[Cabine da Pipoca] #BSBtheMovie: Documentário conta toda trajetória da maior “boyband” dos últimos tempos

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Quem não conhece os Backstreet Boys, a maior boy band que já existiu nos últimos 20 anos, e uma das bandas pop mais lembradas dos últimos tempos?

A banda já tem 20 anos de carreira, sempre com êxito e prestigio, apesar do “recalque” ignorar tamanha estrela que brilha em cima dos BSB.

Após uma turnê mega especial – a “In a World Like This Tour”, que deve passar pelo Brasil no terceiro trimestre de 2015 – com o retorno de Kevin Richardson, o grupo invadiu as telonas, com o documentário “Backstreet Boys: Show ‘Em What You’re Made”, que traz imagens dos meninos desde início até os tempos atuais, passando por cada fase da banda, das boas, as melhores e até mesmo, as ruins.

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O filme estreia nos cinemas nos Estados Unidos e Canadá no dia 30 de janeiro, e no mundo inteiro, 26 de fevereiro, exceto na América Latina que estreará apenas em março de 2015.

Mas, para os fãs que não se aguentarem se ansiedade e forem clientes da iTunes, poderão assistir o documentário na íntegra através na loja virtual da Apple.

Para mais informações: backstreetboys.com/bsbthemovie

Confira abaixo o trailer oficial do filme:

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] Fernando Bittencourt vive a arte de alma de coração!

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Paulistano, aquariano, ator e um apaixonado pela arte e suas vertentes, se entrega de corpo e alma quando está engajado em um trabalho, com ele está atualmente, na divulgação no curta-metragem “Indiferente”.

unnamed (10)Fernando Bittencourt, 20, começou sua carreira em Carapicuíba, região metropolitana de São Paulo. Já fez drama, comédia, romance, sempre com profissionalismo e ânsia em propagar seu trabalho e sua essência na arte da interpretação.

O jovem ator já atuou em adaptações teatrais como, “O Corcunda de Notre Dame”, “O Ébrio”, “Moulin Rouge­NTKeB”, “A Bela e a Fera, e o feitiço da Rosa”, “Senta que Lá vem História­”, “Não existe melancolia na América Latina”, “O Príncipe do Egito”, “O Rei Leão – ­Musical”, “Paixão de Cristo­”, “Yerma”, “Um Conto de Natal”, “Dois Perdidos Numa Noite Suja”, além dos curtas-metragens, “Celulares”, “Meu nome é Ricardo”, “Desejos da Alma” e agora, “Indife10365991_735257336512853_150909367096457703_nrente” [leia a resenha AQUI].

Um ator simpático, que esbanja carisma e amor pelo que faz, mostrando seus anseios em prosperar nesta carreira tão volátil, quão a artística.

Confira abaixo a entrevista que Fernando concedeu à nossa embarcação. Onde ele falou sobre carreira, dificuldades, objetivos e longitude futura em seu ofício.

OBC- Quando surgiu essa ânsia em ser ator?

11983_538852356153353_1980484597_nFernando Bittencourt: Vem de muito tempo,sempre gostei muito de filmes,lembro que quando pequeno, depois que eu assistia um filme, me imaginava como o personagem que mais tinha me identificado(risos). Fui crescendo e entendendo mais sobre essa arte,até que surgiu a oportunidade de fazer uma aula,daí não consegui mais parar.

OBC- Entre atuar e modelar, o que você prefere? 

FB: Atuar,esse é meu ofício! Porém,nessa profissão temos que ter mais de uma função para termos um leque bom de trabalhos.
Além de atuar, procurei aperfeiçoar outros lados como música,dança e modelagem,para me sentir mais completo como artista e também para poder abrir novos horizontes de trabalho.

580100_400853536619903_1318606717_nOBC- Drama, romance ou comédia. Qual gênero teatral é seu favorito, ou acha mais “fácil” para atuar?

FB: Eu gosto de todos(risos). Tive a oportunidade de já ter passado por esses 3 gêneros citados. Porém, foi pelo drama o qual eu mais passei, creio que por isso acabei aguçando mais o lado dramático.
Acho que não tem mais difícil ou fácil. Na minha opinião, todos devem ser levados a sério,para que alguma sensação chegue no público,desde um sorriso,uma lágrima ou um suspiro de amor.

OBC- Palcos, telas ou TV. Por quê?

FB: OS 3! (risos) Hoje,meu objetivo é TV, por questão de visibilidade, o público de massa esta sentado no sofá assistindo TV, é lá que o ator será mais visto,e isso é ótimo para um ator iniciante e jovem como eu.
Porém, nunca quero deixar o solo sagrado do teatro, como diz Tony Ramos: “O Palco é o chão do Ator’’.

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OBC- O que um ator que está começando enfrenta para consolidar neste ramo “glamourizado” para quem está de fora, mas tão árduo para aqueles que vivem a rotina 24h por dia?

FB: Além da falta de estabilidade financeira,espaço no mercado,e grande concorrência,oquê é clichê de todo ator iniciante como eu dizer. Creio que o quê mais pesa é a desvalorização pelo fato de não ser famoso, parece que se um ator não é famoso, para as pessoas,ele é apenas mais um.
Isso é oque mais dói,mas essa é a nossa realidade,a sociedade de hoje em dia está assim,as pessoas só valem oque tem, e não que são.

10734068_501551559982299_1898837556094603053_nOBC- Atualmente você está engajado no curta “Indiferente”. Queremos saber, quais são as expectativas sobre este projeto?

FB: As melhores possíveis,que possamos ter um bom público,que o público sinta,entenda,e se identifique com oque esta sendo contado alí.
Além de gerar mais views para o canal,para a page da Traskovesky Films, e que cada vez mais as pessoas conheçam nosso trabalho.

OBC- Quais são suas prospecções futuras para sua carreira?

FB: Bom, desejo trabalhar muito (risos)… Estou começando minha vida profissional artística agora, espero muita coisa,sei por onde ir,até onde posso ir.
Porém, sei que aquilo não pode ser a coisa certa e de repente precise mudar de direção.Mas,almejo ganhar cada vez mais espaço no mercado,seja ele em qualquer função, teatral, audiovisual, televisiva, publicitária ou até na área da moda.
Espero que sempre possa trabalhar, me sustentar dessa arte,viver ela,dela e para ela. E que daqui á alguns anos, possa dar essa entrevista para vocês novamente,e possa falar muita coisa boa que conquistei! (risos)

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] A Voz popular e autoral da música brasileira

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Como prometido(veja +), conversamos com o Kio Olivieri, voz e violão da banda Voz em Dó, e ele nos contou um pouco sobre a banda, o início, as influências, carreira, prospectivas para o futuro, e claro, muita música, afinal esse é nosso assunto favorito.

Confira abaixo a nossa entrevista com o Kio:

1- A quanto tempo existe a banda?
A banda existe a apenas 9 meses. Uma gestação musical.

O Barquinho Cultural – Quais as influências do Voz em dó? Por que?

Kio Olivieri: Cada integrante tem suas influências, que vão desde a MPB até o Heavy Metal. As que predominam em nosso contexto geral são: Engenheiros do Hawaii, O Teatro Mágico, Los Hermanos, entre tantos. Acredito que são nossas influências por serem, naturalmente, também o que gostamos de ouvir.

10559292_667557319993448_272722784_nOBC – Vocês já possuem singles lançados, quantos e quais? E quanto ao álbum, já há previsão de lançamento?
KO: Sim. Em março deste ano lançamos o nosso primeiro EP, chamado ‘Voz em Dó – menor’. Um trocadilho bem colocado, acredito. O EP conta com cinco canções que estão disponíveis para download em nossa página no Soundcloud.
Quanto ao álbum, estamos com um pouco mais de calma. A ideia inicial era lançá-lo em Novembro deste ano, mas preferimos deixá-lo para o ano que vem. Queremos fazer algo grandioso, completo. Algo que converse com nossos shows em questão de estética, cenário e etc.
Não há prazo exato, mas para gerar manchete, Junho de 2015. (rs)

OBC – Vocês compõem as próprias canções, certo… Vocês acreditam que para um músico que está começando agora, é mais fácil cantar covers, para serem reconhecidos primeiro, ou já apresentar seu repertório próprio, para agregar a uma determinada nuance musical, antes de ingressar a um estilo próprio?

KO: Olha, a pergunta é boa e fácil de ser respondida.
Sim, é mais fácil o músico começar a caminhada fazendo covers e versões. Mais do mesmo para garantir o coro da canção.
Nós optamos pela música autoral porque não queremos atalhos. Nunca apresentamos um cover em nossos shows. Nem sequer temos algum ensaiado. Respeitamos quem o faz, mas preferimos ir contra a corrente.

10563082_274021889473339_3423339289967116828_nOBC –  Como um artista se mantêm firme e forte, em uma carreira tão volátil quão essa que vocês vivem, que hoje vocês podem estar por cima, amanhã já há outro neste lugar? Por quê?

KO: O mercado independente é muito complicado, mas muito amplo. Engana-se quem acha que ele está abandonado. Bandas se ajudam e se comunicam. Há uma relação bacana. O maior problema é achar lugares para se apresentar e ser respeitado como profissional.
Temos que nos manter sempre atualizados e sempre com novas ideias. Manter uma relação bem próxima ao nosso público e fazer com que isso seja agradável para todos.
Ascensão e queda dependem muito de qual lado você está. Às vezes não estar na grande mídia não quer dizer que você está indo mal. Assim como estar na grande mídia não significa que você está bem. Relativo.

OBC – Quais são as expectativas da banda para o futuro? Shows, singles, EPs, álbuns…

KO: Este ano faremos nosso primeiro aniversário e estamos planejando um espetáculo lindo. Será dia 8 de Novembro, no teatro Alma D’alma, em São Paulo. Vai rolar gravação de DVD e outras surpresas.
O álbum fica para 2015. Poderíamos fazer algo para este ano, mas acho que antes, temos muita gente para alcançar com nosso EP. Um passo por vez.
Quanto a agenda, nos apresentaremos sábado agora (09.08) no Feeling Music Bar, na Vila Mariana em SP. O Show será às 18h. Mais informações estão em nossa página oficial no Facebook.

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Assista abaixo a gravação do show de lançamento do EP ‘Voz em Dó – menor’, que aconteceu em Março/2014, no Hangar 110, em São Paulo:


Como o Kio comentou acima em nosso bate-papo, o grupo se apresenta neste sábado (9), no Feeling Music Bar, sediado na Rua Domingo de Morais, Vila Mariana, zona sul de São Paulo.

Os meninos foram uma performance mostrando seus singles, sucessos e novidades da banda. Além da Voz em Dó, também rolará shows com as bandas Depois do Fim, Persia, Trimotor, Flutue, ForLove e Arcade.

SERVIÇO

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Voz em Dó de volta a Feeling
Data: 09/Agosto/2014
Horário: a partir das 17h
Local: Feeling Music Bar
End: Rua Domingo de Morais, 1739 – Vila Mariana
São Paulo/ SP
Entrada: R$20,00 (antecipado) | R$25,00 (na porta)
Mais info: AQUI

E para conhecer mais sobre a Voz em Dó,  acesse as redes da banda e interaja com os garotos, pois além de ouvir um som de primeiro conhecerá artistas natos, que vivem fazem arte com amor e dedicação aos seus fãs.

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Jair Rodrigues: Um artista sem rótulos, apenas um apaixonado pela música

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O post de hoje era para ter saído na semana passada, mas com mil coisas na cabeça e centenas de pautas enfileiradas desde o mês passado, acabaram tumultuando minhas ideias.

Porém, para não atrasar mais, cá está…

Como todos sabemos no último dia 8 de maio, o cantor Jair Rodrigues faleceu em sua casa em Cotia, Grande São Paulo, enquanto estava na sauna. O motivo da morte foi fulminante, já que até antes ele estava bem, e prestes a dar continuidade a sua agenda de shows.

Jair Rodrigues tinha 75 anos, completado no último 6 de fevereiro. Um artista completo, cantava do ritmos tradicionais brasileiros, como o sertanejo e o samba, passando pelo o rap, funk, pagode, até o rock.

Jair e elisNascido em Igarapava, mas criado em Nova Europa, o músico teve outras profissões antes de se tornar um cantor, como engraxate, mecânico e pedreiro, mas foi quando se inscreveu no programa de calouros da Rádio Cultura e classificou-se em primeiro lugar, fazendo sua vida mudar repentinamente.

Um grande parceiro da cantora Elis Regina, ambos fizeram bastante sucesso cantando juntos, principalmente em O Fino da Bossa, programa da TV Record.

O seu maior sucesso dentro todos que ele teve, com certeza foi ‘Disparada’, canção que venceu o ‘Festival de Canção de 1966’, empatado com ‘A Banda’, de Chico Buarque. Desde então, assegurou Jair a dar continuidade a sua carreira, trazendo efeitos em seus êxitos como artista.

jair rodrigues, nara leão e chico buarqueGravou samba-enredo, e sucessos que até hoje são marcados, assim como a sua energia e sua alegria, que contagiava por onde passava. Foram quase 50 anos de carreira, que ficaram para sempre marcados na música popular brasileira, assim como o carisma que cativava esse grande artista.

Por: Patrícia Visconti