Por: Priscila Visconti
Categoria especial
[Cantinho Literário] Sampa e a arte da literatura
Por isso nós do Cantinho Literário, queremos parabenizar a cidade de São Paulo, com muita literatura, afinal basta andarmos pelas ruas e avenidas da capital que veremos diversos poetas, escritores e interpretes da arte literária.
A Casa das Rosas é um imóvel localizado na Avenida Paulista em São Paulo, localizado no número 37 da Avenida Paulista (no Paraíso), o casarão foi projetado pelo escritório de Francisco de Paula Ramos de Azevedo pouco antes de sua morte, tendo a construção terminada em 1935. A casa abrigaria a residência de uma de suas filhas, Lúcia Azevedo Dias de Castro, casada com Ernesto Dias de Castro. O imóvel foi habitado até 1986, quando sofreu desapropriação pelo governo do estado de São Paulo.Caixa de Som especial de Natal
O grupo Backstreet Boys, com sua formação original, com Kevin Richardson, fez uma performance na Parada de Natal da Disney, que foi ao ar no dia de Natal (25/12) nos Estados Unidos, cantando a nova EP natalina, “It’s Christmas Time Again”, lançada no inicio de novembro.
Por: Priscila Visconti
[TOTAL FLEX] Novo Dia
Em meio a correria dos tempos, quando nos assustamos e percebemos que o natal esta prestes a chegar de novo (ops já até passou) e nos preparamos com todo fervor para aguardar a chegada no novo, no caso do novo ano.
Nessa época do ano o entusiasmo toma conta das pessoas, e é comum perceber um clima diferente no ar, a boa nova que se inicia com os enfeites de natal e se estende (principalmente nas cidades do interior) com novenas de natal, tende a fazer com que o humor das pessoas se revigore e logo então acreditamos firmemente que sim: Algo novo estar por chegar.
Pensei outro dia que bom que temos um calendário, não como o dos MAIAS, e ainda bem que não é. Mas que bom que temos um calendário para que possamos mesmo que de forma simbólica, encerrar ciclos,
festejar o que foi bom ser vivido, lamentar pelos fatos não tao bons e aguardar para coisas novas e boas tome conta de nossas vidas.
Fim do ano é momento sim de fazer cálculos e colocar na balança como tem sido nossas vidas profissionais pessoais, nossos relacionamentos amorosos e familiares, mas é também é preciso repensar o nosso interior, pensar o realmente vale a pena ser deixado para trás e o que temos que a partir de agora buscar.
Muitas em vezes em meio a ânsia da busca pelo concreto nos esquecemos do abstrato que vaga em meio a nossa essência e sem o qual os bens matérias também não se achegariam.
Parar, pensar, beber, rezar e amar, sim são formas de pensar, não em tudo, mas por alguns minutos que seja pensar em si mesmo.
Que 2013 realmente seja surpreendente, não que ele nos surpreenda, mas nós mesmos possamos surpreender o novo e realmente possamos viver.
Feliz Pensamento novo e vida nova para todos nós.
[Caixa de Som] O centenário do Rei do Baião
Nesta quinta-feira (13) um dos maiores compositores brasileiros, conhecido como o Rei do Baião completaria 100 anos. Luís ‘Lua’ Gonzaga do Nascimento, nasceu em Exu, interior de Pernambuco, em 13 de dezembro de 1912, e foi uma das mais completas, importantes figuras da música popular brasileira.
Gonzagão cantava a sua realidade, a sua verdade, a sua origem, forrós pé-de-serra, mostrando a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra do sertão nordestino.
Foi um propagador da cultura nordestina pelo país, fez com que o Brasil voltasse a enxergar o nordeste com sua rica cultura popular, apresentando o baião, o xote e o xaxado de uma gente alegre e contagiante, apesar de sofrer com a seca da região.
No final da década de 1930 Gonzagão se mudou para a então capital do país, Rio de Janeiro para ingressar ao exército, mas seu destino não era esse, então ele começou a cantar a “zona” da capital fluminense, com um repertório composto por canções estrangeiras, o jovem músico também se apresentava em programas de calouros, porém sem êxito algum. Somente em 1941, quando Luiz Gonzaga performou no programa de Ary Barrosa, e foi aplaudido por uma canção de sua autoria e sua identidade que o consagrou.
Ganhou notoriedade com grandes hits, que eram quase poesias da vida real nordestina, como “Baião” (1946), “Asa Branca” (1947), “Siridó” (1948), “Juazeiro” (1948), “Qui Nem Jiló” (1949) e “Baião de Dois” (1950).
O músico é admirador por grande nomes da música popular brasileira, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Raul Seixas, Caetano Veloso, entre outros, o genial instrumentista e sofisticado inventor de melodia e harmonias, ganhando o “título” de Rei do Baião.
Luiz Gonzaga morreu em 2 de agosto de 1989, em Pernambuco, Recife, vítima de parada cardiorrespiratória, e deixando um legado na música popular brasileira, pela sua originalidade, identidade e cultura de raiz.
Por Patricia Visconti






