[Caixa de Som] Nonô Lellis traz de volta a essência e sutileza ao pop nacional

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Com sua carinha de anjo e sua voz imponente, Nonô Lellis já era um êxito na internet, mas após sua participação no programa The Voice Brasil em 2014, a cantora viu sua carreira alavancar, com direito a canal oficial na Vevo e videoclipe inédito bombando na web, esse single estará incluso no primeiro álbum da artista, que terá seu próprio nome no título.10403397_975924839106569_1076504200052832549_n

A carioca de 17 anos, Nonô canta com a percepção de uma cantora experiente e com anos de estrada, e mesmo com a carinha fofo e angelical, sua força ao cantar ecoa pelos ouvidos dos amantes da boa música, contagiando, fazendo refletir deixando-se levar ao som de sua voz e letra, falando de amor, relacionamento e cotidiano, em que todos aqueles que amam ou amarão podem passar ou sentir dentro de si.11204972_973705935995126_8456272736253812214_n

Além de cantora, Nonô também compõe e produz suas canções, tornando-a uma artista completa e ímpar no hall da música, da arte e do carisma, pois rostinho bonito não é para sempre, mas cativar sua essência é relevante para uma carreira de êxito e duradoura.

Assista abaixo o videoclipe de “Nossa História”, do primeiro álbum de Nonô:



Para conhecer mais sobre o trabalho da jovem cantora, acesse seu site oficial ou então, acompanhe-a em suas redes sociais.

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] FLEUR canta com amor e doçura os fatos do cotidiano

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Há algumas semanas atrás recebi um link de uma cantora que me inspirou a escrever sobre ela, pois sua voz e delicadeza na hora de cantar demonstra toda sutileza para expressar sua música e obra.

Fleur Todd, 22, é londrina do norte de Londres, canta o amor e o cotidiano de uma forma que encanta e toca a todos os ouvintes, não apenas pela sua voz doce e meiga, mas pelo seu jeito de cativar pela canção.

Não há rótulos para seu estilo musical, mas ela está nem próxima do pop, rock aternativo, indie, com umas pinceladas de soul, já que ela segue influências de grandes nomes da música pop atual, entre eles estão, Lana Del Rey, Lorde, Tove Lo, BANKS, Amy Winehouse, Adele, entre outros.

10888762_410595775783898_759570449182031782_nFLEUR além de cantar, ela também compõe. Está na luta para programar sua música para o mundo, e para isso, grava vídeos de covers de seus ídolos e também, algumas autorais, para que o público possa conhecer um pouco de sua verdadeira essência.

Confira abaixo um pouco do som dessa garota, que cativa apenas com sua voz:

Para conhecer mais sobre a FLEUR acesse suas redes sociais, e também ouça um pouco de se trabalho em seu SoundCloud:

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Bárbara Ohana: O pop nacional, com potencial!

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Com influência de ícones da música pop, como David Bowie, Madonna, Lykke Li, Radiohead, New Order, Fleetwood Mac e Lana Del Rey, Bárbara Ohana trabalha nesta vibe, caminhando pelo Dream Pop e Indie Glam.

Foto por: Ariela Bueno

Foto por: Ariela Bueno

Cantora, compositora, carioca, mas radicada em São Paulo, ela inciou sua trajetória na música cantando no Meninas Cantoras dos Canarinhos de Petrópolis, cantando em latim, francês e português. Na adolescência, foi estudar nos Estados Unidos, passou uma período por Nova Orleans, Louisiana, onde ela se firmou como cantora e compositora, pois foi a partir daí que ela inciou a compôr em inglês.

Foto por: Ariela Bueno

Foto por: Ariela Bueno

Já na fase adulta, ela regressou ao Brasil, mas especificamente na capital paulista, e peregrinou no Bar Riviera, Cidade Matarazzo, Serralheria, Bar Secreto, além de outros bares e teatros pelo mundo a fora, como Leblon Jazz Festival, Teatro Solar, Nublu (NY), Bossa Lounge (DC), Teatro Candido Mendes e outros.

Bárbara também fez backing vocal de Gilberto Gil, gravando no álbum banda larga Cordel e singles do cantor.
Mas, foi em 2014 que ela chamou atenção pelo seu pop soul, com o lançou o single “Golden Hours”. Com sua voz doce e sutil, mas com muita imponência e suas letras que remetem ao cotidiano, falando de amor, sonhos e realizações.

Assista o primeiro videoclipe de Bárbara, “Golden Hours”:

E na próxima sexta-feira, 29, a cantora se apresenta o lançamento do seu primeiro EP, lançado no começo deste ano, “Dreamers”, na Casa do Mancha, em São Paulo. Uma oportunidade para o público conferir ao vivo toda essência e sutileza que Bárbara expressa artisticamente em suas composições musicais.

Foto por: Lucas Mielnik

Foto por: Lucas Mielnik

Para conhecer mais sobre o trabalho da Bárbara Ohana, acesse:
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Ouça abaixo o single do EP “Dreamers”, “Ordinary Piece”:

SERVIÇO

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Lançamento do EP “Dreamers”
Local: Casa do Mancha
End: Rua Filipe de Alcaçova, s/n – Vila Madalena/ SP.
Data: 29 de maio – sexta-feira
Horário abertura da casa: 19h
Horário show: 21h
Ingresso: R$ 20,00
Capacidade: 100 pessoas
Obs: pagamento apenas em dinheiro e débito
Evento no Facebook: AQUI

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Diana Marinho: Do Vilarejo de Nova Ibiá para o mundo!

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Foto por: Carlos Mercuri

Na noite do último sábado (16), uma baiana para lá de arretada e deu uma simpatia ímpar mostrou um pouco de seu Rock n’ Roll aos paulistanos.

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Foto por: Carlos Mercuri

Diana Marinho, nasceu no Vilarejo de Nova Ibiá, aprendeu a tocar praticamente sozinha, em uma guitarra velha que seus pais compraram de um vizinho na época que ela era adolescente, e desde então estudou e aperfeiçoou esse dom musical e busca trilhar seu caminho nesse mundão.

Atualmente ela toca em bares na noite de Salvador, todavia o propósito de Diana é alçar voos maiores, atingir as grandes metrópoles como a capital paulista, e no último sábado, ela se apresentou no bar Cantinho do Ipiranga, localizado no bairro do Ipiranha, zona sul paulistana. Um lugar onde a música está estampada não apenas nas paredes, mas na alma de seus frequentadores, proprietários e garçons.

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Foto por: Carlos Mercuri

Foi uma noite onde a energia roqueira dominou na casa, com clássicos de Guns n’ Roses, Bon Jovi, Temptations, entre outros, e claro, a grande musa e professora de Diana, Janis Joplin. Levando e agitando o público, com solos exclusivos de cada músico. Uma banda, que ninguém diria que foi formada em apenas um dia, mas que mostrou uma afinidade e harmonia inigualável desde os primeiros acordes, conectando Adson Silva, no baixo, Hariel Quieroz, na bateria e Lucas Almeida, na guitarra, com a empatia dessa cantora e instrumentista, que se entrega de corpo e alma em cima do palco, apresentando a verdadeira essência Rock n’ Roll um pouco perdida nos tempos atuais.

Assista abaixo um trecho da performance de Diana Marinho – gravado por Carlos Mercuri – e a banda cantando “Sweet Child O’ Mine”:


Para conhecer mais sobre essa artista acesse sua fanpage, ou então entre em contato com o jornalista e produtor executivo Carlos Mercuri:

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Por: Patrícia Visconti

[8 Bits] Mortal Kombat X – Dublagens e afins

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Não muito recente saiu o tão esperado Mortal Kombat X, o jogo mais sangrento desse ano. Com fatalities de fazer sua tela jorrar sangue por todos os lados e golpes capazes de rachar vértebras dos inimigos, surge também a dublagem brasileira que deu vida a esse jogo. Mas é sobre a dublagem que vamos falar.

Recentemente os gamers foram pegos de surpresa ao saber que uma das personagens do Mortal Kombat, conhecida como Cassie Cage, foi dublada pela cantora Pitty. Mas infelizmente, a dublagem não agradou a maioria (ou todos) que escutaram. Pelo contrário, a crítica caiu em cima, alegando que a cantora “não encarnou” a personagem como deveria e com isso, comprometeu por completo a personagem e suas falas de luta. Apesar do jogo ter recebido várias críticas excelentes sobre sua mecânica clássica, mas repaginada, a dublagem da cantora mesmo assim comprometeu, gerando diversos rebuliços na internet, e tendo até mesmo abaixo assinados para que fosse feito uma nova dublagem para a personagem.

Para os leigos que perguntam “Por que a Pitty não pode ser dubladora?”, a questão é: Quem são os dubladores? Para ser um, é necessário ser antes ser ator, e se formar em artes cênicas. Logo após, o ator faz cursos de introdução à dublagem, e assim eles se jogam no mercado de trabalho, sendo atores e dubladores.

No caso da Pitty, ela foi sim convidada, porém, ao que parece, houve um mau planejamento de preparação, visto que a cantora não é atriz. Todavia, não há um único culpado, é necessário olhar os dois lados da moeda antes de julgar.

Confira a dublagem Pitty como Cassie Cage em Mortal Kombat X:

E você, concorda ou discorda com as críticas? Por quê?

Por: Daniel Barris