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[TOTAL FLEX] Sábado é dia de "esquecer" um livro!

Sábado é aniversário da maior cidade do país, São Paulo, e além do mais, é dia de compartilhar a leitura e literatura pelas ruas da capital paulista e de todo o Brasil. Visando nisso o paulista Felipe Brandão resolveu unir o útil ao agradável, então criou a campanha “Esqueça um Livro”.

O projeto nasceu inspirado no conceito BookCrossing, criado nos Estados Unidos no início de 2000, que visa unificar a leitura e a urbanidade, convocando todos os moradores da cidade a deixar um livro em algum local público, fazendo-o que com outra pessoa encontre-o, leia e abandone novamente, amplificando assim o acesso à leitura e fazendo os livros circularem, ao invés de ficarem apenas nas estantes e prateleiras acumulando pó, ao invés disso, propaga-se a leitura e novas histórias são contadas, tornando a leitura um hábito rotineiro quão escovar os dentes.
O evento deste sábado acontecerá não apenas em São Paulo, cidade onde Felipe idealizou o projeto e está ratificado, mas por todo o país, já que qualquer pessoa pode “esquecer” seu livro, basta fotografar e divulgar nas páginas do projeto.
Em São Paulo, será esquecido 600 títulos de uma vez na Paulista. O ponto de encontro será em frente do Conjunto Nacional, às 14h, e para o demais Estados, basta deixar um livro. Lembrando de deixar uma breve dedicatória em uma das páginas, e difundir a leitura àqueles que pouco leem, fazendo-o com o Brasil seja um país de leitores e não se alienados por uma programação fútil e medíocre que circula perante a grande massa, já que atualmente este não é um hábito tão comum entre os brasileiros.
Hoje em dia a média de leitura da população brasileira é de seis minutos por dia, sendo que metade desses moradores não leu nenhum livro durante os últimos três meses e 75%, nunca pisaram em uma biblioteca. Um dado alarmante e triste, já que com o tempo livro e a cabeça vazia a ignorância social e o diálogo entre as massas sobre ações mais oportunas são nulas, pois aquele que não lê, mal se expressa, sendo assim, remeterá em assuntos chulos e insignificantes, desinteressando-se dos fatos de suma importância e tornando alvos certeiros para a alienação e demência da sociedade.
Leia, compartilhe e agregue esse tipo de valor à sua vida, pois o conhecimento é único, esse ninguém tira de você!
Para mais informações acesse o blog da campanha e compartilhe seu livro:
Confirme sua presença na página de eventos da campanha >> AQUI!

[Cabine da Pipoca] CCBB apresenta mostra do cinema contemporâneo brasileiro

Atualmente os filmes nacionais vem ganhando cada dia mais seu espaço na mídia, nas salas de cinema, entre outros espaço que interage o público da sétima arte.

Baseado nisso, o Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo apresenta durante 12 meses o projeto de cinema “Brasil Tela Para Todos –  Perspectivas Contemporâneas”, que o Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo apresenta entre os meses de junho de 2013 e maio de 2014. Com curadoria de Marcos Ribeiro de Moraes, a iniciativa é uma continuação da edição anterior, realizada no ano passado, porém agora sob uma nova ótica. Aproximando os amantes do cinema, através de um mosaico contemporâneo de longas-metragens, divididos por temáticas e gêneros.

Os longas serão exibidos no cinema do CCBB – SP, todo os domingos. Serão 36 filmes, sendo que a cada semana o projeto apresentará três produções, agrupadas dentro à um tema específico, resultando perspectivas distintas da produção da cena do cinema brasileiro.

O Cinema Brasileiro Hoje – Para abrir a programação do “Brasil Tela Para Todos – Perspectivas Contemporâneas”, a curadoria definiu como tema “O Cinema Brasileiro Hoje”, que exibirá, no dia 30 de junho, os filmes Cidade de Deus (às 14h, dir. Fernando Meirelles, cor, 35 mm, 130 min., 16 anos), Santiago (às 16h30, dir. João Moreira Salles, P&B, 35 mm, 80 min., livre)  e O Som ao Redor (às 18h, dir. Kleber Mendonça Filho cor, projeção digital, 131 min., 16 anos, legendas em inglês).

“O tema que abre a mostra, em junho, sublinha as contribuições originais em termos de poética e de linguagem contidas em três filmes considerados marcos representativos da produção brasileira hoje”, enfatiza o curador Marcos Ribeiro de Moraes. Ele acrescenta ainda que “A mistura de documentário e ficção, a filmagem em locação e câmera na mão, o uso de não atores, a montagem como linguagem, tudo isso desemboca, nesses três longas, num conjunto potente e significativo da cinematografia brasileira atual,
e o modo como ela se insere no diálogo crítico com público e sociedade, aqui e no resto do mundo”.

Durante a exibição do projeto, serão mostrada produções escolhida pela curadoria, abordando temáticas e gêneros distintos, como “Pé na Estrada” (Central do Brasil, de Walter Salles), “Em Suspense” (O Cheiro do Ralo, de Heitor Dhalia), “Histórias do Brasil” (O ano em que meus pais saíram de férias, de Cao Hamburger), “Quer Brincar?” (Pequenas Histórias, de Helvecio Ratton), “Diferenças são Riquezas” (Madame Satã, de Karim Ainouz), “O Estrangeiro” (Budapeste, de Walter Carvalho), “São Paulo/SP”
(Bróder, de Jeferson De), “Música para os Sentidos” (Dzi Croquettes, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez), “Um olhar sobre o feminino” (Lara, de Ana Maria Magalhães), “Alô, Alô, Comédia” (Saneamento Básico – O Filme, de Jorge Furtado) e, encerrando os temas,  “Fronteiras da Linguagem Cinematográfica” (Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho).

Marcos de Moraes justifica as escolhas explicando que “unificar por temas e fios condutores cada conjunto de películas a ser exibido mensalmente não pretende alinhavar cada conjunto de filmes por conceitos homogêneos, feito blocos, mas sim provocar o contraste e, assim, o diálogo entre diferentes gerações, pontos de vista, realidades socioculturais do Brasil, gêneros e formatos”. E conclui: “o intuito é fornecer ao grande público novos elementos para que os preconceitos usualmente associados ao cinema nacional possam ser questionados e, nesse sentido, desfeitos”.

E como a ideia do projeto é democratizar o cinema brasileiro para o mundo, a última sessão será sempre exibida com legendas em inglês, criando uma acessibilidade à cultura nacional aos estrangeiros que visitam ou moram na capital paulista, já que esse número é casa vez
maior na capital paulista.

SERVIÇO

TELA PARA TODOS – PERSPECTIVAS CONTEMPORÂNEAS
Dia: 30 de junho, a partir das 14h
Cinema: 70 lugares (Sujeito a lotação).
Ingressos: R$ 4,00 e R$ 2,00 (filmes em 35mm) e R$ 1,00 e R$ 0,50 (filmes em digital)

Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – São Paulo
Próximo às estações Sé e São Bento do Metrô
Informações: (11) 3113-3651 / 3113-3652
www.bb.com.br/cultura
www.facebook.com/ccbbsp
www.twitter.com/ccbb_sp

Horário de funcionamento da bilheteria: de terça a domingo, das 9h às 21h.
Aceita cartões de crédito e débito Visa e Mastercard ou dinheiro.
Clientes BB, estudantes, professores da rede pública e maiores de 60 anos pagam meia-entrada. É indispensável a apresentação de documento que comprove o direito ao benefício.

Ingressos antecipados pelo Ingresso Rápido: (11) 4003-1212 ou  www.ingressorapido.com.br
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física // Ar-condicionado // Cafeteria Cafezal

Estacionamento conveniado – Estapar Estacionamentos
Rua da Consolação, 228 (Edifício Zarvos) – R$ 15,00 pelo período de 5 horas. Necessário carimbar o ticket na bilheteria do CCBB.

Van faz o transporte gratuito até as proximidades do CCBB – embarque e desembarque na Rua da Consolação, 228 (Edifício Zarvos) e na XV de novembro, esquina com a Rua da Quitanda, a vinte metros da entrada do CCBB.

[Caixa de Som] A Diva das Divas da Música

Esse especial é uma homenagem póstuma, mas não visando tristezas e lamentações pela perda de nossos ídolos querido, afinal essa pessoa homenageada não tinha nem vocação para isso.

Rosalinda e Florisbela, dupla caipira em que Hebe formou com sua irmã Stella

Hebe Maria Monteiro de Camargo Ravagnani, ou simplesmente Hebe Camargo, começou sua carreira na música, primeiro cantando com sua irmã e primas, no grupo Do-Ré-Mi-Fá e depois, já na adolescência formando uma dupla Rosalinda e Florisbela,  com sua irmã Stella Monteiro de Camargo Reis.
Mas foi na carreira solo que Hebe ganhou êxito em sua carreira. Cantando e imitando a cantora Carmem Miranda, com temos de sambas e boleros em boates e rádios na cidade de São Paulo.


A TV estava chegando no Brasil e Hebe lançava seu primeiro single, “Oh! José” juntamente com “Quem Foi que Disse” em um compacto de 78 rotações, mas depois disso abandonou a carreira musical para se dedicar mais a sua carreira no rádio e na televisão, mas sempre mantendo elos musicais, mesmo que involuntariamente.
Hebe foi convidada para participar da primeira transmissão na Rede Tupi, para cantar o hino da emissora, criado pelo empresário Assis Chateaubriand, situada na capital paulista no bairro do Sumaré (para se familiarizar com o ambiente atual, onde hoje é o prédio da MTV), mas a cantora e apresentadora não pode comparecer, por motivos pessoais (ela faltou para namorar) e foi substituída por sua amiga e também cantora e atriz, Lolita Rodrigues.

Hebe fez diversas parcerias com ícones da música da época, além de revelar diversos cantores que sentaram em seu sofá desde a época da Jovem Guarda, na década de 60.
Época em que consolidou a artista como referência em entrevistadora no país, fazendo com que ela passasse por diversas emissoras.
Mas a música sempre foi seu foco maior, Hebe gravou oito discos,  sendo eles, Hebe e Vocês (1959), Festa de Ritmos (1961), Hebe Camargo (1966), Maiores Sucessos (1995), Pra Você (1998), Como é Grande o Meu Amor Por Vocês (2001), As Mais Gostosas da Hebe (2007) e Hebe Mulher (2010).
Em 2009, a dama da TV Brasileira participou da gravação do CD e DVD “Elas Cantam Roberto Carlos”, em ela cantou o sucesso “Você não sabe”.


Inspirada nessa volta à música, Hebe volta aos estúdios e grava o seu primeiro DVD, “Hebe, Mulher e Amigos”, contando com participações de diversos cantores, como o baiano Gilberto Gil, que cantou junto a música “Esperando na Janela”.

Hebe era mais que uma mera cantora, apresentadora ou atriz, ela era uma artista completa que se entregava de corpo e alma, sempre com carisma e entusiasmo, trazendo risos e alegria não só para àqueles que o cercavam, mas para centenas de lares brasileiros.
Confira um trecho de uma das últimas entrevistas hilária do trio parada dura, em que Hebe concedeu ao Jô Soares, junto com suas amigas e confidentes, Lolita Rodrigues e Nair Belo, no ano 2000.

Por: Patricia Visconti