[Total Flex] Projeto Via Brasil fomenta o intercâmbio da cultura brasileira

2014 será o ano do Brasil, além dos eventos que acontecerão aqui em nosso país, que somará visibilidade por todo o Planeta, o país ainda será homenageado em outros países no mundo, como por exemplo, o intercâmbio da cultura brasileira, que acontecerá ao longo deste ano no Wexner Center, galeria de arte contemporânea da Universidade de Ohio (Estados Unidos), que está realizando uma iniciativa interdisciplinar intitulada Via Brasil.

O projeto visa apresentar a diversidade cultural da nação brasileira, promovendo uma troca internacional da universidade com a arte e cultura do Brasil. Além do mais, o Wexner Center há uma gama integrada que abrange diversos nichos da nossa cultural, como exposições, filmes, vídeos, educação, juntamente com programações complementares do departamento de artes cênicas, tendo por fim, promover a compreensão e apreciação da arte contemporânea brasileira.
A mostra exposta ao projeto é um resultado de quase três anos de pesquisa e viagens de curadores da universidade, passando pelas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Belo Horizonte, entre outros lugares, conhecendo o trabalho de artistas, curadores e críticos brasileiros. Uma investigação da cultura brasileira atual, através de uma perspectiva de costumes, mostrando uma ampla e vasta programação cultural no Brasil.
Para mais informações acesse o site do Ministério da Cultura, e confira os editais a serem apresentados durante o projeto.

[Caixa de Som] Gabriel Gariba sincroniza música e exposição em uma mesma produção

A arte quando bem produzida traz só bem feitorias a humanidade, podendo ser música, artes plásticas, interpretação, fotografia, etc… Mas, quando une uma a outra, o resultado pode ser ainda melhor e um pouco diferenciado e inusitado também. E foi juntando design com música, que o e o curitibano e artista plástico, Gabriel Gariba lançou seus primeiros compilados musicais.

Músicas que enfeitam a parede” é um projeto que une duas paixões de Gabriel, a música e as artes . Idealizando um sonho de concretizar a necessidade de registrar suas canções, porém dando uma nova cara ao bom e velho CD. 

Brincando com as artes gráficas, transformando o tradicional encarte em um quadro decorativo, apresentando que com boas ideias, a música e arte podem sim caminhar juntas, propagando uma nova cara  à cultura já existente.
E falando um pouco sobre sua obra, Gariba conversou com nossa embarcação contanto um pouco sobre esse projeto pouco insólito, muito divertido, que traz bem estar não apenas aos ouvidos, mas uma nova expressão a casa inteira.


Confira a entrevista abaixo:

OBC – De onde surgiu essa ideia de juntar música e artes em um único projeto? Por que mixar 2 artes em uma?
Gabriel Gariba – Surgiu da vontade de mostrar minhas canções. Já componho há alguns anos e queria mostrar  para as pessoas. Comercialmente eu trabalho com design, é meu ganha pão. Queria fazer algo que juntasse estas minhas duas atividades que sinto muito prazer em fazer e que, ao mesmo tempo, fosse um projeto com a minha cara.
  
OBC – As canções dos discos são todas compostas por você? Quais são suas principais influências musicais?
GG – As canções deste EP são minhas mesmo. Gosto de tanta gente que fica até meio complicado citar nomes. Gosto muito de ouvir Lenine, Jorge Drexler, Gilberto Gil, Siba, Jeneci, Paulinho Moska, Jorge Mautner, Lula Queiroga e por aí vai. Não sei ao certo quais são as influências, mas com certeza são sonoridades que passam pela minha cabeça no momento de compor uma melodia ou letra.  
OBC – E os quadros, como surge a ideia para anexar o disco àquela obra? Onde você se inspira para criar o quadro?
GG – Como não sou conhecido, queria criar algo que chamasse a atenção para minha música antes mesmo dela ser ouvida. Ou gerar uma determinada curiosidade para saber o que há naquele cd. Os quadros são inspirados nas músicas e vice-versa. Queria traduzir de alguma forma o que aquela música representa visualmente. 
  
OBC – Como você define essa mixagem de artes, já que nem todos os músicos têm ideias assim como as suas?
GG – Eu defini como “músicas que enfeitam paredes”, pois não consegui achar um nome de produto para elas, rs. Achei mais agradável e lúdico, assim como toda proposta musical. 
Às vezes vejo as pessoas postarem por ai como “quadros musicais”, quadros/cds e etc… Eu acho legal.
  
OBC – Como foi produzir o disco? E os quadros?
GG – Foi muito bom!  As músicas foram produzidas em home studio com músicos parceiros. Gosto muito deste conceito caseiro  ou  Lo-fi, como o pessoal diz por aí. Acho que hoje você consegue viabilizar ideias com baixo custo, a tecnologia tem ajudado bastante.
E ver sua ideia sair do papel é algo realmente gratificante, apesar do processo ser demorado, pois envolve pesquisa de materiais, como no caso dos quadros.
OBC – Você pretende lançar videoclipes destes discos? Há algo decorativo para os vídeos?

GG – Estou pensado bastante em lançar um clipe de uma das músicas. Estou vendo a possibilidade de realizá-lo. A ideia em princípio é colaborativa. Estou pensando ainda numa maneira de que as pessoas curtam a proposta e me ajudem, rs. 
OBC – Como é feita a comercialização das suas obras? Onde você vende e onde expõem as peças para ouvir e também para que as pessoas adquiram aos discos?
GG – Estou vendendo os quadros agora em parceria com a Caixa Filosofal. Antes eu mesmo estava fazendo todo processo, agora eles me ajudam nisso. Reformulei o modelo com eles também, está num formato maior e com um acabamento diferente, está bonitão. É possível comprar diretamente pelo site deles e eles entregam para todo Brasil.
Como ainda não tenho um ponto fixo para venda, estou expondo os quadros aqui em Curitiba, dentro da livraria Saraiva, no Café da Escada. Quem tiver interesse em conhecer, ele está localizado no Shopping Crystal, no centro da cidade. 
OBC – Shows, apresentações, performances, exposições…, há algo em programado em sua agenda? O que e quando?

GG – No momento estou apenas com a exposição. Como cuido de tudo, tive que aprender a me organizar com a venda dos quadros, o que me tomou tempo para o ensaios e tudo mais. Já estou organizando algumas músicas para apresentações. Ainda não tenho data marcada. Assim que tiver aviso a todos. Quem quiser saber mais informações pode acompanhar pela fanpage do projeto: facebook.com/musicasqueenfeitamparedes.
OBC – Quais são as expectativas futuras à sua carreira?
GG – São as melhores possíveis. Como senti uma receptividade ótima do pessoal, tanto em releases de sites, blogs e quanto a e-mails de pessoas de todo canto do mundo, quero mergulhar cada vez mais nesse universo. Quando fazemos algo com amor e ainda por cima as pessoas gostam,  o sentimento que vem a mente é de produzir mais e mais. 
Ouça algumas produções deste trabalho inovador e diferente idealizado e produzido por Gariba:

Por Patrícia Visconti

[Total Flex] "Mônica Parade" – Artistas plástico homenageiam a baixinha, gorducha e dentuça mais famosa do mundo

A gorducha e dentuça, mais famosa do Brasil, ganhou uma exposição de arte, espalhada pela cidade de São Paulo, a Mônica, de Maurício de Sousa, serão pontos turísticos, em bancas de jornais, parques, CEU’s e avenidas de toda capital paulista, até o dia 8 de dezembro, por isso não se assuste quando ver uma Mônica do seu tamanho.

Está exposição da gorducha, é para comemorar os 50 anos de personagem, que foi produzida em fibra de vidro, medindo 1,60m de altura e a exposição da Mônica, é no estilo da “Cow Parade” e a “Rino Parade”, em que vários artistas plástico mostraram suas obras, através das esculturas espalhadas pela cidade, mas
agora para festejar o meio século da dentuça, a homenageada da vez é a baixinha, dentuça e gorducha, mas famosa não só nos quadrinhos, mas também de todo mundo.
A “Mônica Parade” fica pela ruas de São Paulo até dia 8 de dezembro e depois, as bonecas serão leiloadas em prol as crianças atendidas pelo UNICEF.
Confira abaixo o makin of do artista plástico Lobo, na produção do “Mônica Pop Art”:
(Para quem reconheceu, esta boneca que foi ‘sequestrada’ no Jardins e encontrada lá em Guarulhos, mas agora já está tudo bem com ela ela, o caso já está quase resolvido, pois falta descobrir quem pegou a estátua, mas até o fim de semana, a Mônica volta para seu posto.)
Mais informação acesse o site www.monicaparade.com.br, que reúne notícias, fotos, making of, informações dos artistas e a localização de todas as obras. 
Clique na imagem para ampliá-las;

Por Priscila Visconti

[Total Flex] São Paulo vista nas lentes dos novos talentos da fotografia

São Paulo é uma cidade multicultural, e tão multi quão seu tamanho, muitos talentos ficam as sobras dos becos e ruelas dessa megalópole brasileira.
No próximo domingo uma parte dessas artes serão reveladas na segunda mostra fotográfica de novos talentos paulistanos “Fotoarte – Os Olhos de quem vê!”.
Somando ao êxito da primeira exposição, a segunda vem multiplicar e reunir mais um grupo de fotógrafos e seus olhares sobre arte paulistana, em uma exposição de artistas e amigos que apresentam a arte da cidade para o mundo.
O evento acontecerá no dia 27 de Outubro, no Hostel Alice, na Vila Madalena. Além da exposição, as fotos serão vendidas em um bazar por valores bastante acessíveis.

Fotógrafos participantes:
Ana de Oliveira
Cursou Fotografia Luz Marginal na instituição de ensino MAM, e foi sócio-proprietária do DUO FotoClube – Escola de Fotografia. Atualmente leciona aulas particulares de fotografia.
Fabio Astaire
Fotógrafo das luzes e cores, que servem de incentivo para continuar o registro dos pequenos fragmentos da vida. Um adorador de música e cinema, qual transmite essa energia para sua arte fotográfica.
Fernando Siqueira
Aventureiro por natureza, antes de ser fotógrafo, viveu alguns anos viajando pelo Brasil e pelo mundo, trabalhando com consultoria no seguimento de automação de topografia e navegação por satélites, uma área cheia de equipamentos e técnicas. 
Da teoria à pratica, é dono de um estilo próprio de fotografias comerciais para revistas de moda, eventos e acontecimentos corporativos, ações sociais ou casamentos. Sua fotografia autoral se caracteriza pela proximidade com o objeto e é sempre carregada de sentimentos e energias.
Priscila Visconti
Jornalista, produtora e uma curadora nata em organizar eventos culturais. Trabalha como repórter e fotógrafa no boletim sobre cultura pop “O Barquinho Cultural” e faz alguns outros ‘frilas’ sobre música, cultura e entretenimento.
Raquel Luzia
Trabalhou como designer e ilustradora em um estúdio de um amigo, e foi o próprio quem disse para comprar uma máquina fotográfica, pois uma vez que você compreender bem seus trabalhos, tanto na ilustração quanto design ficarão melhores, era o que ele dizia. E foi assim que tudo começou, ela comprou a câmera e foi amor a primeira vista.
Além do mais, também haverá apresentação da banda de pop-rock nacional, PrásKbças Music, apresentando um pouco de seu novo projeto e mostrando sua essência na música popular brasileira.

PrásKbça Music
Jovens ex-alunos da ETEC de Artes que se juntaram e para fazer música popular brasileira, com uma pitada de rock, soul, funk e os estilos regionais do país. Levando música, festa e alegria por onde quer que eles passam, contagiam à todos apenas pelo seu som.

Serviço:

“FotoArte – Os olhos de quem vê”
Data: 27/Outubro/2013
Horário: 14h
Local: Hostel Alice
End.: Rua Harmonia, 1275 – SP/SP
Entrada Franca
Facebook do evento: facebook.com/expofotoarte
Foto por: Fabio Astaire
Será arte que não acaba mais! Por isso, ao invés de ficar deitado no sofá, vá prestigiar um pouco da arte ainda marginalizada pela sociedade que só visa os lucros, a ganância e poder.

[Total Flex] Inhotim: Tesouro das Gerais

Minas Gerais é conhecida principalmente pela sua culinária e suas montanhas, os mineiros possuem o dom da hospitalidade, e tem uma das maiores rivalidades do futebol brasileiro: Atlético e Cruzeiro. Mas Minas também é ousada no quesito arte, e de um modo especial no que se diz respeito a arte contemporânea.

Em Brumadinho a cerca de 60km de Belo Horizonte foi idealizado pelo empresário Bernardo Paz na década de 80 o Instituto Inhotim, que com ao longo dos anos veio a se tornar mais que apenas uma reserva natural onde há um acervo valioso botânico de várias partes do Brasil em especial com espécies nativas e sim um grande espaço cultural para os mineiros. O local passou a receber construções diversas para receber arte contemporânea.
O local é uma oportunidade acessível se conhecer o que o nosso país possui de especial tanto na natureza quanto na arte, muitos acreditam que mesmo chegando cheio de expectativas para conhecerem a reserva ainda assim saem do local maravilhados com um algo mais, um algo diferente que não se foi buscar mas é encontrado no local.
O Inhotim é o maior acervo ao ar livre e é o único lugar que pode ser encontrada a flor cadáver na América Latina. O acervo é sempre renovado e as galerias inauguradas anualmente. 
No local é encontrada exposições de vários artistas renomados, atualmente há 70 obras em exposição que se dividem entre obras permanentes e outras temporárias. 
Obras Permanentes:
Barroco Miguel Rio Branco – Barroco, fotografia cibachrome, políptico, 9x (80 x 80 cm), dimensão total 240 x 240 cm, 1998
Cildo Meireles, Através, 1938-1989, materiais diversos, 600 x 1500 x 1500 cm, foto: Pedro Motta
As obras de Cildo Meireles tem uma proposta que aguça a imaginação dos visitantes, as obras postadas retratam objetos aparentemente comuns em nosso cotidiano, mas com um toque de indagação, a primeira foto mostra a obra “Através” materiais de utensílios transformados em formas de barreiras para desafiar nossa mente, além de milhares de cacos de vidros espalhados pelo espaço permitindo várias formas de visualização do espaço, a obra alude para as barreiras encontradas na vida e a necessidade que o ser humano tem de supera-las, os estilhaços nos rementem a essa nova visão que podemos e devemos ter dos problemas para enxergamos tudo em vários ângulos. 
Obs: (Para visitar a instalação é necessário estar de sapato fechado.)
Desde 2006 a obra “Desvio para o Vermelho” também de Cildo Meireles esta permanente no Inhotim, é um trabalho extremante completo, e o visitante precisa ter curiosidade e uma certa sensibilidade para mergulhar nos mistérios que essa obra propõe, não precisa ser nenhum especialista em artes mas é bom que se tenha uma forma mais graciosa de olhar o entorno, são ambientes articulados sendo um deles composto por móveis em vermelho, há uma proposta de reflexão quanto a violência urbana, e tende a levar o expectador a algum impacto e mexer com o seu psicológico sempre o remetendo para o mesmo lugar de partida, como uma espécie de uma falsa lógica.  
O Inhotim é um lugar que merece ser visitado.
Informações Gerais
Horário de funcionamento
Terça a sexta: 9h30 às 16h30
Sábado, domingo e feriado: 9h30 às 17h30
Valor da entrada:
Terça – Gratuita
Quarta e Quinta – R$ 20,00
Sexta, sábado, domingo e feriados – R$ 28,00
Meia-entrada para maiores de 60 anos, crianças entre 6 e 12 anos e estudantes mediante
apresentação de carteira da escola ou faculdade, dentro do prazo de validade e com foto. Funcionários da Vale também pagam meia-entrada mediante apresentação do crachá da empresa.
Portadores do cartão do Clube de Assinantes do Estado de Minas e assinantes Hoje em Dia ganham 50% de desconto na compra de 2 ingressos.