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[Total Flex] Projeto Via Brasil fomenta o intercâmbio da cultura brasileira

2014 será o ano do Brasil, além dos eventos que acontecerão aqui em nosso país, que somará visibilidade por todo o Planeta, o país ainda será homenageado em outros países no mundo, como por exemplo, o intercâmbio da cultura brasileira, que acontecerá ao longo deste ano no Wexner Center, galeria de arte contemporânea da Universidade de Ohio (Estados Unidos), que está realizando uma iniciativa interdisciplinar intitulada Via Brasil.

O projeto visa apresentar a diversidade cultural da nação brasileira, promovendo uma troca internacional da universidade com a arte e cultura do Brasil. Além do mais, o Wexner Center há uma gama integrada que abrange diversos nichos da nossa cultural, como exposições, filmes, vídeos, educação, juntamente com programações complementares do departamento de artes cênicas, tendo por fim, promover a compreensão e apreciação da arte contemporânea brasileira.
A mostra exposta ao projeto é um resultado de quase três anos de pesquisa e viagens de curadores da universidade, passando pelas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Belo Horizonte, entre outros lugares, conhecendo o trabalho de artistas, curadores e críticos brasileiros. Uma investigação da cultura brasileira atual, através de uma perspectiva de costumes, mostrando uma ampla e vasta programação cultural no Brasil.
Para mais informações acesse o site do Ministério da Cultura, e confira os editais a serem apresentados durante o projeto.

[Caixa de Som] Gustavo Prafrente: Voz, violão e poesia

Foto por: Júlia Rocha
Aos 27 anos de idade a revelação do rock nacional Gustavo Prafrente apresenta um som intimista e delicado em seu segundo álbum, com lançamento previsto para início de 2014, também de forma independente como seu primeiro projeto.
Com batidas power-trio para apresentar suas novas canções, acompanhados por Juliano da Costa (Primos Distantes) na bateria e Fernão Spadotto (Assopro) no contra baixo estreando junto com Prafrente, que empunha sua guitarra e juntos criam uma sonoridade própria.

Mesclando momentos calmos, onde o cantor deposita voz e poesia, e depois com outros aonde o trio cria uma dinâmica sonora, fortalecendo a essência musical e criativa deste disco.
Uma música para ouvir e esquecer do mundo, refletindo sua origem e vitalizando a musicalidade encontrada na cena alternativa nacional e internacional, de forma poética e original, em que a voz e o violão são os instrumentos fundamentais do show.
Confira o videoclipe da música “Quando sinto falta de você amor” que foi lançado no início deste ano.

Gustavo anda realizando diversas apresentações pelo Brasil, na quarta-feira (27), ele fez show no Baixo, situado na região central de São Paulo, promovendo seu novo trabalho. Para saber mais sobre a agenda do músico, fiquem ligados no Facebook dele, já que Prafrente está sempre conectado compartilhando novidades sobre seus novos projetos.Por: Patrícia Visconti

[Cantinho do Som] As Memórias do Choro Paulista

Nesta segunda-feira iremos dar um novo foco no nosso Cantinho Literário, iremos unir música e literatura em uma única pauta, afinal música também é pesquisa, é arte e cultura, assim como a literatura e o choro.
Um dos primeiros estilos musicais cosmopolita nacional, que tem como característica exclusiva um ritmo específico, mas pela maneira solta e sincopada de tocar, repleta de ornamentos e improvisações, dando ao estilo uma vasta variações do gênero, entre os principais podemos citar,  o maxixe, o samba, a polca e a valsa, dando origem, assim, ao ‘’samba-choro’’, à ‘’polca-choro’’ e à ‘’valsa-choro’’ (com relação ao maxixe, não é utilizada a expressão “maxixe-choro”, mas apenas ‘’maxixe’’). Além disso, há choros de andamento rápido e choros mais lentos (apelidados “varandões”).

Baseado nesse estilo musical, o professor universitário na área de ciências sociais, economista, pós-graduado em Sociologia e mestre em políticas de educação, José de Almeida Amaral Júnior publicou o livro “Chorando na Garoa – Memórias Musicais de São Paulo“. Contendo duas partes básicas, a publicação traz em seu primeiro instante uma pesquisa bibliográfica narrando o contexto histórico socioeconômico e cultural qual formou-se o choro. Além de haver verbetes sobre personagens, desde seu início, em meados do século 19 até os primórdios do século 20, período qual foi consolidado e chegou em solo brasileiro, relatando também a chegada no gênero em São Paulo.
Na segunda parte do livro, traz 40 entrevistas com músicos, pesquisadores e personagens participantes das rodas de choro em diversos pontos da cidade, com o propósito de envolver memórias do início do século passado à diferentes gerações, expondo de forma sistemática depoimentos pessoais sobre suas vidas, carreira, experiências, locais e aspectos do choro de São Paulo, metrópole cosmopolita que abriga influências de todo o país e do mundo.
Uma obra que resultou quatro anos de pesquisa, totalizando 532 páginas, tendo o prefácio do produtor e diretor Fernando Faro. Valorizando a cultura popular brasileira e apoiando a educação musical nas escolas.

Chorando na Garoa – Memórias Musicais de São Paulo” encontra-se disponível pela Editora Livro Novo, com distribuição pela Livraria Cultura; – [e-mail] – O lançamento oficial da obra será no dia 29 de setembro, na Praça das Artes, região central de São Paulo.

Aguarde que em breve realizaremos uma entrevista com o autor do livro “Chorando na Garoa – Memórias Musicais de São Paulo“, o professor universitário José de Almeida Amaral Júnior.

E por falar em aguardar e em choro, também no próximo domingo, 29, acontecerá o “Praça do Choro“, em comemoração aos 60 anos de carreira de Izaías Bueno de Almeida. Com shows de Quintal Brasileiro, Lulinha de Alencar, Proveta e Toninho Carrasqueira, além do próprio músico homenageado.

Izaías de Almeida conquistou essas seis décadas com muito êxito e mostrando no carioca Jaboc do Bandolim um digno representante do choro paulista, uma forte influência italiana, com uma “pegada” mais sentimental de tocar, origens do bandolim napolitano, além de frases e improvisos arrebatadoras.

O músico têm o grupo mais tradicional em atividade do gênero em São Paulo, obtendo como referência por seu refinamento e qualidade musical, agregando inúmeras apresentações tanto no Brasil quanto no exterior.

Conjunto  Atlântico  de  Antônio  Dauria é o grupo de Izaías, que têm como seus fundadores, o próprio no bandolim e seu irmão Israel  Bueno  de  Almeida, o Israel 7 Cordas (violão),  que  o  criaram  com  o  objetivo  de  preservar  o gênero,  conservando suas  raízes.  A  formação  atual  conta  ainda  com Marco Bailão (violão  de  6  cordas), Getúlio Ribeiro (cavaquinho) e Tigrão (pandeiro).

SERVIÇO

“Praça do Choro”

60 ANOS DE IZAÍAS E SEUS CHORÕES

Shows: Izaías e Seus Chorões, Quintal Brasileiro, Lulinha de Alencar, Proveta e Toninho Carrasqueira.
Lançamento do Livro: Chorando na Garoa – Memórias Musicais de São Paulo
Local: Praça das Artes
Endereço: Avenida São João, 281 – Centro – São Paulo.
Dia: 29 de setembro (domingo)
Horário: a partir das 16h,
ENTRADA FRANCA

[Caixa de Som] Ivo Mozart: Um cara simples que só quer viver de coisas boas

Hoje é dia de música, como todos nós sabemos, mas a pauta de hoje foi meio que um estalo de última hora, já que eu tinha outra ideia em mente e acabou não dando certo, mas como um insight de momento ocioso ela surgiu.

Mas vamos ao que interesse…

Com certeza vocês já devem ter ouvido essa música abaixo, já que ela está tocando em diversos veículos de comunicação de todo o país atualmente, além do vídeo ter quase 30 milhões de visualizações no Youtube.

Essa música é ‘Vagalumes‘, da banda Pollo com participação do músico Ivo Mozart, que anda bombando nas paradas de sucessos, tanto o grupo quanto Ivo, que é de quem iremos falar nesta quinta-feira musical da nossa embarcação.

O sobrenome pode ser de músico clássico, mas não é, e muitos menos estrangeiro. Ivo Mozart é um paulistano de 27 anos que já está no ramo da música a algum tempo. Com 15 anos formou sua primeiro banda, com dois músicos bastante conhecidos pelo público adolescente, entre eles estão, o Teco, líder do Rancore e o Conrado baixista do Nx Zero.
Tocou em uma banda famosa de forró no norte do Brasil, fazendo apresentações para mais de 10 mil pessoas, e ainda dava uma dançadinha para galera durante o shows. Um marco que ficou na história de um grande contador de história, que se formou em publicidade e até montou sua própria empresa, onde viajou pelo Brasil inteiro produzindo e eventos.
Mas não era Ivo percebeu que não seu destino não era no backstage, mas sim atuando e se dedicando a música, então ele largou todos os trabalhos, pegou o dinheiro que havia juntado e foi morar na Holanda, isso sem falar nada de inglês.
Fez um mochilão pela Europa, África, Estados Unidos e América do Sul, morou em Barcelona, enquanto fazia aulas de espanhol aprendia inglês na rua e no albergue onde morava, e lá mesmo Ivo organizava festas com muita caipirinha e música, onde o próprio tocava e passava o chapéu, para ganhar algum dinheiro e continuar sua saga de mochileiro ao redor do mundo.
Entre essas viagens, o músico conheceu o UKULELE, um violão havaiano que mudou sua vida. Ivo começou a tocar Ukulele nas ruas da Vila Madalena em São Paulo, em portas dos bares, mostrando à pessoas seu som, e isso ele fez por quase um ano, até que o dono de um dos bares da região o viu tocando, gostou e o convidou para tocar em seu estabelecimento, a partir dai o ele começou a fazer shows.
Um dos singles do cantor o que descreve segundo o próprio Ivo cito em sua biografia, é a canção “Mocinho do Cinema“. Confira abaixo um trecho desta canção:

TUDO O QUE EU QUERO NESSA VIDA E VIVER DE COISAS BOAS!!!SEI QUE NÃO SOU O MOCINHO DO CINEMAE NEM PAREÇO O ROMEU DA JULIETAE SEMPRE USO CHAPÉU VELHO E CAMISETAMAS SEMPRE FAÇO FAZER VALER A PENAPRA SER FELIZ O AMOR TEM QUE SER VERDADEIROFELICIDADE E A CHAVE DO SEGREDOSÓ COM UM SORRISO PONHO CORES NO SEU MUNDO BRANCO E PRETO.
Esse é Ivo Mozart, um cara simples, como ele mesmo se auto-intitula, com letras honestas e chegou para falar sobre coisas boas e compartilhar o simples da vida. Para entender o que tudo isso, confira o primeiro videoclipe oficial do músico, produzido pela Midas Music, do empresário e produtor Rick Bonadio.
A pré produção do primeiro disco de Ivo Mozart está sendo feita, logo mais o CD estará nas lojas. Enquanto o álbum não sai, vamos curtir “Mocinho do Cinema“, primeiro single do Ivo. 
Por Patrícia Visconti

[Caixa de Som] O ajudante que virou rapper

Rapper, brasileiro, compositor, DJ e músico, essa são algumas das atividade que Jason Salles faz ao longo de seus 15 anos de carreira.
Influenciado pelos vizinhos que tocando em festas do bairro, fez com que o garoto de impressionasse bastante começando acompanha-los para ajudar a montar os aparelhos de som, fazendo com que alguns anos mais tarde ele já estava discotecando pelas pistas do todo Brasil, e ainda, participando de festividades com grandes nomes no cenário da música nacional e internacional.

Confira abaixo à entrevista que Jason concedeu aos nossos tripulantes, onde eles falou sobre carreira, o novo álbum “Não Pare o Baile”, singles, shows, futuro…

1- Quando você descobriu que queria ser cantor?
Em 2006 gravei minha primeira música cantando ao em vez de fazer scratchs nas faixas dos artistas como era de costume  gravei uma música chamada “Pele Chocolate” que entrou na mixtape “Copa do Mundo” produzida pelo Rapper Cabal, muitas garotas comentavam na net que elas amavam ouvir aquele som, e sempre perguntavam quem cantava, daí me despertou a vontade de gravar como cantor e usar minhas próprias composições.
2 – Deve haver uma banda que te acompanha nos shows, certo? Como vocês os conheceu?
Meu projeto “Não Pare o Baile” conta com uma formação de 4 profissionais, sendo 2 B-Boys, 1 DJ(DJ Raco) e 1 MC de apoio (MC Felipe Chileno).

3- Você já possuí singles, DEMOs e EPs lançadas? Quais?
Tenho o single “Pele Chocolate” (2006) e hoje em dia o álbum “Não Pare o Baile” que teve o single de estréia “La Dee Da” part. de Lino Krizz (Racionais MCs).
4- Quais são as suas principais influências? Por quê?
Mos Def, Talib Kweli, Lil Wayne, Drake, Rick Ross, Tyga e Big Sean, Brazucas referencia foi Racionais, MVBill, Criolo, Flávio Renegado, Jadiel Oliveira, Lino Krizz, Rael e Emicida. Cada a sua maneira me influenciaram no meu estilo de cantar, seja na batida ou na levada da rima, todos foram minha inspiração, para compôr e cantar!!!
5 –  Você próprio compõe suas canções?
Sim todas as faixas do álbum são composições minhas.


6 – Você prefere composição própria ou cover? Por quê?
Própria, pois tem minha verdade nas letras e rimas.
7 – Como você promove seu o trabalho?
Promovo através de fanpage, meu Site e Blog, pois fiz muitos fãs na internet nesses 15 anos de estrada da noite. Tocando no Brasil todo consigo unir os fãs do mundo online com os fãs que frequentam festas e eventos.
8 – Você acredita que há oportunidade na cena musical alternativa no Brasil? Por quê?
Acredito muito na cena musical alternativa, muitos artistas hoje considerados popular vieram da cena underground, como Marcelo D2, Emicida, Criolo e outros mais que hoje se encontram time de elite da cena musical brasileira.

9 – Já há planos para o lançamento de seu disco? Será o primeiro, ou você já possuí outro álbum lançado anteriormente?

O álbum “Não Pare o Baile” é meu primeiro trabalho lançado pra valer, com produção e assessoria de peso.
10 – Você se intitula independente? E como faz para manter as gravações, shows e lançamentos da banda?
Sou um artista independente, mas já tenho uma boa bagagem de shows acompanhando vários artistas, e também como DJ solo em varias casas pelo Brasil, uso esse recurso para divulgar minha música e de vários artistas do cenário do RAP!!!
11 – Quais os seus planos futuros? EPs, singles, CDs, clipes, shows… 
Meu próximo passo é lançar videoclipes das músicas do álbum, criar uma logo marca ou um selo, e fazer shows com uma boa estrutura, incluindo banda futuramente!!! Pois pra mim o céu é o limite.
Jason Salles é um músico que difundiu o rap com a música popular brasileira inovando e propagando o cenário alternativo do gênero por todo o país.
Ouça um dos singles do DJ e músico, qual ele está muito bem acompanhado, com a diva do rap nacional Leilah Moreno.

E para aqueles que curtiram o som e Jason, poderão ouvir o novo disco dele quando quiser, pois rapper disponibilizou seu álbum na íntegra e de grátis em seu site oficial, para que todos pudessem e ouvir quando você quisessem, e ainda, compartilhar com seus amigos.Até a próxima semana, com muita música a todos os navegantes de nosso barco!Por Patrícia Visconti

[Caixa de Som] RPM: A 30 anos revolucionando o rock nacional

Quem não se recorda de uma das bandas de rock nacional mais populares da década de 1980, que consagrou hits, como “Olhar 43” e “A Cruz e A Espada”.

Estamos falando do Revolução por Minuto, ou mais popularmente conhecido como RPM, que teve seu êxito na carreira no período de 1984 a 1989, sendo um dos grupos maios bem sucedidos da história da música brasileira daquela época, atingindo recordes de vendas da indústria fonográfica brasileira.

Claro, que só hits chicletes não bastam para se conquistar o estrelato no show business, pois o RPM tinha muito mais que isso, pois além de uma visão crítica e uma bagagem cultural incrível vinda do cantor e compositor Paulo Ricardo, que alavancou o argumento de marketing na vendagem de discos da banda, que ao todo em toda a carreira foram mais de cinco milhões de álbuns.

Com seis álbuns lançados, uma EP, três coletâneas, dois álbuns ao vivo, dois DVDs e uma porrada de singles, todos com êxito extremo que fazem o RPM estar nas paradas esses longos de quase 30 anos, que cá entre nós, uma banda quando chega neste patamar pode ser considerada TOPs do ROCK, afinal em uma indústria fonográfica onde projeta apenas artistas de um sucesso só, fomentar tantos sucessos é para poucos.

23 anos depois do último álbum inedito, o RPM lançou Elektra, em 2011, um disco que mistura rock com música eletrônica como Muse, The Killers, Blur, entre outros.

A pré-estreia da turnê aconteceu nesse mesmo ano, numa performance única e super esperada pelos fãs da banda na Virada Cultural de São Paulo, mostrando que apesar de serem trintões no cenário do rock, eles ainda continuam na mesma atividade e disposição de quando começaram. Apresentando canções mais leves a discografia do grupo, mas sem perder a essência e origem que o consagrou o RPM, priorizando temas como amor e diversão.

Além do mais, uma biografia sobre a banda foi lançada em 2007. O livro “Revelações por Minuto”, conta detalhes do grupo desde o início, até o fim dos anos de glória. que foi promovido em uma grande coletiva de imprensa em São Paulo, com a presença do autor Marcelo Leite de Moraes, e os quatro integrantes da banda.


Discografia
Álbuns de Estúdio1985: Revoluções por Minuto1986: Rádio Pirata ao Vivo1988: RPM1993: Paulo Ricardo & RPM2002: MTV Ao Vivo2011: Elektra
EP1987: RPM & MILTON (EP)
Coletâneas2000: Vinte e Um RPM2005: Maxximum2008: Revolução! RPM 25 Anos (box contendo os discos Revoluções Por Minuto, Rádio Pirata Ao Vivo e Quatro Coiotes; um disco de remixes e raridades, e a versão em DVD do vídeo Rádio Pirata O Show, originalmente lançado pela Rede Globo em 1987)
Álbuns Ao Vivo1986: Rádio Pirata Ao Vivo2002: MTV RPM 2002
DVDs Ao Vivo2002: MTV RPM 20022008: Rádio Pirata – O Show (inicialmente lançado como parte integrante do box Revolução! RPM 25 Anos, foi posteriormente lançado separadamente)
Singles1985: Juvenília1985: Louras Geladas1985: Rádio Pirata1985: Olhar 431985: A Cruz e a Espada1985: Revoluções Por Minuto1986: London, London1986: A Cruz e a Espada (ao vivo) / Olhar 43 (ao vivo)1986: Alvorada Voraz1986: Flores Astrais1986: Naja1987: Homo Sapiens1988: Quatro Coiotes1988: Sete Mares1988: Partners1991: Gita1993: Gênese1993: Surfista Prateado1993: Pérola2002: Vida Real2002: Onde Está o Meu Amor?2002: Fatal2002: Rainha2011: Dois Olhos Verdes2011: Muito Tudo2012: Ela é demais (Pra mim)2012: Ninfa (Remix) ”2013: Vidro e Cola2014: Me Aconselhei a Esperar
Participações Especiais1989: Cais (Regravação do RPM da música “A página do relâmpago elétrico”)1991: O Início, O Fim e o Meio (Tributo a Raul Seixas)
Por Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Sampa Music Festival traz as principais bandas do rock nacional atual

Foto de: Marina Gimenez

No último domingo (25), rolou o Sampa Music Festival, no Espaço Victory, na Penha, zona leste de São Paulo.

Na 8ª edição o público, a maioria adolescentes, curtiram o som de suas bandas favoritas, como Rancore, Vowe, Scracho, Vivendo o Ócio, Esteban Tavares (ex Fresno) e a atração mais aguarda da noite, o Glória. Além de 17 bandas do cenário underground paulista.

                                                                   Foto de: Marina Gimenez

Na saída do metrô Penha, já encontrava-se com fãs das bandas, de camiseta e bandana, a maioria dos presentes estavam lá para ver a banda Glória, já que este show foi gravado o DVD do grupo e comemoração aos dez anos de carreira. Além do mais, os meninos começarão a maratona de shows em divulgação do novo álbum, (Re)nascido.

Todas as apresentações foram marcadas pelo mais puro Hard Core da atualidade, letras reveladoras ao universo do público, que colocaram todos à cantar, pular e curtir ao extremo as bandas que se apresentaram no SMF.

A atração principal cantou com um ‘Q especial’, pois além de comemorar os dez anos desde o início da banda, eles gravaram o primeiro DVD, que deve chegar às lojas em meados de março de 2013, e contará com participações especiais, como o vocalista da Fresno, Lucas Silveira.

E por falar em Fresno, o ex integrante da banda, Esteban Tavares, também subiu ao palco do SMF e colocou todos para cantar seus hits e canções de seu novo disco, “¡Adiós, Esteban!“, lançado em agosto deste ano.

Foto de: Marina Gimenez

Depois da performance de Tavares, quem subiu ao palco do festival, foi a galera do Rancore, que agitou e mostrou porque foi escolhida pelos jovens uma das melhores bandas de rock nacional da atual geração, além de ter três singles entre os mais pedidos na programação da MTV Brasil.

Mas não parou por ai, o SMF ainda contou com os cariocas do Scracho e o VOWE, que regressou pela segunda vez ao evento, para marcar o lançamento da turnê “Nossa Verdade“, primeiro álbum da banda lançado pela Midas Music e produzido por Rick Bonadio.

Enquanto o Vivendo Ócio, fez sua estreia no SMF, com performances de canções do seu segundo disco do grupo, “O Pensamento é um Imã“, lançado este ano.

                                                                    Foto de: Marina Gimenez

O SMF, foi um evento para fechar 2012 com o ápice do rock nacional da atualidade, mostrar os lançamentos, além de apresentar muita gente nova e com talento em excesso, que pode ser que no próximo festival esteja junto aos seus ídolos, já que na estrada do rock nacional é ampla e tão repleta de novidades, já que a oportunidade abre-se para todos, basta saber pegá-la e atingir o alvo certo para o sucesso.