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[Total Flex] Um casamento simples também pode ser sofisticado!

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Casamento, uma data tão especial e sonhada por todos, mas ao mesmo ensejo nos ocupa tanto do nosso precioso tempo corrido desta rotina louca em que vivemos, mas saiba, que quando planejado cautelosamente, tudo pode ser melhor do que esperado, até mesmo no quesito de gastar além da conta.

Decoração de primeira, mas com um toque especial que apenas os anfitriões podem oferecer, essa pode ser uma das soluções para realizar uma festa com a sua cara e o seu estilo.

Porque não relacionar o tema favorito do casal à festa. Assim, eles podem trazer objetos e decorações já existentes em sua casa, para deixar o evento com um ar todo especial, e ainda remetendo ao gosto do casal.

Por exemplo, dois aficionados por games ou por tatuagens, podem decorar visando neste gosto pessoal, com desenhos decorativos no lugar das flores e laços de cetim, que na maioria das vezes encarece, e afasta os convidados do ambiente amigável e informal do acontecimento, levando-os ao espaço peças e objetos que transforme festa formal, em algo descontraído e despojado. Mas, caso o casal prefira as tradicionais flores, procure as da época, além de sair mais baratas, pela demanda de produção, podem dar um toque especial e único ao casamento.

Ousar e ser criativo nunca foram um caos nas festividades, e casamentos muito certinhos e formais gera até certo tédio aos convidados, além do mais, quanto mais original ele for, mais será lembrado e relembrado pelas pessoas presentes na solenidade, mas claro, não deixando alguns momentos tradicionais passarem despercebido, já que são esses que serão eternizados na vida dos cônjuges.

Na gastronomia a maioria dos casamentos opta por servir massa com molhos, seja branco ou vermelho, mas agora é a hora e dar um ‘upgrade’ neste cardápio, trazendo sofisticação, mas sem gastar muito. Usando frutas da época, optando por comidas mais frescas e naturais, sem muito conservantes e que necessita esquentar e requentar muitas vezes prefira algo leve, a não que o evento ocorra na Sibéria, ou em algum país muito frio, onde a gordura e algo quente serão eficazes para os aquecimentos dos corpos dos comensais. Mas caso contrário, sirva-os como se estivesse em sua própria casa, mas com o requinte de um espaço e de uma realização especial, mostrando que seus convidados estão ali não apenas para fazer números, mas realmente são importantes aos futuros esposos. Sendo simples, mas com um toque sofisticado de um bom anfitrião.

Construa a sua história como tema, assim dará ao seu casamento originalidade e criatividade sem ficar clichê ou piegas demais, interagindo os convidados aos noivos, transformando a cerimônia em uma simples e gostosa festa entre amigos.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] 100 anos do "poetinha" da MPB

Dentre tantos centenários que está rolando atualmente, neste ano, mas específico nesta semana, dia 19 de outubro o diplomata, dramaturgo, jornalista, e compositor brasileiro, Vinicius de Moraes completaria 100 anos caso estivesse vivo, e para relembrar um pouco da carreira do poeta que morreu no início da década de 1980.

O poetinha, como era conhecido no meio literário e poético, apelido dado por Tom Jobim, ele notabilizou-se por seus sonetos.
Um boêmio inveterado, fumante e apreciador de uísque, era um amante conquistador, tanto que casou-se nove vezes.

Carioca, nascido na Gávea em 1913, filho de Clodoaldo Pereira da Silva Moraes, funcionário da Prefeitura, poeta e violinista amador, e Lídia Cruz, pianista amadora. O pequeno Vinicius é segundo filho de quatro irmãos.

Antes de completar dez anos, o “poetinha” já sentia desejo em decifrar seus sentimentos escrevendo poesias. Na adolescência, foi estudar no Colégio Santo Inácio, de padres jesuítas, onde passou a cantar no coral e começou a montar pequenas peças de teatro. Seus primeiros parceiros foram os irmãos Haroldo e Paulo Tapajós, com quem começou a fazer suas primeiras composições e a se apresentar em festas de amigos.

No final da década de 20, o poeta ingressou na Faculdade de Direito do Catete, hoje Faculdade Nacional de Direito (UFRJ), onde conheceu outro amigo, Otavio Faria, em que incentivou Vinicius a seguir na carreira literária.
Foi repórter, crítico de cinema, colaborador da revista “Clima” e empregado no Instituto dos Bancários. Prestou concurso para o Ministério das Relações Exteriores, mas foi reprovado, determinante, não desistiu, em 1943, prestou novamente e passou, sendo aprovado, ingressando em seu primeiro posto diplomático como vice-cônsul em Los Angeles.
Festeiro que só, adorava reunir os amigos em encontros diplomáticos em Paris e Roma, na casa do escritor Sérgio Buarque de Holanda.
Um poeta, compositor e amantes, de versos simples, sensual e exitante, por vezes, carregados de temas sociais.
No ano do IV Centenário de São Paulo, Vinicius de Moraes publica sua coletânea de poemas, “Antologia Poética“, no mesmo ano publicam a pela teatral “Orfeu da Conceição”. Anos depois ele buscava alguém para musicar a peça, aceitando a sugestão do amigo Lúcio Rangel para trabalhar com o jovem pianista, Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, que na época tinha 29 anos e vivia da venda de músicas e arranjos nos inferninhos de Copacabana.
O poeta foi um dos precursores da Bossa Nova, que teve início em 1958. A obra fundamental para este movimento foi o álbum “Canção do Amor Demais“, gravado pela cantora Elizeth Cardoso. Além da faixa-título, o antológico LP contava ainda com outras canções de autoria da dupla Vinicius e Tom, como “Luciana“, “Estrada Branca“, “Outra Vez” e “Chega de Saudade“, em interpretações vocais intimistas. A partir daí tantas outras composições de Vinicius foram interpretadas pelo ícones célebres da época, e obtendo influências de tantos outros que estão em atividade até hoje.

Vinicius foi afastado do MRE quando implantado o Ato Inconstitucional 5, depois de mais de 25 anos de serviços prestados ao ministério, e isso o magoou profundamente. Começou a realizar apresentações em Portugal, sob protestos contra o poeta, mas mesmo sendo aconselhado a se retirar pelos fundos do teatro, o “poetinha” enfrentou os manifestantes declamando “Poética I” (“De manhã escureço/De dia tardo/De tarde anoiteço/De noite ardo“), contemplado pelos estudantes ali presente, um deles tirou capa e a colocou para que Vinicius pudesse passar, e assim todos os demais o imitaram, fazendo-o um ato tradicional português em homenagem ao artista.

Parcerias ilustres também marcaram a carreira do artista, entre amigos de longa data, a jovens talentos que estavam apenas engatinhando no ramo musical. Letras que marcaram e marcam a música popular brasileira, por sua simplicidade e compaixão em retratar o ambiente social.
E para comemorar seu centenário, a Companhia das Letras reuniu uma caixa com diversos poemas e crônicas de Vinicius de Moraes em quatro livros, com temas variados e dicções praticados pelo próprio artista.
O primeiro deles é, “Livro de sonetos”, que veio à luz em 1957. Com o volume, o poeta fazia um balanço de sua obra e ratificava, em 35 poemas, sua dedicação a uma das formas mais populares de poesia: o soneto. Dez anos depois, veio a segunda edição do livro, e Vinicius acrescentou a ele nada menos que 25 poemas, vários deles inéditos. A edição que o leitor tem agora em mãos soma àquele conjunto dezesseis sonetos esparsos.
Poemas esparsos” cobre um vasto período da produção do poeta: do início dos anos 30 a meados dos 70. Ao morrer, em 1980, Vinicius de Moraes deixou alguns livros inconclusos, e grande número de poemas já finalizados, alguns dos quais chegaram a ser publicados na imprensa. Este volume resulta de uma longa e minuciosa pesquisa em livros, jornais, revistas, arquivos e manuscritos. Não se trata, porém, de um levantamento com caráter documental: dispensaram-se esboços, exercícios, textos inacabados ou claramente recusados pelo autor, a fim de que viesse à luz apenas aquilo que está à altura das obras publicadas por Vinicius.
Os textos de “Para uma menina com uma flor” foram selecionados pelo próprio Vinicius entre aqueles que publicara em jornais e revistas ao longo de 25 anos, tendo 1941 como data inicial. A variedade de temas e de tons adotados é bem maior do que sugere o título escolhido por Vinicius, e o leitor descobrirá aqui algumas das marcas fundamentais de seus poemas: lirismo, emoção, ironia, apego à paisagem e ao fato cotidiano, bem como uma inequívoca capacidade de compreensão das dores e alegrias humanas. Some-se a isso o sabor singular da crônica, alcançado graças à adoção de uma linguagem clara, de um ritmo fluido e da conversão do acontecimento banal em assunto de interesse maior.

Para viver um grande amor” estrutura-se de modo singular: alterna poesia e prosa. As crônicas guardam as marcas típicas do gênero, como a observação aguda do cotidiano e a linguagem despojada. Mas, além disso, conforme o próprio Vinicius, “há, para o leitor que se der ao trabalho de percorrê-las em sua integridade, uma unidade evidente que as enfeixa: a do grande amor”. Quanto aos poemas, encontram-se, aqui, exemplares de grande força expressiva, como o impactante “Carta aos ‘puros'”. Os poemas não raro tomam para si a tarefa da crônica e, então, surgem experiências como os bem-humorados “Feijoada à minha moda” e “Olhe aqui, Mr. Buster”, ou o seco e dramático “Blues para Emmett Louis Till”.

SERVIÇO
#SP – 100 anos Sempre Encantando – Vinicius de Moraes
Quando: Sábado, 19 de outubro, às 17h 
Local: Livraria Cultura – Deck central da loja 
Endereço: Avenida Paulista, 2073 – Conjunto Nacional
São Paulo/SP
Leitura de textos, poemas e músicas.
Roteiro e Direção: André Acioli
Direção Musical: Daniel Maia
Apresentação: Leandro Sarmatz
Elenco: Miriam Mehler, Maria Fernanda Cândido, Aretha Marcos, Elias Andreato, Claudio Fontana, Clovys Torrês e Daniel Maia.
#RJ – 100 anos Sempre Encantando – Vinicius de Moraes
Quando: Domingo, 20 de outubro, às 16h – 
Local: Livraria da Travessa – Shopping Leblon
Endereço: Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – Leblon
Rio de Janeiro/ RJ
Leitura de textos, poemas e músicas.
Roteiro e Direção: André Acioli
Direção Musical: José Maria Braga
Elenco: Joana Fomm, Lucinha Lins, Clarice Niskier, Claudio Tovar, Tadeu Aguiar, Domingos Montagner e José Maria Braga.
#BA – 100 anos Sempre Encantando – Vinicius de Moraes
Quando: Sábado, 26 de outubro, às 17h 
Local: Fundação Casa de Jorge Amado – Largo do Pelourinho 
Endereço: Largo do Pelourinho, 51 – Pelourinho
Salvador/ BA
Leitura de textos, poemas e músicas.
Apresentação no projeto Merendas de Dona Flor
Roteiro e Direção: André Acioli
Elenco: Kátia Leal, Fernanda Paquelet, Ricardo Castro e Bertrand Duarte

[Cabine da Pipoca] Cinema para todos os gêneros e estilos

A semana do Cabine da Pipoca está multicultural, e bastante eclético também. Passando de festival francês a suspense,e claro, não se esquecendo do longa que conta história de vida de um dos maiores poetas da música brasileira, Renato Russo. Há películas para todos gostos e estilos!

Neste feriado de 1º de maio começou o Festival Varilux de Cinema Francês, que traz ao público brasileiro o melhor da produção francesa da atualidade, com títulos variadas e gêneros também, como comédias, dramas, thriller, filmes históricos e animação, sendo que a grande maioria são inéditos no país.

Além de atores, produtores e diretores, como Jean-Pierre Améris, Philippe le Guay, Benoît Jacquot, Agnès Jaoui, Michel Leclerc, Jean-Paul Lilienfeld e Danièle Thompson;  e os atores Monica Bellucci, Christa Theret, Léa Seydoux e  Arthur Dupont, estiveram presente em apresentações e debates para o público no dia 1º de maio em São Paulo e do dia 2 a 6 de maio, estarão no Rio de Janeiro.

O festival vai do dia 1º a 9 de maio nessas capitais, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Cotia, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Indaiatuba, João Pessoa, Jundiaí, Macaé, Nova Friburgo e Porto Alegre. E dos dias 10 a 16 de maio, seguem para exibição da mostra outras cidades, Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Blumenau, Florianópolis, Juiz de Fora, Londrina, Maceió, Manaus, Maringá, Natal, Novo Hamburgo, Palmas, Santa Maria, São Luís e Tubarão.

Programação:

Veja mais no site oficial do festival.
Para aqueles que preferem filmes hollywodianos, podem conferir uma estreia nesta sexta-feira (3) intitulado “Segredos de Sangue“.
O longa conta a história de uma adolescente excêntrica cujo enigmático e distante tio retorna para a família após a morte do pai da garota.
O elenco do filme conta com grandes nomes do cinema, como Nicole Kidman, Dermot Mulroney, Mia Wasikowska, Lucas Till, Alden Ehrenreich, Amelia Young, Hanna Frankel, Harry P. Castros, Jacki Weaver, Judith Godrèche, dirigido por Chan-wook Park e roteirado pelo ator do seriado “Prison Break”, Wentworth Miller.
Assista o trailer abaixo:

E por fim, mas não menos importante. O filme que conta a história da vida de um dos maiores poetas da música brasileira.

Somos tão Jovens” narra a emocionante e desafiadora da transformação de Renato Manfredini Jr. no mito Renato Russo. Desde a decisão de que queria se tornar o astro do rock passando por muitos estudos, dando aulas de inglês, e claro, curtindo a turma e curar dores, além de arrumar alguém que toque em sua banda.
Do Aborto Elétrico à Legião Urbana, o filme mostra o músico desde os primeiros acordes junto com sua turma de Brasília, responsáveis pelos sucessos como “Que País é Este”, “Geração Coca-Cola”, “Eduardo e Mônica” e muitas outras músicas que marcam e transformam fãs geração após geração.
A cinebiografia conta com um elenco de jovens atores, como Thiago Medonça, Sandra Corveloni, Marcos Breda, Laila Zaid, Bianca Comparato. A direção fica por conta de Antonio Carlos da Fontoura, produção de Letícia Fontoura e Antonio Carlos da Fontoura e produtor associado, Rodrigo Guimarães, além da direção musical, com Carlos Trilha.
O lançamento oficial acontece nesta sexta-feira (3) em todos os cinemas do país. Um filme que vai levar uma legião urbana as salas de cinema de todo o Brasil!

Para mais detalhes sobre a cinebiografia do mito da música, acesse o site oficial do filme.Por Patrícia Visconti