[Cantinho Literário] Desbravando o velho mundo com uma mochila nas costas, sem dinheiro no bolso e muita coragem

O mundo é uma imensidão a ser explorada por seus habitantes, e todo jovem tem prazer de desbravar o planeta, mesmo que seja apenas com uma mochila nas costas e sem dinheiro algum no bolso.

Aprender novas culturas, novas línguas, conhecer novas gastronomias, novos amores, amigos, diversão e entretenimentos. Se aventurar pelo “mundão” a fora, principalmente quando começamos pelo berço da civilização moderna, a velha e bela Europa.
É isso que o autor Nil Marques traz no em sua primeira publicação literário “Europa na Mochila“, que mostra uma viagem inusitada por 20 cidades europeias. Aonde um universitário brasileiro desbrava o velho mundo, conhecendo outras culturas, diferentes pessoas e experimentar divergentes modos de vida, sob a uma visão bem humorada e realista de um mochileiro que adquire novos conceitos entre Brasil e Europa.
Em um bate papo a nossa embarcação, Nil nos contou um pouco sobre sua carreira, seu começo, suas influências, anseios e expectativas futuras.
Confira abaixo:

OBC – Quando surgiu essa ânsia em ser escritor? 

Nil Marques – Gosto de escrever desde criança. Sempre gostei de ler, fazer redações e criar histórias. Tenho mais de dez peças de Teatro escritas e algumas encenadas. Outras, como “A Vida de Brasileiro” e “Não Me Contamine!” ganharam prêmios em festivais. Escrevi roteiros para programas jornalísticos na TV Manchete e Rede Record. Faltava escrever livros, uma grande paixão.
OBC – Quais são suas principais influências no mundo literário?

NM – Leio muito e gosto de muitos autores, mas não posso dizer que eles me influenciam, até porque temos estilos bem diferentes. Machado de Assis e Eça de Queirós (ou Queiróz como alguns citam), são meus prediletos. Camilo Castelo Branco, também, me inspira. Os contemporâneos Dan Brown e Khaled Hosseini são inteligentes e intrigantes. Gosto do ousado, romântico, inteligente, questionador, surpreendente e esses autores têm um pouco disso.
OBC – O livro “Europa na Mochila” é sua primeira publicação ou você já possuí outras obras literárias?

NM – Como literatura é a primeira publicação, mas não a primeira ser escrita. Tenho outras obras que estão na gaveta, como “Contos de Humor e de Terror“, que enfoca a lendas e histórias brasileiras com influências estrangeiras, histórias que ouvi na infância e outras tiradas da minha mente fértil (risos). Este pretendo lançar no próximo ano. Tenho uma caixa de textos escritos esperando para serem publicados. 
OBC – O livro têm experiência próprias, ou é de histórias que você ouviu por aí? Conte-nos um pouco sobre o que te inspirou a escrever sobre isso? 

Tem um pouco de tudo isso, mas noventa por cento são baseadas nas experiências que eu vivi. Oito por cento são ficção e dois por cento em coisas que vi, ouvi e aprendi. Vale ressaltar, que o personagem central é fictício, os outros receberam nomes em homenagem às pessoas que gosto, sempre, faço isso em minhas histórias, batizo os personagens com nomes de pessoas que amo.
OBC – Quais as expectativas para o lançamento do livro?

NM – Fiquei muito feliz em escrever o livro e me diverti muito. É isso que espero, que as pessoas fiquem felizes ao ler e se divirtam. Quero que na data, metade da população do Brasil venha, ou um pequeno grupo de pessoas que amo – amigos, parentes, novos amigos, futuros leitores, que, na prática, valem tanto quanto a população do Brasil (risos).
OBC – Já há ideias de uma nova obra retratando a vivência em outros continentes?

NM – Sim! Falta a outra parte da Europa, China, Ásia, África, América, Oceania, enfim, todo planeta. Porém, isso é um desejo! A realidade é um pouco diferente, mas sonhar é obrigatório, realizar é possível e querer é opcional.
O lançamento do livro “Europa na Mochila” acontecerá no dia 9 de novembro, em um coquetel na Livraria da Vila – Alameda Lorena, 1731 – às 15h, em São Paulo.
Venham brindar e desfrutar um pouco dessas histórias e momentos de suma importância não apenas na vida de Nil, mas para a literatura brasileira.
Para mais informações, acesse o fanpage oficial do livro no Facebook, além de conferir a sinopse, resenhas, novidades sobre Nil e sua obra em questão.
(Uma desbravadora de sonhos que em breve conquistará o mundo todo).

[Caixa de Som] Uirá França: O "populesco" em HQ!

A música popular brasileira é bem mais ampla do que a grande mídia dita em seus canais de comunicação, afinal, nossa cultura é rica ao extremo de unir não apenas instrumentos musicais, com voz e percussão, mostramos mais do que música, e sim arte, cultura e uma amostragem de uma sociedade extramente rica culta e diversificada. 

O músico brasileiro, assim como qualquer cantante de outra nacionalidade também têm influências ainda na infância, mas com uma diferença, principalmente aqueles que vivem o regional e aprendem a valorizar o conhecimento popular desde sua origem, retratando melhor em suas canções e composições.
Assim aconteceu com nosso entrevistado de hoje, o músico Uirá França, que assim como grande nomes da música brasileira também começou sua carreira em Brasília, sua cidade natal e atualmente está radicado em Sampa.
Confira abaixo o que Uirá nos contou sobre seu início, carreira, single, expectativas para o novo álbum, shows, produções, inspirações…

OBC – De onde surgiu essa ânsia de ser músico? E quando foram seus primeiros acordes em sua vida? 

Uirá França – Costumo falar que não busquei a música, não ansiei ser músico, a música meio que me encontrou numa dessas esquinas. Aconteceu muito naturalmente. 
Meu pai é compositor, tinha um violão lá em casa, e quando eu não tinha o que fazer, ficava “fuçando”. Na escola todos meus amigos queriam aprender a tocar e pediram um violão de natal, como já tinha violão lá em casa eu adiantei o serviço, mas sem grandes pretensões.

OBC – Quais são suas principais inspirações para compôr e cantar?

Uirá França – Gosto de contar estórias com minha música, falar de coisas que passam comigo, com pessoas ao meu redor, coisas do cotidiano mas de uma forma bem particular, dou a quem escuta a minha versão do que acontece. Como exemplo minha última composição #VEMPRARUA, que retrata bem a minha visão e sentimentos em relação às manifestações que aconteceram esse ano no Brasil.

OBC – Quais são suas influências musicais? Por quê?

Uirá França – Sempre, muita música e de todo tipo! 
Graças a Deus lá em casa fomos criados livres de preconceito o que me permitiu acumular uma bagagem cheia de canções boas, de estilos distintos, ao menos pra mim. 
Posso citar alguns nomes que influenciam diretamente meu trabalho atual como, Beatles, Newton Faulkner, John Mayer, Dave Matthews Band, Nando Reis, Frejat, Caetano Veloso entre outros.

OBC – Você disse uma ve que ser pop não necessariamente é ser “populesco”, ou sucumbir a mesmice. O que você traduz com “populesco” e sucumbir a mesmice? Por quê?

Uirá França – Música pop não é sinônimo de música de baixa qualidade, como os artistas que havia citado, eles são prova disso, em vários momentos de suas obras, fizeram canções extremamente populares e de muita qualidade.
O que acontece é que existem músicos acomodados com certas “fórmulas de sucesso”, canções formatadas, que acabam se parecendo demais umas com as outras, afinal se tratam de cópias umas das outras. 
Dá sim, para fazer uma canção com apelo popular mas que tenha conteúdo, contribua pra quem escute, sem ser mais do mesmo.

OBC – Qual o gênero musical você define seu som? Por quê?

Uirá França – Não gosto de limitar minha música a um estilo, mas para responder sua pergunta acho que me enquadro em: Música Popular Brasileira, que para mim não é necessariamente MPB, pois essa carrega uma certa marca que não cabe muito bem na minha música.

OBC – Em sua primeiro EP, lançada em Agosto/2012, o que você mostrou de seu trabalho, e qual o público você quis atingir? Você acha que atingiu ao seu objetivo?

Uirá França – Quando parei para fazer esse trabalho, foquei na canção como ela veio ao mundo pra mim, voz e violão. Quando sentei pra pensar nos arranjos a ideia era descaracterizar o menos possível a natureza das canções e fui muito feliz, já que o EP ficou leve e as melodias são quem guiam os álbum, os instrumentos entram para compôr e não saltar aos ouvidos, a canção é mais importante. 
O público alvo é qualquer brasileiro que goste de músicas boas para cantar ao acordar, de baixo do chuveiro numa roda de violão e por aí vai. 
Não curto a ideia de segregar um público, minha música está aí pra quem goste dela, o que posso dizer é que nela tem muita verdade e amor.

OBC – Como foi a produção desse trabalho?

Uirá França – Fizemos a pré produção toda em meu quarto em Belo Horizonte, Gui Amaral e eu, ficamos meses fazendo e refazendo arranjos, Eu compus todas as linhas de guitarra, violão, baixo e backing vocals, o Gui entrava com sua minuciosa e extremamente bem acabada composição de bateria e somava alguns elementos percussão. 
Terminada a fase do quarto veio a parte prazerosa, gravar o que já estava na ponta das línguas e de baixo dos dedos. Estávamos muito afiados e gastamos pouquíssimo tempo para gravar tudo no Estúdio Gifoni, onde contamos com o excelente trabalho de Fabrício Gavani e Sergio Gifoni na técnica e captação.

OBC – Há previsão para o lançamento do seu álbum de estreia?  Quando e como ele será?


Uirá França – Até o fim do ano esperamos estar com tudo pronto, estamos trabalhando forte nisso e acho que vamos ter um resultado bem legal. Não é a toa que dizem, “trabalhe com o que ama pois assim você não vai precisar trabalhar nunca na vida”, (rs).

Ele vai ser mais músicas do Uirá, mas não “mais do mesmo”.

OBC – Shows, apresentações, performances, clipes…, há algo programado em sua agenda? O que e quando?

Uirá França – Em breve começaremos uma série de shows divulgando o Clipe #vemprarua em São Paulo, e a ideia e já emendar com o lançamento do disco antes do final do ano.
OBC – Quais as expectativas futuras para a sua carreira?

Uirá França – As expectativas são grandes em relação ao disco novo, uma vez que o EP já teve um feedback muito interessante.
A expectativa é que o disco alcance vôos mais altos, esperamos agenda cheia em 2014, afinal preciso de dinheiro pra comprar ingressos pra Copa do Mundo (rs).

Assista abaixo o primeiro single oficial de Uirá #VEMPRARUA, que já têm mais de 12 mil visualizações no Youtube:


Se você curtiu o trabalho do Uirá, então confira o primeiro disco “Réu Confesso“, lançado em 2012 de forma independente. Além do mais, você poderá fazer o download da faixa “Vagabundo“.
Ouça AQUI
Espero que tenham curtido, e para informações sobre esse grande música, confira os links deles abaixo, enquanto isso, vou garimpar novos talentos para incluir na nossa caixa de som dos tripulantes do nosso barco.
Contato para shows:Maura CostaFones: (11) 98512-4265 | (11) 2985-0563e-mail: maura.costa@gmail.com
Site | Facebook 
Até a próxima, pessoal!Patrícia Visconti

[Total Flex] São Paulo vista nas lentes dos novos talentos da fotografia

São Paulo é uma cidade multicultural, e tão multi quão seu tamanho, muitos talentos ficam as sobras dos becos e ruelas dessa megalópole brasileira.
No próximo domingo uma parte dessas artes serão reveladas na segunda mostra fotográfica de novos talentos paulistanos “Fotoarte – Os Olhos de quem vê!”.
Somando ao êxito da primeira exposição, a segunda vem multiplicar e reunir mais um grupo de fotógrafos e seus olhares sobre arte paulistana, em uma exposição de artistas e amigos que apresentam a arte da cidade para o mundo.
O evento acontecerá no dia 27 de Outubro, no Hostel Alice, na Vila Madalena. Além da exposição, as fotos serão vendidas em um bazar por valores bastante acessíveis.

Fotógrafos participantes:
Ana de Oliveira
Cursou Fotografia Luz Marginal na instituição de ensino MAM, e foi sócio-proprietária do DUO FotoClube – Escola de Fotografia. Atualmente leciona aulas particulares de fotografia.
Fabio Astaire
Fotógrafo das luzes e cores, que servem de incentivo para continuar o registro dos pequenos fragmentos da vida. Um adorador de música e cinema, qual transmite essa energia para sua arte fotográfica.
Fernando Siqueira
Aventureiro por natureza, antes de ser fotógrafo, viveu alguns anos viajando pelo Brasil e pelo mundo, trabalhando com consultoria no seguimento de automação de topografia e navegação por satélites, uma área cheia de equipamentos e técnicas. 
Da teoria à pratica, é dono de um estilo próprio de fotografias comerciais para revistas de moda, eventos e acontecimentos corporativos, ações sociais ou casamentos. Sua fotografia autoral se caracteriza pela proximidade com o objeto e é sempre carregada de sentimentos e energias.
Priscila Visconti
Jornalista, produtora e uma curadora nata em organizar eventos culturais. Trabalha como repórter e fotógrafa no boletim sobre cultura pop “O Barquinho Cultural” e faz alguns outros ‘frilas’ sobre música, cultura e entretenimento.
Raquel Luzia
Trabalhou como designer e ilustradora em um estúdio de um amigo, e foi o próprio quem disse para comprar uma máquina fotográfica, pois uma vez que você compreender bem seus trabalhos, tanto na ilustração quanto design ficarão melhores, era o que ele dizia. E foi assim que tudo começou, ela comprou a câmera e foi amor a primeira vista.
Além do mais, também haverá apresentação da banda de pop-rock nacional, PrásKbças Music, apresentando um pouco de seu novo projeto e mostrando sua essência na música popular brasileira.

PrásKbça Music
Jovens ex-alunos da ETEC de Artes que se juntaram e para fazer música popular brasileira, com uma pitada de rock, soul, funk e os estilos regionais do país. Levando música, festa e alegria por onde quer que eles passam, contagiam à todos apenas pelo seu som.

Serviço:

“FotoArte – Os olhos de quem vê”
Data: 27/Outubro/2013
Horário: 14h
Local: Hostel Alice
End.: Rua Harmonia, 1275 – SP/SP
Entrada Franca
Facebook do evento: facebook.com/expofotoarte
Foto por: Fabio Astaire
Será arte que não acaba mais! Por isso, ao invés de ficar deitado no sofá, vá prestigiar um pouco da arte ainda marginalizada pela sociedade que só visa os lucros, a ganância e poder.

[Total Flex] Eclipse Companhia de Arte’s apresenta a adaptação "Cabaré", trazendo muito luxo, brilho e glamour

A Eclipse Companhia de Arte’s estreia um espetáculo de sucesso, luxo e glamour, produzido adaptado pela companhia paulista de Carapicuíba.
Começa nesta sexta-feira (18), o espetáculo “Cabaré – Um Espetáculo de Dança”, no Teatro Jorge Amado, centro de Carapicuíba. 

As coreografias trazem muito brilho e glamour, interpretados por 22 bailarinos, figurinos incríveis e uma cenografia maravilhosa.
A história da peça gira em torno de 2 jovens moças do interior que tinham um sonho desde pequenas , de fazerem um show para um grande público. Decididas foram para cidade grande, depois de uma viagem longa, finalmente chegaram e de inicio se deparam com lindo show de luzes e coreografias e logo já se imaginaram naquele palco.

No elenco ilustres jovens atores e dançarinos com um talento excepcional, entre eles estão Márcia Domingues, Riane Zohar, Nayara Lacerda, Clara Ferreira, Beatriz Costa, Domenica Lacerda, Kaminsky Ribeiro, Larissa Grazielle, Renato Marckos, Derick Mendez, Rodrigo Betini, Wagner Lima, Eduardo Roque, Ayrton Fonsec, Marcio Galdino e David Gomes.

Confira o teaser de apresentação do musical:

Na direção do espetáculo o ator, coreógrafo, produtor e diretor, Renato Marckos, os figurinhos ficam por conta de Raphael Septem, maquiagem, Danilo Camargo, fotografia, Lídia Paola, programação visual, Wagner Lima, assistente de produção, Márcia Domingues, direção de palco, Evelyn Xavier e costureiras das produções, Graça de Freitas e Lucy Aparecida.
Serviço:
“Cabaré – Um Espetáculo de Dança”
Data: 18/ Outubro/ 2013 
Horário: 19h35
Local: Teatro Jorge Amado
Endereço: Avenida Mirian, 86 – Centro Carapicuiba.
Ingresso: R$ 30,00 (meia entrada para estudante)
Uma interpretação com muito luxo, brilho e glamour, que irá contagiar a todos os presente, com figurinos incríveis e cenografia deslumbrante.

[Caixa de Som] Domingo não é dia de sofá e sim de rock!

No dia seis de novembro aconteceu a décima edição do Sampa Music Festival no Espaço Victory, na Penha. Entre os destaques dessa edição temos Rancore, Gloria e CPM 22, porém, um de seus muitos diferenciais é exatamente o contrário: trazer várias bandas para o conhecimento do público.

O festival começou cedo e, bem antes das bandas principais começarem a chegar ao local, já demonstrava muitos sinais de que não tardaria a lotar a casa. Foi exatamente o que aconteceu, por volta de 18h já começavam a formar várias filas e vários grupos já lotavam as grades dos dois palcos do festival.

Desde o primeiro acorde o som não parou! A energia não acabava devido ao sistema de dois palcos: enquanto uma banda se apresentava a próxima já preparava os últimos detalhes do seu palco e já começava a tocar assim que a banda anterior deixava o palco. Nesse momento havia o corre-corre geral do público de um lado para o outro. Esse esquema – utilizado em grandes festivais que trazem bandas internacionais, como, por exemplo, o Lollapalooza que reveza nos seus dois palcos principais esse esquema de organização enquanto os outros palcos seguem programações mais independentes e reservadas – demonstra a qualidade de organização, não é fácil montar e desmontar tão rapidamente um palco. Isso agrada o público que não precisa ficar esperando a cada banda.

O festival se orgulha de ser uma vitrine para as bandas menos conhecidas aproveitarem a estrutura e o público que o evento atrai para conquistar novos fãs, reconhecimento e oportunidades. Nesse ano, entre as bandas menores podemos destacar como apostas nacionais as bandas Elloz e John Wayne, que já haviam tocado em edições anteriores e demonstram o quanto cresceram e evoluíram ao longo dos festivais, sendo as bandas imediatamente anteriores às bandas principais.
Quando começou a primeira música do Rancore já percebemos à que eles vieram. O som contagiante fez todo o lugar pular. A energia era muito positiva assim como a música e, claramente, ninguém parecia disposto a deixar o show acabar. Infelizmente, os shows em festivais pedem que as bandas não toquem todo seu setlist, o que rendeu um show um pouco mais curto ao público que está acostumado a shows completos do Rancore. Para compensar o tempo reduzido, temos a oportunidade de em seguida de um show ótimo ver logo outro. Quando o Rancore estava saindo do palco, o Gloria já estava pronto. A galera “guerreira” já estava postada fazia algumas horas na frente do segundo palco – no qual a única banda principal a se apresentar na noite seria o Gloria – e aguardava ansiosamente que começasse a porradaria. O Gloria – que está acostumadíssimo a tocar em festivais – demonstra o quanto se sente em casa no SMF, com muita disposição que deixou todo mundo muito satisfeito.
A banda principal e mais aguardada da noite era o CPM 22. A galera aproveitou o show com as últimas forças que restaram dos outros shows e da longa espera depois de um dia inteiro, pulou e gritou todos os sucessos da banda – que são vários ao longo de muitos anos de carreira – a plenos pulmões, e como se não houvesse amanhã. Realmente não havia: segunda-feira de muita ressaca, muito cansaço e muitas dores no corpo só preocuparam mesmo no dia seguinte!