin Claret, 1986.
Chaplin – Vida e Pensamentos, Martin Claret, 1997
CHAPLIN por ele mesmo, Editora Martin Claret, 2004
Assista abaixo o filme completo de Chalie Chaplin –  Tempos Modernos (1936):
 
 

E com esta frase abaixo, do rei do cinema mudo, nós terminamos a nossa sessão de cinema por hoje, pois rir é o melhor remédio e isso Charlie Chaplin sabia fazer e proporcionava em cada personagem que representava.

Até semana que vem com mais sessão cinema aqui n’O Barquinho Cultural

[Cabine da Pipoca] CCBB apresenta mostra do cinema contemporâneo brasileiro

Atualmente os filmes nacionais vem ganhando cada dia mais seu espaço na mídia, nas salas de cinema, entre outros espaço que interage o público da sétima arte.

Baseado nisso, o Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo apresenta durante 12 meses o projeto de cinema “Brasil Tela Para Todos –  Perspectivas Contemporâneas”, que o Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo apresenta entre os meses de junho de 2013 e maio de 2014. Com curadoria de Marcos Ribeiro de Moraes, a iniciativa é uma continuação da edição anterior, realizada no ano passado, porém agora sob uma nova ótica. Aproximando os amantes do cinema, através de um mosaico contemporâneo de longas-metragens, divididos por temáticas e gêneros.

Os longas serão exibidos no cinema do CCBB – SP, todo os domingos. Serão 36 filmes, sendo que a cada semana o projeto apresentará três produções, agrupadas dentro à um tema específico, resultando perspectivas distintas da produção da cena do cinema brasileiro.

O Cinema Brasileiro Hoje – Para abrir a programação do “Brasil Tela Para Todos – Perspectivas Contemporâneas”, a curadoria definiu como tema “O Cinema Brasileiro Hoje”, que exibirá, no dia 30 de junho, os filmes Cidade de Deus (às 14h, dir. Fernando Meirelles, cor, 35 mm, 130 min., 16 anos), Santiago (às 16h30, dir. João Moreira Salles, P&B, 35 mm, 80 min., livre)  e O Som ao Redor (às 18h, dir. Kleber Mendonça Filho cor, projeção digital, 131 min., 16 anos, legendas em inglês).

“O tema que abre a mostra, em junho, sublinha as contribuições originais em termos de poética e de linguagem contidas em três filmes considerados marcos representativos da produção brasileira hoje”, enfatiza o curador Marcos Ribeiro de Moraes. Ele acrescenta ainda que “A mistura de documentário e ficção, a filmagem em locação e câmera na mão, o uso de não atores, a montagem como linguagem, tudo isso desemboca, nesses três longas, num conjunto potente e significativo da cinematografia brasileira atual,
e o modo como ela se insere no diálogo crítico com público e sociedade, aqui e no resto do mundo”.

Durante a exibição do projeto, serão mostrada produções escolhida pela curadoria, abordando temáticas e gêneros distintos, como “Pé na Estrada” (Central do Brasil, de Walter Salles), “Em Suspense” (O Cheiro do Ralo, de Heitor Dhalia), “Histórias do Brasil” (O ano em que meus pais saíram de férias, de Cao Hamburger), “Quer Brincar?” (Pequenas Histórias, de Helvecio Ratton), “Diferenças são Riquezas” (Madame Satã, de Karim Ainouz), “O Estrangeiro” (Budapeste, de Walter Carvalho), “São Paulo/SP”
(Bróder, de Jeferson De), “Música para os Sentidos” (Dzi Croquettes, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez), “Um olhar sobre o feminino” (Lara, de Ana Maria Magalhães), “Alô, Alô, Comédia” (Saneamento Básico – O Filme, de Jorge Furtado) e, encerrando os temas,  “Fronteiras da Linguagem Cinematográfica” (Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho).

Marcos de Moraes justifica as escolhas explicando que “unificar por temas e fios condutores cada conjunto de películas a ser exibido mensalmente não pretende alinhavar cada conjunto de filmes por conceitos homogêneos, feito blocos, mas sim provocar o contraste e, assim, o diálogo entre diferentes gerações, pontos de vista, realidades socioculturais do Brasil, gêneros e formatos”. E conclui: “o intuito é fornecer ao grande público novos elementos para que os preconceitos usualmente associados ao cinema nacional possam ser questionados e, nesse sentido, desfeitos”.

E como a ideia do projeto é democratizar o cinema brasileiro para o mundo, a última sessão será sempre exibida com legendas em inglês, criando uma acessibilidade à cultura nacional aos estrangeiros que visitam ou moram na capital paulista, já que esse número é casa vez
maior na capital paulista.

SERVIÇO

TELA PARA TODOS – PERSPECTIVAS CONTEMPORÂNEAS
Dia: 30 de junho, a partir das 14h
Cinema: 70 lugares (Sujeito a lotação).
Ingressos: R$ 4,00 e R$ 2,00 (filmes em 35mm) e R$ 1,00 e R$ 0,50 (filmes em digital)

Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – São Paulo
Próximo às estações Sé e São Bento do Metrô
Informações: (11) 3113-3651 / 3113-3652
www.bb.com.br/cultura
www.facebook.com/ccbbsp
www.twitter.com/ccbb_sp

Horário de funcionamento da bilheteria: de terça a domingo, das 9h às 21h.
Aceita cartões de crédito e débito Visa e Mastercard ou dinheiro.
Clientes BB, estudantes, professores da rede pública e maiores de 60 anos pagam meia-entrada. É indispensável a apresentação de documento que comprove o direito ao benefício.

Ingressos antecipados pelo Ingresso Rápido: (11) 4003-1212 ou  www.ingressorapido.com.br
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física // Ar-condicionado // Cafeteria Cafezal

Estacionamento conveniado – Estapar Estacionamentos
Rua da Consolação, 228 (Edifício Zarvos) – R$ 15,00 pelo período de 5 horas. Necessário carimbar o ticket na bilheteria do CCBB.

Van faz o transporte gratuito até as proximidades do CCBB – embarque e desembarque na Rua da Consolação, 228 (Edifício Zarvos) e na XV de novembro, esquina com a Rua da Quitanda, a vinte metros da entrada do CCBB.

[Cabine da Pipoca] De volta aos contos de fada

Nesta semana foi um pouco tumultuada e com algumas dores, sabe né, quando você chega em uma certa idade, as dores começam aparecer e te acompanham por longas datas, mas não é de dores que vive o seres vivos e sim de cultura e é isso que nós, d’O Barquinho Cultural, queremos repassar à nossa tripulação e é isso que iremos fazer. 
Na Cabine da Pipoca desta semana será especial para quem gosta de contos de fada, que leu ou assistiu quando pequeno e hoje, assisti aos filmes na versão para adultos, que tem uma linguagem e uma história com um estilo mais dinâmico e com aventuras, mas sem perder a essência de sua história. Selecionamos cinco filmes com histórias bastante lidas e assistidas por todos, que é Cinderela, Chapeuzinho Vermelho, Alice no país das maravilhas, o Mágico de Oz e João e Maria.

Confira abaixo uma sinopse e o trailer dos filmes e veja que mesmo depois de ‘grande’, também ainda podemos gostar de contos de fadas:

Para Sempre Cinderela
A rainha da França solicita a presença dos Irmãos Grimm no palácio e lhes conta que gosta muito da obra deles, mas que ficou espantada em como foi contada a história de Gata Borralheira.

Assim, decide lhes narrar o que realmente aconteceu na França do século XVI, quando Danielle de Barbarac, sua tataravó, que ficou feliz aos oitos anos quando seu pai, um aristocrata viúvo, se casou novamente com uma baronesa, pois assim ela ganhou uma mãe e duas irmãs no mesmo dia.
Mas a sonhada felicidade durou muito pouco, pois logo depois seu amado pai morreu subitamente e a madrasta, que ela desejava que fosse a mãe que nunca tivera, passa a tratá-la como uma criada.

Uma das filhas da baronesa é bondosa e não concorda com várias atitudes da mãe, mas por outro lado a outra filha é bastante egoísta e só pensa em se casar com o príncipe herdeiro. Para isto ela tem total apoio da mãe, que está disposta a conspirar, mentir e fazer o necessário para ver sua filha como a futura rainha.

Mas ela precisa agir rápido, pois o príncipe conheceu Danielle e os dois estão apaixonados, com os sonhos de grandeza da baronesa podendo serem frustrados, pois sua enteada e o príncipe estão sendo aconselhados por ninguém menos que Leonardo da Vinci.
Para Sempre Cinderela Trailer Original

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A Garota da Capa Vermelha
Idade Média. Valerie é uma jovem que vive em um vilarejo aterrorizado por um lobisomem. Ela é apaixonada por Peter, mas seus  pais querem que se case com Henry, filho de uma família rica do local. 

Diante da situação, Valerie e Peter planejam fugir, mas veem seus planos irem por água abaixo quando a irmã mais velha de Valerie é assassinada pelo lobisomem que ronda a região. Adaptação moderna da clássica história da chapeuzinho vermelho.


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Alice no País das Maravilhas

Alice é uma jovem de 17 anos que passa a seguir um coelho branco apressado, que sempre olha no relógio. Ela entra em um buraco que a leva ao País das Maravilhas, um local onde esteve há dez anos apesar de nada se lembrar dele. Lá ela é recepcionada pelo Chapeleiro Maluco e passa a lidar com seres fantásticos e mágicos, além da ira da poderosa Rainha de Copas.


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João e Maria: Caçadores de Bruxas 

Os jovens João e Maria foram abandonados pelos pais na sombria floresta e acabam indo parar na casa de uma malvada bruxa. 
Mas o que parecia ser o fim acabou se tornando o começo de uma vida cheia de aventuras, uma vez que eles eliminaram a malvada e viraram verdadeiros exterminadores de criaturas do mal. 
Após o desaparecimento de várias crianças, os dois já adultos são contratados pelas autoridades locais para desvendar o mistério. 


Só que eles não imaginavam que essa nova missão iria colocá-los diante da terrível Bruxa Negra, pronta para destruir não só a reputação de excelentes caçadores de bruxas, mas também as suas vidas.

 


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Oz, Mágico e Poderoso 


Oscar Diggs trabalha como mágico em um circo itinerante, é bastante egoísta, mas é seu envolvimento com mulheres que o acaba levando para uma mágica aventura na Terra de Oz. Chegando lá, ele conhece a bruxa Theodora, que o apresentar para a irmã Evanora. 
Acreditando que estaria fazendo um bem para a população local, ele decide enfrentar a bruxa Glinda, mas descobre que ela lembra um amor do passado e seu comportamento em nada se assemelha ao de alguém realmente malvado. 
Dividido entre saber quem é do bem e quem é do mau, Oscar se depara com um lugar rico em belezas, cheio de riquezas, estranhas criaturas e também mistérios. Vivendo este conflito, o ilusionista vai usar sua criatividade para salvar o tranquilo povo de Oz das garras de um poderoso inimigo. Para isso, contará com a inusitada ajuda de Finley, o macaco alado, e uma menina de porcelana.


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Branca de Neve e o CaçadorUm rei viúvo caiu de amores por Ravenna sem saber de seus terríveis planos de conquista e acaba morrendo, deixando para ela todo o seu reino. 
Para piorar a situação, a filha dele foi jogada em uma masmorra e lá ficou até se tornar uma bela jovem. Obcecada pela beleza e pela juventude, a Rainha não se cansa de perguntar ao seu oráculo para saber de existe alguém mais bela do que ela, até o dia em que a resposta não a agradou. Felizmente, Branca de Neve consegue fugir sem que seu coração seja arrancado e Ravenna se torne poderosa para sempre. 
Mas a malvada não desiste fácil e além da ajuda do irmão, um fiel escudeiro, ela contrata Eric, um exímio caçador para trazer sua presa de volta. Só que ele acaba descobrindo que a missão era um grande erro e vai ajudar a jovem em sua cruzada contra o reinado da malévola. Para isso, eles contarão também com o importante apoio dos seres da floresta e dos unidos sete anões mineiros.

Isso ai pessoal, esperamos que tenham gostado desse especial de volta aos contos de fada, pois segundo alguns críticos de cinema, essa será a nova onda de filmes daqui para frente, para atrair o público adulto, a assistir as novas versões de contos, tenham um bom fim de semana à todos e até sexta-feira com mais Cabine da Pipoca.


Por Priscila Visconti