Na noite do último sábado (16), uma baiana para lá de arretada e deu uma simpatia ímpar mostrou um pouco de seu Rock n’ Roll aos paulistanos.
Foto por: Carlos Mercuri
Diana Marinho, nasceu no Vilarejo de Nova Ibiá, aprendeu a tocar praticamente sozinha, em uma guitarra velha que seus pais compraram de um vizinho na época que ela era adolescente, e desde então estudou e aperfeiçoou esse dom musical e busca trilhar seu caminho nesse mundão.
Atualmente ela toca em bares na noite de Salvador, todavia o propósito de Diana é alçar voos maiores, atingir as grandes metrópoles como a capital paulista, e no último sábado, ela se apresentou no bar Cantinho do Ipiranga, localizado no bairro do Ipiranha, zona sul paulistana. Um lugar onde a música está estampada não apenas nas paredes, mas na alma de seus frequentadores, proprietários e garçons.
Foto por: Carlos Mercuri
Foi uma noite onde a energia roqueira dominou na casa, com clássicos de Guns n’ Roses, Bon Jovi, Temptations, entre outros, e claro, a grande musa e professora de Diana, Janis Joplin. Levando e agitando o público, com solos exclusivos de cada músico. Uma banda, que ninguém diria que foi formada em apenas um dia, mas que mostrou uma afinidade e harmonia inigualável desde os primeiros acordes, conectando Adson Silva, no baixo, Hariel Quieroz, na bateria e Lucas Almeida, na guitarra, com a empatia dessa cantora e instrumentista, que se entrega de corpo e alma em cima do palco, apresentando a verdadeira essência Rock n’ Roll um pouco perdida nos tempos atuais.
Assista abaixo um trecho da performance de Diana Marinho – gravado por Carlos Mercuri – e a banda cantando “Sweet Child O’ Mine”:
Para conhecer mais sobre essa artista acesse sua fanpage, ou então entre em contato com o jornalista e produtor executivo Carlos Mercuri:
Não muito recente saiu o tão esperado Mortal Kombat X, o jogo mais sangrento desse ano. Com fatalities de fazer sua tela jorrar sangue por todos os lados e golpes capazes de rachar vértebras dos inimigos, surge também a dublagem brasileira que deu vida a esse jogo. Mas é sobre a dublagem que vamos falar.
Recentemente os gamers foram pegos de surpresa ao saber que uma das personagens do Mortal Kombat, conhecida como Cassie Cage, foi dublada pela cantora Pitty. Mas infelizmente, a dublagem não agradou a maioria (ou todos) que escutaram. Pelo contrário, a crítica caiu em cima, alegando que a cantora “não encarnou” a personagem como deveria e com isso, comprometeu por completo a personagem e suas falas de luta. Apesar do jogo ter recebido várias críticas excelentes sobre sua mecânica clássica, mas repaginada, a dublagem da cantora mesmo assim comprometeu, gerando diversos rebuliços na internet, e tendo até mesmo abaixo assinados para que fosse feito uma nova dublagem para a personagem.
Para os leigos que perguntam “Por que a Pitty não pode ser dubladora?”, a questão é: Quem são os dubladores? Para ser um, é necessário ser antes ser ator, e se formar em artes cênicas. Logo após, o ator faz cursos de introdução à dublagem, e assim eles se jogam no mercado de trabalho, sendo atores e dubladores.
No caso da Pitty, ela foi sim convidada, porém, ao que parece, houve um mau planejamento de preparação, visto que a cantora não é atriz. Todavia, não há um único culpado, é necessário olhar os dois lados da moeda antes de julgar.
Confira a dublagem Pitty como Cassie Cage em Mortal Kombat X:
E você, concorda ou discorda com as críticas? Por quê?
A cantora e compositora andreense Juliana Lima está entre as atrações deste ano do 12º Festival Gastronômico do Cambuci, evento organizado pela Prefeitura de Santo André desde 2004. O evento procura levar a consciência ambiental às pessoas, em um local que é um dos poucos resquícios de Mata Atlântica, protegido como área de mananciais, e reverenciando um fruto que é símbolo desse ecossistema.
Durante o festival, os moradores da vila apresentam suas receitas com o fruto e há ainda várias apresentações artísticas. O evento integra as festividades do aniversário da cidade, comemorado em 8 de abril.
Artista de muita sensibilidade, com composições que não abrem mão da intensidade das emoções, tratadas com carinho, e com uma voz com nuances das melhores cantoras jazzísticas, temperada com o melhor de nossa cor brasileira, Juliana Lima leva ao festival o repertório de seu último trabalho, “Aquariana”.
Juliana recentemente gravou no Ton Ton Jazz show que será a base do DVD “Aquariana”, que em breve estará no mercado. O show teve várias apresentações pelo Brasil e na Argentina.
Veja abaixo os dois making off do trabalho:
Making off #1
Making off #2
Sobre sua participação no festival, diz Juliana: “Amo Paranapiacaba desde pequena; uma tia minha morou lá na minha infância, então eu ia para aquele lugar encantado cheio de névoa, com lindas casas de madeira! Parecia outro país! Para mim era Paranapiacaba a vila encantada. Depois minha tia mudou e fiz alguns shows no Festival de Inverno e sempre que posso vou lá visitar!”.
A vila de Paranapiacaba está em restauro, para preservar suas características originais, com financiamento obtido por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Cidades Históricas, do governo federal. O local, atração turística e histórica, tem várias nascentes, inclusive a do rio Grande, que abastece a represa Billings.
Há muitos anos ativistas ambientais e o poder público empreendem batalhas para preservar o lugar e o incentivo ao turismo tem esse cuidado de evitar a degradação do ambiente. “Sei da luta dos ambientalistas que estão lá para preservar e tudo. O turismo é bom, mas tem que ser feito com consciência porque a vila é pequena! E nos festivais eles têm o cuidado de não deixar descerem carros de turistas para preservar mesmo o local”, diz Juliana Lima.
No show, Juliana (voz, violão, gaita) estará acompanhada de Ana Wick, nos vocais; Anete Ruiz, nos teclados; Bianca Predieri, na bateria; Luciana Romanholi, na guitarra e Gê Ruiz, no baixo.
O 12º Festival Gastronômico do Cambuci é organizado pela Prefeitura Municipal de Santo André, por intermédio das Secretarias de Cultura e Turismo e de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba e Parque Andreense. Mais informações sobre a programação pelo telefone (11) 4439-0109 ou no site www.santoandre.sp.gov.br.
O festival começou no dia 11 e prossegue nos fins de semana até dia 26 de abril. No feriado do dia 21, a programação acontecerá de 18 a 21, sempre da 10h às 17h. Haverá feira de produtos e artesanatos no antigo Mercado, apresentações de música, teatro, aulas-show de degustação, entre outras atividades. A programação gratuita será em vários espaços da parte baixa da Vila.
Confira a programação, fornecida pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Santo André:
No sábado (18), o palco do antigo Mercado terá como atrações os músicos de blues Marcio Bueno (13h30) e Chico Suman (15h). Também às 15h, mas no Largo dos Padeiros, Rosana Schoeps se apresentará. No domingo (19), o antigo Mercado receberá os shows de Juliana Lima (13h30), e, da Banda Desbrava (15h30). Já o Largo dos Padeiros, contará, a partir das 13h, com a performance da dupla de viola Garuti e Cuiabá.
As apresentações de choro, com Mimi, e de MPB, com Alba Brito, estarão no palco do antigo Mercado na segunda-feira (20) às 13h30 e 15h, no antigo Mercado, que recebe na terça-feira (21) o espetáculo de humor do Grupo Moral e Bons Costumes às 13h30, e o Grupo de Congada do Parque São Bernardo, às 15h.
No fim de semana prolongado, a programação do festival contará ainda com a aula de culinária em espanhol com Barbara Soares, no sábado (18), às 14h, na Padaria, que receberá no domingo (19), às 14h30, o chef Arthur Sauerbronn, vencedor do programa “Cozinha sob Pressão”, do SBT, e na, terça-feira (21), a chef Débora Martins para aulas-show com degustação.
Nos quatro dias o público poderá conferir a feira de produtos e artesanatos no antigo Mercado, o festival gastronômico com receitas preparadas pelos bares e restaurantes locais com o cambuci. A programação terá ainda contação de histórias com Emerson Santana, no coreto do Clube União Lyra Serrano e, na segunda-feira (20), apresentações itinerantes de teatro com a Cia. do Caixote. A novidade este ano será a exposição “Memória do Cambuci em Paranapiacaba”, no Clube União Lyra-Serano.
Ela é negra, linda e tem uma voz incansável de se ouvir. Heloisa Lucas, sempre foi uma apaixonada por música, principalmente o pop, o jazz, o rock e o soul, tanto que suas grandes influências são grandes divas da cena musical internacional, como Whitney Houston, Etta James, Mariah Carey, Stevie Wonder, Gladys Knight, e também nacional entre eles Tim Maia e Elis Regina. Mas, esse anseio surgiu quando a cantora tinha apenas 13 anos, influenciada pela grande diva do pop, Mariah Carey.
Uma artista independente que luta para conquistar seu lugar, num mercado tão acirrado e defasado, com músicas sem letras e melodias, a batida perfeita e a intonação adequada fazem a diferença na hora da apresentação, deixando qualquer padrão exigido pela indústria fonográfica descartado, quando o talento e carisma são ápice da arte. Porque como a Heloisa mesmo acredita: “Para quem tem personalidade, discernimento e humildade o sucesso não irá deixar influenciar”.
Atualmente a cantora segue se apresentando pelas noites e às vezes pelo dia na grande São Paulo, com suas duas bandas, qual ela faz vocal, sendo elas “Heloisa Lucas & Quarteto Groove” e a “Mesa do Rock”. Bandas que Helo conheceu através de amigos dos amigos que os apresentaram, enquanto a “Mesa do Rock” já conhecia os integrantes faziam um bom tempo pelas andanças na cena alternativa paulistana.
Heloisa canta com a alma e a perseverança de que seu público será atingido pela sua música, sua obra e sua arte, algo que ela preserva muito, e isso hoje em dia é raro encontrar em cantoras que não apenas visam a vaidade e o egocentrismo, como ela mesmo diz compartilhar música com peculiaridade e originalidade, pois esse é seu desejo como cantora e como artista.
“Meu plano é continuar cantando sempre. Sempre mais e mais. Propagar sempre a música boa e de qualidade”.
Confira uma apresentação da artista no espaço Armazém Cultural em São Paulo:
Para quem quiser assistir mais vídeos da cantora, acesse seu canal no Youtube, ou então acesse a página do Quarteto Groove no Facebook.
Atenção, nação roqueira: nesta quinta-feira, 19, a cantora, compositora e multiinstrumentista Marise Marra faz o pré-lançamento de seu terceiro CD, “Funny Love”, em show gratuito no Centro Cultural São Paulo. A apresentação será às 20h30 na sala Adoniran Barbosa. O disco chega ao público no fim de março.
Essa mineira, que adotou São Paulo como lar, surgiu na cena rocker em 2005 com “Noite Proibida”, um CD produzido e dirigido pelo mago Tony Babalu e co-produzido por ela mesma, que também assina os arranjos. O disco foi gravado, mixado e masterizado por Leonardo Nakabayashi no Estúdio Flap em São Paulo e a prensagem e distribuição ficaram a cargo da Amellis Records/ Tratore.
O trabalho de estreia já a alçou ao panteão dxs “guitar heroes”, pela virtuosidade que ela exibe. Marise responde pelas guitarras, violão de aço e voz e pega o baixo nas faixas “Você Pode Me Levar”, “Vida de Louco”, “Reflexo” e “Estranhos no Ninho”. Nas demais, o baixo fica por conta de Róbinson Tóffoli e Cristiano Quinália fica nas baquetas.
O segundo CD, “Arrebatador”, vem mais autoral, no qual ela cuidou da produção e assumiu a gravação das linhas de baixo, violão, violão de 12 cordas e teclado, além de emprestar sua voz a quase todas as canções (e duetar com Dadá Cyrino na faixa “Luta”). Um trabalho pleno de guitarras, densas, poderosas, dando suporte e moldura a uma voz ao mesmo tempo terna e “fodaça”!
“Arrebatador” tem, além da produção, os arranjos assinados por Marise. Foi gravado, mixado e masterizado por Brendan Duffey (Angra, Kiko Loureiro, Dr. Sin e Billy Sheehan, entre outros) e Adriano Daga no Nocal Studios, em São Paulo, em 2010. Nele, ela toca as guitarras, baixo, violão 12 e 6 cordas, teclado e voz; Alan Marques nas bateras e o mito Luiz Sérgio Carlini comparece com a lap Steel e guitarra “solo 1” em “Amarras”; Nenê Silva vem de baixo em “Luta” e Dada Cyrino põe a voz em “Luta” e “Everything”. Gravado e distribuído por Amellis Records/ Tratore.
Agora, temos “Funny Love”. Gravado em São Paulo, o trabalho foi produzido pela própria Marise (que também assina todas as músicas, letras e arranjos do álbum), em parceria com o norte-americano Brendan Duffey. Desta vez, o rock avassalador forjado à base de riffs poderosos e virtuosos solos de guitarra ganhou um tempero pop com pitadas de MPB, funk, folk e até elementos da música eletrônica, conforme informa seu material de divulgação.
Sobre o show: o repertório é composto das 11 faixas do novo trabalho, entre elas “Amor Bandido”, “Ele é Rock, Ela é Bossa”, “Burning Like a Star”, “Bem Devagar”, “Via Láctea” e a faixa-título “Funny Love”, além de outros sucessos da carreira. Marise, no vocal e guitarra, estará acompanhada por Daniel Gohn (bateria), Raoni Passeto (baixo) e Paulinho de Almeida (violão e guitarra), além de contar com as participações especiais do violoncelista Mauro Braga
e da cantora lírica Dadá Cyrino, que também participou da gravação do CD.
Confira a “arrebatadora” performance de Marise com o “tutti-frutti” e muito mais Carlini em “Agora só falta você”, dele e Rita Lee, no show de lançamento do segundo CD, no Sesc Vila Mariana:
Curta mais vídeos de Marise Marra no Youtube e confira mais informações no site oficial de Marise.