[Especial Museu] Pinacoteca do Estado

Divulgação
Este museu já foi uma prisão de segurança máxima na época da ditadura e hoje contém o maior número de acervos de pinturas do Brasil.
O especial museus de hoje é sobre o museu dos museus, a Pinacoteca do Estado.

Divulgação

A Pinacoteca possuí um dos maiores e mais representativos acervos da arte brasileira, são quase oito mil peças compreendendo a história da pintura brasileira dos séculos 19 e 20. Entre elas estão, a Coleção Brasiliana e a Coleção Nemirovsky.

O prédio da Pinacoteca sempre reviveu momentos históricos e de suma importância para o Estado de São Paulo e também para o Brasil.
Antes de ser um dos maiores acervos culturais do país, a Pinacoteca já foi o Departamento de Ordem Política e Social (DOPs), onde até hoje guarda memórias das épocas de chumbo e sombria da Diatura Militar.
Eduardo Alvarado

Após esta fase cruel que o prédio da Pinacoteca viveu, após a Ditadura Militar, esse mesmo local foi sede da secretária da cultura de São Paulo e somente nos anos 90, reformulado e pronto para abrigar obras de renome internacional, a Pinacoteca do Estado se torna o maior acervo de museus paulistas e brasileiros.

As obras encontradas por lá são desde artistas consgradados, mostrando traços leves e finos com papel e grafite, passando por telas feitas com tinta óleo, obras homenagens e também fotos, documentos e afins, mostrando a evolução e consolidação da megalópole paulistana.
Um lugar em que a paciência para a apreciação das obras de artes deve ser primordial, pois cada sala visitada deve-se prestar atenção nos pequenos detalhes, porque a Pinacoteca é um lugar que mostra um pouco do ontem, com o hoje estando na mesma sintonia e sempre visando o amanhã.




Serviço:
Pinacoteca do Estado
Praça da Luz, 2 – Luz – São Paulo/SP
Fone: (11) 3324-1000
Funcionamento: Terça a domingo, das 10h às 18h. Bilheteria até 17h30.
Ingressos: R$6 e meia-entrada
Grátis aos sábados

[Cantinho Literário] Especial Machado de Assis

Essa semana será uma singela homenagem ao mestre da literatura brasileira e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, Joaquim Maria Machado de Assis, ou simplesmente Machado de Assis, que  faria aniversário na última quinta-feira dia 21 de junho.

Filho de Francisco José de Assis, um mulato que pintava paredes, e Maria Leopoldina da Câmara Machado, lavadeira portuguesa dos Açores, nascido em 21 de junho de 1989, o menino pobre do morro do livramento, no Rio de Janeiro, não terminou os estudos, parou de estudar na quarta para quinta série, ao menos pisou em uma universidade e aos 10 anos de idade Machado de Assis fica órfão de mãe e seu pai viúvo tão logo perdera a esposa casou-se com Maria Inês da Silva em 18 de junho de 1854, que cuidaria do garoto quando Francisco viesse a morrer um tempo depois.
Mas sua ambição pela literatura era tanto, que mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender. Consta que, em São Cristóvão, conheceu uma senhora francesa, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de Francês. Contava, também, com a proteção da madrinha D. Maria José de Mendonça Barroso, viúva do Brigadeiro e Senador do Império Bento Barroso Pereira, proprietária da Quinta do Livramento, onde foram agregados seus pais.

Machado de Assis, sempre obteve paixão pela literatura e isso fez com que ele torna-se jornalista, mesmo não tendo ensino superior, pois nesta época também não existia faculdade de jornalismo e também Machado não tinha nem mesmo o ensino completo, mas sua ganância era maior e o fez escrever para diversos periódicos, como Marmota Fluminense (Rio de Janeiro), O Paraíba (Petrópolis, RJ),Correio Mercantil (Rio de Janeiro),O Espelho (Rio de Janeiro), Diário do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro), Semana Ilustrada (Rio de Janeiro), O Futuro (Rio de Janeiro), Jornal das Famílias (Rio de Janeiro), O Globo (Rio de Janeiro),Gazeta de Notícias (Rio de Janeiro),(Rio de Janeiro),Revista Brasileira (Rio de Janeiro),A Estação (Rio de Janeiro) e o Jornal do Commercio (Rio de Janeiro).

Fundador da cadeira nº. 23, e escolheu o nome de José de Alencar, seu grande amigo, para ser seu patrono. Por sua importância, a Academia Brasileira de Letras passou a ser chamada de Casa de Machado de Assis, a Academia Brasileira de Letras, foi inspirada na Academia Francesa, que o grupo de intelectuais da Revista Brasileira idearam e fundaram, em 1897, junto ao entusiasmado e apoiador Machado de Assis, a Academia Brasileira de Letras, com o objetivo de cultuar a cultura brasileira e, principalmente, a literatura nacional.

Unanimente, Machado de Assis foi eleito primeiro presidente da Academia logo que ela havia sido instalada, no dia 28 de janeiro do mesmo ano. Como escreve Gustavo Bernardo, “Quando se fala Machado fundou a Academia, no fundo o que se quer dizer é que Machado pensava na Academia. Os escritores a fundaram e precisaram de um presidente em torno do qual não houvesse discussão.” No discurso inaugural, Machado aconselhou aos presentes: “Passai aos vossos sucessores o pensamento e a vontade iniciais, para que eles os transmitam também aos seus, e a vossa obra seja contada entre as sólidas e brilhantes páginas da nossa vida brasileira.”

Foi casado com a jovem simpática e culta Carolina Augusta Xavier de Novais, em que permaneceram casados até a morte de sua esposa em 1904, ela era portuguesa, mas faleceu no Rio de Janeiro ao lado de seu marido, que eles não tiveram filhos, mas pós a morte de Carolina, Machado de Assis escreveu um poema em homenagem a seu grande amor, veja o poema logo abaixo:

A Carolina

Querida! Ao pé do leito derradeiro,
em que descansas desta longa vida,
aqui venho e virei, pobre querida,
trazer-te o coração de companheiro.
Pulsa-lhe aquele afeto verdadeiro
que, a despeito de toda a humana lida,
fez a nossa existência apetecida
e num recanto pôs um mundo inteiro…
Trago-te flores – restos arrancados
da terra que nos viu passar unidos
e ora mortos nos deixa e separados;
que eu, se tenho, nos olhos mal feridos,
pensamentos de vida formulados,
são pensamentos idos e vividos.

Mas com a morte de sua esposa, o jornalista e escritor, entra em uma depressão profunda e em 1906, escreve seu último testamento. O primeiro, escrito em 30 de junho de 1898, deixava todos seus bens à esposa Carolina. Com a morte dela, pensou numa partilha amigável com a irmã de Carolina, Adelaide Xavier de Novais, e sobrinhos, efetuando este segundo e último testamento em 31 de maio de 1906, instituindo sua herdeira única “a menina Laura”, filha de sua sobrinha Sara Gomes da Costa e de seu esposo major Bonifácio Gomes da Costa, nomeado primeiro testamenteiro. Em suas últimas semanas, Machado de Assis escreveu cartas a Salvador de Mendonça (7 de setembro de 1908), a José Veríssimo (1 de setembro de 1908), a Mário de Alencar (6 de agosto de 1908), a Joaquim Nabuco (1 de agosto de 1908), a Oliveira Lima (1 de agosto de 1908), entre outros, demonstrando ainda estar lúcido.
E no dia 29 de setembro de 1908, às 3h20 da manhã, no Rio de Janeiro, cidade em que nasceu e viveu, morre Machado de Assis de na boca, mas em sua certidão de óbito relata que morrera de arteriosclerose generalizada, incluindo esclerose cerebral, o que, para alguns, figura questionável pelo motivo de mostrar-se lúcido nas últimas cartas já relatadas.

Confira as obras que o mestre escreveu e nos deixou para continuarmos a levar o nome e as obras dele para as futuras gerações, pois seus livros, poemas e versos, podem ser antigos, mas ainda continua mais atual como nunca.

Romances
Ressurreição, (1872)
A mão e a luva, (1874)
Helena, (1876)
Iaiá Garcia, (1878)
Memórias Póstumas de Brás Cubas, (1881)
Casa Velha, (1885)
Quincas Borba, (1891)
Dom Casmurro, (1899)
Esaú e Jacó, (1904)
Memorial de Aires, (1908)
Coletânea de Poesias
Crisálidas, (1864)
Falenas, (1870)
Americanas, (1875)
Ocidentais, (1880)
Poesias Completas, (1901)
Coletânea de contos
Contos Fluminenses, (1870)
Histórias da Meia-Noite, (1873)
Papéis Avulsos, (1882)
Histórias sem Data, (1884)
Várias Histórias, (1896)
Páginas Recolhidas, (1899)
Relíquias da Casa Velha, (1906)
Peças de teatro
Hoje Avental, Amanhã Luva, (1860)
Queda que as mulheres têm para os tolos, (1861)
Desencantos, (1861)
O Caminho da Porta, (1863)
O Protocolo, (1863)
Teatro, (1863)
Quase Ministro, (1864)
Os Deuses de Casaca, (1866)
Tu, só tu, puro amor, (1880)
Não Consultes Médico, (1896)
Lição de Botânica, (1906)
Contos selecionados
“A Cartomante”
“Miss Dollar”
“O Alienista” (†)
“Teoria do Medalhão”
“A Chinela Turca”
“Na Arca”
“D. Benedita”
“O Segredo do Bonzo”
“O Anel de Polícrates”
“O Empréstimo”
“A Sereníssima República”
“O Espelho”
“Um Capricho”
“Brincar com Fogo”
“Uma Visita de Alcibíades”

“Verba Testamentária”
“Noite de Almirante”
“Um Homem Célebre”
“Conto de Escola”
“Uns Braços”
“A Cartomante”
“O Enfermeiro”
“Trio em Lá Menor”
“O Caso da Vara”
“Missa do Galo”
“Almas Agradecidas”
“A Igreja do Diabo”
É isso ai, espero que que tenha gostado da homenagem, póstumas, mas ‘tá valendo’, para o mestre Joaquim Maria Machado de Assis que foi e é um dos grandes incentivadores para  muitos jornalistas e escritores.

Boa semana a todos e boa leitura

[Especial Museu] Catavento: O Museu dos Curiosos

Você é curioso, gosta de saber os porquês de tudo?
Então se liga, que a série do especial Museus é para você!

Hoje iremos falar de um museu que mais parece um laboratório científico, quem experiências e novidades, para os futuros conhecedores se conectarem e interagirem com as exposições presentes no prédio.
Localizado no centro de São Paulo, no antigo Palácio das Indústrias e Prefeitura de São Paulo, o Museu Catavento Cultural e Educacional, foi inaugurado em 2009.
Um museu mais que educativo, interage o visitante em um mundo de conhecimento, com mais de 250 atrações espalhadas por todo ele. Monitorado por guias especializados, pode ser uma ótima viagem para quem vai passar o feriadão na cidade.


Serviço

Espaço Catavento Cultural e Educacional
Quando: de terça-feira a domingo, das 9h às 17h
Onde: Parque D. Pedro II, São Paulo
Quanto: R$ 6 – estudantes pagam metade do valor
Como chegar: De metrô – próximo às estações Pedro II (linhas vermelha) e São Bento (linha azul)
De ônibus –O terminal de ônibus Parque Dom Pedro II está a poucos metros do Catavento.
Até amanhã com a nossa Caixa de Som e semana fiquem ligadinhos, para mais um museu, pois eles podem ser mais legais do que possamos imaginar.

[ESPECIAL] TWITTER 6 ANOS

Para não ficar se o post da semana, já que a nossa querida colunista, @ka_my está com alguns servicinhos extras em seu blog Cinco das Artes e também os trampos do dia a dia, da vida corriqueira que vivemos..
Mas como a arte teatral é quase ilusão para mim (@pii_littrell), então vou fazer uma homenagem para nosso liendo e maravilhoso twitter, que hoje dia 21/Março completa 6 aninhos.
E não tem nada melhor de comemorar o ‘niver’ do twitter, por aqui na web, afinal, tuiteiros unidos em comemoração a rede que mais cresce no mundo, tudo bem que o facebook está um pouco na frente, mas o twitter, está a caminho, pois logo logo, ele será a maior rede social do mundo, pois podem falar que o microblog é uma mídia social sem graça, que não tem nada, tsc tsc.. Só os fracos que veem isso (vicio de facebook.. hehe).
Para nós, jornalistas, blogueiras, comunicólogas e tecnoalcoholics que vivemos 24 horas em contato com essas redes sociais, não podemos julgar nenhuma rede e sim só parabenizar e agradecer por nos trazer felicidade, trabalho, amigos e muitoooo amor.
Parabéns Twitter, que está rede cresce a cada dia mais, como já está ocorrendo e que se torne muito importante e útil para todos os tuiteiros de todo mundo..
#HappyBdayTwitter
Beijos de uma twittermanic that love so much this social media.

Caixa de Som – Especial Mulherada

Hoje é o dia internacional das mulheres, e para homenagear essa raça tão guerreira, forte e batalhadora, nada melhor do que escolher algumas DIVAs da música pop atual, que cá entre nós, merece não só um dia, mas um ano inteiro.
So, let’s go …



E por último, claro que não poderíamos deixar nossa eterna rainha da música pop de fora dessa.

Espero que tenham curtido, e lembrando que essas são só algumas DIVAs, pois temos diversas que com certeza são de suma importância para o desenvolvimento musical e social da mulher no mundo.Parabéns para todas nós!!!Até a próxima…@nickacarter