[Cyber Cult] Pesquisadores criam aparelho para diagnosticar a dengue em poucos minutos

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O Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo, desenvolveu um aparelho portátil, bastante útil e seguro para as donas de casa, e o melhor  com baixo custo, que é um aparelho para diagnosticar os pacientes com o vírus da dengue, em apenas 20 minutos e já partir dos primeiros sintomas.

Atualmente o número de casos de dengue em todo o mundo, pode ser estimado em aproximadamente mais de 300 milhões de pessoas, e 90 milhões, são considerados casos graves.

A Índia é o país que mais se concentra o vírus, com 34% da doença, mas o continente americano, não fica atrás, pois já foram registrado 14% dos casos, com foco maior da doença no Brasil e no México, onde se concentra a metade das infecções da América.

Os dados da América são praticamente os mesmos que os da África, onde a infecção não era vista como algo preocupante.

O exame para detectar a doença só pode ser feito no sexto dia, o que faz com que ela seja confundida com outras infecções e nem sempre tratada da forma adequada. A demora no diagnóstico pode levar, especialmente nos casos de reincidência, à morte.

O professor que criou este aparelho, espera que em no máximo dois anos, o dispositivo esteja disponível para a venda.

Pois segundo o professor, o protótipo, ainda tem que passar por uma etapa de desenvolvimento do produto, para a validação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), fazendo esse processo do desenvolvimento, ai sim o produto começa a ser vendido.

Mas a próxima fase da pesquisa é desenvolver biossensores que identifiquem o tipo de vírus da dengue.

Pois se o paciente pegou o tipo 1 e na cidade está alastrando o tipo 3, a chance dele ter hemorrágica é grande, pois é preciso ser infectado por vírus distintos, então a importância de identificar o tipo.

Por Priscila Visconti

 

 

[Cyber Cult] Madrugada sangrenta da Lua

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Nesta madrugada de terça-feira (15), quem olhou para a Lua, viu ela um tanto quanto diferente, pois estava ocorrendo um eclipse lunar em todo o continente americano, este fenômeno da lua acontece quando a Lua fica na sombra da Terra em relação ao Sol e ganha uma cor mais vermelhada, razão pela qual foi chamado de “Lua de Sangue”. Esses eclipses totais da Lua, quando o satélite cruza o cone de sombra da Terra, são pouco frequentes.

No Brasil, esse eclipse total pode ser visto a partir das 3:00 horas e a visão foi melhor nas regiões Norte e Centro-Oeste. O último ocorreu no dia 10 de dezembro de 2011 e a última vez que aconteceu, essa série de quatro eclipses lunares totais foi entre 2003 e 2004, segundo a agência espanhola EFE.

Por isso quem não viu este eclipse lunar desta madrugada, pode ver o próximo, que será o eclipse total e está previsto para a madrugada do dia 8 de outubro, ainda deste ano. Este fenômeno acontece a cada seis meses, repetindo apenas sete vezes neste século 21.

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Veja abaixo os eclipses previstos para 2014:

15 de abril: Eclipse total da Lua – visível na parte oeste da África, na parte oeste da Europa, Américas, Austrália e leste da Ásia;

29 de abril: Eclipse anular do Sol (quando a Lua fica na frente do Sol e se forma um “anel” do Sol em volta da Lua) – visível na Antártica e Austrália;

8 de outubro: Eclipse total da Lua – visível nas Américas, na Austrália e Ásia;

23 de outubro: Eclipse parcial do Sol – visível na maior parte da América do Norte, no México e na Rússia;

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Veja abaixo o vídeo da transformação do fenômeno da “Lua de Sangue”:

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] E a leitura, como vai?

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Uma pesquisa divulgada no final do mês passado pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Ibope Inteligência, diz que o brasileiro está lendo bem menos do que lia a sete anos atrás, tendo um declínio de 5% – caiu de 95,6 milhões (55% da população estimada), em 2007, para 88,2 milhões (50%), em 2011 -, mas considerável apenas para aqueles que ainda estudam, pois quando saem do colégio ou de níveis superiores, pouco leem. Porém, há uma controvérsia nesta história, já que o texto digital aumentou o índice de leitura, todavia o público tem saído dos livros físicos e densos, e ido para publicações e posts mais coloquiais, diretos e dinâmicos, onde há um discernimento na leitura, mas de uma maneira “popularesca”, introduzindo o hábito na sociedade.

Essa contração da leitura foi medida até entre crianças e adolescentes, que leem por dever escolar. Em 2011, crianças com idades entre 5 e 10 anos leram 5,4 livros, ante 6,9 registrados no levantamento de 2007. O mesmo ocorreu entre os pré-adolescentes de 11 a 13 anos (6,9 ante 8,5) e entre adolescente de 14 a 17 (5,9 ante 6,6 livros).

Além do mais, com as redes sociais, houve um número exorbitante de impulsionar a escrita no Brasil, amplificando-os ainda mais nos meios tecnológicos, seja ele nas redes sociais, e-mail ou blogs, criando um debate dilatado de opiniões, ou seja, mais gente produzindo conteúdo e outras tantas, compartilhando opiniões, criando discussões sobre um determinado assunto.

Porém, há uma outra controvérsia, já que apesar do brasileiro ler e escrever mais na web, seu nível de arquivamento sobre uma pauta expedita é menor, pois assim como ela chega veloz, não permanece tão veraz, sendo dispersada e questão de segundos, quando surge outro fato em questão, disseminado a multidões, mas abarcado por poucos. Tornando a informações “burn notice”, sendo dissipada em pouco tempo.

No entanto, vamos nos conectar as redes sociais, comentar e opinar nos blogs, mas obtendo um conhecimento amplo e mantendo o foco de leitura física também, pois não adianta nada ler o que está na “moda”, mas pouco conhecer sobre os pensadores literários. Ampliar a leitura, é agregar sabedoria a sua vida intelectual, mas principalmente social, pois quem lê sêmea o conhecimento e amplia sua cultura, descentralizando apenas de um único vínculo.

Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult] Educação aliada às redes sociais

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As redes sociais hoje em dia já se tornaram peças chaves de nossas vidas, pois antes mesmo de levantarmos da cama já verificamos nossas notificações, menções e mandamos nosso bom dia, mesmo que alguns só fazem isso no virtual.

Atualmente vivemos mais conectamos nas mídias sociais, do que no mundo real, entretendo-nos, conversando, compartilhando e até mesmo nos informando sobre o mundo geral, construindo nosso próprio feed de notícias.

Os adolescentes não são diferentes, se conectam 24 horas por dia, trocando mensagens, vídeos e fotos, até mesmo quando estão na sala de aula, lugar onde alguns professores permitem outros bloqueiam o uso da Internet móvel.

Mas, até que ponto os educadores estão certo em bloquear o uso excessivo desta ferramenta. Será que o bloqueio é solução para manter a concentração dos estudantes?

O debate se divide quando a pauta é sobre a educação e a velocidade que a tecnologia evoluiu, sendo que muitos até concordam, descordando, já que sem um orientador preparado, qualquer informação exacerbada pode se tornar um caos, transformando cidadãos pensantes, em alienados.

Havendo um acordo entre professores e alunos, criando grupos de estudos, visando e debatendo os temas atuais, trazendo este mecanismo como um complemento às aulas, e não apenas um copia e cola repercutindo a mesmice de sempre, mas ao invés de ler dos livros, retira-se na web. Tornando pensadores, que sabem disseminar uma discussão com argumentos plausíveis e inteligentes, e não palavras soltas e sem fundamentos, onde cria-se conflitos fúteis por casos pequenos e medíocres, ao invés de contestações amplas e sensatas.

Porém, há de peneirar o que é orientado e compartilhado nas salas de aulas, afinal nem tudo que é postado nas redes sociais é confiável ou verídico, há de selecionar assuntos relevantes à aula, para assim destrinchar os argumentos e definir a pauta sugerida em questão, unindo a matéria educacional ao rotineiro, anexando a questão pessoal de cada aluno, e assim somado em uma solução racional e contextual, ensinando-os e abrindo os canais da web, sem vulgarizar e omitir as informações ali pautadas diariamente.

Afinal, o que é oblíquo e omitido, passa a ser mais interessante do que o comum, no entanto, é admissível as instituições de ensino é orientar seus educadores para adicionar as redes sociais em suas aulas, do que bloquear e castigar aqueles que usam, mas nem mesmo sabem porque estão fazendo aquilo.

Consciência e dedicação valem mais do que supressão!

Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult] Versão falsa do WhatsApp para PC, não passa de golpe na internet

A rede de mensagens WhatsApp cresceu bastante desde a sua venda para o Facebook, algumas semanas atrás e por isso, está causando um pouco de problema, pois os cibercriminosos passaram a usá-lo como isca repentina para ataques. 

Segundo a empresa de segurança Trend Micro, circula na internet há poucos dias uma ameaça que promove a inexistente versão do serviço móvel para instalação em computadores que rodem Windows e Mac.
“Embora o volume da disseminação deste spam ainda esteja relativamente baixo, o número está aumentando. Uma de nossas fontes informou que amostras da execução do malware responderam por até 3% de todos os emails vistos por ela, o que indica um potencial surto deste spam”, diz Mark Manahan, pesquisador da Trend Micro.
A mensagem fornece um link para o download da falsa versão, detectada como TROJ_BANLOAD.YZV, comumente utilizada para baixar malwares bancários. Neste caso, o arquivo é instalado no sistema e a variante bancária recupera logins e senhas armazenadas, representando risco de segurança para contas online. O ataque aparece junto a uma mensagem em português, o que indica que os usuários brasileiros são os alvos principais. 
Por isso tomem bastante cuidado ao baixar alguma versão do WhatsApp para PC, pois esta versão não existe, pois este aplicativo é apenas para Smartphone e isso não passa de um golpe, para os hackers invadirem seu PC e roubarem suas senhas e documentos importantes salvos na memória de seu computador, então cuidado ao receber esta versão do aplicativo.
Retirado de: Olhar Digital