[Caixa de Som] Vó Tereza traz um mix de música, arte e alegria ao seu ritmo

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Uma mistura de MPB, rock e groove, com vocais diretos e instrumentos afinados e conectados, a banda paulistana Vó Tereza traz a festa, a alegria e a união da casa da avó ao seu som, transportado pelo fone do music player.

Formado pelos músicos Natan Kurata (Vocal), Paulinha Malvar (Vocal), Fe Lima (Guitarra), Spiga Bastos (Guitarra), Marcelo Tuma (Percussão), Luca Gorga (Bateria) e Thiago Biral (Baixo), essa 992957_645412535487744_169720382_nformação já está junta a três anos, apresentando músicas autorais, com críticas sociais, relacionamentos e sobre a rotina diária de pessoas comum, que apenas visam o seu melhor, mas enfrentam os altos e baixos da vida, transcritos em poesia e harmonia.

O primeiro EP da banda “Não repare a Bagunça”, com produção de Leonardo Marques (Ekord) e Kako Ruiz (LIVE Talentos), o trabalho traz 5 canções cheias de energia, pluralidade rítmica e temas urbanos.

12115757_1137453339616992_5843117989375826764_nAlém disso, a Vó Tereza encabeça o projeto “Pé na Grama“, reunindo música e arte nas praças da cidade de São Paulo. Uma atitude totalmente independente que conta com o apoio dos seguidores da banda e os moradores das localidades de onde será realizado, com regulamentação junto às autoridades responsáveis e a manutenção do espaço pré e pós evento, levando muita intervenção artística à metrópole paulistana.

Assista abaixo o videclipe do single “Essa Noite”:

E para saber mais sobre a Vó Tereza e também do projeto “Pé na Grama acesse:

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Carol Andrade: Uma nova faceta da MPB

Foto por: Luis Avelima

Foto por: Luis Avelima

Carol Andrade é paulistana, cantora, compositora e professora de música, seu anseio em ser musicista começou na infância, aos 11 anos, por influência da mãe, que também cantava e tocava, ganhou seu primeiro violão, posteriormente, foi ter aulas com o compositor Zé Modesto, e que foi através dele que seu desejo em ser artista só aumentou. Estudou Canto Popular, na Universidade Livre de Música Tom Jobim e técnicas vocais com Magali Mussi.

Foto por: Michel Brébant

Foto por: Michel Brébant

Depois de se especializar tanto a técnica e na teoria, ela partiu para a prática, foi crooner da banda Jazz Q., aonde se apresentou nas casas mais tradicionais de jazz de São Paulo, além de ser finalista do “Festvalda”, em 1998. Se apresentou com o violinista Alex Maia, desenvolvendo o projeto MPB de voz e violão, e tocou por anos pela noite da capital paulista, que sucessivamente foi a partir desta época que Carol estrou seu primeiro show em homenagem a Tom Jobim. Participou de diversos festivais apresentando seu trabalho autoral, além de conquistar vários prêmios.

Seu primeiro álbum, “Vida Adentro” só chegou em 2005, totalmente autoral, com arranjos de voz e violão projetados e executados pelo músico Alex Maia.

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Após a divulgação e deste álbum em diversas performances da artista, ela estreou em 2010 o espetáculo “Outras Mulheres”, em homenagem a todas as mulheres compositoras nos tempos de hoje. E essa apresentação foi tão celebre que em 2012 o projeto virou um disco, contemplado pelo ProAC do Governo do Estado de São Paulo para a gravação e lançamento do mesmo. Além do mais, esse mesmo álbum foi apresentado em três cidades europeias, sendo elas, Londres, Amsterdã e Bruxelas, e foi bastante aplaudido na Europa.

Atualmente, ao lado de Alex Maia estreou seu show “A Linha e o linho”, com canções de Gilberto Gil, em comemoração dos 18 anos da parceria com o músico.

Foto por: Mauricio de Paiva

Foto por: Mauricio de Paiva

Conheça um pouco do som de Carol Andrade:

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Rebate soma experiência e apresenta uma nova face do rock nacional

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Foto: Barbara Scheler

Há mais ou menos uns dois anos atrás, o brasileiro Sergio Ugeda e australiano Steve McIver faziam sua primeira apresentação juntos, e posteriormente Mark Pascoal uniu-se a dupla para fazer percussão e dar mais harmonia a banda, e desde então projetaram suas carreiras em parceria e criaram sua própria identidade, formando a banda “Rebate”.

O som soa hardcore, folk e muito rock n’ roll, com composições próprias, a banda canta sua verdadeira essência, somada a vasta experiência que ambos os músicos já possuem e as influências particulares de cada um dos integrantes.

Foto: Barbara Scheler

Foto: Barbara Scheler

Sérgio Ugeda foi integrante de um sem-número de projetos e bandas paulistanas (Diagonal, Vurla, Debate, outras) com apresentações dentro e fora do Brasil e foi colaborador com artistas como Damo Suzuki (CAN), Tony da Gatorra e Kyp Malone (Rain Machine/TV on the Radio).

Steve Mciver é um expert no uso do slide e pratica há anos um estilo inspirado em blues e improvisação livre que encontra nos ritmos quebrados e composições fragmentada por Ugeda uma sonoridade repleta de impacto, ritmo e energia embora (geralmente) tudo seja acústico apenas com uma craviola e um dobro resonator.

Mark Paschoal é baterista, compositor e produtor musical com especial estudo da percussão andina. Ministrou aulas e Workshops de música nas cidades de Arequipa e Trujillo na República do Peru onde também se apresentou ao vivo na TV Peruana H-TV (2006) ao lado de Davi Silva e Tachi Lucan. Entre tours, participações especiais e sessões de gravação Mark já dividiu palcos, estúdios e cozinhas com Jair Naves, Eletrofan, Hierofante Púrpura, Os Estrangeiros, Os Relpis, Landau, Bigster, Fred Gomes, Lucas Milani, Johnny Sue, Labirinto, n0x3o entre outras aventuras pela estrada torta da música.

Uma banda que visa bastante a instrumentalização da música e a afinação dos instrumentos, mas estão sempre conectados com a letra e melodia de cada canção, enriquecendo e ofertando aos seus ouvintes uma nova faceta do rock nacional.

Confira abaixo o primeiro videoclipe “Catira”, do novo projeto que deve ser lançado em breve:

Para conhecer mais sobre a Rebate acesse:
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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Low High: Excentricidade e música de qualidade fazem uma banda de rock

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Durante o lançamento do DVD da banda HL Arguments, no Feeling Music em São Paulo, conheci um cara que todos podem até achar estranho, mas ele usava pijama na festa, e estava lá para conferir as performance de outra banda, amigos dele, a Chokofreaks. Entreguei meu contato e pedi para que ele enviasse algum material para que eu ouvisse e compartilhasse em nossa embarcação para nossos tripulantes.

Esse “maluco do pijama” é o músico Luke Melo, integrante da Low High, uma banda que de principio pode soar um pouco Blink 182 com uma batida de Green Day, mas após escutar mais de três canções podemos notar a autenticidade do grupo em cada rima e melodia.10750384_334253036779097_7633637023190963156_o

Com letras todas em inglês, elas falam sobre reflexões pessoais, conflitos sociais, humanidade, relacionamentos, temas que podem ser até clichê vinda de uma banda de rock, afinal vários grupos também falam sobre esses assuntos em suas canções, mas sua genuinidade ímpar e peculiar em propagar seu som soma na composição.

O novo álbum da Low High “A New Hope“, lançado no começo deste ano pode ser adquirido através de suas redes sociais, e também há uma prévia deste mesmo no SoundClound da banda.

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Ouça abaixo “Worth”, uma das faixas do primeiro álbum da banda:

Para conhecer mais sobre a LH Rock Music ou ouvir os outros projetos da L.H. acesse:

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] O rock alternativo e progressivo ainda vive no século 21

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Eles são paulistanos da Vila Pompéia, já tiveram várias formações antes de concluir a atual formação, a banda de rock Choque DB, traz influências do rock progressivo dos anos 80 e 90, com um ritmo acelerado nos vocais e nas instrumentalização, guitarras e bateria conectadas na mesma sintonia fazem a harmonia ímpar do grupo.

1464611_554819037941214_1739832228_nFormado pelos músicos Gustavo Simão (vocal e guitarra), Silvio Lodi (baixo) e Otavio Elias (bateria), tem como proposta mostrar o autêntico Rock n’ Roll, de forma despretensiosa e sem rótulos, apenas sendo eles e sua música, sua essência e origem. Autênticos e autorais, eles cantam o que pensam, sobre diversos assuntos do cotidiano, relacionamento e reflexões irônicas sobre o mundo contemporâneo, algo que todos vêem, mas nem todo mundo quer evidenciar em seus debates.

555257_305559922867128_1155238145_nEm 2011 a Choque DB gravou seu primeiro compacto autoral, mas anteriormente eles já haviam participando de várias apresentações, em festivais e casas de shows em São Paulo, como Ego Club, Zink Bar, Fidalga, Marcenaria, Tribe House, Livraria da Esquina, Novo Aeon Rock Bar, Central do Brasil, Festival de Rock da Faculdade Fefisa, entre outras.

Suas principais influências como dito acima são bandas progressivas, entre elas estão Bad Religion, Danko Jones, The Hellacopters, Running Wild, Talisman, Thin Lizzy, etc.

Um grupo alternativo que foge dos padrões da grande mídia, pelo fato deles cantarem o que a massa sente e vive realmente, e algumas produtoras se incomodarem com palavras dita pelos garotos, e não se encaixarem no padrão regrado por elas, sendo genuíno e repleto de atitude.

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Assista o último videoclipe dos meninos “Zona de Impacto”:

Para conhecer mais sobre a Choque DB, acesse as redes sociais da banda abaixo:

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Por: Patrícia Visconti