Caixa de Som: Novo vídeo de Madonna

Na última terça-feira, 20, Madonna lançou seu segundo vídeo do mais novíssimo álbum M.D.N.A., que será lançado na próxima semana.

Girl gonna wild, é a cara da Diva, danças sensuais, muita perna e muito latex, Madonna traz em preto e branco sua essência que a consolidou como Rainha do Pop.

Confira ai e depois, nos diga o que achou dessa nova performance de Madonna, enquanto o 12º álbum da cantora não saí.

Mas há previsão do M.D.N.A ser lançado oficialmente na próxima segunda, 26. 
Vamos aguardar, afinal, este disco promete ser a volta com tudo da Rainha do Pop!


See ya…@nickacarter

Caixa de Som

Hey, hey peeps… How are you?
Are you ready to listen true music?
So, let’s go… Mas em português, ok! rs
Alguém se lembra dos ganhadores dos últimos concursos de talento de aconteceram no Brasil?
Não, né?
Infelizmente a mente do brasileiro anda mais preocupada em saber o novo vencedor ou quem saiu do Big Brother Brasil, do que em conhecer novos talentos musicais.
Por onde anda músicos como, Vanessa Jackson, Shirley Carvalho, Lucas Poleto, Leandro Lopes (o Pica-Pau), entre outros talentos que sumiram da noite para o dia, pois como sabemos, enquanto eles estavam em seus respectivos programas, até fãs clubes tinham, hoje, ninguém mais comenta, escuta ou pelo menos cita eles em lugar algum.
Mas, ainda bem que há O Barquinho Cultural, para desenterrar e mostrar os verdadeiros talentos da música popular nacional.
E a partir de desta semana, iremos relembrar alguns desses artistas, mostrando por onde eles andam e o que estão fazendo.

Para começar, falaremos do campeão do primeiro programa Ídolos no Brasil, o cantor Leandro Lopes, ou o “Pica-Pau”.
Bom, como comentei acima, ele foi o vencedor da primeira edição do Ídolos, assinou contrato com um grande gravadora, Sony BMG e teve duas de suas canções do seu primeiro álbum em êxito e como trilhas sonora de uma novela no SBT.
Anos após sua estreia, o Pica-Pau foi convidado para assumir a banda baiana ‘Rapazolla’, no lugar de Tomate. A partir deste momento, sua carreira deu um salto, onde ele pode cantar com grandes nome da música popular brasileira, como Zé Ramalho, Tomate, Tatau, Saulo Fernandes e muitos outros.

Como líder da banda foram três anos de consagração, onde foram produzidos três discos e quatro DVDs.
Mas o mundo da voltas, e Pica-Pau. Deixou o grupo no final do carnaval de 2011 para seguir carreira solo.
Mostrando aos seus fãs uma nova fase do cantor, mixando o pop-rock, grande influência do músico, com o axé music, que ele já fazia no ‘ Rapazolla’, sem deixar sua energia inesgotável, carisma e sua belíssima voz.
Atualmente, o cantor segue em estúdio preparando seu mais novo álbum, que ainda não tem data para o lançamento.
Confira sua nova música de trabalho, enquanto não saí o novo álbum.


Para mais informações sobre o Leandro Lopes, é só conferir em seu site oficial, pois lá vocês encontrarão a agenda, fotos, novidades sobre o novo disco …
Espero que tenham curtido essa revira volta aos grandes talentos que a galera estava escondendo e aguardem para saber quem será o próximo.
I gotta go.. e até semana que vem!!@nickacarter

Caixa de Som: Música e Poesia

Olá pessoal, tudo bem?
Esta quinta-feira é tanto quanto especial para os amantes da música e poesia, já que ontem, 14 de março, foi dia nacional da poesia, então essa semana iremos falar de um dos grandes poetas e músicos do século 20.
Ficou curioso em saber quem é essa pessoa..
Então, sem mais delongas, apresentamos Noel Rosa!

Carioca da gema, Noel Rosa nasceu no dia 11 de Dezembro de 1910.
Ele foi sambista, ambista, cantor, compositor, bandolinista, violonista brasileiro e um dos maiores e mais importantes artistas da música no Brasil. Foi um dos principais artistas a popularizar a música, levando do morro ao asfalto e também o rádio, principal meio de comunicação da época.
Entre suas composições, Noel registrou mais de 250 sozinho ou em parceria com grandes nomes da música popular brasileira, com Vadico, Ismael Silva, Braguinha, Nássara, Orestes Barbosa, além das que foram vendidas ou dadas a terceiros, como as que o poeta escreveu com Cartola.
Um apaixonado pelas mulheres, dedicou algumas de suas mais lindas canções a elas, principalmente a Lindaura, mas seu grande amor foi a dançarina Ceci, entre as músicas escritas à ela estão,  Último Desejo, Dama do Cabaré, Só Pode Ser Você, Pra que Mentir?, Pela Primeira Vez, Provei, Quem Ri Melhor, etc.
Noel Rosa era um cara que sabia aproveitar e viver cada segundo de sua vida como se fosse o último. Boêmio assumido, foi seduzido pelo samba e frequentou diversos bares e cabarés.
Rosa faleceu em 4 de maio de 1937, na cidade do Rio de Janeiro, aos 26 anos de idade.

As 259 composições criadas por Noel:
  • Ingênua (com Glauco Viana), 1928/1930
  • Com que roupa? 1929
  • Festa no céu 1929
  • Minha viola 1929
  • A.B. Surdo, (com Lamartine Babo) 1930
  • Bom elemento, (com Euclides Silveira, o Quidinho) 1930
  • Devo esquecer (com Gilberto Martins), 1930
  • Dona Aracy 1930
  • Dona Emília, (com Glauco Vianna) 1930
  • Eu vou pra vila 1930
  • Gago apaixonado, 1930
  • Lataria (com João de Barro e Almirante), 1930
  • Malando medroso 1930
  • Meu sofrer (com Henrique Britto), 1930
  • Quem dá mais (Leilão do Brasil) 1930
  • Sorriso de criança 1930
  • Vou te ripar 1930
  • Adeus (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1931
  • A.E.I.O.U. (com Lamartine Babo), 1931
  • Agora 1931
  • Coração 1931
  • Cordiais saudações 1931
  • É preciso discutir 1931
  • Espera mais um ano 1931
  • Esquecer e perdoar (com Canuto), 1931
  • Estátua da paciência (com Jerônimo Cabral), 1931
  • Eu agora fiquei mal (com Antenor Gargalhada), 1931
  • Fiquei sozinha (com Adauto Costa), 1931
  • Gosto, mas não é muito (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1931
  • Já não posso mais (com Pururuca, Canuto e Almirante), 1931
  • Julieta (com Eratóstenes Frazão), 1931
  • Mão no remo (com Ary Barroso), 1931
  • Mardade de cabocla 1931
  • Mentiras de mulher 1931
  • Mulata fuzarqueira, 1931
  • Mulato bamba (Mulato forte) 1931
  • Nega, (com Lamartine Babo) 1931
  • Nunca… Jamais 1931
  • Palpite (com Eduardo Souto), 1931
  • Pesado 13 (paródia do tango El penado, de Agustin Magaldi, Pedro Noda e Carlos Pesce), 1931
  • Picilone 1931
  • Por causa da hora 1931
  • Por esta vez passa 1931
  • O pulo da hora 1931
  • Que se dane (com Jota Machado), 1931
  • Rumba da meia-noite (com Henrique Vogeler), 1931
  • O samba da boa vontade (com João de Barro), 1931
  • Sinhá Ritinha, (com Moacir Pinto Ferreira) 1931
  • Só pra contrariar (com Manoel Ferreira), 1931
  • Você foi o meu azar (com Arthur Costa), 1931
  • Ando cismado (com Ismael Silva), 1932
  • Araruta (com Orestes Barbosa), 1932
  • Assim sim (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1932
  • Até amanhã 1932
  • Dona do lugar (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1932
  • E não brinca não (Não brinca não) 1932
  • É peso (com Ismael Silva), 1932
  • Escola de malandro (com Orlando Luiz Machado e Ismael Silva), 1932
  • Estamos esperando 1932
  • Felicidade (com René Bittencourt), 1932
  • Fita amarela 1932
  • Fui louco (com Alcebíades Barcelos, o Bide), 1932
  • Mas como… Outra vez? (com Francisco Alves), 1932
  • Mentir (Mentira necessária) 1932
  • Mulher indigesta 1932
  • Não faz, amor (com Cartola), 1932
  • Não há castigo (com Ernesto dos Santos, o Donga), 1932
  • Não me deixam comer 1932
  • Nuvem que passou 1932
  • Para me livrar do mal (com Ismael Silva), 1932
  • Prazer em conhecê-lo (com Custódio Mesquita), 1932
  • Primeiro amor (com Ernani Silva), 1932
  • Qual foi o mal que eu te fiz? (com Cartola), 1932
  • Quem não dança 1932
  • Quero falar com você (com Lauro dos Santos, o Gradim), 1932
  • A razão dá-se a quem tem (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1932
  • Rir (com Cartola), 1932
  • São coisas nossas (Coisas nossas) 1932
  • Sem tostão 1932
  • Seu Jacinto 1932
  • Tenentes do diabo (com Visconde de Bicohyba e Henrique Vogeler), 1932
  • Tenho um novo amor (com Cartola), 1932
  • Tudo o que você diz 1932
  • Uma jura que fiz (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1932
  • Vitória (com Romualdo Peixoto, o Nonô), 1932
  • Amor de parceria 1933
  • Arranjei um fraseado 1933
  • Capricho de rapaz solteiro 1933
  • Contraste 1933
  • Cor de cinza 1933
  • De qualquer maneira (com Ary Barroso), 1933
  • Deus sabe o que faz (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1933
  • Dono do meu nariz (paródia de Dona da minha vontade, de Francisco Alves e Orestes Barbosa), 1933
  • Estrela da manhã (com Ary Barroso), 1933
  • Esquina da vida (com Francisco de Queirós), 1933
  • Eu queria um retratinho de você (com Lamartine Babo), 1933
  • Feitio de oração (com Osvaldo Gogliano, o Vadico), 1933
  • Filosofia (com André Filho), 1933
  • Habeas-corpus (com Orestes Barbosa), 1933
  • Isso não se faz (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1933
  • Já sei que tens um novo amor (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1933
  • Meu barracão 1933
  • Não digas (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1933
  • Não tem tradução (Cinema falado) 1933
  • Nem com uma flor (com Francisco Alves), 1933
  • Nunca dei a perceber (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1933
  • Onde está a honestidade? (com Francisco Alves), 1933
  • O orvalho vem caindo (com Kid Pepe), 1933
  • Positivismo (com Orestes Barbosa), 1933
  • Pra esquecer 1933
  • Prato fundo (com João de Barro, o Braguinha), 1933
  • Quando o samba acabou 1933
  • Quem não quer sou eu (com Ismael Silva), 1933
  • Rapaz folgado 1933
  • Sei que vou perder (com Romualdo Peixoto, o Nonô e Alfredo Lopes Quintas), 1933
  • Seja breve 1933
  • O sol nasceu pra todos (com Lamartine Babo), 1933
  • Sorrindo sempre (com Lauro dos Santos, o Gradim, Ismael Silva e Francisco Alves), 1933
  • Três apitos 1933
  • Vai haver barulho no chatô (com Walfrido Silva), 1933
  • Vai para a casa depressa (cara ou coroa) (com Francisco Mattoso),1933
  • Vejo amanhecer (com Francisco Alves), 1933
  • Você, por exemplo (com Francisco Alves), 1933
  • Você só… mente (com Hélio Rosa), 1933
  • Boa viagem (com Ismael Silva), 1934
  • Dama do cabaré 1934
  • Feitiço da Vila (com Osvaldo Gogliano, o Vadico), 1934
  • Fiquei rachando lenha (com Hervê Cordovil), 1934
  • Linda pequena (com João de Barro), 1934
  • O maior castigo que te dou 1934
  • Mais um samba popular (com Osvaldo Gogliano, o Vadico), 1934
  • Marcha da prima… Vera 1934
  • A melhor do planeta (com Henrique Foreis Domingues, o Almirante), 1934
  • Paga-me esta noite (paródia de Tell me tonight, de Mischa Spoliansky)1934
  • As pastorinhas (com João de Barro), 1934
  • Remorso 1934
  • Retiro da saudade (com Antonio Nássara), 1934
  • Se a sorte me ajudar (com Germano Augusto Coelho), 1934
  • O século do progresso 1934
  • Tenho raiva de quem sabe (com Zé Pretinho e Kid Pepe), 1934
  • Tipo zero 1934
  • Triste cuíca (com Hervê Cordovil), 1934
  • Você é um colosso 1934
  • Voltaste pro subúrbio 1934
  • Vou te ripar 2 1934
  • Ao meu amigo Edgard (carta de Noel) (com João Nogueira), 1935-1978
  • Belo Horizonte (paródia de I’m looking over a four leaf clover, de Mort Dixon e Harry Woods), 1935
  • Boas tenções (com Arnold Glückmann), 1935
  • Canção do galo capão (paródia de Canção do grande galo, de Lamartine Babo e Paulo Barbosa), 1935
  • Cansei de pedir 1935
  • Cansei de implorar 1935
  • Condeno o teu nervoso (paródia de Teus ciúmes, de Lacy Martins e Aldo Cabral), 1935
  • Conversa de botequim (com Oswaldo Gogliano, o Vadico), 1935
  • Cor de leite com café (com Hamilton Sbarra), 1935-1969
  • Deixa de ser convencida (com Wilson Baptista), 1935
  • Disse-me disse 1935
  • Envio essas mal traçadas linhas (paródia de Cordiais saudações), 1935
  • Finaleto (com Arnold Glückmann), 1935
  • Foi ele (paródia de Foi ela, de Ary Barroso), 1935
  • Genoveva não sabe o que diz (paródia de Palpite infeliz), 1935
  • João Ninguém 1935
  • O Joaquim é condutor (com Arnold Glückmann), 1935
  • Não foi por amor (com Zé Pretinho e Germano Augusto Coelho), 1935
  • Não resta a menor dúvida (com Hervê Cordovil), 1935
  • Palpite infeliz 1935
  • Para o bem de todos nós (com Arnold Glückmann), 1935
  • Pela décima vez 1935
  • Perdoa este pecador (com Arnold Glückmann), 1935
  • Pierrô apaixonado (com Heitor dos Prazeres), 1935
  • Precaução inútil (paródia de Boneca, de Aldo Cabral e Benedito Lacerda), 1935
  • Quantos beijos (com Oswaldo Gogliano, o Vadico), 1935
  • Que baixo! (com Antônio Nássara), 1935
  • O que é que você fazia? (com Hervê Cordovil), 1935
  • Roubou, mas não leva (paródia de Pagou, mas não leva, de Benedito Lacerda e Milton Amaral), 1935
  • Seu Zé (paródia de Boneca, de Aldo Cabral e Benedito Lacerda), 1935
  • Silêncio de um minuto 1935
  • Só pode ser você (ilustre visita) (com Oswaldo Gogliano, o Vadico), 1935
  • Tudo nos une (com Arnold Glückmann), 1935
  • Tudo pelo teu amor (com Arnold Glückmann), 1935
  • Cem mil réis (com Oswaldo Gogliano, o Vadico), 1936
  • Cidade mulher 1936
  • Dama do cabaré 1936
  • De babado (com João Mina), 1936
  • É bom parar (com Rubens Soares), 1936
  • Este meio não serve (com Ernesto dos Santos, o Donga), 1936
  • Maria-fumaça 1936
  • Menina dos meus olhos (com Lamartine Babo), 1936
  • Morena-sereia (com José Maria de Abreu), 1936
  • Na Bahia (com José Maria de Abreu), 1936
  • Pela primeira vez (com Critóvão de Alencar), 1936
  • Provei (com Oswaldo Gogliano, o Vadico), 1936
  • Quem ri melhor 1936
  • São coisas nossas 1936
  • Sobe balão (com Marília Baptista), 1936-1961
  • Tarzan, o filho do alfaiate (com Oswaldo Gogliano, o Vadico), 1936
  • Você vai se quiser 1936
  • O x do problema 1936
  • Chuva de vento 1937
  • Eu sei sofrer 1937
  • Pra que mentir (com Oswaldo Gogliano, o Vadico), 1937
  • Último desejo 1937
  • Você por exemplo 1937
  • Amar com sinceridade (com Sylvio Pinto), 193?
  • Baianinha 193?
  • Cabrocha do Rocha (com Sílvio Caldas), 193?
  • Com mulher não quero mais nada (com Sylvio Pinto), 193?
  • Faz de conta que eu morri (com Henrique Gonçales), 193?
  • Faz três semana (paródia de Suçuarana, de Heckel Tavares e Luís Peixoto), 193?
  • João-teimoso (com Marília Baptista), 193?
  • Não morre tão cedo 193?
  • No baile da flor-de-lis 193?
  • Para atender a pedido 193?
  • Queimei teu retrato (com Henrique Britto), 193?
  • Saí da tua alcova 193?
  • Suspiro (com Orestes Barbosa), 193?
  • Vagolino de cassino (Virgulino do cassino) (paródia de Cheek to cheek, de Irving Berlin), 193?
  • Verdade duvidosa 193?


O fim de semana está chegando, coloque o seu CD favorito para tocar e esqueça dos problemas mundanos, pois só a música para repôr todas as energias de uma semana de correria.See ya… Até semana que vem!!!@nickacarter

Caixa de Som – Especial Mulherada

Hoje é o dia internacional das mulheres, e para homenagear essa raça tão guerreira, forte e batalhadora, nada melhor do que escolher algumas DIVAs da música pop atual, que cá entre nós, merece não só um dia, mas um ano inteiro.
So, let’s go …



E por último, claro que não poderíamos deixar nossa eterna rainha da música pop de fora dessa.

Espero que tenham curtido, e lembrando que essas são só algumas DIVAs, pois temos diversas que com certeza são de suma importância para o desenvolvimento musical e social da mulher no mundo.Parabéns para todas nós!!!Até a próxima…@nickacarter

Caixa de Som

Quinta-feira chegou e junto com ela, música boa por ai… Ainda mais se for música popular brasileira e produzida de uma forma bem intimista dentro do apartamento.

Estou falando do ex vocalista da banda Alice, Cícero Lins, 25 é cantor e compositor, que após lançar dois discos bem Rock n’ Roll com sua ex banda e se formar na faculdade de Direito, o rapaz mostrou um lado maduro da vida de um jovem adulto, discutindo sobre solidão, saudades, paixões e memórias.

Com um mescla em um só artista, o garoto busca influência em Chico Buarque, Caetano Veloso, Tom Jobim, Los Hermanos, The Beatles e Radiohead, criando a partir daí o seu próprio estilo e identidade, dando uma nova cara para a música nacional.
O lançamento deste primeiro disco independente foi em junho de 2011, chamado “Canções de Apartamento”, cujo as letras e a produção do álbum foram feitas em seu próprio apartamento, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro e visa essa nova etapa na carreira profissional, mas também pessoal do musico. Músicas com arranjos simples e enxutas.
O primeiro single e a primeira faixa desse CD é “Tempo de Pipa”, uma canção um pouco melancólica, mas que traz na suavidade da voz de Cícero a leveza do e o toque de alma do ápice da música.
Além de Cícero (voz, guitarra, baixo, violão, piano e percussão), o álbum conta com a participação de Paulo Marinho (bateria) e Bruno Schulz (acordeon).
Confira o vídeo da canção abaixo:


E ai, curtiu o som do Cícero, então aproveita e acessa o seu site oficial e baixa seu CD na íntegra e curta um rock, pop, indie e um estilo único que tem a cara da nova geração da música brasileira.
Até mais e um feliz dia internacional das mulheres (para todas nós)!@nickacarter