[Cantinho Literário] Murillo Teixeira e seu sonho de ser escritor

Finalmente o mês mais sonhado por todos chegou, o mês de dezembro e nele veio junto a solidadriedade do natal, afinal já podemos sentir o espírito natalino no ar e o ano novo, mas próximo do que nunca, que aliás, por falar em novo, esta semana fizemos a entrevista que falamos que iríamos fazer com o escritor do livro “De monstros marinhos e outros medos”, no qual falamos de seu livro e também da promoção do lançamento dele.

Murillo Teixeira é um jovem escritor, formado em audiovisual, porém não quis trabalhar com nesta área, então sem saber o que fazer da vida, parei e vi que a única coisa que eu fazia todos os dias era, escrever e Murillo sempre disse que queria escrever um livro, mas postergava, foi ai que ele começou a escrever Monstros marinhos não existem, então ele viu que tinha um bom conto pra começar o livro.
Confira abaixo a entrevista que o jovem escritor Murillo Teixeira concedeu ao site O Barquinho Cultural:
OBC: Quando começou seu amor pela literatura?
Murillo Teixeira: Acho que sempre tive. O que demorou, foi entender. E isso aconteceu lá pelo fim de 2011.
OBC: De onde vc busca inspiração para escrever?
MT: Em qualquer lugar. Uma história de alguém, uma história minha, uma cena de filme, coisas que existem por dentro… A inspiração se encontra na vida, enfim.
OBC: O que é ser literário para vc?
MT: Ler, escrever e ser lido.
OBC: Quais suas principais influências no mundo literário?
MT: Talvez mais que influências, eu tenha escritores que me impressionaram muito. Seja por tema, seja por estilo. Amós Oz entra na lista, junto com o Roberto Bolaño. Caio Fernando Abreu, também. E mais…
OBC: O livro “De monstros marinhos e outros medos” é sua primeira publicação, ou vc já possuí outras obras publicadas?
MT: A primeira.
OBC: Quais são suas expectativas para o lançamento do livro?
MT: As expectativas são as melhores! Claro.

OBC: O escritor no Brasil é valorizado, ou deveria haver mais incentivo?
MT: Eu acredito que o escritor seja valorizado, sim. Porque talvez, o problema não seja a desvalorização dos nossos escritores, mas a supervalorização de quem é de fora. Como esses livros que são fenômenos mundiais pra mulheres, ou livros de fantasias em série. Talvez eles ofusquem o que é produzido de bom aqui, e que bem provavelmente é muito melhor. Mas enfim.
Contatos:
Mais informações sobre o Murillo Teixeira, acesse o site da Editora Patuá;

[Cantinho Literário] Desbravando o velho mundo com uma mochila nas costas, sem dinheiro no bolso e muita coragem

O mundo é uma imensidão a ser explorada por seus habitantes, e todo jovem tem prazer de desbravar o planeta, mesmo que seja apenas com uma mochila nas costas e sem dinheiro algum no bolso.

Aprender novas culturas, novas línguas, conhecer novas gastronomias, novos amores, amigos, diversão e entretenimentos. Se aventurar pelo “mundão” a fora, principalmente quando começamos pelo berço da civilização moderna, a velha e bela Europa.
É isso que o autor Nil Marques traz no em sua primeira publicação literário “Europa na Mochila“, que mostra uma viagem inusitada por 20 cidades europeias. Aonde um universitário brasileiro desbrava o velho mundo, conhecendo outras culturas, diferentes pessoas e experimentar divergentes modos de vida, sob a uma visão bem humorada e realista de um mochileiro que adquire novos conceitos entre Brasil e Europa.
Em um bate papo a nossa embarcação, Nil nos contou um pouco sobre sua carreira, seu começo, suas influências, anseios e expectativas futuras.
Confira abaixo:

OBC – Quando surgiu essa ânsia em ser escritor? 

Nil Marques – Gosto de escrever desde criança. Sempre gostei de ler, fazer redações e criar histórias. Tenho mais de dez peças de Teatro escritas e algumas encenadas. Outras, como “A Vida de Brasileiro” e “Não Me Contamine!” ganharam prêmios em festivais. Escrevi roteiros para programas jornalísticos na TV Manchete e Rede Record. Faltava escrever livros, uma grande paixão.
OBC – Quais são suas principais influências no mundo literário?

NM – Leio muito e gosto de muitos autores, mas não posso dizer que eles me influenciam, até porque temos estilos bem diferentes. Machado de Assis e Eça de Queirós (ou Queiróz como alguns citam), são meus prediletos. Camilo Castelo Branco, também, me inspira. Os contemporâneos Dan Brown e Khaled Hosseini são inteligentes e intrigantes. Gosto do ousado, romântico, inteligente, questionador, surpreendente e esses autores têm um pouco disso.
OBC – O livro “Europa na Mochila” é sua primeira publicação ou você já possuí outras obras literárias?

NM – Como literatura é a primeira publicação, mas não a primeira ser escrita. Tenho outras obras que estão na gaveta, como “Contos de Humor e de Terror“, que enfoca a lendas e histórias brasileiras com influências estrangeiras, histórias que ouvi na infância e outras tiradas da minha mente fértil (risos). Este pretendo lançar no próximo ano. Tenho uma caixa de textos escritos esperando para serem publicados. 
OBC – O livro têm experiência próprias, ou é de histórias que você ouviu por aí? Conte-nos um pouco sobre o que te inspirou a escrever sobre isso? 

Tem um pouco de tudo isso, mas noventa por cento são baseadas nas experiências que eu vivi. Oito por cento são ficção e dois por cento em coisas que vi, ouvi e aprendi. Vale ressaltar, que o personagem central é fictício, os outros receberam nomes em homenagem às pessoas que gosto, sempre, faço isso em minhas histórias, batizo os personagens com nomes de pessoas que amo.
OBC – Quais as expectativas para o lançamento do livro?

NM – Fiquei muito feliz em escrever o livro e me diverti muito. É isso que espero, que as pessoas fiquem felizes ao ler e se divirtam. Quero que na data, metade da população do Brasil venha, ou um pequeno grupo de pessoas que amo – amigos, parentes, novos amigos, futuros leitores, que, na prática, valem tanto quanto a população do Brasil (risos).
OBC – Já há ideias de uma nova obra retratando a vivência em outros continentes?

NM – Sim! Falta a outra parte da Europa, China, Ásia, África, América, Oceania, enfim, todo planeta. Porém, isso é um desejo! A realidade é um pouco diferente, mas sonhar é obrigatório, realizar é possível e querer é opcional.
O lançamento do livro “Europa na Mochila” acontecerá no dia 9 de novembro, em um coquetel na Livraria da Vila – Alameda Lorena, 1731 – às 15h, em São Paulo.
Venham brindar e desfrutar um pouco dessas histórias e momentos de suma importância não apenas na vida de Nil, mas para a literatura brasileira.
Para mais informações, acesse o fanpage oficial do livro no Facebook, além de conferir a sinopse, resenhas, novidades sobre Nil e sua obra em questão.
(Uma desbravadora de sonhos que em breve conquistará o mundo todo).

Cantinho Literário entrevista o escritor Sylvio Panza

A páscoa passou, o carnaval já ficou para trás e hoje estreia a primeira entrevista de 2013 aqui n’O Barquinho Cultural, com uma literatura totalmente para o público infantil, já que neste mês se celebra o dia da literatura infantil no dia 18 de abril.
Não pense que só terá esta entrevista, para comemorar o dia da literatura infantil, nós estamos com diversas ideias para toda tripulação do OBC, afinal, queremos o melhor para todos e por isso que tentamos resgatar tudo que existe de bom no mundo cultural.
Mas sem mais delongas, fiquem com a entrevista do escritor infantil, Sylvio Panza, que foi bastante atencioso em aceitar a responder algumas ‘perguntinhas’ sobre o mundo mágico da literatura infanto-juvenil.
So let’s go to children’s literature…

1. O que é arte literária para você?
A arte literária vai além de colocar ideias no papel. É um ato de passar e formar pensamentos.
E isso é uma grande responsabilidade, pois o livro depois de editado segue por caminhos que o autor não tem mais controle. Vejam que, mesmo quando o escritor morre a sua obra continua contando o que ele escreveu. Na literatura infantil, na qual atuo, esta responsabilidade é ainda maior, pois as crianças têm o impulso natural de achar que o que está escrito nos livros é inquestionável.
2. Qual seu estilo literário favorito?
Sem dúvidas, a literatura infantil. Gosto muito também de ficção.
3. Por quê escrever para o público infanto-juvenil?
No meu caso aconteceu de ser uma linguagem natural em minha escrita.
Mesmo quando escrevo para adultos e adolescentes tenho que me policiar para que o texto não fique muito lúdico e pedagógico, pois cada faixa etária tem seus gostos e interesses característicos. Também tenho um forte empatia com as crianças e o seu universo, o que facilita na criação de histórias infantis. 
4. Você acredita que incentiva os jovens a se interessarem por literatura, através de seus projetos, ideias, e seus livros? 
Percebo que sim, ao ouvir os comentários das crianças, dos educadores e dos pais nas escolas que visito.
Isto é muito gratificante e fico bastante atento aos resultados destes meus trabalhos, pois o objetivo principal é exatamente o de estimular o gosto pela leitura.
5. Qual seu livro favorito?
Em função da minha profissão eu leio muitos livros, tanto para “abastecer” meu cérebro com ideias, quanto em pesquisas enquanto estou escrevendo um livro. Por conta disto não tenho um livro específico para citar como favorito. Um livro é bom quando marca a sua vida de alguma maneira, pela emoção ou pelo aprendizado.
6. Qual seu autor favorito?
Meu primeiro autor favorito foi Monteiro Lobato, que pude ler muito quando era criança, ao
ganhar uma coleção muito bonita com seus livros. De lá para cá são muitos os escritores que passei a admirar.
Para citar os que estou apreciando com mais atenção atualmente vou destacar o Mia Couto (escritor africano) e o sempre genial Veríssimo. 
7. Uma música que te faz inspirar, na hora que você está escrevendo?
Na verdade quando estou escrevendo eu prefiro o silêncio. Desligo o som e a tv.
O que me ajuda a inspirar são os sons da natureza: o canto dos pássaros, o vento, etc.
8. Promova-se… Conte-nos um pouco de sua ideias, projetos, livros, de sua vida literária e onde podemos encontrar suas obras?
Tenho me dedicado às visitas e palestras nas escolas, para falar sobre o processo de criação literária e para que as crianças possam conhecer um escritor pessoalmente.
No meu site ( www.futurosleitores.com.br ) tem um pouco sobre o meu trabalho, minha bibliografia e outras informações. 
9. Deixe um depoimento para os leitores e seguidores do site e também uma frase que te traz inspiração para sua vida…
Há quinze anos, quando o meu primeiro livro ainda estava para ser publicado, o editor me perguntou se eu já havia feito a revisão conceitual do meu texto. Como eu não tinha a mínima ideia do que era esta revisão, ele me ensinou algo que tem sido útil até os dias de hoje, não apenas no universo literário: revisão conceitual é a avaliação do quanto se está sendo útil, dos possíveis efeitos, enfim,  do impacto que será gerado com o que se está fazendo.  Não vou deixar uma frase, mas uma ideia, a da revisão conceitual em nossas vidas.     
10. Deixe seus contatos, para que os leitores do site, possa conhecer mais suas obras…
Quero agradecer a atenção dada à literatura e mandar um grande abraço à todos.
Meus contatos são:
Mídias Sociais: Facebook | Twitter 
Fone: (11) 96767-0658
Por: Priscila Visconti (trazendo o melhor da literatura para toda tripulação d’O Barquinho Cultural)

Cantinho Literário entrevista Thiago Bechara

Primeiro de tudo, quero me desculpar por não ter tido Cantinho Literário semana passada, fiquei até envergonhada de ver a semana editorial aqui n’O Barquinho completa e não ver o meu ‘xodôzinho’, meu espaço literário, no qual divido minhas experiências, dicas,  especiais com grandes autores e apresento novos autores literários.
Mas nesta semana aqui estou, firme e forte, para trazer para toda tripulação o ‘best’ da literatura, nesta semana como comentava algumas vezes, pelas redes sociais,  que até o fim deste mês serão séries de entrevistas, com jornalistas, poetas, escritores e afins, que irão compor este finzinho de 2012, que logo logo se vai.
Nesta semana, abrindo o especial de entrevistas, será o jovem paulistano de 25 anos, mas que daqui dois meses fará 26 (fevereiro), o jornalista, escritor e poeta.
Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e é pós-graduado em Jornalismo Cultural pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP, Thiago já tem alguns livros publicados, um deles é o Encenações, lançado em 2004 pela Editora Zouk, com prefácio do jornalista Heródoto Barbeiro.
Mas sem mais delongas, conheçam um pouco deste jovem ‘colega’ (jornalista) de profissão, que ama o que faz, pois ele faz com todo amor e dedicação.

1. O que Jornalismo e literatura significa em sua vida?

O jornalismo é uma ferramenta para a literatura, que é uma necessidade. E isso tudo foi sendo descoberto de maneira muito empírica na minha vida, já que meu sonho sempre foram os palcos, como ator e cantor. O texto falou mais alto e se impôs pouco a pouco, de maneira doce e irreversível. Quando falo em necessidade, não me refiro a nenhuma acepção transcedental da palavra, ou algo que o valha. Quero dizer pura e simplesmente que não sei dormir sem ler um bom livro, da mesma maneira que não sei acordar sem ter em mente algo para ser escrito. Mesmo que eu passe dias sem escrever, estou sempre gestando uma ideia ou a ternura por um sentimento que será registrado de alguma maneira. Seja num poema, num trabalho de pesquisa histórica, numa biografia, num conto, numa crônica, num romance, etc.
2. Música e poesia para você é…  Música é a própria representação da vida. Tons, emoções, altos, baixos. Sempre necessária e desejada, parafraseando Gonzaguinha. Ninguém quer morrer. A não ser os suicidas. Será que quem diz não gostar de música tem uma tendência maior à pulsão de morte, seu tânatos  Poesia é a retina do poeta. Tudo pode ser poesia, desde que seja visto assim. Parece muito simples, porque na verdade é. Pra quê complicar?
3. O que você acha do Jornalismo Cultural de atualmente? Falta algo ou está bom?
Sempre há aspectos positivos ao mesmo tempo que falta algo. E isso não é ruim. Se não faltasse, não haveria para onde nos expandirmos, evoluirmos, pesquisarmos, subvertermos. Bem entendido, quero mais é que continue sempre faltando algo, rs. 
No Brasil, especificamente, temos alguns veículos cuja linha editorial se aproxima mais ou menos do que se entende por Jornalismo Cultural, na sua acepção original do New Jornalism. Quer dizer, pretendem se aproximar disso. No entanto, sinto falta de espaços realmente privilegiados, para grandes e saborosas reportagens, perfis, etc. 
Há muita gente talentosa e capaz disso, mas esse viés acaba ficando mais restrito ao livro na maioria dos casos. No entanto, há razões concretas, financeiras, comerciais para vivermos este tipo de configuração, e acredito que o País vive um avanço gradativo nesse sentido.
4. Sabemos que você tem ‘N’ ganchos na área cultural, conte nos um pouco de seus projetos (passados, presentes e futuros), como seus livros, poemas, canções e afins…
Minha linha de trabalho se divide, pelo menos por enquanto, basicamente em poemas, biografias e perfis, pesquisas históricas e contos. Meus dois primeiros livros foram de poesias (o primeiro independente, em 2002, e o segundo pela Ed. Zouk, 2004). 
O terceiro já foi em 2010 pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, o perfil da atriz e diretora Imara Reis. Amei fazer. É um orgulho que tenho na vida, ser amigo da Imara e ter sido o “encabeçador” desse projeto. Do mesmo modo, acredito demais na importância da biografia da cantora Cida Moreira, que escrevi de 2008 a 2010 e será lançada pela mesma coleção no ano que vem. Concomitantemente ao livro da Imara, eu estava fazendo a biografia do compositor e cantor Luiz Carlos Paraná (1932-1970), primeiro trabalho de maior fôlego nessa seara, já que o biografado era falecido e eu tive a possibilidade de exercitar meu faro de pesquisador. Foi fabuloso. 
Um marco na minha carreira e na minha vida, por diversas razões. Este livro saiu em julho de 2012. Há coisa de uma semana, foi impresso meu próximo trabalho, o livro “A linguagem corporal circense”, pela Ed. Phorte, para o qual fui contratado pela professora de Ed. Física Cristiane Cassoni, para executar o projeto que ela tinha em mente de aplicar pedagogicamente as técnicas circenses ao universo da educação Física. Sairá ano que vem, provavelmente, e colaboraram conosco mais dois professores ligados à arte circense. 
Próximos projetos, não há segredos, rs. Livro de poemas inéditos pronto, livro de contos sendo escrito, primeiro romance começando a ser escrito, biografia da atriz Claudia Alencar sendo escrita, e ideias, muitas ideias. Mas além da literatura, estou encabeçando o projeto do programa “Memória Brasil”, na TV Geração Z (TV UOL – www.tvgeracaoz.com.br) que vai ao ar ao vivo, todas as quintas-feiras, às 16h, por esse site. Já foram entrevistadas personalidades como Karin Rodrigues, Claudia Mello, Elisabeth Hartmann, Tato Fischer, Phedra D. Córdoba, Imara Reis, etc.
5. O que significa arte literária pra você?
Ainda não descobri, rs. Talvez a possibilidade de um encontro meu com o mundo e do mundo comigo, por meio da autodescoberta. Nesse sentido, me veio a associação com o termo “religação”, que dá origem à ideia de religião. Religar. Aco que a arte em termos gerais é minha grande fé na existência de algo superior a nós no mundo.
Thiago Bechara com o professor Antonio Candido
6. Qual seu estilo literário favorito?

Não há apenas um. Também não sei definir exatamente o que me atrai, mas sei que meu olhar está muito mais interessada em questões psicológicas, dramas humanas, ou facetas cômicas da nossa vida cotidiana, do que em enredos estereotipados ou idealizados. Sou mais pé no chão e a literatura só me “pega” quando vejo refletido no universal, questões particulares que nos obrigam a buscarmos a nós mesmos.
7. Um músico favorito…  Essa pergunta no Brasil é uma sacanagem, rs. Sobretudo porque amo músicos de fora também. Terei de superar sua limitação e dar mais de um nome (muito mais): Chico Buarque, Villa-Lobos, Maria Bethânia, Paulinho da Viola, Mercedes Sosa, Omara Portuondo, Liza Minelli, Clara Nunes, Gal Costa, Cida Moreira, Nelson Freire, Tato Fischer, etc.
8. Um autor favorito… Machado de Assis, Mário de Andrade, Clarice Lispector, Luigi Pirandello, Dostoiévski, Tchekhov, Humberto Werneck, etc, rs.
9. Thiago por Thiago…  Aquariano, autêntico, neurótico, perfeccionista. Só sabe agir se acreditar, só sabe viver se for apaixonado. Ama o silêncio e seus amigos (incluindo os livros).
10. Thiago e o jornalismo cultural… Uma relação descoberta 
11. Promova-se… Conte-nos um pouco de sua ideias, projetos, livros, de sua vida literária e onde podemos encontrar suas obras?
cararicatura de Thiago,
feita por um artista de rua,
próximo ao  Teatro Frei Caneca
Meu site (www.thiagobechara.com.br) é um bom lugar para quem se interessar, ficar sabendo de mais detalhes sobre meus trabalhos, projetos, ver fotos, assistir vídeos com entrevistas minhas ou os programas que apresentei até hoje. A maior parte dos meus trabalhos publicados pode ser encontrado na Livraria Cultura, mas vendo também pelo meu e-mail que é thiagobechara@ig.com.br

Contatos:


Esperamos que tenham gostado em conhecer o Thiago, pois ele disponibilizou um tempo de sua vida,  para nos conceder esta entrevista ao “O Barquinho Cultural” e nós ficamos muito grata por essa entrevista.
Mas é isso ai tripulação, a maratona entrevista no Cantinho Literário está apenas começando, semana que vem tem mais e o próximo entrevistado já está mais que preparado será o poeta, músico e produtor cultural Jaime Matos.
Boa semana e até mais!