[Total Flex] Fernando Bittencourt vive a arte de alma de coração!

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Paulistano, aquariano, ator e um apaixonado pela arte e suas vertentes, se entrega de corpo e alma quando está engajado em um trabalho, com ele está atualmente, na divulgação no curta-metragem “Indiferente”.

unnamed (10)Fernando Bittencourt, 20, começou sua carreira em Carapicuíba, região metropolitana de São Paulo. Já fez drama, comédia, romance, sempre com profissionalismo e ânsia em propagar seu trabalho e sua essência na arte da interpretação.

O jovem ator já atuou em adaptações teatrais como, “O Corcunda de Notre Dame”, “O Ébrio”, “Moulin Rouge­NTKeB”, “A Bela e a Fera, e o feitiço da Rosa”, “Senta que Lá vem História­”, “Não existe melancolia na América Latina”, “O Príncipe do Egito”, “O Rei Leão – ­Musical”, “Paixão de Cristo­”, “Yerma”, “Um Conto de Natal”, “Dois Perdidos Numa Noite Suja”, além dos curtas-metragens, “Celulares”, “Meu nome é Ricardo”, “Desejos da Alma” e agora, “Indife10365991_735257336512853_150909367096457703_nrente” [leia a resenha AQUI].

Um ator simpático, que esbanja carisma e amor pelo que faz, mostrando seus anseios em prosperar nesta carreira tão volátil, quão a artística.

Confira abaixo a entrevista que Fernando concedeu à nossa embarcação. Onde ele falou sobre carreira, dificuldades, objetivos e longitude futura em seu ofício.

OBC- Quando surgiu essa ânsia em ser ator?

11983_538852356153353_1980484597_nFernando Bittencourt: Vem de muito tempo,sempre gostei muito de filmes,lembro que quando pequeno, depois que eu assistia um filme, me imaginava como o personagem que mais tinha me identificado(risos). Fui crescendo e entendendo mais sobre essa arte,até que surgiu a oportunidade de fazer uma aula,daí não consegui mais parar.

OBC- Entre atuar e modelar, o que você prefere? 

FB: Atuar,esse é meu ofício! Porém,nessa profissão temos que ter mais de uma função para termos um leque bom de trabalhos.
Além de atuar, procurei aperfeiçoar outros lados como música,dança e modelagem,para me sentir mais completo como artista e também para poder abrir novos horizontes de trabalho.

580100_400853536619903_1318606717_nOBC- Drama, romance ou comédia. Qual gênero teatral é seu favorito, ou acha mais “fácil” para atuar?

FB: Eu gosto de todos(risos). Tive a oportunidade de já ter passado por esses 3 gêneros citados. Porém, foi pelo drama o qual eu mais passei, creio que por isso acabei aguçando mais o lado dramático.
Acho que não tem mais difícil ou fácil. Na minha opinião, todos devem ser levados a sério,para que alguma sensação chegue no público,desde um sorriso,uma lágrima ou um suspiro de amor.

OBC- Palcos, telas ou TV. Por quê?

FB: OS 3! (risos) Hoje,meu objetivo é TV, por questão de visibilidade, o público de massa esta sentado no sofá assistindo TV, é lá que o ator será mais visto,e isso é ótimo para um ator iniciante e jovem como eu.
Porém, nunca quero deixar o solo sagrado do teatro, como diz Tony Ramos: “O Palco é o chão do Ator’’.

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OBC- O que um ator que está começando enfrenta para consolidar neste ramo “glamourizado” para quem está de fora, mas tão árduo para aqueles que vivem a rotina 24h por dia?

FB: Além da falta de estabilidade financeira,espaço no mercado,e grande concorrência,oquê é clichê de todo ator iniciante como eu dizer. Creio que o quê mais pesa é a desvalorização pelo fato de não ser famoso, parece que se um ator não é famoso, para as pessoas,ele é apenas mais um.
Isso é oque mais dói,mas essa é a nossa realidade,a sociedade de hoje em dia está assim,as pessoas só valem oque tem, e não que são.

10734068_501551559982299_1898837556094603053_nOBC- Atualmente você está engajado no curta “Indiferente”. Queremos saber, quais são as expectativas sobre este projeto?

FB: As melhores possíveis,que possamos ter um bom público,que o público sinta,entenda,e se identifique com oque esta sendo contado alí.
Além de gerar mais views para o canal,para a page da Traskovesky Films, e que cada vez mais as pessoas conheçam nosso trabalho.

OBC- Quais são suas prospecções futuras para sua carreira?

FB: Bom, desejo trabalhar muito (risos)… Estou começando minha vida profissional artística agora, espero muita coisa,sei por onde ir,até onde posso ir.
Porém, sei que aquilo não pode ser a coisa certa e de repente precise mudar de direção.Mas,almejo ganhar cada vez mais espaço no mercado,seja ele em qualquer função, teatral, audiovisual, televisiva, publicitária ou até na área da moda.
Espero que sempre possa trabalhar, me sustentar dessa arte,viver ela,dela e para ela. E que daqui á alguns anos, possa dar essa entrevista para vocês novamente,e possa falar muita coisa boa que conquistei! (risos)

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] Descanse em Paz, Robin Williams!

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E mais um astro do humor nos deixou essa semana, o grande ator e comediante, que conquistou à todos com suas imitações, como a interpretação do alienígena Mork, da série Mork & Mindy, ou então se emocionou em Sociedade dos Poetas Mortos, como o Professor de Inglês John Keating inspira seus alunos a um amor pela poesia e aproveitar o dia.

Williams é descendente de ingleses, galeses e irlandeses pelo lado de seu pai, e de franceses pelo lado materno. Cresceu frequentando a Igreja Episcopal, embora sua mãe praticasse a Ciência Cristã. Cresceu em Bloomfield Hills, Michigan, onde estudou na Detroit Country Day School, em Woodacre, condado de Marin, Califórnia, onde frequentou uma escola pública, a Redwood High School.

Também frequentou o Claremont McKenna College (então chamado de Claremont Men’s College) por quatro anos. Tem dois meio-irmãos: Todd (morto em 14 de agosto de 2007) e McLaurin.

Sempre era destaque nos filme, desde 1980, ganhando diversos Oscars, como a melhor ator coadjuvante por sua performance no filme Good Will Hunting, de 1997, e também conquistou dois Prêmios Emmy do Primetime, seis Globos de Ouro, dois prêmios do Screen Actors Guild e cinco Grammys.

O Próprio Robin Williams se descreveu em um entrevista em programa nos Estados Unidos, que ele é uma criança quita, quando pequeno, mas sempre brincalhona, pois sempre gostou de imitar tudo que via, sua primeira imitação foi a de sua avó, feita para sua mãe, mas que não foi capaz de superar sua timidez até entrar para a aula de dramaturgia no Ensino Médio e se apaixonar pelos palcos.

Mas apesar de mostrar muita alegria e humor nos palcos, Williams tinha seus problemas pessoais, com drogas, álcool e a depressão e foi esses problemas que levou o ator a se suicidar em sua casa, pois desde a década de 70 ele começou a ter o vício em cocaína, foi ai que ele começou a beber com frequência

Williams foi internado diversas vezes, sendo na última vez no ano de 2009, devido a problemas cardíacos, por consequência do uso abusivo das drogas, fazendo com que cancelar alguns de seus espetáculos solo de stand-up. A cirurgia foi realizada em março de 2009, no qual foi substituído uma válvula da aorta.

Neste terça-feira (11), o astro foi encontrado morto em sua casa, em em Tiburon, Califórnia, por volta do meio-dia, por asfixia devido o enforcamento com um cinto, fazendo com que Robin Williams cometesse suicídio, por causa da depressão na qual ele estava passando, por problemas pessoais de sua vida.

Nós d’O Barquinho Cultural sentimos muito pela perda desse grande mestre do humor, televisão e do cinema, principalmente os de Hollywood, pois o mundo não perdeu só um comediante, mas sim um grande astro, que conseguia transformar qualquer cena, em algo divertido, mesmo ela sendo triste.

Premiações:

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Oscares da Academia
Melhor ator (coadjuvante/secundário)
1997 – Good Will Hunting

Emmy Awards
Atuação individual em programa de variedade ou música
1986 – Carol, Carl, Whoopi and Robin
1987 – ABC Presents: A Royal Gala

Prêmios Globo de Ouro
Melhor ator (série cómica ou musical) em televisão
1978 – Mork and Mindy
Melhor ator (comédia ou musical) em cinema
1987 – Good Morning, Vietnam
1991 – The Fisher King
1992 – prêmio especial – Aladdin
1992 – Mrs. Doubtfire

Prémio Cecil B. DeMille
2005 – Pelo conjunto da obra

Prémios Screen Actors Guild
Melhor elenco
1996 – The Birdcage
Melhor ator coadjuvante em cinema
1997 – Good Will Hunting
Outros prêmios

Grammy – melhor gravação de comédia
1980 – Reality…What a Concept
1988 – ABC Presents A Royal Gala
1988 – A Night at the Met
1989 – Good Morning, Vietnam
2003 – Robin Williams – Live 2002

Grammy – melhor álbum falado
2003 – Live 2002

Por Priscila Visconti

[Cabine da Pipoca] Entrevista com o ator Fabio Di Martino, o Pai da Maria Joaquina na novela Carrossel

Foto - Arquivo Pessoal: Maria Joaquina (Larissa Manuel) e Fábio Di Martino ( Dr. Miguel) nos intervalos das gravações

Foto: Arquivo Pessoal: Maria Joaquina (Larissa Manuel) e Fabio Di Martino ( Dr. Miguel) nos intervalos das gravações

“Outro dia estava passeando no Parque Vila Lobos e uma criança me perguntou: “Você que é o Pai da Maria Joaquina”?”. Eu disse: “ Não, sou pai do Luca e da Catarina” (seus filhos). A criança ficou triste e então eu falei: “É brincadeira!”. Na verdade a criança não consegue fazer essa diferença”.

Em um papo descontraído tomando um café, o Ator Fabio Di Martino que interpretou o Dr. Miguel na novela Carrossel, esbanjou simpatia falando da sua carreira, dos seus projetos futuros e, sobretudo do preconceito que a personagem Maria Joaquina, interpretada por Larissa Manuela, tinha na trama.

De Campinas para São Paulo, depois de ter que optar entre a Faculdade de administração e o teatro, claro, ele preferiu o teatro. Fabio di Martino iniciou sua carreira na televisão no programa Sandy e Junior. Participou de vários comerciais e programas de TV. Ganhou prêmio de melhor Ator no curta-metragem nacional com “Milímetros”, Festival Paulina de Cinema em 2009. Mas o sucesso veio mesmo foi na pele do Dr. Miguel.

Ainda hoje o assédio dos fãs mirins é muito grande. Segundo ele isso acontece na maioria das vezes que vai levar seu filho ao colégio, no restaurante ou no aeroporto. Muitas vezes esse assédio não vem das crianças e sim dos adultos: “É a mãe que cutuca o filho e o aponta dizendo que é ele o pai da Maria Joaquina e isso é muito bacana”, diz ele.

Preconceito

Foto: Arquivo Pessoal: Jean Paulo Campos (Cirilo) Fábio Di Martino (Dr. Miguel ) nos bastidores esperando para gravar

Foto – Arquivo Pessoal:  Jean Paulo Campos (Cirilo) Fabio Di Martino (Dr. Miguel ) nos bastidores esperando para gravar

Segundo o Ator, na versão da novela Carrossel mexicana o preconceito era escancarado: por várias vezes o personagem Cirilo (Jean Paulo Campos) foi chamado de “preto” sem pudor. Na adaptação de Iris Abravanel (autora da novela) esse tema é abordado de forma leve considerando o público-alvo (crianças). “É legal a novela falar do preconceito, do negro, por exemplo, mas de uma forma gostosa de ouvir e não como um coitadinho, isso tem que ser explicado: olha, ele é negro e você é branco e podem ser amigos porque não! Chama-o para jogar bola, seja amigo dele, na hora de fazer um grupo na escola convida, ele para fazer parte do seu grupo”.

Fabio fala de algumas novelas que abordam o preconceito através de vários assuntos, mas é direcionado para gente grande, que sabem o que estão falando. Já na novela Carrossel o preconceito era falado para criança na forma que a criança iria entender e aplicar. “Tanto que o Personagem Jaime (Nicholas Torres) gostava de comer e assim ficar gordinho e tal, um dia meu personagem o Dr. Miguel falou pra ele, o que deveria comer, o que faria mal, mas tudo isso de uma forma que ele iria entender, delicado, e não de forma escrachada, acho que isso na televisão falta.”

Depois que acabou o contrato com a emissora Fabio di Martino cheio de projetos segue a carreira atuando no que mais gosta, na publicidade e diz: “Vem novidade por ai!”, brinca.

Alguns de seus trabalhos:

• Sandy e Junior- 1998
• Acampamento legal- 2000
• Ou não – seriado CNT-
• Titi-Titi- Globo -2010
• Uma Rosa com Amor
• Milímetros – Curta- melhor ator-209
• Passione – Globo- 2010
• Carrossel – SBT – 2013

Por: Tito Martins

[Total Flex] Morre o ator e diretor José Wilker

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Faleceu neste sábado pela manhã o ator, diretor e crítico de cinema, José WIlker, 66.

Wilker estava na casa de sua namorada, a jornalista Claudia Montenegro, no Rio de Janeiro e teve um infarto fulminante. Os médicos tentaram reanimar o ator, mas ele já estava morto.

José Wilker de Almeida nasceu em 20 de agosto de 1947, em Juazeiro do Norte, Ceará. Começou sua carreira como locutor de rádio, mas aos 19 anos se mudou para o Rio de Janeiro.

Estreou em 1965, no filme “A Falecida”, apesar de sua participação não ter sido creditada, o elenco contava com a atriz Fernanda Montenegro como protagonista. Também, participou dos longas “Bye Bye Brasil” (1979), o “Homem da Capa Preta” (1985), entre outros, afinal foram mais de 60 filmes ao longo de sua carreira nas telonas.

Já na TV sua estreia ocorreu em 1971, na novela “Bandeira 2”, na TV Globo, e desde então foram quase 50 telenovelas e seriados que o ator interpretou. Seu último personagem foi o médico Hebert Marques, na teledramaturgia “Amor à Vida” (2013).

Na direção, Wilker teve a oportunidade de coordenar atores de renomes, como Antonio Fagundes, Nicette Bruno, Mauro Mendonça, Arlete Salles, Fernando Torres, Eva Wilma, Reginaldo Faria, Renata Sorrah, Rosi Campos, Aracy Balabanian,
Lídia Brondi, Lady Francisco, entre tantos celebres e renomados atores na arte da interpretação no Brasil. Além do mais, Wilker foi um dos diretores no sitcom “Saí de Baixo”, no período de (1996 a 2002).

Wilker foi casado três vezes e deixa três filhas, Mariana, com a atriz Renée de Vielmond, e Isabel, com a atriz Mônica Torres, além de ter sido casado com Guilhermina Guinle, com quem não teve filhos, mas em seu último relacionamento com a jornalista Claudia Montenegro, nasceu Madá.

Um artista nato, que com certeza amava o que fazia e tornava completo suas realizações e criações na arte de interpretar, seja no cinema, na televisão ou comandando a direção.

Por: Patrícia Visconti