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[Cabine da Pipoca] “Paraíso” – Uma comédia mexicana de peso

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Salve salve tripulação adorada, ‘óia nóis aqui tráveis’, trazendo novidades do cinema, que a grande imprensa custa a pautar, pois eles preferem ficar com os grandes blockbusters, pois dão mais dinheiro e nesse mundo capitalista, em que grana é tudo, os longas lado B, não são muito divulgados.

E nessa semana no Cabine da Pipoca, vamos ir para a comédia, aliás faz um pouco de tempo que não falamos de uma película de humor, aqui em nosso ‘transatlântico’, por isso aqui estamos para falar da estreia do humorado filme “Paraíso”, de Marina Chenillo.

Esse filme “Paraíso”, foi escrito, dirigido e editado pela Marina, com produção do Pablo Cruz e com fotografia de Yaron Chenillo, é uma comédia, que quebra dos os padrões de mocinho e mocinha magrelos e cheio de romantismo melado, pois trata de um casal de gordinhos, que já namoram desde à infância,  que vivem super felizes, na capital mexicana, Cidade do México.

O projeto para o qual Marina havia sido inicialmente convidada para escrever o roteiro, era baseado em um conto muito querido pelo produtor Pablo Cruz (escrito por Julieta Arévalo), porque falava sobre a periferia da Cidade do México, onde crescera. Conto e filme são muito semelhantes e, ao mesmo tempo, diferentes. A premissa é a mesma, mas os personagens são diferentes. “Eu me senti perdida nos dois primeiros esboços, porque estava entrando em um mundo que não era o meu. Tive que aprender a torná-lo meu, injetar vida nos personagens. Foram grandes lições para mim.” – Falou a diretora de
“Paraíso”.

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Sinopse:
Namorados desde a infância, Carmen e Alfredo vivem felizes em um município próximo à Cidade do México. Alfredo é promovido no trabalho, e o casal é obrigado a se mudar para a capital e se adequar à rotina da metrópole. Os novos valores e relações fazem os dois encararem uma velha condição que pouco os preocupou até aqui: ambos estão acima do peso. Incomodados com os comentários maldosos que chegam aos seus ouvidos, os pombinhos decidem trocar donuts por saladas. Mas novos problemas surgem quando apenas um deles começa a emagrecer.

Trailer de “Paraíso”:

 

FICHA TÉCNICA
Título original: Paraíso
Direção: Mariana Chenillo
Roteiro: Mariana Chenillo

Produção: Pablo Cruz
Fotografia: Yaron Orbach
Edição: Mariana Chenillo

Elenco: Andrés Almeida
Daniela Rincón
Luis Geraldo Mendez
Anabel Ferreira

Gênero: Comédia
País: México
Ano: 2013
Tempo: 105 minutos
Classificação: a verificar

Por Priscila Visconti

[Cabine da Pipoca] Descanse em Paz, Robin Williams!

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E mais um astro do humor nos deixou essa semana, o grande ator e comediante, que conquistou à todos com suas imitações, como a interpretação do alienígena Mork, da série Mork & Mindy, ou então se emocionou em Sociedade dos Poetas Mortos, como o Professor de Inglês John Keating inspira seus alunos a um amor pela poesia e aproveitar o dia.

Williams é descendente de ingleses, galeses e irlandeses pelo lado de seu pai, e de franceses pelo lado materno. Cresceu frequentando a Igreja Episcopal, embora sua mãe praticasse a Ciência Cristã. Cresceu em Bloomfield Hills, Michigan, onde estudou na Detroit Country Day School, em Woodacre, condado de Marin, Califórnia, onde frequentou uma escola pública, a Redwood High School.

Também frequentou o Claremont McKenna College (então chamado de Claremont Men’s College) por quatro anos. Tem dois meio-irmãos: Todd (morto em 14 de agosto de 2007) e McLaurin.

Sempre era destaque nos filme, desde 1980, ganhando diversos Oscars, como a melhor ator coadjuvante por sua performance no filme Good Will Hunting, de 1997, e também conquistou dois Prêmios Emmy do Primetime, seis Globos de Ouro, dois prêmios do Screen Actors Guild e cinco Grammys.

O Próprio Robin Williams se descreveu em um entrevista em programa nos Estados Unidos, que ele é uma criança quita, quando pequeno, mas sempre brincalhona, pois sempre gostou de imitar tudo que via, sua primeira imitação foi a de sua avó, feita para sua mãe, mas que não foi capaz de superar sua timidez até entrar para a aula de dramaturgia no Ensino Médio e se apaixonar pelos palcos.

Mas apesar de mostrar muita alegria e humor nos palcos, Williams tinha seus problemas pessoais, com drogas, álcool e a depressão e foi esses problemas que levou o ator a se suicidar em sua casa, pois desde a década de 70 ele começou a ter o vício em cocaína, foi ai que ele começou a beber com frequência

Williams foi internado diversas vezes, sendo na última vez no ano de 2009, devido a problemas cardíacos, por consequência do uso abusivo das drogas, fazendo com que cancelar alguns de seus espetáculos solo de stand-up. A cirurgia foi realizada em março de 2009, no qual foi substituído uma válvula da aorta.

Neste terça-feira (11), o astro foi encontrado morto em sua casa, em em Tiburon, Califórnia, por volta do meio-dia, por asfixia devido o enforcamento com um cinto, fazendo com que Robin Williams cometesse suicídio, por causa da depressão na qual ele estava passando, por problemas pessoais de sua vida.

Nós d’O Barquinho Cultural sentimos muito pela perda desse grande mestre do humor, televisão e do cinema, principalmente os de Hollywood, pois o mundo não perdeu só um comediante, mas sim um grande astro, que conseguia transformar qualquer cena, em algo divertido, mesmo ela sendo triste.

Premiações:

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Oscares da Academia
Melhor ator (coadjuvante/secundário)
1997 – Good Will Hunting

Emmy Awards
Atuação individual em programa de variedade ou música
1986 – Carol, Carl, Whoopi and Robin
1987 – ABC Presents: A Royal Gala

Prêmios Globo de Ouro
Melhor ator (série cómica ou musical) em televisão
1978 – Mork and Mindy
Melhor ator (comédia ou musical) em cinema
1987 – Good Morning, Vietnam
1991 – The Fisher King
1992 – prêmio especial – Aladdin
1992 – Mrs. Doubtfire

Prémio Cecil B. DeMille
2005 – Pelo conjunto da obra

Prémios Screen Actors Guild
Melhor elenco
1996 – The Birdcage
Melhor ator coadjuvante em cinema
1997 – Good Will Hunting
Outros prêmios

Grammy – melhor gravação de comédia
1980 – Reality…What a Concept
1988 – ABC Presents A Royal Gala
1988 – A Night at the Met
1989 – Good Morning, Vietnam
2003 – Robin Williams – Live 2002

Grammy – melhor álbum falado
2003 – Live 2002

Por Priscila Visconti

[Cabine da Pipoca] O cinema em Cem Anos de Solidão

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Enquanto lia os dilemas da família Buendía em Cem Anos de Solidão de Gabriel García Márquez, percebi que ele descreve mais um evento inusitado na pequena cidade de Macondo quando o cinema é apresentado para a população. O curioso do texto abaixo como parte de sua obra está na reação do publico ao assistir os primeiros filmes exibidos, da qual tem certa semelhança às histórias que ouvimos sobre a “A chegada de um trem na estação” dos irmãos Lumiére em 1985.

Enquanto os franceses se espantavam ao acreditar que uma locomotiva pudesse sair da tela, a população de Macondo se revoltava por ver um ator morto no primeiro filme, porém vivo no segundo. Logo me veio em mente a melhor pessoa para explicar o tal fenômeno seria Woody Allen. Porque o que é feito dentro da tela fica dentro da tela, e tudo que acontece dentro dela é ilusão que não se envolve nenhum pouquinho com seus expectadores.

Indignaram-se com as imagens vivas que o próspero comerciante Sr. Bruno Crespi projetava no teatro de bilheterias que imitavam bocas de leão, porque um personagem morto e enterrado num filme, e por cuja desgraça haviam derramado lágrimas de tristeza, reapareceu vivo e transformado em árabe no filme seguinte. O público, que pagava dois centavos para partilhar das vicissitudes dos personagens, não pode suportar aquele logro inaudito e quebrou as poltronas. O alcaide, por insistência do Sr. Bruno Crespi, explicou num decreto que o cinema era uma máquina de ilusão que não merecia os arroubos passionais do público. Diante da desalentadora explicação, muitos acharam que tinham sido vítimas de um novo aparatoso negócio de cigano, de modo que optavam por não voltar ao cinema, considerando que já tinham o suficiente com os seus próprios sofrimentos para chorar por infelicidades fingidas de seres imaginários.

Por: Fábio Astaire
do site @Cinemacombr

[Cabine da Pipoca] Suspense, horror e comoção traz o primeiro longa de terror venezuelano às telonas

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Ok, sei que estamos mega atrasados com o post de cinema, mas quer pedir desculpa pela nossa ausência e falta de pauta para ofertar à vocês. Todavia, neste fim de semana caçamos uma ideia que os amantes do suspense e horror irão curtir.

10258093_779149075437180_8120107343193007840_oO filme de hoje é a primeira produção venezuelana de terror, e trata-se do longa “La Casa del Fin de los Tiempos” (“A casa do fim dos Tempos” – traduzido para o português), do diretor Alejandro Hidalgo, que foi o ganhador de um concurso organizado pelo Centro Nacional Autônomo de Cinematografia (CNAC), qual ganhou o primeiro prêmio, qual teve sua película financiada pela competição.

A história da trama traz Dulce (Ruddy Rodríguez), uma mãe de família que tem encontros com aparições dentro de sua velha casa, lugar onde acredita-se haver uma grande profecia. Trinta anos depois, Dulce alguns anos mais velha, regressa à casa, onde decifra o mistério e a tragédia daquilo que há atormentado por todos esses anos.

1378610_678971505454938_1177671379_nEsse longa têm de surpreender como o primeiro filme de terror venezuelano, mas o curioso do caso é que os cineastas na Venezuela, parecem tomarem gosto pelo gênero, e junto à película de Hidalgo, foram anunciadas outras novas produções de horror que estrearam durante a metade de 2013, como o longa-metragem de Gaspar Mendoz, dirigida por Julián Balam e o segundo de Diego Velasco, autor de “De La Hora Cero”, sobre a legenda colombo-venezuela de “EL Silbón”, alé, do mais, Alejandro Hidalgo também anunciou que está preparando uma sequência do gênero do terror, um projeto que resultará em bons e horripilantes frutos.

E por falar em Hidalgo, ele desde sua juventude e inexperiência, sempre mostrou muita responsabilidade em apresentar seu trailer sobrenatural, trazendo tensão, suspense e fadados de uma eficaz atmosférica, ou nas palavras do próprio Alejandro, se trata de uma obra que está repleta de suspense do principio ao fim, também vem cheia de grandes surpresas e revelações em meio de um drama humano e comoção.

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O longa estreou na Venezuela em Junho/2013, todavia não sabe ao certo quando o filme estreia no Brasil, mas enquanto isso, segue abaixo o trailer oficial de “La Casa del Fim de los Tiempos”:

FICHA TÉCNICA

Direção: Alejandro Hidalgo
Produção: Alejandro Hidalgo
Escrito por: Alejandro Hidalgo
Produção executiva: José Ernesto Martínez, César Rivas y Alejandro Hidalgo
Direção de fotografia: Cezary Jaworski
Direção de arte: Evadne Mullings y Daniela Hinestroza
Direção de áudio: Josué Saavedra
Edição e montagem: Judilam Goncalves, Miguel Ángel García y Alejandro Hidalgo
Projeto de som: Jacinto González y Oscar Bentolila
Música original: Yoncarlos Medina
Efeitos visuais: Evans Briceño
Produção:
Epica Producción, JEMD Films, X Rojo Producciones con el apoyo del CNAC, Coproducción con La Fundación Villa del Cine, Xenón Films e Rodando Films. Com a colaboração de Blue post, Tres, IdearAudio, Espiral Creativo, Chirimoya Films e Navaja Producciones.

Mais info: Site | Twitter | Facebook

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] Os cinemas de rua estão de volta ao circuito cultural paulistano

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Na semana que sucedeu a reinauguração do Cine Belas Artes, na Rua da Consolação, região central de São Paulo, a prefeitura notificou de que irá revitalizar outros três cinemas de rua da cidade, sendo eles Cine Ipiranga, Art Palácio e Cine Marrocos, todos localizados na região da Cinelândia, também no centro. Como anunciou o prefeito Fernando Haddad e o secretário de Cultura Juca Ferreira na última quinta-feira (17).

A região conhecida como Cinelândia Paulista teve seu êxito nas décadas de 1930 e 1950, principalmente nas regiões do Largo Paissandu e Praça Júlio Mesquita, onde funcionava cerca de 30 até os anos de 1960, por isso a região ficou afamado por este nome.

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Foto: Família Müller

Haviam também salas de exibição, vários estabelecimentos e instituições que faziam parte da vida cultural e agitada daquela região. A Avenida São João e transversais tinham diversos salões de dança, já na Avenida Ipiranga e imediações, concentravam-se os cabarés e boates. Nas localidades do Theatro Municipal e na Biblioteca Mário de Andrade, o Colégio Caetano de Campos, o Museu de Arte de São Paulo (MASP), teatros, bares, restaurantes, confeitarias, leiterias, livrarias, hotéis, estúdios das principais emissoras de rádio da cidade e redações de jornais.

Era uma época onde a indústria cinematográfica estava em ascensão, as salas de cinema eram elegantes, e estavam prontos para receber o público, a maioria elite e pessoas aculturadas.

Um dos primeiros cinemas a ser construídos, especialmente por essa função foi o Cine Ufa Palace, depois rebatizado de Cine Art Palácio, na Avenida São João, em frente ao Largo do Paissandu. Inaugurado em 1936, apropriava o térreo de um edifício de seus andares, arquitetado por Rino Levi, possuí linhas modernistas, onde funcionava também o Plaza Hotel.

Além do grande cinema do centro, o Cine Marracos, na na Rua Conselheiro Crispiniano, no térreo de um edifício de escritórios.

O ano era 1951, e o projeto era assinado pelos engenheiros João Bernardes Ribeiro e Nelson Scuracchio, o Marracos tinha em sua decoração interna cenas inspiradas na história “As Mil e Uma Noites”, considerada, na época, a sala mais imponente e luxuosa do Brasil.

Ipiranga2013Porém, ao final da década de 1950, o centro de São Paulo começou a sofrer sinais de deterioração. A Avenida Paulista recebia os primeiros edifícios e conjuntos comerciais, atraindo toda a atenção do público, já que lá concentrava-se escritórios, consultórios médicos, lojas e cinemas, antes situados no Centro Novo. Anos mais tarde, na década de 1970, o Elevado Costa e Silva, o Minhocão foi construído, afastando ainda mais os antigos frequentadores do cinemas de rua, levando-os a região da Avenida Paulista, buscando cultura e diversão. Fazendo com que os cinemas nas localidades centrais exibissem filmes pornográficos, para que não fossem fechadas as salas, outros, encerraram suas atividades e alugaram destinaram seus estabelecimentos a outras vertentes comerciais, como estacionamentos, igrejas e bingos. O único que resistiu bravamente a sétima arte, foi o Cine Ipiranga, que até o ano de 2005 exibia longas do circuito cultural.

Por isso, o Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo), reconhecendo o valor histórico e arquitetônico deste espaços, os Cines Art Palácio, Dom José, Ipiranga, Marabá, Marrocos, Metrópole e Paissandu foi tombado pela Resolução 37/92.

Desde então, as ações de revitalizações da região central há sido empreendidas pela iniciativa privada, governo e organizações não-governamentais. Recuperando assim antigos cinemas da região da Cinelândia Paulista, vitalizando e dando mais cultura a uma região que já foi marcada como a envergadura cultural não apenas paulistana, mas nacional.

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] Transformers 4 estreia nos cinemas brasileiros

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Estreou nesta quinta-feira (17), o quarto filme da saga Transformers, o Transformers: Age of Extinction (Transformers: A Era da Extinção, que continua com muita ação,a ventura e claro a ficção científica, que tem nas outras películas.

O filme é baseado na linha brinquedos e série animada da Hasbro, Transformers, com direção de Michael Bay e produção executiva do grande Steven Spielberg.

O primeiro longa da série que não terá a participação de Shia LaBeouf, ator principal nos três primeiros, e conter um elenco totalmente renovado, com a exceção de três robôs: Autobots, Optimus Prime e Bumblebee. Mark Wahlberg, Nicola Peltz, Jack Reynor e Kelsey Grammer estrelam a continuação.

Confira a siinopse e o trailer do filme abaixo:

Sinopse:

Com os Estados Unidos se reorganizando quatro anos depois da conclusão de Transformers: Dark of the Moon, Autobots e Decepticons desaparecem da face da Terra.

Contudo, um poderoso grupo de cientistas e empresários, na busca por aprender com as invasões passadas dos Transformers, acaba ultrapassando as barreiras da tecnologia para além do seu controle. Ao mesmo tempo, uma nova ameaça Transformer coloca a Terra em sua mira.

Trailer de Transformers 4:

Direção
Michael Bay

Produção
Don Murphy
Tom DeSanto
Lorenzo di Bonaventura
Ian Bryce
Roteiro Ehren Kruger

Elenco
Mark Wahlberg
Nicola Peltz
Jack Reynor
Kelsey Grammer
T. J. Miller
Sophia Myles
Li Bingbing
Stanley Tucci
Han Geng
Titus Welliver

Gênero
Ação
Aventura
Ficção científica

Idioma
Inglês

Música
Steve Jablonsky

Cinematografia
Amir Mokri

Edição
William Goldenberg

Estúdio
Paramount Pictures
di Bonaventura Pictures
China Movie Channel
Jiaflix Enterprises

Distribuição
Paramount Pictures

Lançamento
Estados Unidos – 27 de junho de 2014
Brasil – 17 de julho de 2014

Mais informações:
Curta a página de Transformers no Facebook: http://www.facebook.com/Transformers.BR
Site: http://www.transformersofilme.com.br

Por Priscila Visconti

[Cabine da Pipoca] “BREAKING BAD” CHEGA ÀS LOJAS EM BLU-RAY

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Nesta quarta-feira (9), chega as lojas a coleção completa de BREAKING BAD em Blu-Ray, com duas horas de conteúdo extra inéditos e cards exclusivos, além do bônus, a série também inclui um documentário exclusivo “Sem meias medidas: criando a temporada final de Breaking Bad”.

A série foi ovacionada pela crítica em todo o mundo, sendo considerada uma das melhores séries de TV de todos os tempos, segundo o Metacritics, além de ser a série com melhor avaliação no IMDB, o maior site sobre cinema e televisão da web.

BREAKING BAD também é estrelado por Anna Gunn (da série Deadwood), Dean Norris (da série CSI), Betsy Brandt (Magic Mike), RJ Mitte, Bob Odenkirk, e Jonathan Banks (Identity Thief). Foi criado pelo escritor, diretor e produtor Vince Gilligan (da série Arquivo X), que também serviu de produtor executivo com o vencedor do Oscar, Mark Johnson (Rain Man) e Michelle MacLaren (da série Arquivo X).

Co-produtores executivos incluem Melissa Bernstein, Sam Catlin, George Mastras, Peter Gould, e Thomas Schnauz. Moira Walley-Beckett foi a produtora juntamente com Stewart A. Lyons como Line Producer/UPM. Cranston e Diane Mercer são produtores da série.

SINOPSE EDIÇÃO DE COLECIONADOR: A incrível saga do professor de química que se transformou num poderoso chefão e produtor de metanfetamina, Walter White, está aqui em sua íntegra: todos os 62 episódios, sem cortes, sem censura! Bryan Cranston, ganhador do Emmy, interpreta Walter White, um homem de família que entra para a vida do crime depois que um diagnóstico de câncer no pulmão desvenda a sua vida simples.

Ele recruta o seu ex-aluno e pequeno traficante Jesse Pinkman (Aaron Paul, ganhador do prêmio Emmy) para ser seu parceiro no crime. Walt chega ao auge do tráfico de metanfetamina, deixando um rastro de corpos por onde passa. Mas ele não consegue manter seu obstinado cunhado e agente de agência de antinarcóticos, Hank Schrader (Dean Norris), fora de sua cola.

Será que Walt vai conseguir safar-se de tudo ou morrerá tentando? Com performances fascinantes de Anna Gunn, Giancarlo Esposito, Jonathan Banks, Bob Odenkirk, Betsy Brandt, RJ Mitte e muitos outros, relembre cada momento desta série original inovadora. Com a Produção Executiva de Vince Gilligan, Mark Johnson e Michelle MacLaren, o box set completo está repleto de faixas especiais.

PREÇO
Edição de colecionador em Blu-ray: R$ 399,90

Bônus Blu-ray
BREAKING BAD SEASON 1: MAKING OF; ENTREVISTA; TESTES DE TELA; POR DENTRO DE BREAKING BAD; GALERIA DE FOTOS; BREAKING BAD NA AMC; TRAILERS.

BREAKING BAD SEASON 2: LABORATÓRIO DE ESCRITORES RECAPITULAÇÃO DA PRIMEIRA TEMPORADA; POR DENTRO DE BREAKING BAD; POR TRÁS DAS CÂMERAS; NEGRO Y AZUL-VIDEOCLIPE; COMERCIAL DE BETTER CALL SAUL; PAPO DE POLÍCIA COM DEAN NORRIS; ERROS DE GRAVAÇÃO; AVISO DE WALT; BREAKING BAD ORIGINAL WEBISODES; TEASER DA TEMPORADA 3; GALERIA DE FOTOS.

BREAKING BAD SEASON 3: CRANSTON EM CHAMAS; PIZZA DO DESTINO: a melhor tomada de Cranston; SILENCIOSO, PORÉM MORTAL: os irmãos moncada; TEAM S.C.I.E.NC.E.;
POR DENTRO DE BREAKING BAD; BETTER CALL SAUL:COMERCIAIS E TESTEMUNHOS; ÁLBUM DE FOTOS DE FAMÍLIA; A MÚSICA DE BREAKING BAD; EM ALTA VELOCIDADE; AMC NEWS VISITA A SALA DE CRIAÇÃO DE BREAKING BAD; ERROS DE GRAVAÇÃO; PODCASTS DE MINIVÍDEOS; ENDY E O VÍCIO; O VOO.

BREAKING BAD SEASON 4: POR DENTRO DE BREAKING BAD; VIDEO DE KARAOKÊ GALE; POR DENTRO DO FINAL EXPLOSIVO; NO SET; O MOTORISTA INVISÍVEL; A FAMÍLIA VERDADEIRA DE BREAKING BAD; COMERCIAIS DE BETTER CALL SAUL; PODCASTS; ERROS DE GRAVAÇÃO; A QUÍMICA DO ELENCO; PINTE-ME DE MAU; A CIÊNCIA DE UM PROGRAMA DE SUCESSO; VISITA AO SUPERLABORATÓRIO; A CASA BRANCA; ERROS DE GRAVAÇÃO DE BRYAN CRANSTON; GIANCARLO ESPOSITO E ELENCO; LAPSO DE TEMPO; FOTO DO ELENCO E EQUIPE.

BREAKING BAD SEASON 5: DISCO 1: Cena a Cena: Diretores discutem Momentos memoráveis; Os Roteiristas de Breaking Bad; Erros de gravação; Lapso de tempo na sala dos Roteiristas; Por dentro de Breaking Bad; O Boliche das estrelas com Chris Hardwick; Exposição de arte na Gallry 1988; Cenas exclusivas: Chicks “n” Guns; Nada pode deter este Trem; O faxineiro: Jonathan Banks como Mike; Ensaio de Cena do Esfaqueamento na Prisão; Filmagem da Audição de Laura Fraser; Laptop Magnet; Magnet Truck; Preproduction Concet Art by Vince Gilligan // BREAKING BAD SEASON 6: DISCO 1: Blood Money: Leitura; Confissão de Walt; Evidência em Vídeo de Jesse Pinkman; Camadas da Mixagem de áudio; Ozymandias Trailer; Sinistro; Conceito de arte; Erros de Gravação; Evento Principal; Confronto Final; Vida de um Produtor Geral; Final Alternativo; Imagens de Teste M60 /// DISCO 3: Mythbusters Breaking Bad Especial.

BREAKING BAD BONUS DISC: Bryan Cranston: Realizador; Más Recordações; Cena Preferida; A Transformação de Walt em Heisenberg; Momentos chocantes; Mais momentos chocantes; Como acabará: Bryan Cranston, Anna Gunn e Dean Norris; Como acabará: Aaron Paul, Betsy Brandt, Bob Odenkirk e RJ Mitte; Um olhar em frente para a temporada final; O molde da cabeça de Bryan Cranston; A Aventura de Jesse: Aaron Paul como Jesse Pinkman; Agente Vingador: Dean Norris como Hank Schrader; Ladra de Cena: Betsy Brandt como Marie Schader; Um advogado criminal: Bob Odenkirk como Saul Goodman; Skyler: Anna Gunn na Quarta Temporada; Crescer na família: RJ Mitte como Walter Jr.; O derradeiro jogo de xadrez; O acidente de Ted; Comparação de Storyboards do Ataque do caminhão; Comparação de Storyboards de Walt e o Challenger; Recuar no tempo: Uma retrospectiva da quarta temporada; Sem meias medidas: criando a temporada final de Breaking Bad.

Por Priscila Visconti

PS: Essa pauta não é exclusivamente de cinema, mas por falta de tempo e por forças maiores, postamos ela, já que essa série é um grande sucesso em todo o mundo. 

[Cabine da Pipoca] “Uma História de Amor e Fúria”: A história do Brasil em HQ

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Quando pensamos em animações, já imaginamos aqueles filmes baseados em HQs japoneses, ou então nas mega produções hollywoodianas e seus super heróis.

Mas, essa história de que animações só é melhor vinda de fora, é coisa do passado, pois filmes alá novela das nove não é mais padrão do cinema nacional, e “Uma história de Amor e Fúria”, lançado em junho de 2013, é prova disso.

Uma narrativa que mescla as evoluções mundanas, mas com uma pano de fundo de um romance de seis séculos, passando por guerras, conflitos e mudanças do cotidiano, o protagonista da história vive neste mundo, onde ele quer se encontrar e viver com sua amada, Janaína.

189810_634237066604595_1361218567_nUm filme para o público jovem e adulto, com uma linguagem em HQ, o longa traz Selton Mello e Camila Pitanga dublando os protagonistas, além da participação de Rodrigo Santoro, fazendo a voz do chefe indígena e de um guerrilheiro. Dirigido, produzido e roteirizado por Luiz Bolognesi. Filme que ganhou o maior festival de animação do mundo, em Annecy.
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A HQ que mostra a história do Brasil como você nunca viu, apresentando uma trama dos guerreiros que estão sempre lutando para conquistar o que almejam.

Sinopse:

Um homem com quase 600 anos de idade acompanha a história do Brasil, enquanto procura a ressurreição de sua amada Janaína. Com traço e linguagem de HQ, mostra a história do Brasil como você nunca viu. A versão dos que nunca desistiram de lutar.

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Mais info: Site | Facebook | Twitter | Youtube

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] Celebrando os 50 anos da argentina mais famosa dos HQs

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Como foi dissemos na segunda-feira, no Cantinho Literário [veja aqui], que teria mais Mafalda aqui no OBC, aqui estamos falando sobre seu filme que foi lançando no ano de 1982, baseado todo nas tirinhas do escritor argentino Quino.

Pois a festa dos seus 50 anos, ainda vai rolar até o fim deste ano, afinal são poucas animações que chegam a meia década, com a mesma carinha menina, só a Mafalda e a nossa Mônica, que estão com cinquentinha, mas continuam tão fofas como como quando eram crianças.

A personagem principal das tirinhas, Mafalda é uma menina de mais ou menos sete anos de idade, odeia sopa , adora os Beatles e os desenhos do Pica-Pau. Comporta como uma típica menina na sua idade, mas tem uma visão aguda da vida e vive questionando o mundo à sua volta.

Um filme divertido, no qual poderá desfrutar de suas aventuras mais desmiolada. Uma visão crítica do mundo dos adultos que nos fará passar por um momento engraçado.

Título Original: Mafalda – La Película
Ano de Lançamento: 1982
País: Argentina
Audio: Espanhol
Legenda: Português
Direitos reservados ao Canal 7 (TV Publica Argentina)

Assista abaixo o filme completo de Mafalda:

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Por Priscila Visconti

[Cabine da Pipoca] JUNHO – Os protestos que abalaram o Brasil

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Há um mês atrás acontecia um grande acontecimento na história do Brasil, onde as pessoas foram as ruas para manifestar sobre seus direitos e também comemorar a causa do movimento Passe Livre, que era pelos c$ 0,20 centavos da tarifa de ônibus, que havia sido revogado e o atual prefeito Fernando Haddad, acabou não aumentando o valores das passagens.

Baseado nisso, o jornalista João Wainer junto a Folha de São Paulo, produziu o documentário “JUNHO – O Mês Que Abalou o Brasil“, que teve sua estreia no último dia 5 de junho, no cinema e também no iTunes.

As imagens de JUNHO mostra as manifestações desde o momento passivo, quando os manifestantes sobem até a Avenida Paulista, até o quebra-pau, que ocorria após os protestos, entre as manifestantes e policiais, dando a Folha um prêmio Esso de Jornalismo, pela cobertura entre o mundo real e o digital.

JUNHO é uma construção histórica impressionante sobre a presença de mais de um milhão de pessoas nas ruas, os protestos deixaram de ser por “20 centavos” e se transformaram em uma revolta contra a corrupção, a falta de estrutura social e os gastos com a Copa do Mundo, propondo uma reflexão sobre as reais mudanças conseguidas pelo movimento e deixam a pergunta – “Amanhã vai ser maior?”.

O filme que conta com o apoio da distribuidora O2 Play e tem vários nomes que fizeram esta manifestação ganharem repercussão mundial, como Bruno Torturra, da imprensa alternativa Mídia Ninja, Mônica Bérgamo do MPL (Movimento Passe Livre), Demétrio Magnoli e entre outros.

Segue abaixo os locais que está passando o longa JUNHO:

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Assista abaixo o trailer de “JUNHO – O Mês Que Abalou o Brasil”:

Para mais informações acesse os endereços do filme abaixo:

Site | Facebook

PS: Só que nessas manifestações não haviam ‘burgueses’ mascarados que fazia dos protestos um campo de guerra, pois em todas que tiveram o ano passado, eram limpas e todos mostravam o rosto e não cobriam e destruíam o patrimônio sem motivo algum.

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 Por Priscila Visconti
(orgulhosa de ter feito parte desta história)