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[Caixa de Som] Os gaúchos da Eletroacordes traz muito rock n’ roll e psicodelismo no primeiro EP da banda

O que acontece quando um dentista e músico e dois jornalistas, também músicos se reúnem e começam trabalhar juntos?

Claro que só pode dar MÚSICA!
Isso que os gaúchos do Eletroacordes está lançando o EP “Respire Fundo”, que traz um mistura de rock, pop, indie, blues, jazz, psicodelismo, etc. Algo indescritível e  impossível de rotular como muitos outros que surge no mercado.

O trio de Porto Alegre, capital da metrópole gaúcha é formado por Fabrício Costa – (vocal/guitarra), Rodrigo Vizzotto – (Vocal/baixo/teclado) e Elio Bandeira – (bateria) já estão juntos há quatro anos, sempre ecléticos e prontos para fazer mostrar o seu som.

O primeiro EP da banda foi gravado no Estúdio do Morro Apamecor e lançado em março de 2013, porém o grupo havia dado uma pausa na divulgação devido às mudanças de integrantes, projetos pessoais, profissionais e familiares, mas no mesmo ano ele regressaram ao Estúdio Music Box, também em Porto Alegre para finalizar e mixar e lapidar o debuxo.

“Respire Fundo” mostra a banda em múltiplas variações, com o intuito de prender o ouvinte e fazer com que ele perca o fôlego, além das fotos ilustrativas do álbum, que destaca os integrantes em P&B (preto e branco), salientando um registro singular e irônico, mostrando uma observação única do fotógrafo Luciano Lobelcho e do arte-finalista  Clau Sieber para expôr a banda.

Um disco para curtir e compartilhar com todos os amantes de música de verdade, e o melhor, ouvir em alto e bom som, para aproveitar cada segundo do compacto.
Assista abaixo a apresentação da banda no bar Divina Comédia, em Porto Alegre:

O EP da Eletroacordes pode ser baixado gratuitamente no site oficial da banda. Basta acesse o link abaixo e curtir “Respire Fundo” e todo o rock psicodélico dos caras.DOWNLOAD 

Mais informações: MySpace | Twitter | Facebook | Flickr Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Vinicius Lopps canta com alma e compartilha emoção em suas canções

Mineiro de Curvelo, Minas Gerais, Vinicius Lopps, conheceu a música ainda na infância, e podemos dizer que foi amor a primeira vista, ou melhor, a primeira ouvida. Na adolescência resolveu profissionalizar essa paixão, e cantava em festas escolares, nos intervalos das aulas e durante elas  também. Além do mais, foi neste período, que o músico começou a escrever e compôr suas primeiras canções.

Após uma viagem de férias à São Paulo, o artista se encantou pela cidade e decidiu que era lá que ele queria consolidar sua carreira, e iria se mudar e conquistar seu espaço nesta megalópole maluca e corrida.
Chegando em Sampa, Vinicius começou a se apresentar na noite, onde ele conquistou muitos amigos e parceiros, e também ingressou no curso de canto livre, na Escola Técnica de Artes (ETEC de Artes), lugar este que abriu um leque de oportunidade ao jovem cantor, que ama o que faz, e se predispõe apoiar a todos propagando e compartilhando seu som aos quatro cantos da cidade.
Influenciado pela nata do pop-rock nacional, Vinicius adora cantar covers daqueles que o inspiram, entre eles estão, Raimundos, Charlie Brow Jr., Nenhum de Nós, Legião Urbana, etc, além de outros artistas que empenharam para que ele seguisse essa formação.
Cantor de voz rouca e grave, potencializa qualquer música que interpreta, porém ele nunca deixa de  obter conhecimento, sempre estudando, para adentrar a cada dia neste mundo musical tão almejado por todos, mas nem sempre conquistado. Por isso, ele mantêm seus pés no chão para absorver a gnose cultural da música em si, ampliando e compartilhando sua real essência neste universo de refrões monossílabo e de sub-celebridades fingido entender de música.
Atualmente, o jovem músico se apresenta na noite paulistana, também está em pré produção de seu primeiro álbum de inéditas, onde haverá canções próprias e a expressão de ideias peculiares de Vinicius. Criando sua identidade e repartindo sua essência com os ouvintes da verdadeira e original música popular brasileira.

Confira abaixo um prévia do talento de Vinicius Lopps:


Mais informações: Facebook | Youtube

[TOTAL FLEX] Música de qualidade e gratuita para agitar o seu fim de semana

O fim de semana está aí, e nada melhor do que aproveitá-lo com muita música, poesia e diversão. E para esses adeptos haverá um extensão de programas espalhados pela cidade de São Paulo, desde show gratuito no parque até sarau poético e musical na Avenida Paulista, e o melhor todos GRÁTIS.
Mas, sem mais delongas e confira nossa agenda cultural e a partir desta semana será todas as sextas, trazendo sempre alguma novidade cultural nesta cidade multifuncional.

Venha curtiu o som leve e descontraído de Vinicius Lopps em um ambiente mais aconchegante e livre ainda, no parque. Traga sua toalha, sua garrafinha de água e venha conferir e esse talentosíssimo artista que apenas quer mostrar seu som e contagiar a todos com a sua música. 
Serviço 
Dia: 22/Fevereiro/2014 (sábado)
Horas: 14:00 horas 
Onde: Parque da Juventude 
Endereço: Av. Cruzeiro do Sul, 2.630 – Santana São Paulo/SP 
Entrada Franca 
Concentração: Em frente a lanchonete entre as ETECs; 
Mais informação: AQUI;

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Também neste fim de semana, acontece o sarau temático na Casa das Rosas, com muita música e poesia para os fãs de poesias algum ‘botarem’ defeito, pois tem para todos os estilos, do Pop, Rock e Hip Hop, ou seja, todos poderão desfrutar de seu estilo de música favorita, com um ares poético, afinal é na Casa das Rosas, lugar onde a poesias e literatura tomam conta.
No sarau haverá apresentação de bandas e artistas jovens, com projeção e leitura de poemas, diversidade de expressões musicais e repertórios, eletrônico e acústico, do Rock ao Hip Hop. Espaço para expressão de novos talentos e o diálogo entre a música e a poesia. 
Serviço
Quando: 22/02/2014 (sábado) 
Horas: 19:00 horas
Onde: Casa Das Rosas
Endereço: Avenida Paulista, 37
São Paulo/SP
Mais informações:

[Caixa de Som] Nayara Camarozano: Voz de diva e cara de anjo

Nas andanças da vida conhecemos diversos tipos de pessoas, entre boas e más, sinceras e falsas, criativas ou plagiadoras, entre outras.

Esse mundo é formado por um apanhado de cabeças que pensam diferente, mas com um único objetivo, mostrar e conquistar seu espaço neste mundão de bilhões. Como por exemplo, a cantora e publicitária Nayara Camarozano, 23, que apesar de sua imagem meiga e angelical, tem uma voz estrondosamente cativante e marcante, lembrando até um pouco das divas internacionais, com um timbre forte e grave, inesquecível não ouvi-lá e tocar o fundo da alma.

Nayara começou a cantar ainda muito pequena, aos cinco anos já sentiu o desejo em compôr e se

apresentar em festas e eventos familiares, na sala de sua casa, mas foi apenas aos 12 que ela ingressou profissionalmente na carreira.

Além de cantora, Nayara ´é compositora, onde ela descarrega todas suas ideias no papel, que são transformadas em canções, apesar de ser exigente, como qualquer aquariana é, ela gosta de cantar o que está sentindo no momento, para se identificar com a situação e transparecer aquele instante para a música, já que vivemos em uma constante mudança na vida e nem sempre é difícil agradar a todos e até mesmo a própria em uma letra, dizeres da própria artista.
Influenciada por diversos estilo do pop, rock e metal, sua principal musa inspiradora foi  a cantora Tarja Turunen (ex-Nightwish), posteriormente Sarah Brightman, Lorenna McKennitt e Sharon den Adel (Within Temptation). E assim, como seus ídolos, a jovem artista sonha em conquistar o mundo com sua voz, cantando seus estilos favoritos – pop, pop-rock, e até mesmo EDM (Eletronic Dance Music) -, ela busca seu espaço usando a internet para se promover e divulgar seu trabalho, e quem sabe assim as portas se abrem e o sucesso adentra em sua vida, como ela mesmo disse: “… a gente nunca sabe as surpresas que a vida pode nós trazer…”so…I’m open” (“então.. Estou aberta”).
Atualmente Nayara está cantando em eventos na capital paulista e no Coral e Orquestra Art’Encanto, apresentando canções populares e comerciais aos ouvidos dos demais, como Katy Perry, Lana Del Rey e Christina Perri, como a performance que ela fez na Oficina de Artes da Paróquia Nossa do Sagrado Coração, que apesar de ser algo diferente do que ela costuma cantar, foi bastante emocionante e prazeroso subir ao palco e mostrar um pouco do seu trabalho, da sua essência e da sua influência musical.

 

A cantora também sonha em gravar em próprio álbum, que provavelmente será composto por canções internacionais, além de muito romantismo e comoção, algo que hoje em dia é raro de encontrar nas prateleiras das lojas de música.
Assista o vídeo de Nayara cantando um cover de “My Immortal”, da banda estadunidense Evanescence:


Mais informações sobre essa jovem e talentosa cantora, acesse abaixo:

Youtube | Facebook

Por. Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Glaucia Cris canta a guerra com astúcia e suavidade

Cantando a guerra, mas com sutileza e delicadeza, a carioca Glaucia Cris traz a música popular brasileira suas transpirações e inspirações, suavizando suas músicas com sua voz forte e alta.

Seu primeiro trabalho foi lançado em 2010, no EP “A Minha Força é Outra”, a primeira faixa a ser trabalhada foi “Caos Confusão”, que tomou tamanha proporção, atingindo um parâmetro maior do que apenas o nacional, ainda mais  pelos ocorridos recentemente, como manifestações, invasões e violência surgiu a inspiração do vídeo clipe lançado nas redes sociais.
O vídeo foi gravado de forma simples, com uma câmera na mão e muitas ideias borbulhando na cabeça, o clipe apresenta as questões de guerra e intolerâncias humanas são colocadas de forma delicada na tela.
Porém, a trajetória musical de Glaucia não começou hoje, pois a cantora inciou sua jornada ainda criança, aos seis anos de idade, onde ela já praticava acordes naquele que seria seu principal instrumento,o violão. Além de cantora e instrumentista, Cris é compositora.
Suas grandes inspirações na cena poética e musical vem de grandes ícones do gênero, destacando-se os principais,  Bandeira, Manoel de Barros, Vinícius de Moraes e Arnaldo Antunes, que foram os que

impulsionaram a cantora compôr suas primeiras letras. Outrossim suas inspirações de músicos nacionais e internacionais, que estão em atividade atualmente, como Calcanhotto, Chico, Caê, Bethânia, Camille, John Mayer, Gil, Donato, Tom, Irmãos Tatit, Ná, entre outros.

Mas, Glaucia nunca fica parada, ela está sempre em movimento, buscando novidades e inspirações para enriquecer sua carreira, carreira essa tão prazerosa, mas volúvel, então ela busca se inspirar em fatos do cotidiano, como as injustiças humanas, até mesmo,  pura e simplesmente pequenas questões do cotidiano, para construir suas canções.
2013 foi um ano de muita preparação e realização à cantora, já que ela preparava seu primeiro álbum, que trás a tona  a discussão sobre a guerra e suas dolorosas consequências.
O disco ainda não tem título e ainda não há data de lançamento, já que a multi artista encontra-se em estúdio gravado o mesmo, mas muito em breve um novo som estará surgindo para abrilhantar a música popular brasileira.

Enquanto isso, confira um desafio que a artista realizou na internet, onde seus fãs tinham que mandar histórias de suas vidas, para compôr uma de suas canções. Essa história foi inspirada na história de Camila Salgado Lacerda. Confira abaixo:

Conheça mais o trabalho de Glaucia Cris em seu site e em suas redes na web:

SiteTwitter | Facebook | Youtube | Google + | SoundCloudPor. Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Gustavo Prafrente: Voz, violão e poesia

Foto por: Júlia Rocha
Aos 27 anos de idade a revelação do rock nacional Gustavo Prafrente apresenta um som intimista e delicado em seu segundo álbum, com lançamento previsto para início de 2014, também de forma independente como seu primeiro projeto.
Com batidas power-trio para apresentar suas novas canções, acompanhados por Juliano da Costa (Primos Distantes) na bateria e Fernão Spadotto (Assopro) no contra baixo estreando junto com Prafrente, que empunha sua guitarra e juntos criam uma sonoridade própria.

Mesclando momentos calmos, onde o cantor deposita voz e poesia, e depois com outros aonde o trio cria uma dinâmica sonora, fortalecendo a essência musical e criativa deste disco.
Uma música para ouvir e esquecer do mundo, refletindo sua origem e vitalizando a musicalidade encontrada na cena alternativa nacional e internacional, de forma poética e original, em que a voz e o violão são os instrumentos fundamentais do show.
Confira o videoclipe da música “Quando sinto falta de você amor” que foi lançado no início deste ano.

Gustavo anda realizando diversas apresentações pelo Brasil, na quarta-feira (27), ele fez show no Baixo, situado na região central de São Paulo, promovendo seu novo trabalho. Para saber mais sobre a agenda do músico, fiquem ligados no Facebook dele, já que Prafrente está sempre conectado compartilhando novidades sobre seus novos projetos.Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] A essência retrô em um mundo contemporâneo

Não é de hoje que o sul do país é fortemente conhecido pela revelação de bandas de rock nacional no cenário alternativo, talvez por causa do clima bucólico e frio das tardes de outono que o inspira os gaúchos a poetizarem suas ideias e musicarem suas inspirações.

Entre essas bandas podemos listar várias, entre elas o Bidê ou Balde, Apocalypse, Cachorro Grande, Engenheiros do Avaí, Fresno, entre outras que começaram lá na ponta do Brasil e hoje são sucesso no país inteiro.
Vindo nessa mesma pegada, a banda gaúcha Vilionnes, lançou neste segundo semestre de 2012 o primeiro videoclipe da banda, O Hippie, O Profeta e O Cientista, que visa um retrato musical folk, com a letra em prosa, relembrando o tempo quando o amor era mais válido do que o dinheiro e o poder, além de enfatizar em momentos de naturais da vida, como andar de bicicleta e caminhadas pelo parque, visando a ideia de mais amor e menos motor, trazendo a tona o afeto perdido no caos que vivem as grandes metrópoles hoje em dia.
A banda foi formada em 2009 em uma tarde no Parque Farroupilha, em Porto Alegre, onde os integrantes Matias Jardim (Bateria), Pedro Ourique (Baixo), Jean K. Loregian (Voz, Violão, Guitarra, Harmônica e Ukulele) e Sanntiago A. (Voz, Violão e Guitarra) se reuniam pelo parque para fazer um som e trocar ideias musicais, desde então a amizade surgiu e as harmonias foram incorporadas a mistura do grupo, além do anseio de mostrar seu trabalho ao mundo.
Atualmente o grupo segue gravando seu primeiro EP, mas o primeiro single qual já saiu o videoclipe de O Hippie, O Profeta e O Cientista já pode ser conferido no canal oficial dos garotos no Youtube. Confira abaixo e tire suas conclusões por si só!

O vídeo foi gravado em junho de 2013, na capital gaúcha, e retrata um dia na vida de um homem solitário, em seu cotidiano comum, que percorre por lugares lindos e memoráveis com sua bicicleta.
Pedalando com seu livro, ele para em um parque lê um pouco e come uma fruta, em um centro urbano seu estilo de vida é o mais próximo da natureza, percebendo o presente e observando cada detalhe daquela cidade, com um caráter existencial em um meio onde vive, interage diretamente com sua essência.


FICHA TÉCNICA:
Direção Geral: Francine AzevedoRoteiro: Francine Azevedo, Gabriel Lodi e Camila Afonso de AlmeidaAssistente: Rafael BidartCâmera: Eugênio BarbozaEdição: Gabriel PessotoFigurino: Camila Afonso de AlmeidaProdução: Jéssica Bazzanella, Sandro Barreto, Evander Bica, Fredi, Henrique Arsego.Atores: Rodrigo Apolinário, Camila Afonso de Almeida e Reissoli Moreira. Figurantes: Duda Meneghetti, Rafael Berezuk e Renan Kendy.Make Up: Bebel OsorioPor Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Rapha Moraes: A revelação musical em 2013

Lançando seu primeiro álbum solo, o curitibano Rapha Moraes traz um novo trabalho à sua carreira, que apesar de você nunca ter ouvido falar sobre ele, sua trajetória já é longa pela estrada da arte.

Cantor, ator, compositor, Rapha mostra em sua canções o seu mais íntimo e profundo em suas criações, apresentando sua verdadeira essência musical a um público diverso e principalmente amantes da boa e inteligente música popular brasileira.
Confira o bate papo que o Rapha concedeu à nossa embarcação, com muita simpatia e carisma, ele falou sobre seu início, inspirações, influências, seu projeto solo, novo disco, shows, etc.  Vale muito a pena checar sobre essa revelação da música brasileira que já conquistou publico não apenas no Brasil, mas em vários outros países latino americanos.


OBC – De onde surgiu essa ânsia de ser músico? E quando foram seus primeiros acordes em sua vida? 


Rapha Moraes: Lembro que a primeira vez que tive um insight musical eu tinha uns 5 anos mais ou menos. Vi Chuck Bery tocando na televisão e falei pro meu pai que queria ser igual ele. Nessa idade mesmo dei meus primeiros acordes em uma aula de violão. Mas a música veio naturalmente.
Minhas avós sempre tocaram piano e no colégio meu grupo de amigos era cheio de músicos, por algum motivo. Então, ainda bem, a música me recrutou!

OBC – Quais são suas principais inspirações para compôr e cantar? E também atuar, já que além de cantor, você é ator?

RM: Com certeza as relações humanas. É o que me inspira e move. A vida pra mim é isso, o movimento interno e externo. Conexões.

OBC – Quais são suas influências musicais? Por quê?

RM: A música em geral, que me toca, é uma influência. E o que eu mais gosto mesmo é de canção sabe? Músicas bonitas… letras que me emocionam ou me façam pensar. Posso citar Moska, Fernando Anitelli, Perota Chingo e Jorge Drexler como alguns nomes que admiro muito e me inspiram.

OBC – O que surgiu primeiro em sua vida, cantar ou atuar? Como você “linka” as duas carreiras em sua vida?

RM: Cantar, com certeza. O teatro surgiu através de um grande amigo, Edson Bueno, que me incentivou a estar no palco também como ator. Acho uma delícia o teatro e espero fazer muito mais coisas, porém a música é minha estrada principal. Estar no palco é atuar, seja como for.

OBC – Desde de seu aparecimento, você vem com banda, como está sendo essa experiência na carreira solo?

RM: A experiência está sendo linda. Libertária. É bom fluir e poder compor e logo mostrar pras pessoas. É uma injeção de alegria!

OBC – Como foi a produção desse novo trabalho?

RM: Está sendo! Constante e sempre em movimento. Essa é a graça. Descobrir sempre algo novo e um lugar novo pra conhecer ou conquistar artisticamente.

OBC – Shows, apresentações, performances, clipes…, há algo programado em sua agenda? O que e quando?

RM: Temos algumas datas em Curitiba e São Paulo para esse ano.
Dias 10 de novembro [corrente cultural, Auditório Londrina, 14:30 – Curitiba] e 22 de novembro [Teatro Paiol Curitiba]; e dias 6 de dezembro [SIM SP] e 8 de dezembro [BECO SP].

A ideia é continuar soltando material novo na internet e lá por abril do ano que vem lançar um EP Oficial ou um CD completo!

OBC – Quais as expectativas futuras para a sua carreira?

RM: Espero abraçar a vida como ela vem me abraçando. Arriscar, conhecer gente nova, levar minhas canções para o máximo de pessoas por aí. Cada vez sinto que mais os corações estão abertos e é com eles que vou me sintonizando. A estrada foi feita pra ser percorrida.


O primeiro álbum solo do Rapha chama-se “La Buena Onda”, foi lançado 2013 e até agora contém cinco cinco videoclipes gravados que transborda emoções, entre eles estão os singles, “A Viagem”, “Imprevisível”, “Estação de Nós Dois”, “Viver de Mar” e “Você e Eu”. No próximo ano as músicas serão compiladas em um disco físico para os fãs e admiradores do músico.

Enquanto isso, podemos ouvir o novo projeto do artista em seu canal no SoundCloud:

Além do mais, pode acessar no Facebook oficial do Rapha e estar por dentro de todas as novidades sobre laçamentos de single, EP, shows, fotos, e qualquer outra novidade que o músico divulga em suas rede aos seus fãs.Por Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Domingo não é dia de sofá e sim de rock!

No dia seis de novembro aconteceu a décima edição do Sampa Music Festival no Espaço Victory, na Penha. Entre os destaques dessa edição temos Rancore, Gloria e CPM 22, porém, um de seus muitos diferenciais é exatamente o contrário: trazer várias bandas para o conhecimento do público.

O festival começou cedo e, bem antes das bandas principais começarem a chegar ao local, já demonstrava muitos sinais de que não tardaria a lotar a casa. Foi exatamente o que aconteceu, por volta de 18h já começavam a formar várias filas e vários grupos já lotavam as grades dos dois palcos do festival.

Desde o primeiro acorde o som não parou! A energia não acabava devido ao sistema de dois palcos: enquanto uma banda se apresentava a próxima já preparava os últimos detalhes do seu palco e já começava a tocar assim que a banda anterior deixava o palco. Nesse momento havia o corre-corre geral do público de um lado para o outro. Esse esquema – utilizado em grandes festivais que trazem bandas internacionais, como, por exemplo, o Lollapalooza que reveza nos seus dois palcos principais esse esquema de organização enquanto os outros palcos seguem programações mais independentes e reservadas – demonstra a qualidade de organização, não é fácil montar e desmontar tão rapidamente um palco. Isso agrada o público que não precisa ficar esperando a cada banda.

O festival se orgulha de ser uma vitrine para as bandas menos conhecidas aproveitarem a estrutura e o público que o evento atrai para conquistar novos fãs, reconhecimento e oportunidades. Nesse ano, entre as bandas menores podemos destacar como apostas nacionais as bandas Elloz e John Wayne, que já haviam tocado em edições anteriores e demonstram o quanto cresceram e evoluíram ao longo dos festivais, sendo as bandas imediatamente anteriores às bandas principais.
Quando começou a primeira música do Rancore já percebemos à que eles vieram. O som contagiante fez todo o lugar pular. A energia era muito positiva assim como a música e, claramente, ninguém parecia disposto a deixar o show acabar. Infelizmente, os shows em festivais pedem que as bandas não toquem todo seu setlist, o que rendeu um show um pouco mais curto ao público que está acostumado a shows completos do Rancore. Para compensar o tempo reduzido, temos a oportunidade de em seguida de um show ótimo ver logo outro. Quando o Rancore estava saindo do palco, o Gloria já estava pronto. A galera “guerreira” já estava postada fazia algumas horas na frente do segundo palco – no qual a única banda principal a se apresentar na noite seria o Gloria – e aguardava ansiosamente que começasse a porradaria. O Gloria – que está acostumadíssimo a tocar em festivais – demonstra o quanto se sente em casa no SMF, com muita disposição que deixou todo mundo muito satisfeito.
A banda principal e mais aguardada da noite era o CPM 22. A galera aproveitou o show com as últimas forças que restaram dos outros shows e da longa espera depois de um dia inteiro, pulou e gritou todos os sucessos da banda – que são vários ao longo de muitos anos de carreira – a plenos pulmões, e como se não houvesse amanhã. Realmente não havia: segunda-feira de muita ressaca, muito cansaço e muitas dores no corpo só preocuparam mesmo no dia seguinte!

[Caixa de Som] Camila Garófalo: O rock contemporâneo com a essência dos clássicos

Sei essa semana é especial dia das crianças, e também sei que nossa entrevistada já não é mais criança a um bom tempo, mas como todos sabemos, é na infância onde descobrimos e lapidamos nossas influências e anseios de inspiração para construir nosso caráter e nossa vida.
No Caixa de Som dessa semana iremos bater um papo com a cantora, poeta e jornalista, Camila Garófalo, 24, que se envolveu no mundo da música antes mesmo de saber escrever, e hoje está prestes a lançar seu primeiro álbum, com composições próprias e características marcantes bem peculiares.
Confira a entrevista que Camila concedeu à nossa embarcação:

OBC – Quando você começou a cantar? E a compôr?
Camila Garófalo – Não sei ao certo quando a música passou a fazer parte da minha vida definitivamente. Aos 6 anos eu quis fazer aula de flauta doce no colégio. Depois, aos 9, estudei violão e comecei a compor versinhos inocentes. Mas ali eu já sabia que queria isso. Fui estudar canto apenas com 17 anos.
OBC – Por quê essa vontade de cantar e escrever sobre a natureza humana, filosofia e autores pessimistas?
CG – Filosoficamente eu sempre procurei uma maneira de me expressar. Na minha opinião, a filosofia existe antes da arte. Primeiro vieram as minhas questões e minhas indagações. Colocá-las no papel e transformá-las em poesia é algo secundário. O pessimismo veio depois que comecei a buscar a verdade das coisas em fundamentos filosóficos, como propõe alguns filósofos niilistas.
OBC – Quais são suas principais influências musicais? Por quê?
CG – Eu nasci em meio a rodas e modas de viola das fazendas de Ribeirão Preto. Até os meus 17 anos não ouvia muito além disso. Apenas quando mudei pra São Paulo passei a estudar e ouvir incessantemente o Jazz e a Bossa Nova, o Blues e o Rock. Nos últimos 7 anos busquei acumular o máximo de referências para construir esse disco, desde os mais clássicos representantes dos gêneros até os mais experimentais no assunto.
OBC – Como você define o estilo “post-rock”?
CG – No sentido de ser um rock contemporâneo que não se limita às mesmas influências, buscando na música brasileira características exóticas, como o maracatu, por exemplo.
OBC – Quais as expectativas para o 1º single, e também para seu álbum de estreia, que deve ser lançado no início do ano que vem?
CG – Até agora as expectativas do single foram superadas. Alcançamos mais de 6.500 plays no soundclound e isso é mais do que eu imaginava em apenas uma semana na rede. Pretendo agora difundir o conceito do disco com shows e outras supresas (quem sabe até uma nova música) até o fim do ano. Somente em março de 2014 é que ocorrerá o lançamento do disco, com oito músicas e, claro, todas para download gratuito.
OBC – Como e quando foi o ‘insight’ de que essa era a hora de gravar um álbum? Por quê?
CG – O desejo pelo álbum sempre existiu. Houveram outras gravações que estavam longe da qualidade que eu buscava, mas nunca saiu da minha cabeça essa ideia. Foi preciso esperar o tempo certo para encontrar as pessoas certas e me preparar pra isso.
OBC – Como foi a produção deste disco de estreia?
CG – A produção foi absolutamente independente. Fui atrás do Dustan Gallas e do Bruno Buarque porque eu já  admirava o trabalho deles na banda da CéU e em outros projetos. Eu sabia o que estava buscando e a sonoridade que podia resultar. Em 4 dias os caras fizeram os arranjos e gravaram as 8 músicas de “Sombras e Sobras”. Depois veio o Thiago França e fizemos mais uma sessão para gravar o saxofone. A voz eu gravei em Ribeirão Preto, minha cidade natal. A mixagem foi o Dustan quem fez também. E a masterização ficou por conta do El Rocha.
OBC – Quem foram seus maiores apoiadores para sequenciar sua carreira musical?
CG – O Danilo, produtor e amigo, foi um cara que me ajudou bastante. Eu já estava há um tempo tentando gravar o disco e a produzir no Garage Band (programa de edição) com minhas próprias mãos a pré-produção. Quando ele me conheceu, riu e disse “não dá pra fazer tudo sozinha, eu vou te ajudar”. E foi assim que consegui fazer uma bela pré-produção e buscar os músicos para gravar.
OBC – Shows, clipes, EPs, singles, … Quais são suas realizações para o futuro?
CG – Como tinha dito, a ideia é fazer shows até março do ano que vem e talvez um EP para o fim do ano, mas isso não é certeza. Após o lançamento em março eu prefiro não prever, depois disso ninguém mais sabe o que vai acontecer. rs
O primeiro disco de Camila intitulado “Sombras e Sobras” deve ser lançado no início de 2014, e traz oito canções autorais, com toques de filosofia e sobre a natureza humana. Com temas dramáticos e contextualizações por texturas sonoras da música eletrônica.
A produção do álbum ficou por conta de  Danilo Prates conta com o baixo, a guitarra e o teclado de Dustan Gallas (Céu, Cidadão Instigado) – além da mixagem -, com a bateria e percussão de Bruno Buarque (Céu, Karina Buhr, Anelis Assumpção) e com o saxofone tenor de Thiago França (Metá Metá, Sambanzo, MarginalS).
A gravação foi feita no estúdio Minduca em São Paulo e masterização no Estúdio El Rocha, por Fernando Sanches, em setembro do mesmo ano.
O primeiro EP da cantora “Sobras” já ouvido por mais de sete mil pessoa no SoundCloud e em sua fanpage, já está chegando a dois mil seguidores.
Agora digam-me, alguém duvida que essa garota é Rock n’ Roll?
Ouça o primeiro single de Camila, e confira por si só:

E aí, curtiram o som da Camila?
Espero que sim, pois essa garota traz a excentricidade da música clássica, mas com o carisma do pop, e com uma potencialidade vocal de invejar qualquer um.
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Até semana que vem, com mais alguma novidade do submundo da música!
Por Patrícia Visconti