[Fluoxetina dominante] Alunos na ETEC de Artes cantam Drummond na Casa das Rosas

Você gosta de música e poesia?
E se elas estiveram juntas e compactadas em um único lugar?! Melhor ainda, né?
Nesta quinta-feira, 19, vai rolar o primeiro Sarau Musical, organizado pela Infinity Eventos e vai apresentar jovens talentos cantando poemas de Carlos Drummond de Andrade, o homenageado do ano pelo seu centenário.
Mostrando de literatura vai muito além dos livros, e música também pode ser arte poética.

Serviço:

Sarau Musical na Casa das Rosas – 
com obras de Carlos Drummond de Andrade


Dia: 19/ Julho
Horário: 19h às 21h
Local: Casa das Rosas
Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Endereço: Avenida Paulista, 37 – Bela Vista
São Paulo/ SP
Mais informações: Fanpage do Evento

[Fluoxetina dominante] Uma dose de Augusta – A rua nos anos 2000

Sair para a noite paulistana e se sentir totalmente à vontade não é algo tão comum. Sair com o seu grupo de amigos e sofrer algum tipo de discriminação também é fácil acontecer.

Afinal, as pessoas são diferentes, a mentalidade é diferente e nem todos estão preparados para conviver com as diferenças.


Onde tem emo, metaleiro não vai; onde tem roqueiro, o pessoal do samba nem passa perto – e vice versa; onde toca reggae e dub, muitos nem querem conhecer o ambiente; lugar onde tem ‘puta rodando a bolsinha e lotado de puteiro’, filhinha de papai passa longe.

Bom, isso é o que acontece em qualquer outro canto do planeta. Menos na Rua Augusta, certamente uma das vias mais fervorosas da noite na cidade de São Paulo.

Lá, todos se misturam e se entendem, mesmo que cada um em seu respectivo ambiente e universo particular. Isso depois da virada do milênio. Antes era diferente. Bem diferente.

A rua Augusta começa, oficialmente, na rua Martinho Prado, próximo à Praça Roosevelt – região central da cidade – , e seu término é junto à rua Colômbia, no bairro dos Jardins. A principal via que corta a Augusta é a Avenida Paulista, tida como o coração de São Paulo e um dos polos comerciais e financeiros da grande metrópole.

Na década de 60,70 e 80 a rua Augusta estava em evidência. Era frequentada por muitos jovens, que iam com seus carros e motos estilizados se divertirem na rua do glamour.

Hoje a parte da Augusta que leva da Avenida Paulista sentido Jardins é a considerada como de elite. Também é conhecida como um shopping center a céu aberto. Neste lado da rua existem muitas lojas de grife, galerias, academias, restaurantes e bares sofisticados.

Já na parte que leva da Paulista para a Roosevelt, ou melhor, sentido centrão, é a parte mais popular. Baladas, bares, lanchonetes, bordéis, skatistas descendo a via e jovens se divertindo e bebendo na calçada. Isso é o que faz parte, hoje, do universo do lado ‘simples’ da Augusta. E isso é bom, segundo a maior parte dos comerciantes e donos de baladas.

A Augusta passou por um período não muito interessante em sua história. Logo após as décadas de ouro – 60, 70 e 80 – e com a chegada do grande número de bordéis na região, ali se tornou um espaço mal visto e discriminado, onde ‘só tinha gente do mal, drogados e putanheiros’.

Hoje, fatalmente ‘a gente do mal’ ainda existe e está por toda parte. E quem disse que isso é ruim? Mas eles, na Augusta, nos dias de hoje, se misturam com outras várias camadas da sociedade, graças também a chegada das baladas segmentadas à região.

Dia a dia a Rua Augusta se torna, cada vez mais, uma das regiões mais diversificadas e dinâmicas da cidade.

Veja também as fotos da Rua Augusta da nossa fotografa Marina Gimenez
[O texto acima é a introdução do livro “Uma dose de Augusta – A rua nos anos 2000”, produzido por Arilton Batista como Trabalho de Conclusão do Curso de jornalismo, em 2010, pela Unip – Universidade Paulista]. 

Teatro a sua disposição

Olá navegantes, tudo bem com vocês?
Bem, como vocês perceberam a @marciamartins13 e a @Ka_My não puderam postar esta semana aqui no blog, porém vocês não ficarão sem novidades tecnológicas e teatral. Ainda mais porque iremos unir ambas editorias.


Vocês já ouviram falar de Web Teatro?

Não!

Pois então, o Web Teatro é uma nova forma de entretenimento, no qual o internauta pode assistir uma peça via web com a mesma duração de uma peça convencional. Com a vantagem de você escolher quando e onde deseja assistir, e ainda pausar o espetáculo e voltar nas suas falas prediletas.

O Web Teatro é construído em ambiente 3D, ligeiramente animado, não comprometendo a visualização da peça e não há necessidade de fazer downloads de nenhum Software para conferir os espetáculos, basta a instalação do plugin Flash Player, ferramente presente em qualquer computador, ou seja, o mesmo plugin que você utiliza para visualizar vídeos no Youtube.
As peças tem um intuito de aproximar os deficientes auditivos do teatro e também aqueles que não tem muito tempo para se deslocar ao teatro.

E ai, o que acharam. Será que o Web Teatro pega com tudo por aqui?
Confira o resumo da peça ‘As Maravilhas: Outrora Rosas’ e o link abaixo para você conferi-la ao “web-vivo”.
Agora você não tem mais desculpas para não ir ao teatro!

É isso ai pessoal, espero que tenham curtido e até mais.
See ya..

Resumo:
A peça fala do amor incondicional entre duas pessoas. As Maravilhas: Outrora Rosas é uma filosofia sobre o amor entre duas pessoas que se compreendem ao mesmo tempo em que querem se descobrir, bem como seus sentimentos.

Este monólogo é uma animação interativa que requer leitura do expectador e foi trabalhado num contexto filosófico com psicologia voltada para o despertar da atenção, de forma a promover uma série de indagações interiores sobre o AMOR.

É um texto simples, belo em essência e caracteriza a vida do personagem no ano de 2100 envolto com todo um aparato tecnológico que apesar de toda comodidade não se sente feliz por não encontrar dentro de si o amor que desejava ter por sua amada.

Obs.: Duração estimada de 30 a 45 minutos de leitura do espectador. 
Dedicado à Valdivino Antonio Cruzeiro e Benedita Diniz Cruzeiro. 

Autor: Max Diniz Cruzeiro
Animação: Marcos Arrais
Música: MkM
Site da peçawww.lenderbook.com

Assista a  peça AQUI