[Cantinho Literário] Flip 2015 – O mundo mágico da literatura

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Neste domingo dia 5 de junho foi o último dia da 13ª Festa Literária Internacional de Paraty, que começou na última quarta-feira (1º), sendo uma semana respirando literatura, contos e história em uma cidade charmosa à beira mar, mais parece sair de um livro, que é a cidade de Paraty, no Estado do Rio de Janeiro.

A Flip 2015, contou com a presença da equipe d’O Barquinho Cultural, prestigiando, caçando novos autores e pautas para enriquecer e animar nossa tripulação e celebrar a literatura.

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Neste ano o homenageado foi o paulistano Mário de Andrade, que além de haver obras e poemas do escritor por toda a festa, havia uma representação ao vivo do autor, que foi representado pelo ator Paschoal da Conceição, o Doutor Abobrinha, do Castelo Rá Tim Bum, quem foi criança na primeira meta dos anos 90 deve se lembrar de quem estamos falando.

IMG_0093Além de outros autores já renomados, mas também muitos novos escritores, que foram para a Festa Literária de Paraty para apresentar suas obras aos amantes de literatura, já que havia no evento uma casa para novos escritores, no qual ajudava a publicar novas obras, pois só quem está na batalha atrás de apoio literário, sabe o quanto é difícil, por isso a Flip montou esse espaço para os novos escritores.

Resumindo, a Festa Literária Internacional de Party 2015 foi uma história literária a beira mar, repleta de detalhes e tranquilidade, já que a cidade de Paraty transmite paz, sossego e faz você virar um personagem de uma história literária, daqueles bem típico do escritor estadunidense Nicholas Sparks, que é uma literatura atual e traz a tranquilidade, o romance e paz, sem a correria e estresse das grandes cidades.IMG_0076

A Flip 2015 é a festa mais literária de toda a América Latina, te leva para o mundo da fantasia sem ao menos sair do lugar, é como se fizesse uma viagem no mundo dos livros, mas na vida real.

Mas, por hoje é só, até a Flip 2016, que deve vir com fantasias e muitas surpresas tão boas quão as atrações deste ano de 2015. Flip 2016, aqui vamos nós, embarcando no mundo da literatura e fantasia!

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Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Mario de Andrade – O poeta paulistano que marcou A Semana de Arte de 22

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O problema com o Explore ainda continua, por isso estou aceitando ajuda com meu PC, para não atrasar os posts aqui no Cantinho Literário, pois tenho muitas  pautas para caçar e muitos novos escritores para descobrir, que estão espalhados por esse mundão chamado INTERNET e por esses motivos, vamos no clássico da literatura e falar um pouco sobre o poeta, escritor, crítico literário, musicólogo, folclorista e ensaísta, Mário de Andrade.

Mário Raul de Moraes Andrade, era paulistano e foi um dos pioneiros da poesia moderna ao lado de Oswald de Andrade, Tarsíla do Amaral entre outros, sendo uma das figuras principais do movimento de vanguarda de São Paulo, A Semana Arte Moderna de 22, se tornando o polímata nacional do Brasil.

Andrade fazia ensaios fotográficos, no qual ele cobria para ampla variedade de assuntos, desde literatura, história e até no cenário musical, que eram divulgados  nos pequenos e grandes veículos da imprensa da época.

Ele já trabalhou como professor de música e colunista de jornal, publicou seu maior romance, Macunaíma, em 1928, mas continuou a publicar obras sobre  música popular brasileira, poesia e outros temas de forma desigual, sendo interrompido várias vezes devido a seu relacionamento instável com o governo brasileiro.

Sempre polêmico em suas obras, como Amar (1927) e Macunaíma (1928), ele foi um dos primeiros escritores a gerar um escândalo na época, contando a história de  um adolecente e uma mulher madura, uma alemã contratada pelo pai do jovem. O segundo, desde sua primeira edição, é apresentado pelo  autor como uma rapsódia, e não como romance, é considerado um dos romances capitais da literatura brasileira.

Já Macunaíma vem do trabalho etnográfico do alemão Koch-Grünberg, conforme relata o próprio autor. Koch-Grünberg, no livro Von Roraima zum Orinoco, recolheu lendas e histórias dos índios taulipangues e arecunás, da Venezuela e Amazônia brasileira.

A partir desses materiais, Andrade criou o que ele chamou rapsódia, um termo ligado a tradição oral da literatura. O livro editado por Tele Ancona Lopes possui  extenso material sobre o intertexto deste livro.

Mas no final de sua vida, se tornou o diretor-fundador do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo formalizando o papel que ele havia desempenhado durante muito tempo como catalisador da modernidade artística na cidade e no país.

Mário de Andrade deixou um legado de poesia, música e muita cultura, não só para a cidade de São Paulo, mas para todo o Brasil, pois a Biblioteca Municipal  de São Paulo, foi trocado de nome na década de 60, se tornando Biblioteca Mário de Andrade de São Paulo.

Além de vários poemas, no qual ele sempre marcava seu
amor pela cidade na qual ele nasceu e morreu. O escritor faleceu em sua casa em São Paulo, no dia 25 de fevereiro de 1945, aos 51 anos, devido a um enfarto no coração.

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Por Priscila Visconti
(só espero que até semana que vem,
eu esteja com um navegador descente.
)

[Cantinho Literário] Os 150 anos de Alice no País das Maravilhas

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Sem ideia e sem paciência com o Internet Explore, que não sei porque, só está abrindo esse no meu PC e muito apaixonada pela história da Alice no País das Maravilhas, resolvi falar um pouco sobre essa literatura inglesa, que faz sucesso entre crianças, adolescentes e adultos em todo o mundo, há 150 anos. Desde o dia 4 de julho de
1865, quando Charles Lutwidge Dodgson, ou mais conhecido como Lewis Carroll, começou a história de uma menina chamada Alice, que cai em uma toca de coelho que a transporta para um lugar fantástico povoado por criaturas peculiares e antropomórficas, revelando uma lógica do absurda característica dos sonhos.

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O livro de Lewis é cheio de ilusões, fantasias e sátiras, que leva o leitor realmente ao mundo de mágico das maravilhas, pois faz com que você caia no buraco junto com a pequena Alice.

O primeiro livro lançando no ano de 1865, teve as ilustrações de John Tenniel e teve uma tiragem de 2 mil exemplares, mas foi removida das pratileiras devido a reclamações do ilustrador, pois ele achou que a qualidade da impressão era inferior e não havia ficado como ele queria, já na segunda edição da publicação as vendas se esgotaram rapidamente, tornando assim um grande sucesso, obtendo leitores famosos como Oscar Wilde e pela rainha da Inglaterra da época, a Rainha Vitória, rendendo cerca 180 mil cópias e traduzida para mais de 125 idiomas, sendo que só na língua inglesa teve mais de 100 edições vendidas.

aliceA origem dessa história, começou no ano de 1864, segundo o manuscrito de Alice Debaixo da Terra, no qual originou a história que conhecemos, Lewis Carroll, foi bastante influenciado por seus amigos, como seu mentor George MacDonald, então Carroll decidiu publicar o livro, apenas mudando a versão original, que aumentou o número de leitores, de 18 mil para 35 mil, além do mais ele acrescentou o Gato de Cheshire e o Chapeleiro Maluco. Que essa história é sucesso até hoje, desde na literatura até mesmo nos cinemas, que leva uma legião de seguidores para o buraco do País das Maravilhas ou então vendo essas maravilhas Através do Espelho.

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Conheça um pouco os personagens da história da Alice abaixo

Alice: é a protagonista da história; É racional e corajosa, e vai fazendo considerações à medida que a aventura prossegue. Muitas vezes representada por uma menina de cabelos loiro amarrado por uma faixa preta, no entanto, sua cor de cabelo não foi especificado na obra. E se popularizou através das primeiras ilustrações da obra literária.

Coelho Branco (no original em inglês: White Rabbit): é quem inicia a aventura, quando Alice o segue até a toca. Ele carrega um relógio e parece estar muito atrasado para alguma coisa. Em contraste com a Alice, o Coelho Branco tem medo de tudo – da sua rainha, da Alice e das próprias situações onde se encontra. Esta oposição foi pretendida pelo autor para enfatizar os atributos positivos da personalidade principal. E durante o julgamento de um valete de copas (o último capítulo), dá-se uma mudança repentina na covardia, revelando uma vontade de manipular.

Rato: Revela um grande pavor de gatos e um carácter muito seco quando cita a História com a intenção de secar os animais molhados, deixando-os antes aborrecidos e molhados (terceiro capítulo). Provavelmente foi baseado numa governanta da casa das irmãs Liddell.

Dodô (no original em inglês: Dodo): É uma caricatura do autor, e este terá usado o nome numa paródia ao modo como ele pronunciava o próprio nome, uma vez que era gago (Do… do… Dodgson); Usa palavras excessivamente complicadas.

Arara: Personificação da irmã Loriny Liddell.

Pato (no original em inglês: Duck): É uma caricatura do reverendo Robinson Duckworth, amigo do autor que esteve presente na viagem pelo rio Tâmisa que deu origem à obra presente.

Aguieta (no original em inglês: Eaglet): Reflexão da irmã Edith Liddell e não entende as palavras muito difíceis.

Lagarto: É o humilde servo do Coelho Branco que é empurrado por Alice pela chaminé a cima (quarto capítulo) e mais tarde é um dos jurados durante o julgamento de um valete de copas (décimo primeiro capítulo). Esta personagem (Bill), pode ser uma brincadeira com o nome do estadista britânico Benjamin Disraeli, pois uma das ilustrações de Tenniel em Alice no Outro Lado do Espelho retrata a personagem referida como o Man in White Paper (quem Alice conhece como um passageiro com quem partilha um trem no comboio), como uma caricatura de Disraeli, usando um chapéu de papel.

Lagarta (no original em inglês: Caterpillar): Está sentada num cogumelo a fumar calmamente um cachimbo de água. Não presta muita atenção a Alice, respondendo às suas perguntas com monossílabos.

Duquesa: Muito feia, com um queixo pontiagudo. Concordava com tudo que Alice dizia e procurava issentemente uma moral para tudo, embora raramente tivesse relação ou sentido (oitavo capítulo).

Gato de Cheshire ou Gato Risonho: É extremamente independente e consegue desaparecer e aparecer. Carroll obteve o nome na expressão idiomática da língua inglesa sorrir como um gato de Cheshire. Além disso, o gato representado nas figuras de Tenniel é considerado representativo da raça British Shorthair, devido à forma da boca, considerada como um sorriso9 .

Chapeleiro maluco e a Lebre de Março (no original em inglês: Mad Hatter and the March Hare): São figuras retiradas de expressões correntes no período vitoriano da língua inglesa louco como uma Lebre de Março ou louco como um Chapeleiro, devido ao vapor de mercúrio usado na fabricação de feltro que causa transtornos psicóticos10 ; O Chapeleiro Louco é provavelmente uma referência a Teófilo Carter, um conhecido comerciante de móveis em Oxford pelas suas invenções pouco ortodoxas e pelo uso de uma cartola na parte de trás da cabeça à porta da sua loja 11 ; São ambos totalmente loucos (como todos os moradores do País das Maravilhas, segundo o Gato Risonho). Estão perpetuamente na hora do chá, porque, segundo eles, o Chapeleiro discutiu no mês de Março com o Tempo e, em vingança, este não muda a hora para os dois habitantes. O Chapeleiro aparentemente teve problemas com a Rainha ao cantar uma música na sua presença, pelo que esta sentenciou a sua decapitação sob o pretexto de estar a matar o Tempo.

Arganaz (no original em inglês: Dormouse): Está constantemente a dormir e ocasionalmente acorda durante alguns segundos. Conta uma história sobre três irmãs, nomeando-as de Elsie, Lacie e Tillie. Estas são as irmãs Liddell: Elsie é LC (Lorina Charlotte), Tillie é Edith (seu apelido de família é Matilda), e LaCie é um anagrama de Alice.

Rainha de Copas (no original em inglês: Queen of Hearts): É talvez a caricatura da mãe das irmãs Liddell; É extremamente autoritária e impulsiva, estando constantemente a ordenar aos seus soldados (cartas de baralho) decapitar todos. Porém o Grifo disse que tal é apenas uma fantasia dela, uma vez que depois ninguém morre.

Valete de Copas: Inicialmente é o criado que transporta a coroa do Rei, mas mais tarde é acusado de roubo de torta (décimo primeiro capítulo).

Rei de Copas: O rei tem menos influência do que ela, pelo que vive na sombra desta; É talvez a caricatura do pai das irmãs Liddell.

Grifo: Diz as piores deixas, em contraste à sua antiga linhagem. Provavelmente é uma caricatura dos estudantes do colégio onde leccionava o escritor (é o brasão de armas do Trinity College, em Oxford, e aparece no respectivo portão10 ).

Tartaruga Fingida (no original em inglês: Mock-Turtle): É uma triste vítima do destino, pois foi em tempos uma tartaruga de verdade que vivia no mar. O nome tem origem na Sopa de Tartaruga Fingida (no original em inglês: Mock-Turtle Soup) vulgar na Inglaterra, sendo um caldo verde feito com cabeça de vitela de modo a imitar sopa de tartaruga10 . Daí Tenniel ter ilustrado esta figura com uma cabeça de bezerro, cauda e pernas; Esta personagem fala de um professor de Despenho que era um Congro, que costumava ensinar-lhe uma vez por semana Despenho, Destroço e Tintura a Carvão. Esta é uma referência ao crítico de arte John Ruskin, que ia uma vez por semana a casa de Liddell ensinar Desenho e Pintura a óleo às irmãs.nota 4 ; A personagem também canta “Sopa de Tartaruga”, uma paródia a Bela Estrela (Beautiful Star), que foi executada como um trio por Lorina, Alice e Edith Liddell para Carroll em casa de Liddell, durante o mesmo verão em que foi contada a história de As Aventuras de Alice Debaixo da Terra.

Por: Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Virada da Poesia na Casa das Rosas

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Pessoal, desculpa a demora em publicar aqui no Cantinho Literário, mas é que essa semana estamos um pouco anestesiada, por causa do show dos Backstreet Boys, que aconteceu na semana passada.

Mas também porque estamos cheias de serviço, então estamos com pouco tempo para caçar pautas e pesquisar como deveríamos, mas prometemos que logo essa fase vai passar e tudo vai voltar a ficar tranquilo e normal, em nossas vidas.

Como essa semana acontece a Virada Cultural, na capital de São Paulo, não podemos esquecer de falar um pouco da programação da maior casa de literatura da cidade, afinal tem lugar mais poético e literário, do que os musicais, saraus, encontros de escritores e divulgação de novos autores, do que a Casa das Rosas.

Nesse fim de semana acontece mais uma Virada Cultural na cidade de São Paulo e claro que a casa mais literária da cidade irá participar mais um ano do evento, a Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, vai promover não só dentro da casa, mas também no jardim, por toda madrugada, diálogo entre
poesia, litertura e música com diversas apresnetações e intervenções.

Com uma programação voltada para todos os públicos, pois todas as pessoas poderão se divertir e usufruir da grande festa da literatura, na Virada Cultural da cidade de São Paulo, com atrações de música, saraus literários, doação de livros, entre outros eventos, que só que gosta de literatura, não pode perder.

A Casa das Rosas estará aberta a madrugada toda desse fim de semana, os dias 20 e 21 de junho e o melhor que a entrada é grátis e as apresentações também, não precisa pagar um centavo, para participar do evento.

Confira a programação completa

Sábado, 20 de junho
12h
PEGUE LIVROS!
organização: Centro de Apoio ao Escritor
das 12h às 16h

Durante a Virada da Poesia na Casa das Rosas, o CAE promove a doação de centenas de livros de diversos gêneros e autores, para leitores de todas as idades e gostos. Cada visitante poderá escolher e levar até três livros, gratuitamente.

18h
CANTA POESIA
com: Coral da Casa das Rosas

direção musical: Adilson Rodrigues
músicos convidados: Adriano Busko, Gustavo Barbosa Lima e Thomas Howard

Fundado em março de 2013, o Coral da Casa das Rosas, formado por 32 cantores, apresenta poemas de autores brasileiros, já musicados por diversos compositores, e outros tantos, compostos pelo maestro especialmente para este projeto.

20h
MACUNA
com: Iara Rennó, Mariá Portugal e Maria Beraldo Bastos

Nova versão do CD Macunaíma Ópera Tupi (Selo SESC, 2008), de Iara Rennó, o show Macuna, que mistura música e literatura, traz em linguagem contemporânea, quente e psicodélica a história do icônico anti-herói brasileiro, personagem principal do livro Macunaíma – o herói sem nenhum caráter, do escritor modernista Mário de Andrade, que morreu há 70 anos.

22h
VIOLÃO LIVRE
com: Duofel

Formado pelos violonistas autodidatas Fernando Melo, alagoano de Arapiraca, e Luiz Bueno, paulistano, o Duofel, nesta apresentação, não privilegia nenhum estilo ou escola violonística: permite-se experimentar toda e qualquer expressão musical, trazendo a linguagem pop dos Beatles, a visão ímpar de clássicos da MPB e algumas de suas quase duzentas composições próprias, tocando em seis diferentes tipos de violões. A dupla, que tem 13 CDs e três DVDs lançados no Brasil e no exterior (Europa, Estados Unidos e Índia), celebra 36 anos de amizade e música.

INTERVENÇÃO

OS POLVOS POÉTICOS
com: Grupo Sensus
criação e direção: Thereza Piffer
das 19h às 21h

Inspirados na velha brincadeira do telefone sem fio, Os Polvos Poéticos são uma forma divertida e encantadora de chamar a atenção. Dez atores declamam poesias através de conduítes e são ouvidos por seis pessoas simultaneamente. De forma chamativa, porém intimista e silenciosa, Os Polvos Poéticos atingem pessoas de todas as idades e proporcionam uma experiência única e marcante.

Elenco: Renata Machado, Debora Ester, André Auke e Leandro Destácio

Domingo, 21 de junho
0h
PÉ DE PASSAGEM
com: Poetas Ambulantes

Na Virada Cultural o sarau Pé de Passagem traz mais uma vez os Poetas Ambulantes para ocupar a Casa das Rosas com os coletivos convidados. Desta vez os poetas do Sarau Verso em Versos, da zona Sul, e o sarau MAP, da zona Leste, vêm de suas quebradas para distribuir poesia e sorrisos ao público da Casa. A novidade é que ao invés de fazer intervenção nos transportes após o sarau, os coletivos convidam o público para fazer intervenções nos ônibus e metrôs da Av. Paulista uma hora antes do sarau, e assim aquecer os pulmões para a Virada da Poesia.

2h30
SLAM BLUES
com: Roberta Estrela D’Alva, Cassio Martins, Daniel Oliva, Lui Lian e Lucas Cirillo

Poesia. Blues. Palavra. Neste show autoral, a atriz-MC Roberta Estrela D’Alva dissipa as fronteiras entre a palavra, a música, o improviso e o spoken-word numa viagem musical em que a poesia se encontra com o teatro e o hip-hop e se une ao blues.

VIRADINHA CULTURAL
Domingo, 21 de junho a partir das 11h

11h
SHOW COM A BANDA TUTTI AMICI

Ao explorar linguagens musicais do leste europeu e elementos do circo, a Banda Tutti Amici chega à Casa das Rosas com o espírito de ocupação cultural e artística dos espaços públicos. A apresentação conta com repertório de composições próprias e releituras de temas consagrados do gênero, marcada pela constante interação com o público, utilizando encenações e malabarismo.

12h
PRA FRENTE
com: Raíssa Guimarães
músico: Pedro Paes

Contação de histórias que parte de mitos gregos, africanos e indígenas e das características educativas e divertidas dessas tradições, e tem por mérito incentivar a subjetividade de seus ouvintes. Raíssa Guimarães retira as histórias de livros de mitologia e de aspectos característicos da atualidade, e lança mão de sua inspiração e repertório pessoal, com a presença de elementos sonoros, trilhas e músicas populares executadas ao vivo.

14h
DR. FRIKY
com: Gonzalo Caraballo

Dr. Friky é um cientista charlatão que viaja pelo mundo se apresentando e compartilhando poções e truques mágicos com seus espectadores. Com sua sagacidade, desperta um olhar curioso e atrevido para tudo o que faz. Ele é um palhaço fantasiado de cientista! Prepare-se para situações extremas que impactam e momentos poéticos que emocionam.

15h
PARQUE DO CIRCO

Espaço itinerante e recreativo, destinado ao desafio corporal por meio de brincadeiras circenses. Crianças, jovens e adultos podem participar e interagir com a ajuda de monitores especializados. Estes orientam e estimulam o participante a conquistar novas habilidades corporais brincando com os mais diversos circuitos de atividades temáticas: malabares, pontaria, equilíbrio, jogos coletivos, técnicas aéreas e acrobacias. O visitante escolhe os brinquedos pelo seu interesse, criando seu próprio circuito de atividades.

17h
SHOW COM CHICO TEIXEIRA
com: Chico Teixeira e banda

Após trabalhar ao lado do pai, Renato Teixeira, o músico descobriu uma nova leitura sobre a vida, a profissão e a estrada. Cresceu entre as melhores safras da música brasileira e vem mostrar o diferencial do seu trabalho. O set list inclui compositores renomados, como Geraldo Roca e Ataulfo Alves. Chico Teixeira e sua banda fazem uma grande homenagem à musicalidade poética interiorana. Para quem assiste, momentos inesquecíveis.

INTERVENÇÃO

INSTALAÇÃO INTERATIVA: MESA HERMÉTICA
com: Fabián Barros Andrade e Hernán González
das 10h às 14h

Instalação que funciona como um instrumento musical para desenhar, possibilitando interações lúdicas e divertidas que partem da ideia de associar traços, sons e cores. Os artistas convidam os participantes a desenharem com canetinhas normais que irão gerar paisagens sonoras. Destaque do Festival ArteFutura (2012), em Montevidéu.

Mais informações
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Por Priscila Visconti

[Cantinho da Literatura] Filha da Floresta – O primeiro livro da trilogia Sevenwaters, de Juliet Marillier

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Hoje é dia de literatura aqui n’O Barquinho Cultural, então, vamos adentrar fundo nesse mundo literário com o livro Filha da Floresta, da escritora Juliet Marillier, que é de Dunedin, na Nova Zelândia, onde tem uma forte tradição com a cultura da Escócia.

Nesta semana vamos fala do primeiro livro da trilogia de Sevenwaters, que contém o Filha da Floresta, Filho das Sombras e Filha da Profecia, que ambos já foram premiados e aclamados por todo o mundo.

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O livro Filha da Floresta, é o primeiro da trilogia, que foi publicado no ano 2000 e se passa em um lugar estranho, guardado e preservado por homens silenciosos e criaturas encantadas, além dos sábios druidas, que andam pelos bosques vestindo seus longos mantos. A história se passa no crepúsculo celta da velha Irlanda, quando o mito era lei e a magia era uma força da natureza.

A história de jovem Sorcha, a sétima filha de um sétimo filho, o soturno Lorde Colum, e dos seus seis amados irmãos, vítimas de uma terrível maldição que somente Sorcha é capaz de quebrar. Em sua difícil tarefa, imposta pelos Seres da Floresta, a jovem se vê dividida entre o dever, que significa a quebra do encantamento que aprisiona seus irmãos, e um amor cada vez mais forte, e proibido, pelo guerreiro que lhe prometeu proteção.

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Passada no crepúsculo celta da velha Irlanda, quando o mito era Lei e a magia uma força da Natureza, esta é a história de Sorcha, a sétima filha de um sétimo filho, o soturno Lorde Colum, e dos seus seis amados irmãos.

A personagem principal deste livro é Sorcha (filha de Lord Colum), que tem seis irmãos: Finbar, Padriac, Diardmid, Cormack, Conor e Liam.Irá desenvolver romance com a personagem Red do qual nascerão Sean, Liadan e Niahm.

Book Trailer de Filha da Floresta:

 

Filha da Floresta
Autor: Juliet Marillier
Editora: Butterfly

Facebook: https://www.facebook.com/FilhaDaFloresta
Comprar: http://loja.petit.com.br/livro/190/filha-da-floresta

Mais informações sobre a Editora Butterfly
Site: http://www.editorabutterfly.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/butterfly.editora
Twitter: https://twitter.com/butterfly_ed

Mais informações sobre a escritora Juliet Marillier
Site: http://www.julietmarillier.com/
Facebook: https://www.facebook.com/juliet.marillier

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Por Priscila Visconti