[Caixa de Som] Shakespeare’s: Pop-rock autoral e original, em amor à arte

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O que acontece quando três amigos, amantes da arte se juntam para trabalhar e propagar este dom artístico?

Claro, que não poderia sair algo ruim, pois aquele que vive a arte 24 horas por dia, só visa em enriquecer e transcender sua música e seu ofício aos quatro ventos nesta grande bola chamada Planeta Terra.

10494796_1440447212894432_7988049727838745249_nAndré De Luca (Cajon), Gustavo Nunes (Violão) e Zé Junior (Voz) são três atores que querem viver de arte e ser feliz com o que fazem, buscando crescer cada dia mais e levar música para todas as pessoas possíveis.

Tudo começou quando Zé Junior alucinado por música queria montar uma banda, então ele convidou alguns amigos, isso foi em 2010, porém por intermédio de alguns imprevistos pessoais e profissionais, o grupo teve que dar uma parada, mas o sonho de Zé ainda estava prescrito, e ele regressou em um trio acústico, formando assim a Shakespeare’s. Porém, os testes para caçar novos integrantes ainda continua, afinal quando o projeto flui rápido, as boas vibrações navegam pela rede e a galera busca agregar a ideia.

Uma união de três garotos, um de cada canto do Brasil que se conheceu na cidade do Rio de Janeiro, que por intermédio de trabalhos paralelos surgiu mais do que um grupo, mas uma amizade musical e fraternal. Fazendo o que gostam e se entregando de corpo e alma a essa paixão, que é a música, a interpretação, a arte.

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Confiram um pouco do primeiro single que os meninos publicaram na web, e que já tem quase sete mil visualizações:

E para mostrar que os meninos não estão neste mundo a passeio, eles convidam a todos para votar na Banda Shakespeare’s que está participando do concurso junto com outras bandas, no concurso que irá abrir o Show da Virada no dia 31 de janeiro, na Avenida Paulista.

Quem puder firmar seu voto [AQUI], nesta banda que traz canções autorais, originais e com temas atuais, sem aspas e com muito carisma, alegria e simpatia.

Para conhecer mais sobre a Shakespear’s acesse os canais oficiais do grupo na web, e fiquem ligados nas novidades deste futuro do pop/rock nacional.

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Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] Um bombardeio de arte experimental invade a Casa das Caldeiras neste domingo

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Misturando as cenas do universo experimental paulista, acontece neste domingo (28), o 1°Festival de Cultura Experimental, a partir das 15h30 na Casa das Caldeiras, na zona oeste de São Paulo.

O evento é um projeto do coletivo Invisibilidade, que visa apresentar a arte sonora com foco nas narrativas, arquitetura e no imaginário urbano. Mesclando música eletrônica, eletroacústica, ruído e paisagem sonora, o grupo propõe improvisos, instalações e composições através de pesquisa e experimentação de linguagens.

Nesta primeira edição o festival conta com música acústica, elétrica, eletrônica e eletroacústica, exposição de imagens no túnel das caldeiras, esculturas no jardim e instalações sonoras na passarela dos trens. Também haverá uma feira de arte & impressos, gastronomia e moda durante todo evento.

As performances ficam por conta do grupo Música Viva – IA/UNESP apresenta obras do repertório da música de invenção contemporânea, e Felipe Vilasanchez, artista-residente da Casa das Caldeiras, mostra parte de sua mini-ópera eletrônica.

Além de outras atrações, como a comemoração do 3º aniversário do NME,apresentando uma instalação sonora, o concerto do chá e o lançamento da sua revista impressa. E para fechar a noite, Maurício Takara e Puro Osso, lançam seu novo disco no evento.

O festival ainda, exposição das ilustrações de Marcelo Delamanha e as esculturas dos tecno-orixás de Valter Nu.

Primeiro Festival de Cultura Experimental from Felipe Macedo on Vimeo.

SERVIÇO

1°Festival de Cultura Experimental
Data: 28/09/2014
Horário: a partir 15h30
Local: Casa das Caldeiras
End: Avenida Francisco Matarazzo, 2000 – Agua Branca; SP/ SP
Entrada: GRÁTIS

Por: Patrícia Visconti

[Cabine Flex] Fábrica da Cultura realiza seminários para propagar o cinema alternativo na periferia de São Paulo

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Como todos sabemos ontem foi o dia de cinema em nossa embarcação, porém sempre é bom propagar o que a grande mídia não pauta, além do mais os cinéfilos adoram um plus sobre a sétima arte.

Não é de hoje que a periferia e os bairros mais longínquos dos centros das grandes metrópoles é “carente” de cultura além da apresentada nos circuito comercial, como shopping centers ou filmes transmitidos pela TV aberta no horário nobre, porém há sempre aqueles que buscam agregar cultura fora da caixa, e transportar àqueles que não possuem esse discernimento desta erudição.

10418514_1455266901425157_8710547009901655769_nFoi o que a jornalista e moradora do bairro de Taipas, região norte de São Paulo, Jéssica Costa, 23, tentou trazer em um artigo (veja aqui) sobre a estreia do Cine Belas Artes para o Blog Mural, – afiliado ao site do jornal Folha de São Paulo – onde ela mesmo dita sobre as dificuldades que os amantes do cinema na periferia têm para acompanhar o que surgia de novo, fora do circuito comercial. Todavia a repercussão foi tão extrema que ela foi convidada pela Fábrica da Cultura para ministrar um seminário sobre “A aproximação do cinema à periferia“, que percorrerá por todo o mês de setembro por diversos bairros periféricos, como Belém, Sapopemba, Tiradentes, Itaim Paulista e Curuçá, despertando a reflexão e o estímulo do cinema como incentivo cultural, fazendo com que os participantes compreendam os elementos audiovisuais, interprete um roteiro, propague a discussão do conteúdo apresentado nos seminários, tornando os cinéfilos da periferia críticos convictos da sétima arte.

Nestes encontros serão mostrados um longa-metragem fora do circuito comercial, e após disso haverá debates e bate-papos sobre o mesmo, relatando a história do cinema, além do contexto histórico, dando novas diretrizes perceptivas ao espectador.

Essa ideia não surgiu apenas por este artigo, já que Jéssica sempre foi uma apaixonada por cinema e moradora de bairros longínquos do centro sempre buscou alternativa para conhecer filmes diferentes e fora daqueles exibidos nos cinemas dos shopping centers e também, daqueles apresentados na televisão, buscando e conhecendo mais sobre o assunto em sites especializados e em mostras na região central de São Paulo, e hoje visa essa oportunidade para compartilhar com outros adoradores desta arte, mas que não possuem as mesmas ferramentas que ela, mas contemplam a mesma ânsia em buscar o diferenciado e não convencional.

Cada encontro a jornalista apresentará um filme diferente, qual irá gerar um debate sobre o mesmo, e uma discussão sobre a produção, a arte e propagação destas obras junta à periferia.

Segue abaixo o dias e horários de quando acontecerá os seminários:

SERVIÇO

Fábrica da Cultura apresenta:
“Aproximação do Cinema à Periferia”

06/09/2014 – Parque Belém
Horário: 16h às 18h
Exibição do filme: “A Onda”
End: Av. Celso Garcia, nº 2.231 – Portaria 1 ou Rua Nelson Cruz – Portaria 2, na altura do nº 2.200 da Av. Celso Garcia, São Paulo/ SP.

06/09/2014 – Sapopemba
Horário: a partir das 19h30
Exibição do filme: “O Fabuloso destino de Amélie Poulain”
End: R. Augustin Luberti, 300 – Fazenda da Juta, São Paulo/ SP.

13/08/2014 – Tiradentes
Horário: a partir das 19h30
Exibição do filme: “A Viagem de Chihiro”
End: Rua Henriqueta Noguez Brieba, 281 – São Paulo/ SP.

20/09/2014 – Itaim Paulista
Horário: a partir das 19h30
Exibição do filme: “Clube dos Cinco”
End: R. Estudantes da China, 500 – Itaim Paulista, São Paulo/ SP.

23/09/2014 – Curuçá
Horário: a partir das 19h30
Exibição do filme: “Clube da Luta”
End: Rua Pedra Dourada, 65. Próximo a Avenida Nordestina (altura do nº 5800), São Paulo/ SP.

Os ingressos são gratuitos, porém limitados e devem ser retiradas uma horas antes do evento na recepção;

Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult – 8 Bits] Videogames – A oitava arte?

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Acredito que a maioria (senão todos) os que estão lendo este texto devem ser da minha época. A boa e velha época onde algumas moedas valiam fichas e mais fichas para incansáveis horas de jogatinas em Fliperamas espalhados pela cidade. Seja no velho centro de São Paulo, perto do Minhocão, ou na saudosa região da Lapa. De qualquer forma, não só vocês viveram esta deliciosa época, como também já ouviram de seus pais algo como:

– “Isso não dá futuro!”
– “Videogame influencia as pessoas.”
– “Isto não serve para nada!”

Convenhamos, estas frases deixavam qualquer criança ou amante de um bom videogame triste, e até irritado. Pudera. Naqueles tempos, os tão famosos videogames invadiram a casa de famílias, alegrando a garotada e alguns adolescentes, mas que não apresentavam qualquer outro valor, além de uma “distração”. Podíamos ter lido um livro, andado no parque, mas preferimos adicionar este hobby em nossa lista de afazeres.

Cortando fora a nostalgia e voltando aos agitados dias atuais, vemos que uma das coisas em que com certeza evoluiu nestes últimos tempos, e não só o telefone móvel, o computador, e a informação, vemos que os tão famosos videogames evoluíram de forma rápida, impactante, e para os mais extremos, chocantes. Quer dizer, não só podemos jogar, agora temos em nossas mãos, controles em formas de Tablets, acesso à internet, integração com redes sociais, vídeos, música, mas jamais deixe de esquecer o jogo que podemos nos entreter. Sim, isso é o mais importante, e é isso que mais evoluiu.

Não só o console, com seu design mais simples e suave, mas os jogos aos quais temos extrema familiaridade. Antigamente, eram simples, com comandos e missões simples, que exigiam algum uso de estratégia e pensamento rápido do jogador na hora da tomar a decisão certa, mas temos agora um conjunto completo! Em minha opinião, penso que um jogo, é como um livro: você possui a história, entra nela junto com protagonista (além de vivenciar os fatos como se fosse ele), podemos notar um enredo muito mais elaborado do que antes, com uma história linear incrível, incluindo excelentes músicas, texturas dos cenários de cair o queixo, e o mais importante: a jogabilidade.

Esta sim, é a parte mais importante, pois é esta a diferença que um gamer sentiu durante todos estes anos, sendo o que mais vale a pena em um jogo adquirido pelo mesmo.

Hoje em dia, podemos jogar algo que lide com fatos reais, sendo eventos históricos, ou até algo próximo do nosso cotidiano. E quanto mais algo for próximo de nossa realidade, mais temos a tendência de descobrir algo sobre ele, tendo um desejo de curiosidade sobre isto. Mas claro que não desconsidero os famosos games de fantasias ou de pura ficção, sendo estes mais aclamados e admirados por todos.

Videogame, jogo, game, já são palavras que estão em nossos dicionários pessoais, pelo andar da carruagem, serão coisas que evoluirão cada vez mais.

Por: Daniel Bárris