[Caixa de Som] Os gaúchos da Eletroacordes traz muito rock n’ roll e psicodelismo no primeiro EP da banda

O que acontece quando um dentista e músico e dois jornalistas, também músicos se reúnem e começam trabalhar juntos?

Claro que só pode dar MÚSICA!
Isso que os gaúchos do Eletroacordes está lançando o EP “Respire Fundo”, que traz um mistura de rock, pop, indie, blues, jazz, psicodelismo, etc. Algo indescritível e  impossível de rotular como muitos outros que surge no mercado.

O trio de Porto Alegre, capital da metrópole gaúcha é formado por Fabrício Costa – (vocal/guitarra), Rodrigo Vizzotto – (Vocal/baixo/teclado) e Elio Bandeira – (bateria) já estão juntos há quatro anos, sempre ecléticos e prontos para fazer mostrar o seu som.

O primeiro EP da banda foi gravado no Estúdio do Morro Apamecor e lançado em março de 2013, porém o grupo havia dado uma pausa na divulgação devido às mudanças de integrantes, projetos pessoais, profissionais e familiares, mas no mesmo ano ele regressaram ao Estúdio Music Box, também em Porto Alegre para finalizar e mixar e lapidar o debuxo.

“Respire Fundo” mostra a banda em múltiplas variações, com o intuito de prender o ouvinte e fazer com que ele perca o fôlego, além das fotos ilustrativas do álbum, que destaca os integrantes em P&B (preto e branco), salientando um registro singular e irônico, mostrando uma observação única do fotógrafo Luciano Lobelcho e do arte-finalista  Clau Sieber para expôr a banda.

Um disco para curtir e compartilhar com todos os amantes de música de verdade, e o melhor, ouvir em alto e bom som, para aproveitar cada segundo do compacto.
Assista abaixo a apresentação da banda no bar Divina Comédia, em Porto Alegre:

O EP da Eletroacordes pode ser baixado gratuitamente no site oficial da banda. Basta acesse o link abaixo e curtir “Respire Fundo” e todo o rock psicodélico dos caras.DOWNLOAD 

Mais informações: MySpace | Twitter | Facebook | Flickr Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] It’s Rock n’ Roll, baby!!!

Nascido nas décadas de 40 e 50, o Rock n’ Roll sempre foi um estilo de massa, sem frescura e muita explicação. Um gênero criado pelos negros e um tabu aos brancos.
Sempre rebelde, mas cheio de atitudes, o Rock n’ Roll sempre mostrou sua cara, politizando, inventando sua maneira de ver o mundo e viver à vida.

Mas desde Elvis Presley, o estilo nunca mais foi o mesmo, e o ‘boom‘ causado por aquele jovem de Memphis, branco e cristão, provou que o rock não era apenas dos negros e que todos com projeção social,   presam pela liberdade e querem fugir da mesmice também poderia ser adepto ao Rock and Roll.
Desde então o rock deixou de ser um gênero de minorias e passou a ser de massa, e o mais ouvido no mundo inteiro.
Os anos se passaram e o rock se popularizou ainda mais, atingindo um público cada vez maior, fazendo com que uma geração propagasse aquele estilo, não apenas pelo som, mas pelo maneira Rn’R de viver.
The Who, Janis Joplin, Jimmy Hendrix, Santana, entre outros artistas causaram e abusaram daquele 1969, na cidade rural de Bethel, no estado de Nova York, Estados Unidos. Entrava para a história dos festivais o Woodstock Music & Art Fair, conhecido informalmente como Woodstock ou Festival de Woodstock, onde alavancou ainda mais à popularização do rock.
Os anos 80 chegaram com mais rebeldia, atitude e muita mudança, sendo conhecido como a década do ‘sexo, drogas e Rock n’ Roll, com bandas de cunho mais pesado, deixando mais a vida levar, sem pensar no amanhã, vivendo e curtindo o bom e velho rock do jeito mais porra louca de ser.
Depois daí, o rock ganhou outra roupagem, sendo mixado ao rap, funk, pop e outros gêneros musicais, mas nunca perdendo sua origem e essência de ser, sempre mostrando sua atitude e ânsia de proceder e nunca deixar morrer.
E nesta semana, quando é comemorado o Dia Mundial do Rock (13/Julho), nada mais justo do que homenagearmos um estilo tão cheio de progresso e que se restaura a ada dia, agregando a juventude de ontem, hoje e porque não a de amanhã.

Live ROCK N’ ROLL!!!!! 
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