Pois bem, é sobre isso que iremos falar aqui n’ O Barquinho Cultural, não pense que a editoria do Cantinho Literário, mudou de dia, não esta é editoria de cinema, a nossa Cabine da Pipoca, que por tanto tempo ficou nas mãos da nossa querida Estelinha.
Mas no começo desta semana, a internauta, parceira, com seu blog, Resistências e porque não dizer, uma das membro de um mini clube do livro que fazemos através do bate-papo do Facebook, Lucila Neves, (veja também sua página da rede do Facebook) nos enviou como quem não quer nada, um filme um tanto quanto interessante, pois mostra a história de pessoas comum, que se encontram por intermédio de um livro, então elas montam um clube do livro, fazendo o roteiro do filme ir da comédia, drama e também romance.
O nome deste filme é O Clube de Leitura de Jane Austen, é um filme norte-americano de drama romântico lançado em 2007, escrito e dirigido por Robin Swicord, com roteiro adaptado do romance do mesmo nome de Karen Joy Fowler, que é focado em um clube de discussão de livro formado especificamente para discutir os seis romances escritos por Jane Austen, que ao se aprofundarem na literatura de Austen, os membros do clube encontram-se lidando com experiências de vida que se assemelham aos temas dos livros que estão lendo.
Vejam abaixo a sinopse do filme:
“O clube do livro é criação de Bernadette, uma cinquentona seis vezes divorciada, que se agarra à ideia quando conhece Prudie, uma afetada professora de universidade de Língua Francesa, nos seus 20 e tantos anos e casada, em um festival de cinema de Jane Austen. Sua ideia é ter seis membros e discutir todos os seis romances de Jane Austen, com cada membro recebendo o grupo em sua casa uma vez por mês.
Aceitos também no clube estão: Sylvia, uma bibliotecária que se separara recentemente de seu marido, o advogado Daniel, depois de mais de duas décadas de casamento; Allegra, de 20 e tantos anos, lésbica, filha de Sylvia; Jocelyn, uma solteira maníaca por controle e criadora da raça de cachorros Rhodesian Ridgeback, que tem sido amiga de Sylvia desde a infância; e Grigg, um fã de ficção científica que foi amarrado no grupo por Jocelyn com a esperança de que ele e Sylvia formem um casal compatível.
Com o passar dos meses, cada um dos membros desenvolve características similares àquelas dos personagens de Austen e reagem aos acontecimentos em suas vidas da mesma maneira que seus homólogos ficcionais fariam. Bernadette é a figura matriarcal que sonha em ver todos encontrar a felicidade. Sylvia apega-se à sua crença na benignidade e devoção, e, afinal, se reconcilia com Daniel. Jocelyn renega seus próprios sentimentos por Grigg enquanto brinca de cupido para ele e Sylvia. Prudie, sobrecarregada com a falta de atenção de seu marido Dean, e uma mãe maconheira, de espírito livre e atitudes hippies (um produto da contracultura dos anos 1960), encontra-se tentando desesperadamente não sucumbir aos seus sentimentos por seu atraente aluno Trey.
Allegra, que tende a encontrar seus amores quando se envolve em atividades que desafiam a morte, sente-se traída quando descobre que sua atual namorada, a aspirante a escritora Corinne, tem usado a vida de Allegra como base para seus contos. Grigg está atraído por Jocelyn e enfeitiçado por sua falta de interesse nele, marcada pela falha de Jocelyn em ler os livros de Ursula K. Le Guin com os quais ele tem esperança de cativar sua afeição. Ele também serve de contraponto cômico para as tomadas muito sérias entre Jocelyn e Prudie.”
O Clube de Leitura de Jane Austen Data de lançamento: 21 de setembro de 2007 Direção: Robin Swicord Lançamento em DVD: 5 de fevereiro de 2008 Duração: 106 minutos Trilha sonora: Aaron Zigman
Elenco Maria Bello como Jocelyn | Emily Blunt como Prudie | Kathy Baker como Bernadette Hugh Dancy como Grigg | Amy Brenneman como Sylvia | Maggie Grace como Allegra Jimmy Smits como Daniel | Marc Blucas como Dean | Lynn Redgrave como Mama Sky Kevin Zegers como Trey | Nancy Travis como Cat Harris | Parisa Fitz-Henley como Corinne | Gwendoline Yeo como Dr. Samantha Yep
Assista abaixo, na integra o filme “O Clube de Leitura de Jane Austen”:
Para saber mais informações sobre o filme acesse o site oficial. Mas é isso, está atrasado, pois não subi no dia certo do Cabine, afinal estou me adaptando ainda em pautar a editoria de cinema, porque ainda atrapalho um pouco, ai acabo esquecendo de subir o texto, mas relaxem que logo eu pego jeito da ‘coisa ‘ e meto bala na ‘bagaça’. Boa fim de semana à todos e até a próxima sexta-feira com mais Cabine da Pipoca, que nesta semana virou a Cabine Literária.Por: Priscila Visconti
Quem não brincou com os famosos blocos da Lego quando criança?
Se você foi criança nas décadas de 80 e 90, com certeza vai gostar da versão cinematográfica do brinquedo, que será um aventura totalmente computadorizada dirigida por Phil Lord e Christopher Miller e deve chegar aos cinemas no no final de fevereiro de 2014.
O “Lego Movie”, como foi chamado, é uma produção da Warner Bros e terá como dubladores os atores Will Ferrell e Morgan Freeman. Esta não é a primeira vez que os bonequinhos viram filme. Na televisão americana, em 2003, foi lançada a série “Bionicle”, baseada no brinquedo de mesmo nome.
Desde 2005, a Lego estrelou também curtas sobre “Star Wars”, que foram exibidos no site da empresa. Já “Lego: As Aventuras dos Clutch Powers” foi o primeiro filme lançado em DVD.
Quem está ansioso para o assistir o filme que vai relembrar bons momentos da infância de muita gente e também já mostrava talentos de grandes arquitetos e engenheiros em todo mundo. Então aguardem, pois ano que vem vem aí o filme que vai mexer com a cabeça de muita gente, que também terá a versão em 3D, para as emoções ficarem mais reais.
Assista abaixo algumas produções com Lego, feito por fãs dos bloquinhos.
Conheço – e você certamente conhece também – pessoas que idolatram uma obra após assistir sua adaptação dos livros para o cinema. Um importante teórico da comunicação chamado Marshall McLuhan disse um dia que a exploração de todos os sentidos atrai mais a atenção humana do que o uso de um ou dois. A ideia deste mocinho explica e me permite compreender a afirmação que fiz no começo desse texto. Nessa tentativa ousada de atrair maior quantidade de pessoas, existe a possibilidade de nem sempre os roteiristas dos filmes conseguirem representar tão bem a obra que adaptaram. Este não foi o caso de O Caçador de Pipas.
Muito embora o filme resuma bastante a obra, dê menos atenção do que deveria a um dos momentos mais emocionantes do romance de Khaled Hosseini – a infância de Amir e Hassan – e falhe no detalhe da ausência de uma interação maior entre as personagens, críticas afirmam que o livro foi fielmente representado no longa de Marc Forster.
Um dos destaques da adaptação, senão o maior, é a semelhança entre a descrição das personagens com os atores da afegã Cabul (cidade da primeira parte do romance) escolhidos para cada papel. Fala-se, inclusive, que durante as filmagens o próprio Khaled desconstruiu a ideia que tinha das personagens ao descrevê-las em seu livro quando observou pessoalmente seus intérpretes. Espetáculo à parte foram as cenas do torneio de pipas, como destaca Luisa Valle em texto para o Globo Online. Também chama atenção o cenário usado nas filmagens, que trouxeram para as telonas dos anos 2000 um oriente médio de acordo com seus conflitos vividos nos anos 1970 e, mais tarde, em 1990.
Apesar de concordar com McLuhan quanto à sua afirmação sobre obras e os sentidos humanos, completo seu raciocínio com um porém. Sim, a exploração de uma grande quantidade de sentidos nos é bastante envolvente, mas romances bem escritos e detalhadamente contados exploram além do sensorial: nossa imaginação. Não há nada mais divertido, gostoso e desafiador do que construirmos cada cena descrita nas linhas bem traçadas de um livro. E O Caçador de Pipas, com certeza, faz isso por nós mil vezes.
Está chegando ao fim a saga que conquistou muitos adolescentes e pré-adolescentes por todos os cantos do mundo. Amanhecer – Parte I, da Saga Crepúsculo, estreou hoje nas telonas com direito a elogio e satisfação por parte de fãs do romance, principalmente pela fidelidade à história escrita por Stephenie Meyer.
É válido fazer algumas observações acerca dessa produção, vez que ela se destaca em comparação aos outros filmes em diversos aspectos, entre eles na interpretação mais natural dos atores e nas deduzíveis cenas de sexo – um casal numa lua de mel, deitados nus na cama e trocando carícias te remete a…?. Fãs acharam esse filme mais emocionante devido à transparência e “mergulho de cabeça” na relação ator-personagem, como se a experiência dos três filmes anteriores tivesse deixado os atores mais íntimos com personagem, tornando mais reais as situações vividas por cada um na obra.
A estreia de Amanhecer trouxe à tona a emoção dos fãs dedicados e apaixonados pela obra na cena do casamento entre Bella (Kristen Stwart) e Edward (Robert Pattinson), além de, possivelmente, despertar nestes certa repulsão ao ver tanto sangue e mordidas vampirescas ao nascer do filho do casal protagonista – não desconsiderando a sensibilidade e cumplicidade dos fieis à obra neste mesmo momento.
Se ajudar na escolha do filme do final de semana e caso queira ver a Cidade Maravilhosa nos cinemas mais uma vez, cenas da lua de mel dos recém-casados foram rodadas no Rio de Janeiro, lugar de felicidade, beleza e sensualidade, segundo críticos.
Ainda de acordo com a opinião de quem entende do assunto, não foi uma boa sacada a divisão do último livro em duas partes no cinema, seria melhor que fosse passado em unidade – a segunda parte de Amanhecer estreará em 2013.
Sei que muita gente já conferiu e muitos ainda vão conferir. Sendo assim, relembrem e/ou queiram mais Amanhecer – Parte I assistindo ao trailer.
E quem gostou comenta aqui! Até mais ver. @marquestela