[Cantinho Literário] Primeiro poema de Machado de Assis, é descoberto em registros digitais

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Todo mundo conhece o grande escritor brasileiro, que foi do movimento realista, Machado de Assis, que tem diversos livros, textos e poemas, que já popularizou na história do Brasil, principalmente os livros “Dom Casmurro”, “Helena” e o clássico, “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, que além de virar filme, mas há outras obras, que estão sempre presente todo ano nos vestibulares.

Mas por muitos anos pesquisadores estudaram a vida e a obra de Joaquim Maria Machado de Assis, ou Machado de Assis, ou para os íntimos, Machadão, na verdade isso é só para redação aqui d’O Barquinho Cultural.

Essa obra do Machado de Assis, tem 76 versos colocados em nove estrofes irregulares, e foi publicado no jornal, Correio Mercantil, em 9 de setembro de 1856, intitulado de “O Grito do Ipiranga”, que passou despercebido durante anos.

Este poema não apresenta a qualidade de outras obras do autor, pois na época que foi escrito, Machado de Assis era apenas um adolescente de 17 anos, porém faz parte importante para estar presente em sua biografia.

Mas que infelizmente ainda não é possível achar o texto por aí na internet ou na biblioteca, pois faz pouco tempo que o texto foi encontrado, por isso não fez parte das últimas coletâneas poéticas de Machado de Assis, como “Toda Poesia” e “A Poesia Completa”.

Vejam abaixo uma Scanner do poema perdido de Machado de Assis, que esse a gente custou para encontrar, pois só encontrávamos o jornal inteiro e não só o poema em si, mas confira abaixo o poema “O Grito do Ipiranga”:

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(Pois como disse um dia, minha professora de literatura do 2º ano do Ensino Médio que tomaria uma cerveja gelada com o Machado de Assis, pois bem, eu também tomaria não só uma, mas várias cervejas com o Machadão, pois ele realmente é espetacular e sua obra nunca será ultrapassada).

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Zuenir Ventura na Acadêmia Brasileira de Letras

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Na última sexta-feira (6), a cadeira de número 32, da Acadêmia Brasileira de Letras (ABL), voltou a ser ocupada, pelo jornalista e escritor, Zuenir Ventura, de 83 anos, a vaga antes pertencia ao paraíbano Ariano Suassuna, que faleceu em julho de 2014, que agora passa a ter a posse de um mineiro, que já fez e ainda faz muito pelo jornalismo brasileiro.

A cadeira 32 tem como fundador o jornalista, professor e poeta Carlos de Laet e tem como patrono o poeta, professor, jornalista, diplomata e teatrólogo Araújo Porto-Alegre. Depois foi ocupada por Ramiz Galvão, Viriato Correia, Joracy Camargo, Genolino Amado e Ariano Suassuna.

1425691940014Em seu discurso de posse, Ventura fez uma relação entre a chegada dele à ABL e a de Ariano Suassuna e da emoção de se tornar um imortal. “No seu discurso de posse em 9 de agosto de 1990, Ariano revelou que, desde menino, sabia que um dia chegaria aqui como imortal, ao contrário de mim, que jamais sonhei em alcançar essa glória. Pode-se então imaginar a emoção deste filho e ajudante de um pintor de parede, em estar sendo acolhido neste templo do saber com tanta estima e consideração.”

Zuenir Ventura é casado com Mary Ventura há 51, tem um casal de filhos, Elisa e Mauro, é bacharel e licenciado em letras neolatinas,
jornalista, ex-professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e agora será imortalizado pela ABL, ocupando a cadeira número 32.

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Parabéns Zuenir Ventura, que outros jornalistas, letrados, escritores e poetas, também sejam reconhecidos como você foi, pela Acadêmia Brasileira de Letras (ABL), pois isso é um fato marcante não só para história das Letras, mas também de todo o Brasil.

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] O Barquinho Cultural e As Vantagens de Ser Invisível

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Salve salve tripulação, essa semana aqui no departamento de literatura do O Barquinho Cultural, vamos falar de um livro, que tem um pouco a ver com nossa redação, que faz as coisas sempre na invisibilidade, mas passando pelos mesmo problemas das pessoas que não não sabem o que é ser invisível, por isso esse livro, será destaque aqui no OBC, pois a vida de ser invisível, não é fácil e temos que ”ralar’ muito para conseguir o nosso lugar.

O livro de hoje, aqui no Cantinho Literário, será um muito bem elogiado pela critica, não só na literatura, mas no cinema, já que também teve adaptação para na sétima arte, que nessa adaptação teve Emma Watson, a bruxinha de Harry Potter, a Hermione e Logam Lerman, a estrela e filho de Poseidon, o deus do mar,
Percy Jackson. Essa obra é o livro “As Vantagens de Ser Invisível”, que foi escrita por Steven Chbosky, sendo sua estreia como escritor, mas que já vendeu mais de 700 mil exemplares só nos Estados Unidos.asvantagens

O livro é ao mesmo tempo engraçado e atordoante, também reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe, a não ser pelo que ele conta nessas correspondências, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.

tumblr_mh8xmkyasl1r0xbnlo1_500_large2Mas as maiores dificuldades, é na escola, pois muitas vezes é ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir “infinito” ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.

Mas em si, o livro apresenta uma história íntima, hilariante e ás vezes mostram os jovens em confronto com sua própria história no presente e no futuro, isso mostra alguns personagens da trama, já que ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel
no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.

tumblr_mgkgtfZKMb1qcruzoo1_500AS VANTAGENS DE SER INVISÍVEL
Coleção: JOVENS LEITORES
Autor: CHBOSKY, STEPHEN
Tradutor: VINAGRE, RYTA
Idioma: PORTUGUÊS
Editora: ROCCO
Assunto: Teen – Literatura – Romances
Ano: 2007

Sinopse:
Cartas mais íntimas que um diário, estranhamente únicas, hilárias e devastadoras – são apenas através delas que Charlie compartilha todo o seu mundinho com o leitor. Enveredando pelo universo dos primeiros encontros, dramas familiares, novos amigos, sexo, drogas e daquela música perfeita que nos faz sentir infinito, o roteirista Stephen Chbosky lança luz sobre o amadurecimento no ambiente da escola, um local por vezes opressor e sinônimo de ameaça. Uma leitura que deixa visível os problemas e crises próprios da juventude.

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Prêmios e prestígios aos autores nacionais

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Todo escritor adora ver suas obras sendo expostas e compartilhada não apenas pelo mundo literário, mas por todo esse mundo a fora. E para iniciar esse sonho, uma premiação onde sua publicação será ápice para todo o país pode ser o alicerce desta conquista.

Está aberta as inscrições – até dia 1º de março – para o Prêmio Sesc de Literatura 2015, promovido pelo Sesc, o objetivo é premiar obras inéditas nas categorias CONTO e ROMANCE, destinadas ao público adulto, escritas em língua portuguesa, por autores brasileiros ou estrangeiros, residentes no Brasil. A novidade neste ano é que os autores não pagarão a inscrição, e o autor terá que enviar o livro em formato word em um formulário – veja aqui – disponível no site.

Para a premiação poderão concorrer escritores nacionais e estrangeiros – residentes no Brasil – todos com mais de 18 anos. Só poderá participar apenas uma obra por categoria, e o livro deve ser inédito, ou seja, que nunca foram publicados, isso vale para internet também. Os contos devem conter entre 140 a 400 mil caracteres, já os romances de 180 a 600 mil.

Ao inscrever o escritor receberá um código identificador automaticamente, e com isso poderá acompanhar o processo de avaliação. Os ganhadores terão suas obras publicadas pela editora Record com tiragem inicial de dois mil exemplares.

Todas as obras passarão pode uma análise julgadora composta por escritores, jornalistas, críticos literários e especialistas em literatura.

O resultado sairá em julho deste ano, e vale lembrar que funcionários,estagiários e parentes, mesmo sendo de segundo grau, funcionário do Sesc, da Confederação Nacional do Comércio e das Federações do Comércio, da editora Record, e nem dos envolvidos no processo de julgamento do concurso. Além disso, os vencedores de edições anteriores não poderão se candidatar.

São 11 anos de Prêmio Sesc, onde já foram premiados 19 escritores. Na última edição, os livros vencedores foram: o romance “Enquanto Deus não está olhando”, da jornalista Débora Ferraz e o livro de contos “Parafilias”, do bancário Alexandre Marques. “Recomendo o Prêmio a quem sonha em ser escritor. Sou a prova de que é possível. Sou uma escritora paraibana, longe dos centros editoriais e hoje vejo meu livro em livrarias do Brasil todo.

Para mais informações acesse o site oficial do Sesc e veja como se inscrever na premiação.

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E por falar em divulgação, a blogueira Letícia Iarossi lançou a campanha #euamonacional, em prol aos autores brasileiros e rumo a valorização a literatura nacional. Para saber mais acesse o blog dela e não esqueça de compartilhar hastag da campanha quando fores compartilhar algo de se autor favorito.

Por: Patrícia Visconti

[Cantinho Literário] A garagem da literatura

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Foto por: naosoogato.com.br

Quem é leitor voraz e também colecionador sabe quão nossos livros vão ocupando espaço, tendo que chega a hora de termos de escolher entre nós e os livros dentro de casa. Porém, temos pena de nos desapegarmos deles, e a ânsia em comprar cada vez mais, é incontrolável, mesmo que eles fiquem apenas juntando poeira após termos lido.

Baseado nisso, o jornalista Ricardo Lombardi, 44, cansado da rotina e sem tempo para sua família, ele foi inspirado na frase da crítica e escritora Dorothy Paker sugerido para seu epitáfio: “Excuse my dust” – ou em português, “Desculpem minha poeira”. Então, ele resolveu juntar parte de seu acervo e vender.

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Foto por: Victor Sousa

No sebo “Desculpe a Poeira” há livros e revistas usados e em ótimo estado, e todos com um preço, para todos os bolsos.

O estabelecimento funciona de segunda a sábado, das 10h às 18h, na garagem de um dos “predinhos da Hípica”, construído entre as décadas de 1930 e 1950, no bairro de Pinheiros, próximo a Teodoro Sampaio e a rua Artur de Azevedo.

Um lugar simples e cheio de histórias para ler e conhecer, não só nas pratileiras, mas também o que cerca aquela rua charmosa na zona oeste da capital paulista.

Além do mais, o sebo conta com um acervo de vinis, CDs e DVDs, que para um bom garimpeiro da arte é um grande achado cultural.

Para conhecer mais sobre o Sebo, acesse o site oficial e também pela página no Facebook, ou então entre em contato com o próprio Ricardo através do Twitter.

Por: Patrícia Visconti