
Todo mundo conhece o grande escritor brasileiro, que foi do movimento realista, Machado de Assis, que tem diversos livros, textos e poemas, que já popularizou na história do Brasil, principalmente os livros “Dom Casmurro”, “Helena” e o clássico, “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, que além de virar filme, mas há outras obras, que estão sempre presente todo ano nos vestibulares.
Mas por muitos anos pesquisadores estudaram a vida e a obra de Joaquim Maria Machado de Assis, ou Machado de Assis, ou para os íntimos, Machadão, na verdade isso é só para redação aqui d’O Barquinho Cultural.
Essa obra do Machado de Assis, tem 76 versos colocados em nove estrofes irregulares, e foi publicado no jornal, Correio Mercantil, em 9 de setembro de 1856, intitulado de “O Grito do Ipiranga”, que passou despercebido durante anos.
Este poema não apresenta a qualidade de outras obras do autor, pois na época que foi escrito, Machado de Assis era apenas um adolescente de 17 anos, porém faz parte importante para estar presente em sua biografia.
Mas que infelizmente ainda não é possível achar o texto por aí na internet ou na biblioteca, pois faz pouco tempo que o texto foi encontrado, por isso não fez parte das últimas coletâneas poéticas de Machado de Assis, como “Toda Poesia” e “A Poesia Completa”.
Vejam abaixo uma Scanner do poema perdido de Machado de Assis, que esse a gente custou para encontrar, pois só encontrávamos o jornal inteiro e não só o poema em si, mas confira abaixo o poema “O Grito do Ipiranga”:

(Pois como disse um dia, minha professora de literatura do 2º ano do Ensino Médio que tomaria uma cerveja gelada com o Machado de Assis, pois bem, eu também tomaria não só uma, mas várias cervejas com o Machadão, pois ele realmente é espetacular e sua obra nunca será ultrapassada).


Em seu discurso de posse, Ventura fez uma relação entre a chegada dele à ABL e a de Ariano Suassuna e da emoção de se tornar um imortal. “No seu discurso de posse em 9 de agosto de 1990, Ariano revelou que, desde menino, sabia que um dia chegaria aqui como imortal, ao contrário de mim, que jamais sonhei em alcançar essa glória. Pode-se então imaginar a emoção deste filho e ajudante de um pintor de parede, em estar sendo acolhido neste templo do saber com tanta estima e consideração.”


Mas as maiores dificuldades, é na escola, pois muitas vezes é ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir “infinito” ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.
AS VANTAGENS DE SER INVISÍVEL


