Categoria cultura
[TOTAL FLEX] O MUNDO MÁGICO DAS MÁSCARAS
Meu caro leitor iniciaremos o nosso TOTAL FLEX com algumas dicas do que há de melhor em eventos nas Minas Gerais e para contribuir com a nossa série de matérias sobre o que é a cultura, vamos sugerir um passeio que é considerada uma das formas mais populares de contribuição ao desenvolvimento cultural das pessoas no Brasil e no mundo. Até o dia 25 de novembro o público de Venda Nova em BH terá a possibilidade de apreciar a peça “Naquele Bairro Encatando”, peça apresentada pelo grupo de teatros Público.
Confira a programação:
Caminhadas e atividades cotidianas pelas ruas de Venda NovaEpisódio II –
Ensaio para uma Serenata
Sextas – 16, e 23 Horário: 20h às 22h
Local: Inicia na Praça Fernando Monteiro Lara, próximo à quadra Gol a Gol na Rua Santa Cruz, próximo à regional Venda Nova. Serenatas pelas ruas de Venda Nova; Episódio III – Jogo da velha Sábados e Domingos: 17 e 18, 24 e 25
Horário: 19h Local: Rua Alcídes Lins, 188, atrás da Regional Venda Nova.
Na verdade a peça vem sendo apresentada desde o dia 2 de novembro, mas como ainda esta em cartaz da tempo de dar aquela conferida. O interessante é que a instalação cênica em que o público é convidado a adentrar a casa dos mascarados e conhecer mais de sua intimidade. Para mais detalhes sobre a peça e as atividades desenvolvidas acesse o site: www.soubh.com.br.
Daqui a pouco eu volto trazendo mais novidades e dicas de cultural, além é claro da nossa super matéria sobre o desbravamento cultural no Brasil.
Conexão com o mundo e é claro para se conectar com o mundo fique ligado aqui no Barquinho Cultural.
Márcia Martins
[Total Flex] Nosso jeito cultural de ser gente!
O crescimento das mídias tem possibilitado um acesso a um novo mundo de informações, as diversas formas de pesquisa que chegaram até o consumidor tem se confundido com a forma na qual o publico tem recebido essas informações.
Geralmente pensaríamos que quanto mais informação, maior seria o grau de conhecimento e capacidade de discussões das pessoas, tanto em suas relações interpessoais quanto em maneiras de discussões para resolver situações referentes ao trabalho e também ao âmbito familiar, porém não é o que se tem notado.
Mas o que será que vem acontecendo com nossa sociedade?
Será que a falta de acesso a outras formas de cultura como de visitação a exposições, apreciações de peças teatrais, oportunidades de ir ao cinema tem causado algum reverso no que diz respeito ao que é de fato conhecimento adquirido? Será que o grande acesso de massa as novas tecnologias tem impossibilitado o publico de realmente ter acesso ao que é cultural? Mas afinal o que julgamos como cultura?
Nas próximas semanas iremos publicar aqui no “Barquinho” qual é o real pensamento das pessoas sobre a cultura, quais são as fontes exploradas para a busca pelo conhecimento, o que a população tem definido como cultural, e o que tem achado da interferência das novas mídias no meio cultural.
Em nossa entrevista de hoje contamos com a participação de jovens que demonstram seus diversos pontos de vista sobre o que é a cultural e qual o seu contexto nas sociedades. O acesso a cultura é um direito garantido constitucionalmente, sabemos que uma lei é a maneira pela qual nossas comunidades são organizadas, garantindo assim os direitos e deveres de cada cidadão.
O jovem Márcio Antônio Souza, de 32 anos, motorista se posicionou quanto à questão cultural, ele relata que cultura é tudo o que nos diz do passado e do presente de uma comunidade em geral, como as manifestações dos povos indígenas, e relata que; “Hoje não me encontro em contato com cultural, tenho trabalhado muito e não tenho tido tempo de ler os livros que estão disponíveis no mercado, acredito que os principais meios de acesso a cultura, e por meio da leitura, bem também como os telejornais e programas de televisão. Hoje em dia a pessoa que não tiver acesso à internet estará totalmente desligada do que acontece na sociedade em geral”.
Mas será que a nossa vivencia no trabalho não é também uma forma de vivenciar a cultura?
Pois em nossas empresas cada profissional trás de sua casa, cidade, família, vivencia o seu modo de se vestir, falar, interpretar, jeito, pensamento, cada qual trás consigo sua história seus valores, logo ao unificarmos todos esses quesitos de cada um podemos chegar a um dos conceitos que temos sobre o que é realmente cultura. Concluímos então que a mistura, mais precisamente o que nos tempos atuais chamamos de diversidade é o que faz com que a cultura aconteça.
Por hoje é isso pessoal, começamos a conhecer hoje um pouquinho dos conceitos que temos sobre as manifestações culturais, fechando nossa matéria de hoje o nosso pensamento é que a cultura também pode ser manifestada e encontrada nas organizações.
Semana que vem tem mais, então não percam.
Ah! E a conexão com o mundo continua, só que agora um pouquinho mais no lado cultural.
Márcia Martins
[Fotografia] Ponto de todas as tribos
Postado por Gustavo Salgado
O palácio de Salvador
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| Fachada do Palácio Rio Branco |
Passei algumas vezes pela Praça Tomé de Souza, em Salvador, e percebi um casarão branco, bonito, não tão bem pintado como deveria estar, mas nem por isso perde seu destaque e importância. Por vezes me perguntava o que seria aquilo até que disseram-me ser o Palácio Rio Branco.
Visitei o monumento nesta semana e quão longe não foi minha imaginação ao estar no centro de um dos salões e numa espécie de varanda voltada para Baía de Todos os Santos. O palácio foi construído há mais ou menos cinco séculos para sediar o trabalho dos administradores portugueses na recém-encontrada terra e hospedou importantes personalidades da alta sociedade, como Governadores Gerais, Imperadores, Governadores do Estado Republicano e Presidentes de Províncias. Há trinta anos foi desativado como centro do poder executivo e hoje é ocupado pela Fundação Pedro Calmon e pela Fundação Cultural.
Além das ampliações posteriores à sua construção, o palácio passou por algumas reformas. A mais notável ocorreu depois do bombardeio que alguns pontos da cidade sofreram a mando do então presidente da república Hermes da Fonseca, em 1912. Após a reconstrução, o Rio Branco foi reinaugurado em 1919 e recebeu este nome em homenagem a um dos maiores estadistas do país, o Barão de Rio Branco – figura importante na história brasileira por consolidar as fronteiras do Brasil, por meio de processos arbitrários ou de negociações.
Em 1984, o prédio passou por outra restauração devido ao péssimo estado de conservação que se encontrava e hoje é considerado um bom destino para os turistas ou cidadãos da cidade que desejam apreciar um pouco mais a Baía de Todos os Santos ou conhecer a história da Bahia de todos nós.
Além das fundações culturais, o Palácio Rio Branco abriga o Memorial dos Governadores. No espaço estão reunidas peças, objetos e documentos dos governadores do estado, como livros, uniformes, espadas, louças, medalhas e prêmios. O local está aberto para visitação de terça a sexta-feira, das 10h às 18h, e sábado e domingo, das 9h às 13h. A entrada é franca e a saída é carregada de riqueza cultural.



















