Mineiro de Cruzília, Mauro Henrique Toledo, o Mauai – junção da primeira sílaba de seu nome com a famosa interjeição mineira “uai” – faz o lançamento de seu primeiro DVD, “Vitória”, nesta sexta-feira, 15 de maio, no Bar Brahma Aeroclube, no qual contará com a participação da banda paranaense Rhass, que mistura o som do sertanejo com a vaneira (dança típica do Rio Grande do Sul).
O DVD foi gravado em 2014, em uma turnê de dez apresentações, com o repertório de seu último CD, “Encantado Pop’N’Roll” – 13 composições próprias em uma pegada pop-rock, ou, como ele mesmo define, “uma MPB com arranjos mais divertidos”, na tradição da boa canção brasileira. As canções trazem também nuances do jazz e do blues.
Mauai começou a cantar em bandas de baile ainda adolescente em sua cidade e, ao vir para São Paulo, aos 18 anos, cantou na noite, fez jingles e, por meio da música, entrou no teatro, se formando dramaturgo e atuou como ator e diretor. É também fundador e professor de comunicação pessoal, teatro e canto na Teatrês, empresa especializada em Teatro Coach, coaching e treinamento corporativo com música, artes cênicas e técnicas teatrais.
Sua formação musical vem do melhor da canção brasileira, com influências dos grandes nomes da MPB, como Caetano, Gil, Alceu, Raul, os mineiros do Clube da Esquina, e suas composições buscam traduzir as sensações, as percepções da vida de uma forma poética, bem-humorada. A intenção é fazer músicas positivas, para levantar o astral das pessoas. A experiência em teatro o leva a compor de uma maneira narrativa, sem se esquecer de falar de amor, da paixão, das dificuldades que se tem de superar as coisas da vida.
Mauai produziu quatro álbuns, além de diversas composições publicitárias. Teve duas músicas dele incluídas no CD da cantora Flavia de Lucca, com produção do ex-tecladista do RPM Luiz Schiavon, uma delas, “Apaixonada”, que dá nome ao disco (Assista ao vídeo abaixo). O último CD é uma produção dele e do guitarrista e produtor Fred Berlowitze.
O show de lançamento do DVD “Vitória” é uma produção da Prismma, com o patrocínio da Sociedade da Cerveja-AmBev e apoio do programa de incentivo da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, o ProAC SP. A direção artística do DVD e do show é de Alzira Andrade. A direção musical é do próprio artista mineiro.
O DVD traz, além do repertório do CD “Encantada Pop’N’Roll”, mais canções inéditas compostas especialmente para o trabalho. É acompanhado pela banda Boralá, com Mauai no vocal e violão, Fred Berlowitz (quitarras), Valmir Rodrigues (Bateria), Marcelo Ávilla (baixo) e Marcelo Konkowski (teclados).
Já que nesta semana foi “comemorado” o dia que a Princesa Isabel assinou a Lei Área, no dia 13 de Maio de 1888, onde abolia a escravidão entre os negros, mas isso foi apenas na teoria, pois a situação dos mesmo, não mudou muita coisa, para não dizer que as chibatas dos capataz ordenados pelos senhores doía menos que as discriminações que eles iriam enfrentar perante a sociedade. Aonde a maioria dos negros encontrou grandes dificuldades para conseguir empregos e manter uma vida com o mínimo de condições necessárias, e isso ocorre ainda hoje, mesmo após 127 anos da abolição ainda existe este preconceito.
E baseado nessa ideia, um trio de rappers do Projeto MOPRI estreou nesta semana o videoclipe “Sem Massagem”, onde eles cantam uma realidade distinta daquela periferia mostrada nas telenovelas, onde todo mundo entra sem bater e todos andam sorrindo e saltitando, mas sim uma verdade que nem mesmo os jornais mostram, onde mais de 70% dessas pessoas são negras e vivem as margens da sociedade, recebem muito menos do que os brancos e ainda, tem de ouvir piadinhas pejorativas e medíocres de seres irracionais que acham que estão fazendo piadas.
Um país onde a população é miscigenada como o Brasil, seria inadmissível algo deste parâmetro, porém a cor da pele, a raça, a religião e o quanto você possuí em sua conta bancária contam mais do que o seu caráter, que na maioria das vezes é ignorado e defasado dentre tantas outras “prioridades” diante a sociedade politicamente correta.
O Projeto MOPRI tem influências de vários gêneros musicais, como Rock, funk, Soul, Hardocore Heavy metal, Chilltrap, Trap Chillstep, Dubstep, apesar da base da banda ser o RAP. Com letras que apresentam uma realidade oculta pela grande mídia, mas muito presente na sociedade, principalmente aquela que corre, que luta e tá na labuta diária par conquistar seu espaço, sua dignidade e não deixar e engolem seu caráter.
A banda é formada pelos músicos Eri Q.I., Lucas Beatmaker e Luciano Mello, que tinham uma química tão forte musicalmente que a interligação foi imediata, e assim se entregando de corpo e alma, os músicos foram somando suas influências musicais com a rotina cotidiano, surgindo um som autoral e verídico, o projeto MOPRI.
Conheça mais do Projeto MOPRI nas redes sociais do trio: Facebook | Youtube
De volta a baixada santista, o reggae pop da Natiruts apresenta seu novo projeto em um dos maiores festivais de Santos, a Festa Show Caiçara, que acontece mais uma edição no dia 16 de maio, no A.A. Portuários. Os ingressos já estão à venda.
A Natiruts que divulga seu recém-lançado “#NoFilter” promete uma performance única e excepcional, no lançamento da turnê homônima ao álbum. Assim como o disco, que foi gravado ao vivo no Rio De Janeiro, sem nenhum processo de pós-edição, sendo um registro fidedigno do show ao vivo, e é essa vibe que o público santista sentirá nesta apresentação no A.A. Portuários.
A abertura do festival fica por conta das bandas Zimbra, Nahoy e DJ Jogado, artistas da baixada que prometem agitar os presentes na Festa Show Caiçara.
O line up do evento conta com três vencedores do Prêmio RockShow 2014, a maior premiação do rock nacional, que é realizada na cidade de Santos, levando o prêmio nas categorias Artista Reggae (Natiruts), Artista Solo (Nahoy) e Aposta (Zimbra).
SERVIÇO
Festa Show Caiçara
Data: 16 de Maio de 2015 – sábado
Abertura dos portões: 22h
Local: A.A. Portuários
Endereço: R. Joaquim Távora, 424 – Santos/SP.
Headliner: Natiruts
Bandas de abertura: Zimbra, Nahoy e DJ Jogado
Classificação etária: 18 anos
Ingressos (lotes limitados):
Pista – 1º lote – R$40,00 meia/ R$80,00 inteira
Pista Premium (área livre na frente do palco) – 1º lote – R$100,00 meia/ R$200,00 Inteira.
Área VIP – Espaço das arquibancadas com algumas mesas e cadeiras do lado esquerdo do
ginásio, com bar e banheiros químicos exclusivos) – 1º lote – R$60,00 meia/ R$120,00 inteira.
Camarote – (espaço na arquibancada do lado direito – com mesas demarcadas – para 04 pessoas, bar e banheiros químicos exclusivos) 1º lote: 300,00 meia/ R$600,00 inteira (valor da mesa fechada).
Pontos de venda:
Santos:
Academia Planeta Fitness – Av. Pedro Lessa 1203 – (13)3345.4021
Bilheteria do Clube A.A Portuários – Rua Joaquim Távora 424 – (13) 3252.6711
Hawaii Surf Point – Shopping Miramar – Av. Marechal Floriano Peixoto n° 44 – (13) 3288.2998
Hawaii Surf Point – Shopping Praiamar – Rua Alexandre Martins n°80- (13) 3231.5588
São Vicente:
Conceito Luah Rosa – Rua Messia Assuh n°179 – (13) 3304.9076
Praia Grande:
Hawaii Surf Point – Shopping Litoral Plaza – Av. Ayrton Senna da Silva n° 1511 – (13) 3474.1110
Guarujá:
Loja Boomerang – Shopping Ferry Boat Plaza – Pç: Nações Unidas s/ número – (13) 3323.6560
Venda de camarotes:
Somente no Clube Portuários e no site Guichê Web.
Venda com cartão de crédito:
Clube Portuários, Planeta Fitness, Conceito Luah Rosa e no site Guichê Web.
Venda de meia-entrada:
Estudantes não precisam apresentar a carteirinha no ato da compra somente no dia do show na entrada ou 01kg de alimento não perecível que deverá ser entregue na entrada do show.
Influenciado por ritmos vindo do oriente mixado com estilos musicais brasileiros, o DJ Luciano Sallun realiza um trabalho junto ao grupo Pedra Branca, com seus instrumentos nada convencionais aos DJs da atualidade como o como sitar, saz, alaúde e jawharp, acompanhado pelo baixo e bateria sob a música indiana, árabe, turca e cigana, junto a cultura brasileira e vertentes ocidentais contemporâneas.
Com uma sonoridade que remete aos sons do oriente, mas com uma pitadas do ocidente, com temas e melodias que fazem qualquer ouvinte meditar e viajar, embalando no ritmo peculiar e autêntico, unindo as tendências da música popular atual, somada a música eletrônica e jazz fusion.
Uma instrumentalidade única e excepcional, que traz aos ouvidos mais musicais uma nova nuance a música popular, que poderá ser conferida na segunda edição do Festival Fuego Jazz, no dia 8 de maio, no Nômade in Arte e Hostel, na Vila Mariana, em São Paulo.
Conheça um pouco mais do trabalho de Luciano Sallun, no grupo Pedra Branca:
Esse festival é uma soma de música, arte e gastronomia, que num ambiente intimista, apresenta uma carta artística ampla e excepcional, exclusivamente para os amantes do novo e moderno, mas que não quer deixar suas raízes e origens se perderem perante a tantas inovações mundanas.
Além de Sallun, o Chef Léo Bosso, que desenvolve um conceito trabalho inspirado na importância da boa alimentação, equilibrada e saborosa, que alia alimentos frescos, legumes, ervas, azeites, frutos do mar e um bom vinho.
SERVIÇO
Luciano Sallun no Festival Fuego Jazz em SP
Data: 08/05/2015 – Sábado
Horário: 19h
*É permitida a permanência dos frequentadores somente até as 22hs pois privamos pela qualidade do sono dos nossos hóspedes.
Local: Nômade in Hostel e Arte
End: Rua Eça de Queiroz, 414, Vila Mariana
Entrada: R$ 10,00
Mais informações:
Site: www.nomadeinartehostel.com
Tel.: (11) 3567 2822
Nos tempos atuais, em que o mercado cultural está cada vez mais restrito, pois visa ao lucro certo e imediato, artistas buscam o próprio público para viabilizar seus projetos, como CDs, DVDs, shows. E o crowdfounding (financiamento coletivo) se firma como um mecanismo de concretizar os trabalhos com alguma segurança.
Surgido por volta de 2010 no Brasil, hoje já existem mais de 30 plataformas de financiamento coletivo de projetos, e as iniciativas ultrapassaram a seara musical e há financiamentos nas áreas ambiental, social, acadêmica, para ajuda a animais, a instituições de caridade, de fomento a pequenas empresas (inclusive produção de cervejas artesanais) etc.
“Para os artistas independentes que não têm gravadora nem empresário para patrocinar seus projetos, e também têm dificuldade de conseguir patrocínio de empresas para seus projetos aprovados em leis de incentivo, o financiamento coletivo é uma alternativa um tanto interessante, pois quem escolhe se o projeto será finalizado é o público, são as pessoas físicas, que também podem sentir que fazem parte do processo todo. O público que gosta do artista, que realmente consome seu produto, vai aos shows, divulga o trabalho do artista no boca a boca”, diz a cantora e compositora Juliana Lima, que buscou a plataforma Catarse para finalizar a produção de seu primeiro DVD, “Aquariana” (para apoiar a produção do DVD, acesse catarse.me/julianalima).
Veja o anúncio da campanha de Juliana:
Gustavo Rosseb, do trio Capela, também ressalta a importância desse meio de levar adiante produções artísticas a partir da colaboração dos próprios fãs: “A maior importância é que se trata do poder na mão do povo. Ao invés de esperar por aprovação em algum edital ou coisa do tipo, você pode ter seu projeto custeado por seus amigos, parentes e familiares. É mais fácil de fazer as coisas acontecerem”. O Capela obteve recursos para a gravação de seu segundo CD, “Sangue Novo”, também pelo Catarse. Além do CD, Gustavo – que também é escritor – está recorrendo a essa plataforma para produzir seu audiolivro.
“Hoje o financiamento coletivo tem ganhado muito espaço entre as pessoas que pretendem realizar algum projeto. Depender de editais e coisas assim faz com que você fique à mercê de alguém que está lá do outro lado, recebendo seu projeto para avaliá-lo. Um alguém que você não conhece. Que não tem (e não precisa ter) amor e respeito pelo seu trabalho. Você fica na dependência desse desconhecido para que seu projeto seja aprovado e em um tempo indeterminado. E quantos são os casos em que se escuta que o projeto não saiu?”, acrescenta Gustavo.
“O crowdfunding é o mecanismo ideal para viabilizar projetos com valores mais modestos ou que estão prestes a serem finalizados e é pelo apoio de pessoas físicas, pois contam com o envolvimento dos amigos, dos parentes e do público mais próximo inicialmente. Diferente de uma lei de incentivo como a a Lei Rouanet ou o Proac, que geralmente envolve valores bem maiores e contam com isenção fiscal de empresas e verba pública”, detalha Juliana.
Mas nem só artistas independentes ou fora da grande mídia tem recorrido ao crowdfunding. A plataforma Queremos!, por exemplo, proporciona que os fãs de determinado artista ou banda banquem a apresentação de seus ídolos. A plataforma foi criada em 2010 e já viabilizou a realização de mais de 80 apresentações de bandas internacionais – como Vampire Weekend, Tame Impala e Franz Ferdinand – e brasileiras, casos de Clarice Falcão e Paralamas do Sucesso.
Fundado em 2011, o Catarse é voltado a projetos nas mais diversas áreas, como arquitetura e urbanismo, esportes, teatro, educação, games, além da musical. Segundo o site da plataforma, já foram finalizados quase 3.100 projetos desde então, mais da metade deles em iniciativas voltadas às artes – música, literatura, cinema e teatro.
“O Catarse é a primeira plataforma de financiamento coletivo criada no Brasil, tem muitos projetos bem-sucedidos que passaram por lá, e por isso eles trabalham com seriedade. Na hora de fazer um projeto que tem um envolvimento tão grande de pessoas, é preciso fazer parcerias com quem tem credibilidade”, destaca Juliana, no qual é seguida por Gustavo: “O Catarse é uma plataforma famosa aqui no Brasil. Não só famosa, mas conceituada. Passa segurança para quem apoia e todo o respaldo possível pra quem tem um projeto por lá.”
Essa possibilidade de o próprio “consumidor” financiar o que gosta é uma das principais características desse meio que pode ser considerado o mecenato da atualidade. “Há muito tempo os valores e os papéis se inverteram. O financiamento coletivo é um modo, mesmo que singelo, de fazer as coisas retomarem seu devido lugar. Quem tem o poder de decisão é o público que escolhe o que quer ver e ouvir e não a indústria cultural”, ressalta Juliana.
E ainda observa outro ponto fundamental: “E rola um lance de economia criativa bem interessante. Sabemos que viver de arte no Brasil é outra arte! Eu já perdi a conta de quantas vezes ganhei dinheiro com a música e reinvesti tudo na música novamente, em equipamentos, em instrumentos, em gravações, em produções. Chega uma hora que você não sai do lugar e começa a morrer na praia. Por isso, buscar meios alternativos de financiar os projetos culturais é um modo de prosseguir com esse sonho, que é respirar a arte e espalhá-la por todos os cantos que eu passar”.
As plataformas costumam cobrar um percentual da arrecadação a título de remuneração pela intermediação do serviço, mas há outras que não cobram. Em geral, há uma meta de valor a ser alcançado em determinado período. Se não for alcançado, os que apoiaram têm o dinheiro de volta – é a modalidade “tudo ou nada”. A maioria das plataformas exige que os artistas retribuam a colaboração com alguma recompensa, que vai de um CD autografado a ingressos VIP para os shows viabilizados.
Veja algumas plataformas para financiamento coletivo:
Catarse – para os mais variados projetos; cobra comissão de 13% se o projeto se realizar.
Kickante – para iniciativas de causas sociais e de empreendedorismo; cobra 15% para projetos que não alcancem a meta e 12% dos bem-sucedidos.
Benfeitoria – para iniciativas variadas, inclusive inclusão social e saúde; não cobra comissão, financia-se por meio de doações.
Juntos com Vc – para ações sociais tocadas por pessoas físicas e ONGs; não há comissão, mas cobra taxa de administração para acolher as doações.
Bicharia – para arrecadar fundos de projetos que atendam à causa dos animais; cobra 10% do arrecadado mais taxa de administração.
Queremos! – para o público financiar shows de suas bandas preferidas e para artistas e produtores em busca de apoio aos projetos; cobra 15% sobre os ingressos vendidos.
Impulso – foco em microempreendedores de baixa renda; há seleção prévia dos projetos; cobra 12% do arrecadado em projetos bem-sucedidos.
Social Beers – para financiar produção de cervejas artesanais; taxa de administração varia conforme a complexidade do projeto.
Bookstart – financia publicação de livros inéditos por meio do mecanismo de pré-venda da obra; atende a autores e editoras; cobra taxa de administração em caso de sucesso da campanha, variável conforme os custos envolvidos.
Variável 5 – financia projetos culturais; é ainda uma agência de comunicação e produtora cultural; cobra comissão de 11% se o projeto for bem-sucedido.
Viabilizza – para apoio ao esporte e gestão de projetos esportivos; aceita também financiamento de livros ou filme sobre times, modalidades esportivas e atletas; cobra 15% do arrecadado.
Vakinha – para doar dinheiro para os mais variados fins: de compra de óculos a ajuda a quem perdeu tudo em um assalto; desconta as taxas cobradas pelos meios de pagamento: 6,4% do valor da doação por cartão de crédito; 2,99% por boleto; R$ 0,50 por transação e R$ 5,00 pelo saque.
Vasco Dívida Zero – específico para o time carioca honrar suas dívidas junto à Fazenda Nacional.
Eu Patrocino – para empreendedorismo; cobra 12% sobre o valor bruto arrecadado.