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[Total Flex] Como garantir as melhores fotos durante a sua viagem

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Hoje em dia é muito mais fácil compartilhar com todos os amigos e familiares, os belos lugares visitados durante aquela tão sonhada viagem de férias ou monumentos encontrados na escapada de final de semana. Com certeza você já saiu fazendo vários cliques por lugares incríveis que conheceu. Registrar tudo isso ajuda a recordar momentos inesquecíveis, para reviver sempre que a saudade bater.

E o melhor é que você consegue fazer fotos não só com a tradicional câmera, mas também pode guardar boas recordações de lugares por onde passou com o smartphone ou tablete que é prático e você leva para todos os lugares.

E que tal ficar por dentro de dicas que irão deixar sua foto com cara de profissional e destacando ainda mais a beleza dos lugares visitados? Não é uma ótima ideia?

Confira cinco dicas que você não pode deixar de seguir na hora de registrar sua viagem:

1) A primeira dica é pensar na sua foto, é isso mesmo! Não saia clicando tudo que aparecer pela frente só por acreditar que é uma forma de não perder nada. Transforme o seu clique em uma ação pensada. Então primeiro aprecie, pense na imagem que você deseja guardar e clique.

2) Quando fotografar alguém siga uma regra básica: No momento da fotografia pense em duas linhas na horizontal, dividindo a foto em partes iguais. Depois faça o mesmo com duas linhas verticais. Você terá nove partes iguais. Posicione a pessoa mais ao lado, e não no centro da foto.

3) Se for fotografar alguma das cachoeiras ou serras, fuja do óbvio. Pense em um novo ângulo, uma simples mudança de posição para realizar a fotografia pode garantir uma nova visão da paisagem e você irá surpreender seus amigos.

4) E para não encher a memória da sua câmera ou aparelho de telefone com fotos não muito legais, torne se um crítico. Não caia na cilada de ir logo compartilhando as fotos nas redes sociais. Como temos o hábito de fazer vários cliques do mesmo lugar, tire um tempinho e analise todas às fotos tiradas, e não tenha medo de apagar as que não ficaram muito boas, e isso vai colaborar para que você melhore a cada dia mais.

5) Fique bastante atento a quantidade de bateria disponível na sua câmera ou smartphone. Deixe para compartilhar nas redes sociais apenas quando não precisar registrar mais nada, porque se não você corre o risco de ficar na mão e deixar de fotografar algum lugar bacana do lugar que você está.

E lembre-se: Não deixe de viver as experiências durante a viagem. Às vezes nos preocupamos tanto com as fotos, que nos esquecemos de apreciar a paisagem e os monumentos que estão bem diante dos nossos olhos. Viver estes momentos com intensidade é o que irá tornar sua viagem inesquecível.

Gostou das dicas? Então, pegue sua câmera ou o telefone, reúna a família e os amigos e coloque o pé na estrada, e pratique todas as sugestões.

Por: Márcia Martins

[Total Flex] Boemia de regresso / Instinto


A música me leva a um estado de boemia. É como se eu estivesse em um barco, com uma garrafa de uísque, um rádio à pilha e um violão. Na água, brilham as luzes de uma cidade desconhecida. 

Esse brilho se confunde com o brilho das estrelas, em uma noite incomum, com um frio considerável. Não presto muita atenção na cidade. 

Apenas quero observar o tempo passar. Talvez, para mim, a cidade nem seja tão importante quanto a necessidade de ficar sozinho, quieto, de me desligar do mundo ou estar em conexão com um mundo simples, minimalista.


Vida boêmia. Legítima e pura. Volare! Mesmo com um microfone nas mãos, não cantaria coisas desse gênero, mas tocaria algo triste. Com certeza.
As luzes que brilhariam na água enquanto estivesse no barco poderiam ser associadas à música Lights, que estou amando.

Não imagino uma viagem. Não sei como ir, tampouco para onde ir. Se me vejo em algum lugar, já me vejo sentado, aproveitando os instantes, como o fato de sentar sobre uma pedra na beira da praia, jogando pedrinhas e conchas no mar. Falando de amor. Com quem realmente saiba amar.

***

Coisas boas e coisas ruins. Talvez uma viagem para um local interiorano fizesse bem. Há quanto tempo eu não sei o que é deitar em uma rede e sentir o cheiro de terra verde? Há quanto tempo eu não respiro ilusões ou desapegos? Não quero estar sozinho nessa viagem. Quero aproveitar com alguém. Que essa pessoa também queira a mesma experiência, de se deixar levar e corresponder aos instintos.

Perceber dissonâncias me incomoda. Quando as coisas não se encaixam, são como música que muda de tom de forma brusca, para poder abrir nova estrofe. Algo fica perdido, sem sentido. É o mesmo que viajar sem propósitos. As coisas não acontecem de bandeja. O que se desperta está além do que pode ser planejado, mas isso também é preciso.

Se antes eu me imaginava em um barco, agora não mais. Sei que é um local muito mais próximo, mas apenas enxergo árvores, estradas de chão e fogão à lenha. Sem local determinado para viver essas sensações. Acho que o interior inspira a introspecção de forma tão natural que não é preciso ter um canto do pensamento.
Dessa vez, não quero rádio, nem violão, nem luzes. Quero o sertão, as árvores, o vento. Sem sol, de preferência. Quero nuvens que me façam imaginar e quero sentir a relva na grama. Quero experimentar a sensação de ser único e de me deixar levar pelo som dos pássaros, me sentindo livre, assim como eles. 

Quero olhar para o vale e saber que tão em breve a vida rotineira me aguarda, mas que eu não tenho pressa de chegar. Quero ser livre, buscando essa liberdade onde eu ainda não estive. Quero ser. Quero poder. Quero ter. Amado, amar, amor.