Ela é londrina, mas tem algo em suas veias que soa latino. Gabriella Rego tem 22 anos, nasceu e vive em Londres, é cantora e compositora, adora música pop e fã assumida de Jennifer Lopez.
Assim como muitos músicos, Gabi também ingressou cedo nesta carreira tão prazerosa, pois alegra e contagia a todo mundo, mas tão concorrida por causa de uma seletividade e relação de escolha que a Indústria fonográfica difere os verdadeiros músicos, com os produtos de marketing neste ramo.
Mas, a jovem cantora nunca desistiu e sempre lutou pelos seus objetivos e sonhos, correndo atrás e buscando o que almeja.
Gabi bateu um papo com nossa embarcação e nos contou tudo sobre sua carreira, como ela começou, suas influências, sobre a gravação de seu primeiro álbum, além de seus sonhos e expectativas futuras para sua carreira.
Confira abaixo a entrevista concedida por Gabriella Rego:
OBC – Há quanto tempo você canta?
Gabriella Rego – Eu comecei a cantar com 12 anos na escola secundária. Comecei primeiramente a cantar músicas clássicas, pois havia testes de canto no colégio, onde treinei para passá-los. Dois anos depois, continuei as minhas aulas numa escola de música em Isleworth. Então, a partir dai comecei a fazer aulas de piano e também conclui essa disciplina durante as classes.
Aos 17 anos, gravei duas músicas em um estudio em Londres; Com 19 anos, concorri numa competição de canto e cheguei até a semi-final.
Depois um estúdio em Farringdon enviou um email para trabalhar com eles, para gravar outro disco. Passei um ano a escrevendo e gravando o meu primeiro CD ‘Need to Know‘ que esta disponível no iTunes e Amazon e também na loja de HMV em Uxbridge (Zona 6 de Londres).
OBC – Quais são suas principais influências musicais?
GR – Principalmente, a Jennifer Lopez sempre foi uma das minhas inspirações. Adoro as canções da J.Lo, e como ela lutou para realizar o seu sonho de ser uma diva pop. Também gosto muito da Whitney Houston, Shakira, e Jessie J.
OBC – Você já realiza apresentações em algum lugar? Há quanto tempo? Onde? Qual seu repertório?
GR – Sim ja há dois ou tres anos. Esses últimos seis meses estou um pouco parada, pois a faculdade e desde ai tenho tido muito trabalho, além de poupar dinheiro suficiente para realizar um sonho pessoal. Porém, em meu tempo livre estou estudando piano e também escrevo músicas novas.
Sei que o meu sonho leva tempo para realizar, mas sempre vou sonhar por ele e nunca desistir.
OBC – Quando surgiu a ideia de gravar vídeos e publicar na internet? Por quê?
GR – Sempre vi pessoas pôr suas musicas na Internet e sempre achei uma grande ideia e uma muito simples para mostrar ao mundo a sua voz. As pessoas da nossa geração utilizam a net todos os dias e por isso essa é uma maneira de criar uma relacao entre elas. Entretanto, comecei a publicar vídeos no Youtube há tres ou quatro anos.
OBC – Você também compõem? Caso sim, de onde surge suas inspirações para escrever?
GR – Sim componho. As minhas inspirações vem das minhas experiências que vivi e vivo ate hoje, e tambem dos meus amigos e da minha familia. Gosto muito de escrever músicas.
As musicas no meu primeiro CD são todas minhas. Se alguém quiser um CD meu, pode pedir através do meu site, que envio pelos Correios.
OBC – O que almeja para seu futuro na carreira musical?
GR – Vamos ver, sonho em criar uma carreira musical, seja em Londres, Portugal, ou na América. Gostaria muito de viver o meu sonho e vou tentar tudo para realizá-lo.
Assista abaixo o single homônimo do primeiro álbum da Gabi, “Need to Know“:
O mundo é uma imensidão a ser explorada por seus habitantes, e todo jovem tem prazer de desbravar o planeta, mesmo que seja apenas com uma mochila nas costas e sem dinheiro algum no bolso.
Aprender novas culturas, novas línguas, conhecer novas gastronomias, novos amores, amigos, diversão e entretenimentos. Se aventurar pelo “mundão” a fora, principalmente quando começamos pelo berço da civilização moderna, a velha e bela Europa.
É isso que o autor Nil Marques traz no em sua primeira publicação literário “Europa na Mochila“, que mostra uma viagem inusitada por 20 cidades europeias. Aonde um universitário brasileiro desbrava o velho mundo, conhecendo outras culturas, diferentes pessoas e experimentar divergentes modos de vida, sob a uma visão bem humorada e realista de um mochileiro que adquire novos conceitos entre Brasil e Europa.
Em um bate papo a nossa embarcação, Nil nos contou um pouco sobre sua carreira, seu começo, suas influências, anseios e expectativas futuras.
Confira abaixo:
OBC – Quando surgiu essa ânsia em ser escritor?
Nil Marques – Gosto de escrever desde criança. Sempre gostei de ler, fazer redações e criar histórias. Tenho mais de dez peças de Teatro escritas e algumas encenadas. Outras, como “A Vida de Brasileiro” e “Não Me Contamine!” ganharam prêmios em festivais. Escrevi roteiros para programas jornalísticos na TV Manchete e Rede Record. Faltava escrever livros, uma grande paixão.
OBC – Quais são suas principais influências no mundo literário?
NM – Leio muito e gosto de muitos autores, mas não posso dizer que eles me influenciam, até porque temos estilos bem diferentes. Machado de Assis e Eça de Queirós (ou Queiróz como alguns citam), são meus prediletos. Camilo Castelo Branco, também, me inspira. Os contemporâneos Dan Brown e Khaled Hosseini são inteligentes e intrigantes. Gosto do ousado, romântico, inteligente, questionador, surpreendente e esses autores têm um pouco disso.
OBC – O livro “Europa na Mochila” é sua primeira publicação ou você já possuí outras obras literárias?
NM – Como literatura é a primeira publicação, mas não a primeira ser escrita. Tenho outras obras que estão na gaveta, como “Contos de Humor e de Terror“, que enfoca a lendas e histórias brasileiras com influências estrangeiras, histórias que ouvi na infância e outras tiradas da minha mente fértil (risos). Este pretendo lançar no próximo ano. Tenho uma caixa de textos escritos esperando para serem publicados.
OBC – O livro têm experiência próprias, ou é de histórias que você ouviu por aí? Conte-nos um pouco sobre o que te inspirou a escrever sobre isso?
Tem um pouco de tudo isso, mas noventa por cento são baseadas nas experiências que eu vivi. Oito por cento são ficção e dois por cento em coisas que vi, ouvi e aprendi. Vale ressaltar, que o personagem central é fictício, os outros receberam nomes em homenagem às pessoas que gosto, sempre, faço isso em minhas histórias, batizo os personagens com nomes de pessoas que amo.
OBC – Quais as expectativas para o lançamento do livro?
NM – Fiquei muito feliz em escrever o livro e me diverti muito. É isso que espero, que as pessoas fiquem felizes ao ler e se divirtam. Quero que na data, metade da população do Brasil venha, ou um pequeno grupo de pessoas que amo – amigos, parentes, novos amigos, futuros leitores, que, na prática, valem tanto quanto a população do Brasil (risos).
OBC – Já há ideias de uma nova obra retratando a vivência em outros continentes?
NM – Sim! Falta a outra parte da Europa, China, Ásia, África, América, Oceania, enfim, todo planeta. Porém, isso é um desejo! A realidade é um pouco diferente, mas sonhar é obrigatório, realizar é possível e querer é opcional.
O lançamento do livro “Europa na Mochila” acontecerá no dia 9 de novembro, em um coquetel na Livraria da Vila – Alameda Lorena, 1731 – às 15h, em São Paulo.
Venham brindar e desfrutar um pouco dessas histórias e momentos de suma importância não apenas na vida de Nil, mas para a literatura brasileira.
Para mais informações, acesse o fanpage oficial do livro no Facebook, além de conferir a sinopse, resenhas, novidades sobre Nil e sua obra em questão.
A música popular brasileira é bem mais ampla do que a grande mídia dita em seus canais de comunicação, afinal, nossa cultura é rica ao extremo de unir não apenas instrumentos musicais, com voz e percussão, mostramos mais do que música, e sim arte, cultura e uma amostragem de uma sociedade extramente rica culta e diversificada.
O músico brasileiro, assim como qualquer cantante de outra nacionalidade também têm influências ainda na infância, mas com uma diferença, principalmente aqueles que vivem o regional e aprendem a valorizar o conhecimento popular desde sua origem, retratando melhor em suas canções e composições.
Assim aconteceu com nosso entrevistado de hoje, o músico Uirá França, que assim como grande nomes da música brasileira também começou sua carreira em Brasília, sua cidade natal e atualmente está radicado em Sampa.
Confira abaixo o que Uirá nos contou sobre seu início, carreira, single, expectativas para o novo álbum, shows, produções, inspirações…
OBC – De onde surgiu essa ânsia de ser músico? E quando foram seus primeiros acordes em sua vida?
Uirá França – Costumo falar que não busquei a música, não ansiei ser músico, a música meio que me encontrou numa dessas esquinas. Aconteceu muito naturalmente.
Meu pai é compositor, tinha um violão lá em casa, e quando eu não tinha o que fazer, ficava “fuçando”. Na escola todos meus amigos queriam aprender a tocar e pediram um violão de natal, como já tinha violão lá em casa eu adiantei o serviço, mas sem grandes pretensões.
OBC – Quais são suas principais inspirações para compôr e cantar?
Uirá França – Gosto de contar estórias com minha música, falar de coisas que passam comigo, com pessoas ao meu redor, coisas do cotidiano mas de uma forma bem particular, dou a quem escuta a minha versão do que acontece. Como exemplo minha última composição #VEMPRARUA, que retrata bem a minha visão e sentimentos em relação às manifestações que aconteceram esse ano no Brasil.
OBC – Quais são suas influências musicais? Por quê?
Uirá França – Sempre, muita música e de todo tipo!
Graças a Deus lá em casa fomos criados livres de preconceito o que me permitiu acumular uma bagagem cheia de canções boas, de estilos distintos, ao menos pra mim.
Posso citar alguns nomes que influenciam diretamente meu trabalho atual como, Beatles, Newton Faulkner, John Mayer, Dave Matthews Band, Nando Reis, Frejat, Caetano Veloso entre outros.
OBC – Você disse uma ve que ser pop não necessariamente é ser “populesco”, ou sucumbir a mesmice. O que você traduz com “populesco” e sucumbir a mesmice? Por quê?
Uirá França – Música pop não é sinônimo de música de baixa qualidade, como os artistas que havia citado, eles são prova disso, em vários momentos de suas obras, fizeram canções extremamente populares e de muita qualidade. O que acontece é que existem músicos acomodados com certas “fórmulas de sucesso”, canções formatadas, que acabam se parecendo demais umas com as outras, afinal se tratam de cópias umas das outras.
Dá sim, para fazer uma canção com apelo popular mas que tenha conteúdo, contribua pra quem escute, sem ser mais do mesmo.
OBC – Qual o gênero musical você define seu som? Por quê?
Uirá França – Não gosto de limitar minha música a um estilo, mas para responder sua pergunta acho que me enquadro em: Música Popular Brasileira, que para mim não é necessariamente MPB, pois essa carrega uma certa marca que não cabe muito bem na minha música.
OBC – Em sua primeiro EP, lançada em Agosto/2012, o que você mostrou de seu trabalho, e qual o público você quis atingir? Você acha que atingiu ao seu objetivo?
Uirá França – Quando parei para fazer esse trabalho, foquei na canção como ela veio ao mundo pra mim, voz e violão. Quando sentei pra pensar nos arranjos a ideia era descaracterizar o menos possível a natureza das canções e fui muito feliz, já que o EP ficou leve e as melodias são quem guiam os álbum, os instrumentos entram para compôr e não saltar aos ouvidos, a canção é mais importante.
O público alvo é qualquer brasileiro que goste de músicas boas para cantar ao acordar, de baixo do chuveiro numa roda de violão e por aí vai.
Não curto a ideia de segregar um público, minha música está aí pra quem goste dela, o que posso dizer é que nela tem muita verdade e amor.
OBC – Como foi a produção desse trabalho?
Uirá França – Fizemos a pré produção toda em meu quarto em Belo Horizonte, Gui Amaral e eu, ficamos meses fazendo e refazendo arranjos, Eu compus todas as linhas de guitarra, violão, baixo e backing vocals, o Gui entrava com sua minuciosa e extremamente bem acabada composição de bateria e somava alguns elementos percussão.
Terminada a fase do quarto veio a parte prazerosa, gravar o que já estava na ponta das línguas e de baixo dos dedos. Estávamos muito afiados e gastamos pouquíssimo tempo para gravar tudo no Estúdio Gifoni, onde contamos com o excelente trabalho de Fabrício Gavani e Sergio Gifoni na técnica e captação.
OBC – Há previsão para o lançamento do seu álbum de estreia? Quando e como ele será?
Uirá França – Até o fim do ano esperamos estar com tudo pronto, estamos trabalhando forte nisso e acho que vamos ter um resultado bem legal. Não é a toa que dizem, “trabalhe com o que ama pois assim você não vai precisar trabalhar nunca na vida”, (rs).
Ele vai ser mais músicas do Uirá, mas não “mais do mesmo”.
OBC – Shows, apresentações, performances, clipes…, há algo programado em sua agenda? O que e quando?
Uirá França – Em breve começaremos uma série de shows divulgando o Clipe #vemprarua em São Paulo, e a ideia e já emendar com o lançamento do disco antes do final do ano.
OBC – Quais as expectativas futuras para a sua carreira?
Uirá França – As expectativas são grandes em relação ao disco novo, uma vez que o EP já teve um feedback muito interessante.
A expectativa é que o disco alcance vôos mais altos, esperamos agenda cheia em 2014, afinal preciso de dinheiro pra comprar ingressos pra Copa do Mundo (rs).
Assista abaixo o primeiro single oficial de Uirá #VEMPRARUA, que já têm mais de 12 mil visualizações no Youtube:
Se você curtiu o trabalho do Uirá, então confira o primeiro disco “Réu Confesso“, lançado em 2012 de forma independente. Além do mais, você poderá fazer o download da faixa “Vagabundo“. Ouça AQUI Espero que tenham curtido, e para informações sobre esse grande música, confira os links deles abaixo, enquanto isso, vou garimpar novos talentos para incluir na nossa caixa de som dos tripulantes do nosso barco. Contato para shows:Maura CostaFones: (11) 98512-4265 | (11) 2985-0563e-mail: maura.costa@gmail.com Site | Facebook Até a próxima, pessoal!Patrícia Visconti